The Spirit of Radio: Greatest Hits 1974-1987 || laptop stand

Posted on January 18th, 2008 in Uncategorized by admin

The Spirit of Radio: Greatest Hits 1974-1987 é uma coletânea da banda canadense Rush. Foi lançada em Fevereiro de 2003. Contém as músicas desde o primeiro álbum Rush até Hold Your Fire.

Faixas do CD

  1. Working Man - 7:11
  2. Fly By Night - 3:22
  3. 2112 Overture/The Temples of Syrinx - 6:45
  4. Closer to the Heart - 2:53
  5. The Trees - 4:42
  6. The Spirit of Radio - 4:57
  7. Freewill - 5:23
  8. Limelight - 4:20
  9. Tom Sawyer - 4:33
  10. Red Barchetta - 6:10
  11. New World Man - 3:43
  12. Subdivisions - 5:34
  13. Distant Early Warning - 4:58
  14. The Big Money - 5:35
  15. Force Ten - 4:32
  16. Time Stand Still - 5:09

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IBM PC || laptop bags

Posted on January 17th, 2008 in Uncategorized by admin

O IBM PC™ (Personal Computer ou Computador Pessoal), foi a versão original e progenitor da plataforma de hardware dos “IBM PC compatíveis”. Ele foi apresentado em 11 de Agosto de 1981. O modelo original foi denominado IBM 5150. Ele foi criado por uma equipe de 12 engenheiros e projectistas sob a direção de Don Estridge da IBM Entry Systems Division em Boca Raton, Flórida.

A expressão “Personal Computer” (”Computador Pessoal”) era de uso comum antes de 1981, e já era usada em 1972 para caracterizar o Alto do Xerox PARC. Todavia, devido ao sucesso do IBM PC, o que tinha sido um termo genérico passou a significar especificamente um microcomputador compatível com a especificação da IBM.

Durante o segundo trimestre de 2005, o Lenovo Group da China assegurou os direitos de produção dos computadores pessoais com a marca IBM. Esta mudança reflete a presente falta de interesse da IBM em computadores pessoais, em favor dos mercados de mainframes e serviços de consultoria de negócios e tecnologia da informação.


O conceito IBM PC

O PC original foi uma tentativa da IBM de entrar no mercado de computadores domésticos, então dominado pelo Apple II e por uma legião de máquinas CP/M.

Em vez de passar pelo processo de planejamento usual da IBM, o qual tinha falhado em criar um microcomputador de baixo custo (tendo por exemplo o malogrado IBM 5100), um grupo especial de trabalho foi formado com a autorização de ignorar as restrições normais da companhia e trazer algo para o mercado rapidamente. A este projeto foi dado o nome-código de Projeto Xadrez.

O grupo consistia de apenas 12 pessoas, encabeçado por Don Estridge. Eles foram bem-sucedidos — o desenvolvimento do PC levou cerca de um ano. Para conseguir isto, eles decidiram preliminarmente construir a máquina com peças facilmente encontráveis no mercado, de uma grande variedade de fornecedores OEM e de diversos países; anteriormente, a IBM tentara utilizar apenas componentes desenvolvidos por ela mesma. Em segundo lugar, eles resolveram utilizar uma arquitetura aberta para que outros fabricantes pudessem produzir e vender máquinas compatíveis; para tal, as especificações do BIOS foram publicadas. Com isso, a IBM esperava manter sua posição no mercado cobrando “royalties” pelo licenciamento do BIOS e se mantendo à frente da concorrência.

Na época, Don Estridge e equipe cogitaram em usar o processador 801 e respectivo sistema operacional, que haviam sido desenvolvidos no laboratório de pesquisa da IBM em Yorktown Heights, Nova York (o 801 foi um precursor dos microprocessadores RISC, projetado por John Cocke e seu grupo). O 801 era pelo menos uma ordem de magnitude mais potente do que o Intel 8088, e seu sistema operacional estava muitos anos à frente do MS-DOS da Microsoft, que acabou sendo o escolhido. Excluir uma solução doméstica tornou o trabalho do grupo muito mais fácil e pode ter evitado atrasos no cronograma, mas as conseqüências finais desta decisão para a IBM foram desastrosas.

Para azar da IBM, outros fabricantes rapidamente desenvolveram suas próprias versões do BIOS através de engenharia reversa — e com isso não precisavam pagar mais “royalties” à companhia. Em Junho de 1982, a Columbia Data Products lançou o primeiro IBM PC compatível, o MPC (Multi Personal Computer), cuja configuração básica, por US$ 1500 a menos, ostentava itens que eram opcionais no IBM PC padrão (o MPC básico oferecia 128 Kb de RAM, duas portas seriais e uma paralela). Em Novembro de 1982, a Compaq anunciou seu primeiro “clone” do IBM PC (embora ele só tenha sido comercializado a partir de Março de 1983), que foi também o primeiro IBM PC compatível portátil.

Quando o IBM PC tornou-se um sucesso comercial, sua produção voltou ao usual controle gerencial da IBM, o que significou que os competidores tiveram pouco trabalho em assumir a liderança do mercado. Neste aspecto, a tradição da IBM em “racionalizar” suas linhas de produtos – restringindo deliberadamente a performance dos modelos mais baratos para evitar que eles “canibalizassem” os lucros dos modelos de maior valor – trabalhou contra ela.

Ainda em meados de 2006, modelos IBM PC e XT estavam em actividade na maioria dos postos de observação da alta atmosfera do Serviço Metereológico dos Estados Unidos. Os computadores são utilizados para processamento dos dados enviados pelas radiossondas, transportadas nos balões meteorológicos. Eles estão sendo gradualmente desativados ao longo de um período de vários anos, como parte de um programa de substituição das radiossondas.

Sucesso comercial

O primeiro IBM PC foi lançado em 11 de Agosto de 1981. Embora não fosse barato, com um preço-base de US$ 1.565, era confiável para uso comercial – e foi o segmento comercial quem investiu na compra do PC. Todavia, não foi o “centro de processamento de dados” corporativo o responsável por isto, para o qual o PC não era visto como um computador “apropriado”; foram geralmente os gerentes bem-educados de nível intermediário que viram o potencial da máquina, visto que a revolucionária planilha eletrônica Visicalc, um “aplicativo matador”, havia sido portada para o PC como um clone, o Lotus 1-2-3. Confiantes no nome IBM, eles começaram a comprar as máquinas às próprias custas, para auxiliá-los nos cálculos que haviam aprendido nos cursos de negócios.

A primeira geração do IBM PC

O PC original tinha uma versão do Microsoft BASIC (o IBM Cassette BASIC) em ROM, a placa de vídeo CGA podia usar uma televisão comum como monitor e o dispositivo padrão de armazenamento era um gravador de cassetes. Um acionador de disquetes era um extra opcional; não tinha disco rígido disponível e haviam apenas cinco “slots” de expansão. A memória RAM máxima, utilizando-se apenas partes fornecidas pela IBM, era de 256 Kb (64 Kb na placa-mãe e três placas de expansão de 64 Kb. O processador era um Intel 8088 (processadores AMD começaram a ser usados depois de 1983), rodando a 4,77 MHz. Ele foi vendido pela IBM em configurações com 16 Kb e 64 Kb de RAM pré-instalada. A máquina foi um grande fracasso no mercado doméstico, mas seu uso comercial disseminou-se rapidamente.

IBM PC-XT

Veja o artigo principal: PC XT.

O modelo seguinte, o IBM PC XT foi uma máquina avançada, projetada para uso comercial. Ele tinha 8 slots de expansão (ISA, 8 bits), um HD de 10 Megabytes e suportava 256 Kb de memória diretamente na placa-mãe (modelos posteriores podiam ser expandidos até 640 Kb, que combinados com a ROM, perfaziam o Megabyte de memória que o 8088 podia endereçar). Ele era usualmente vendido com uma placa de vídeo MDA. O processador contudo, ainda era o Intel 8088 original rodando a 4,77 MHz.


IBM PC/AT (286)

Veja o artigo principal: PC AT.

Em Agosto de 1984, foi lançado o IBM PC/AT, que utilizava um processador Intel 80286, rodando originalmente a 6 MHz. Ele tinha um barramento ISA de 16 bits e um HD de 20 Mb. Um modelo mais rápido, de 8 MHz, foi introduzido em 1986. A IBM fez algumas tentativas de apresentá-la como uma máquina multiusuário, mas foi vendida principalmente como um PC mais rápido para quem precisasse de grande capacidade de processamento.

Os primeiros PC/AT foram afligidos por problemas de confiabilidade, em parte por causa de algumas incompatibilidades entre software e hardware, mas principalmente relacionadas com o disco rígido interno de 20 Mb. Enquanto alguns culpavam a placa controladora da IBM e outros culpavam o fabricante do disco rígido (Computer Memories International ou CMI), a controladora IBM funcionava muito bem com outros HDs, inclusive o modelo de 33 Mb da própria CMI. Os problemas trouxeram dúvidas sobre o computador e, por algum tempo, até mesmo sobre a arquitetura 286 em geral, mas depois que a IBM substituiu os HDs de 20 Mb da CMI, o PC/AT mostrou-se confiável e tornou-se um padrão industrial duradouro. A CMI fechou as portas pouco tempo depois.

Observações

Os modelos de segunda geração, os PS/2 (IBM Personal System/2), são designados por números: PS/2 Modelo 25, PS/2 Modelo 30 etc. Dentro de cada série, a referência aos modelos também é feita usualmente pela freqüência de operação da UCP.

Todos os computadores pessoais da IBM são compatíveis a nível de software com qualquer outro modelo de PC, mas nem todos os programas irão funcionar em todas as máquinas. Alguns programas antigos dependem de um “clock” específico para funcionar ou podem não ser capazes de aproveitar a alta resolução existente nas placas de vídeo mais novas.

Eletrônica

A principal placa de circuito impresso de um IBM PC é chamada de placa-mãe. Ela comporta a UCP e as memórias, e possui um barramento com “slots” para placas de expansão.

O barramento utilizado no PC original tornou-se muito popular e foi subseqüentemente batizado como Industry Standard Architecture. Ele ainda continua sendo utilizado, em computadores para uso industrial. Posteriormente, a necessidade de maior velocidade e maior capacidade forçaram o desenvolvimento de novas versões. A IBM introduziu o barramento MCA com a linha PS/2. O barramento VESA permitia o uso de até três placas de 32 bits, muito mais rápidas, e a arquitetura EISA foi desenvolvida como um padrão de compatibilidade retroativa que incluía os slots para placas de 32 bits, mas que só obteve algum sucesso com servidores de alto desempenho. O barramento PCI, mais geral e de custo mais baixo, foi introduzido em 1994 e de lá para cá, tornou-se onipresente.

A placa-mãe é conectada por cabos flexíveis a dispositivos internos de armazenamento tais como HDs e leitores de CD-ROM. Tais dispositivos tendem a ser produzidos em tamanhos-padrão, tais como as larguras de 3 1/2″ (90 mm) e 5 1/4″ (133,4 mm), com furos de fixação padronizados. O gabinete também contém uma fonte padrão de energia, que é do tipo AT ou ATX.

Os PCs baseados no Intel 8086 e 8088 precisavam de placas de memória expandida (EMS) para poderem acessar mais de um megabyte de memória. O IBM PC/AT usava um processador Intel 80286 que podia acessar até 16 Mb de memória (embora aplicativos DOS-padrão não pudessem utilizar mais de um megabyte sem o emprego de recursos especiais). Computadores 286 rodando OS/2, podiam trabalhar com esta memória máxima sem problemas.

Teclado

O teclado original do IBM PC de 1981 recebeu críticas severas dos digitadores por ter colocado a tecla de ENTER e a tecla SHIFT esquerda fora dos locais costumeiros. Em 1984, a IBM corrigiu isto no teclado do AT, mas encurtou a tecla BACKSPACE, tornando-a mais difícil de alcançar. Em 1987, ela introduziu o “teclado avançado”, o qual relocou todas as teclas de função e as teclas Ctrl. A tecla Esc foi também relocada para o lado oposto do teclado.

Um “IBM PC compatível” pode ter um teclado que não reconheça todas as combinações possíveis num verdadeiro IBM PC (por exemplo, teclas de cursor com SHIFT). Em acréscimo, fornecedores de “compatíveis” algumas vezes usavam interfaces de teclado proprietárias, impedindo que o usuário substituísse a peça pela de outro fabricante.

Conjunto de caracteres

O IBM PC original utilizava o alfabeto ASCII de 7 bits como base, mas o extendia para 8 bits com códigos de caracteres não-padrões. Este conjunto de caracteres não era adequado para algumas aplicações internacionais, e logo uma verdadeira indústria caseira surgiu, provendo versões do conjunto original de caracteres em diversas variantes nacionais. Na tradição da IBM, estas variantes foram chamadas de páginas de código. Estes códigos são agora obsoletos, tendo sido substituídos por formas mais sistemáticas e padronizadas de codificação de caracteres, tais como o ISO 8859-1, Windows-1251 e Unicode.

O conjunto original de caracteres do IBM PC era o seguinte:

-0 -1 -2 -3 -4 -5 -6 -7 -8 -9 -A -B -C -D -E -F
0- ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ¤ 0-
1- ? ? ? ? § ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? 1-
2- ! # $ % & ( ) * + , - . / 2-
3- 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 : ; < = > ? 3-
4- @ A B C D E F G H I J K L M N O 4-
5- P Q R S T U V W X Y Z [ \ ] ^ _ 5-
6- ` a b c d e f g h i j k l m n o 6-
7- p q r s t u v w x y z { } ~ ¦ 7-
8- Ç ü é â ä à å ç ê ë è ï î ì Ä Å 8-
9- É æ Æ ô ö ò û ù ÿ Ö Ü ¢ £ ¥ P ƒ 9-
A- á í ó ú ñ Ñ ª º ¿ ¬ ¬ ½ ¼ ¡ « » A-
B- ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ ¦ + + ¦ ¦ + + + + + B-
C- + - - + - + ¦ ¦ + + - - ¦ - + - C-
D- - - - + + + + + + + + ¦ _ ¦ ¦ ¯ D-
E- a ß G p S s µ t F T O d 8 f e n E-
F- = ± = = ( ) ÷ ˜ ° · · v n ² ¦ F-
-0 -1 -2 -3 -4 -5 -6 -7 -8 -9 -A -B -C -D -E -F

Mídia de armazenamento

Oficialmente, o meio padrão de armazenamento do modelo IBM PC original era um gravador de cassetes. Tecnologicamente obsoleto, mesmo pelos padrões de 1981, foi raramente usado e poucos (se algum) IBM PC saíram da fábrica sem um acionador de disquetes instalado. O PC de 1981 tinha um ou dois “drives” de disquetes de 5 1/4″ com 180 Kb, face simples e dupla densidade; os XT geralmente tinham um drive com 360 Kb de face dupla, ao lado do disco rígido.

O primeiro IBM PC que incluiu um disco rígido fixo, não removível, foi o XT. Discos rígidos para compatíveis IBM logo tornaram-se disponíveis com capacidades de armazenamento cada vez mais altas. Se um disco rígido era acrescentado e não era compatível com a placa controladora existente, uma nova placa controladora tinha de ser adicionada; alguns HDs já vinham integrados à sua própria controladora, numa única placa de expansão.

Em 1984, a IBM introduziu o disquete de 5 1/4″ com 1,2 Mb, dupla face, no seu modelo AT. Embora tenha sido usado com freqüência como mídia de “backup”, o disquete de alta densidade não foi usado tão freqüentemente como mídia para troca de dados. Em 1986, a IBM apresentou o disquete de 3 1/2″ com 720 Kb, dupla densidade, no seu laptop Convertible. A versão de 1,44 Mb (alta densidade), ainda em uso nos dias de hoje, foi introduzida com a linha PS/2. Estes “drives” de 3 1/2″ teoricamente podiam funcionar em máquinas antigas, embora isso dependesse de algumas condições: o acréscimo de uma placa controladora que reconhecesse os novos formatos (não existentes no BIOS), adaptadores metálicos que permitissem instalar o drive de 3 1/2″ numa baia de 5 1/4″ e conversores para os cabos de força, visto que os drives antigos também tinham plugues maiores e diferentes daqueles utilizados nos novos modelos.

Em 1988, a IBM apresentou um drive de 3 1/2″ com 2,88 Mb (”DSED”), para uso em seus modelos topo-de-linha. O dispositivo revelou-se um grande fracasso de vendas e foi quase que totalmente esquecido; todavia, ainda persiste como um dos “tamanhos” possíveis no BIOS e nos utilitários de formatação de disco.

Software

Todos os IBM PC incluíam um pequeno programa armazenado em ROM. O IBM PC original possuía 40 Kb de ROM, dos quais 8 Kb eram para o power-on self-test (auto-teste de inicialização) e o BIOS, e 32 Kb para o IBM Cassette BASIC. O interpretador BASIC em ROM era a interface-padrão do usuário se nenhum disco de boot do DOS fosse encontrado na inicialização. O Microsoft BASICA era distribuído em disquetes e fornecia um modo de rodar o BASIC em ROM sob controle do PC-DOS.

Modelos IBM PC e PS/2

A série IBM PC:
Modelo Lançamento CPU Características
IBM PC Ago 1981 8088 Sistema baseado em disquetes
PC XT Mar 1983 8088 Disco rígido lento
XT/370 Out 1983 8088 Emulação do mainframe IBM System/370
IBM 3270 PC Out 1983 8088 Emulação do terminal IBM 3270
PCjr Nov 1983 8088 Computador doméstico baseado em disquetes
IBM PC Portable Fev 1984 8088 Portátil baseado em disquetes
IBM PC/AT Ago 1984 80286 Disco rígido de média velocidade
IBM Convertible Abr 1986 8088 Portátil com disquetes de 3 1/2″
XT 286 Set 1986 80286 Máquina de 6 MHz que era, na verdade, mais rápida do que os ATs de 8 MHz (quando usava memória planar) por causa dos zero wait states da placa-mãe
A série IBM PS/2:
Modelo Lançamento CPU Características
25 Ago 1987 8086 Barramento PC (expansão limitada)
30 Abr 1987 8086 Barramento PC
30 Ago 1987 80286 Barramento PC
50 Abr 1987 80286 Barramento MCA
50Z Jun 1988 80286 Modelo 50 mais rápido
55 SX Mai 1989 80386SX Barramento MCA
60 Abr 1987 80286 Barramento MCA
70 Jun 1988 80386 “Desktop”, barramento MCA
P70 Mai 1989 80386 Portátil, barramento MCA
80 Abr 1987 80386 Torre, barramento MCA
Especificações dos IBM PC compatíveis:
UCP Freqüência
do clock
(MHz)
Barramento
UCP
(bits)
Barramento
do sistema
(bits)
RAM
(megabytes)
Acionador de disquetes Disco rígido
(megabytes)
Sistema
operacional
8088 4,77–9,5 16 8 1 (1) 5 1/4″, 360 Kb
3 1/2″, 720 Kb
3 1/2″, 1,44 Mb
10–40 PC-DOS
8086 6–12 16 20–60
80286 6–25 1–8 (1) 5 1/4″, 360 Kb
5 1/4″, 1,2 Mb
20–300 PC-DOS, OS/2
80386 16–33 32 32 1–16 (2) 3 1/2″, 720 Kb
3 1/2″, 1,44 MB
40–600 UNIX
80386SX 16
  1. Sob o DOS, a RAM é expandida além de 1 MB com placas de memória expandida (EMS).
  2. Sob o DOS, a RAM é expandida além de 1 MB com memória estendida normal e um programa de gerenciamento de memória.

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Scopus Tecnologia || microcomputadores

Posted on January 14th, 2008 in Uncategorized by admin

A Scopus Tecnologia Ltda. é uma empresa de informática brasileira que pertence ao banco privado Bradesco.

História

Foi fundada em 1975, pela mesma geração de engenheiros que desenvolveu junto à Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, o primeiro computador brasileiro.

Na década de 70, a empresa desenvolveu os primeiros terminais de vídeo nacionais. O fornecimento de terminais tornou-se a principal atividade da empresa nos anos seguintes à sua fundação.

No início da década de 80, a Scopus já havia se consolidado como fabricante, mas revelava, ainda, uma comercialização própria discreta junto ao setor corporativo. Com o desenvolvimento de um sistema de entrada de dados baseado em microcomputador de 8 bits, a Scopus iniciou o seu ingresso na tecnologia de microinformática.

Em 1984, prevendo que os equipamentos de 16 bits lançados pela IBM seriam adotados como padrão mundial, a Scopus lançou o computador Nexus 1600. Com o surgimento da Linha Nexus, a Scopus liderou o mercado de microcomputadores de 16 bits: 50% do parque instalado no Brasil eram micros Scopus. Também na década de 80, a Scopus realizou um processo de abertura de capital e passou a ter suas ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. Em 1989 o Bradesco assumiu o controle acionário da empresa.

Na década de 90, a Scopus passou a oferecer serviços na área de tecnologia da informação, como suporte e manutenção às empresas, destacando-se principalmente nas áreas de suporte ao pós-venda, assistência técnica e desenvolvimento e integração de sistemas. A empresa assume gradualmente a manutenção dos equipamentos e sistemas de energia das agências do Banco Bradesco em todo o Brasil, o que a tornou proprietária da maior rede de assistência técnica própria no país.

Com o fim da reserva de mercado em outubro de 1992, das 400 empresas nacionais de informática existentes, poucas sobreviveram e estão em atividade, e a Scopus se manteve no mercado.

Em 1995, através do sistema de gestão da qualidade da Scopus recebeu uma certificação NBR ISO 9001 e o mantém até hoje.

Em 1996, a empresa desenvolveu para o Bradesco um sistema de transações financeiras via Internet e forneceu suporte no desenvolvimento de sistemas de pagamentos seguros via Internet.

A Scopus faz parte de um grupo de empresas que fazem o uso de software para a manipulação de dados e recursos financeiros pela Internet, através de soluções business to consumer (B2C) e business to business (B2B), além de aplicações para o mercado financeiro e de segurança de sistemas.

Atualmente, a empresa está estruturada em duas grandes áreas: Scopus Soluções, que desenvolve aplicações seguras e integradas para negócios online; e Scopus Serviços, que está voltada à infra-estrutura de TI das empresas, apoiada por um quadro de mais de 2.000 colaboradores e por uma rede própria de mais de 140 pontos de atendimento em todo o Brasil.

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Majel Barrett || historia do computador

Posted on January 11th, 2008 in Uncategorized by admin

Majet Barrett é uma atriz americana.

Famosa por suas participações em todas as séries Star Trek:

  • Star Trek como Christine Chapel.
  • Star Trek: The Next Generation como Lwaxana Troi e a voz do computador.
  • Star Trek: Deep Space Nine como a voz do computador.
  • Star Trek: Voyager como a voz do computador.
  • Star Trek: Enterprise como a voz do computador da Enterprise-D no episódio These Are The Voyagers e voz do computador da Defiant no episódio In a Mirror, Darkly: Part 2.

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Tkinter || notebooks

Posted on January 8th, 2008 in Uncategorized by admin

Baseada em Tcl/Tk, a Tkinter acompanha a distribuição oficial do interpretador Python. É a biblioteca padrão da linguagem Python.

Licença

Python (permite escrever livremente softwares comerciais, GPL ou sob qualquer outra licença).

Plataformas

Unix, Linux, Windows, MacOS/X

  • Aprendizado - Tem uma API simples de se aprender e fácil de lembrar.
  • Documentação - Muito bem documentada, com inúmeros tutoriais e referências de ótima qualidade disponíveis na Web..
  • Aparência - A Tk usa uma função própria para acessar diretamente as funções do sistema operacional e desenhar seus próprios elementos na tela. Isso tem a vantagem de ser mais facilmente portável, mas a grande desvantagem de ter uma aparência diferente da nativa do sistema operacional.
  • Performance - O desempenho é extremalmente baixo comparado ao que a biblioteca oferece.

Exemplo de código

from Tkinter import *

class App:

    def __init__(self, master):

        frame = Frame(master)
        frame.pack()

        self.button = Button(frame, text="QUIT", fg="red",
                         command=frame.quit)
        self.button.pack(side=LEFT)

        self.hi_there = Button(frame, text="Hello",
                           command=self.say_hi)
        self.hi_there.pack(side=LEFT)

    def say_hi(self):
        print "hi there, everyone!"

root = Tk()

app = App(root)

root.mainloop()

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PowerBook G3 || processador

Posted on January 7th, 2008 in Uncategorized by admin

O PowerBook G3, 1º portátil Apple com o CPU PowerPC 750, foi introduzido no mercado em Novembro de 1997 e era na altura o portátil mais rápido do mundo.
Como este PowerBook foi desenhado com base numa motherboard do PowerBook 3400, o PowerBook G3 nunca suportou oficialmente o Mac OS X (foi o único Macintosh com processador G3 que ficou fora da lista dos computadores compatíveis com o Mac OS X), mas com algum engenho e paciência é possível pôr a funcionar as primeiras versões.

Houve 5 gerações do PowerBook G3:

  • PowerBook G3 com o codigo “Kanga”. Tinha processador G3 a 250Mhz;
  • PowerBook G3 Series com o codigo “WallStreet”. Tinha processador G3 a 233, 250 ou 292Mhz;
  • PowerBook G3 Series Revisão 2 com o codigo “PDQ”. Tinha processador G3 a 233, 266 ou 300Mhz;
  • PowerBook G3 (teclado bronze) com o codigo “Lombard”. Tinha processador G3 a 333 ou 400Mhz;
  • PowerBook G3 (Firewire) com o codigo “Pismo”. Tinha processador G3 a 400 ou 500Mhz.

Com o lançamento do PowerBook G4 Titanium, o PowerBook G3 foi descontinuado. O processador PowerPC G3 foi continuado no iBook com o lançamento do iBook Dual USB, com menos capacidades que o PowerBook G3.

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Transmeta || notebook laptop

Posted on January 6th, 2008 in Uncategorized by admin

A Transmeta é uma empresa estunidense de microprocessadores baseados no VLIW code morphing. Até hoje, produziu dois tipos deles: o Crusoe e o Efficeon. Apesar de serem microprocessadores voltados para o uso em notebooks, devido ao seu baixo consumo, há também versões para desktops. Recentemente o Pentágono adquiriu um lote de notebooks equipados com processadores Transmeta.

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Jardim das Amoreiras || acer laptops

Posted on January 6th, 2008 in Uncategorized by admin

O Jardim das Amoreiras, formalmente intitulado Jardim Marcelino Mesquita, é um jardim situado na Praça das Amoreiras, freguesia de São Mamede, em Lisboa.

Com uma área de seis mil metros quadrados, o jardim é delimitado em parte pelo Aqueduto das Águas Livres e encontra-se sobre a Mãe d’Água, local de abastecimento histórico de água à cidade de Lisboa e actual Museu da Água.

Também delimitando parcialmente o jardim encontram-se a Fundação Árpád Szenes-Vieira da Silva, instalada na antiga fábrica das sedas, a capela de Nossa Senhora de Monserrate e diversas habitações do século XVIII, construídas originalmente para albergar os trabalhadores da fábrica das sedas.

A capela de Nossa Senhora de Monserrate encontra-se junto ao quinto arco do aqueduto e foi construída por ordem da Irmandade dos Fabricantes de Seda, durante o século XVIII.

No centro do jardim encontra-se um fontanário de forma circular, que é ladeado por bancos de pedra.

História

O Jardim das Amoreiras foi idealizado pelo Marquês de Pombal e inaugurado em 1759.http://www.cm-lisboa.pt/docs/ficheiros/parques_e_jardins_de_lisboa.pdf O Marquês de Pombal projectou 331 amoreiras para o local, onde se situava a fábrica das sedas, com o intuito de promover a indústria da seda portuguesa.http://webserver.cm-lisboa.pt/turismo/Mapanovo/pesquisaEspacosverdesPT.asp?VarXY=&Vardisplay=JARDIM%20DAS%20AMOREIRAS
Realizava-se neste local a Feira das Amoreiras.

O jardim foi intitulado “Jardim Marcelino Mesquita” em homenagem ao escritor e dramaturgo Marcelino Mesquita.

Flora

Existem dez diferentes espécies de árvores no jardim. Além da presença das árvores de amoreira, existem também ginkgos e um plátano-bastardo.

Recreação

Além da presença dos museus e da capela, a área do jardim compreende um pequeno lago e um parque infantil.

Referências

Links