Scratch || laptop

Posted on April 30th, 2008 in Uncategorized by admin

Scratch é uma nova linguagem de programação criada no Media Lab do MIT.

Por não exigir o conhecimento prévio de outras linguagens de programação, ela é ideal para pessoas que estão começando a programar e foi desenvolvida para ajudar pessoas acima de 8 anos no aprendizado de conceitos matemáticos e computacionais. Com ela é possível criar histórias animadas, jogos e outros programas interativos.

Scratch é muito mais acessível que outras linguagens de programação, por se utilizar de uma interface gráfica que permite que programas sejam montados como blocos de montar, lembrando o brinquedo LEGO. Utiliza uma sintaxe comum a muitas linguagens de programação. E diferente de outras linguagens, não tem nenhum tipo de pontuação obscura.

Cada bloco da linguagem contém um comando em separado, que podem ser agrupados livremente caso se encaixem. E os comandos podem ser modificados através de menus.

Scratch se inspirou na forma como os DJs fazem a mixagem de sons para criarem novas músicas. Mas essa linguagem consegue mixar diversos tipos de mídias, como imagens, sons e outros programas.

O ambiente de desenvolvimento pode ser baixado gratuitamente em sua página. Já existem versões para Windows e Mac OS X. E uma versão está sendo feita para o laptop XO.

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Katnappe! || laptop

Posted on April 30th, 2008 in Uncategorized by admin

Katnappe é o 4º episódio da série animada de televisão Duelo Xiaolin.

Resumo

O episódio começa com os monges treinado com as Áureas Garras de Tigre, e Omi está ansioso para usa-las. Kimiko, Clay e Raimundo a usam, mas quando é a vez do Omi, Dojo aparece e diz que um novo Shen Gong Wu se revelou, os Hashis Mutante. Katnappe pega os Hashis Mutante ao mesmo tempo que Omi, e ele desafia Katnappe para um Duelo Xiaolin. Omi tenta usar as Áureas Garras de Tigre no Duelo, mas Katnappe usa o Punho de Tebigong para fazer o chão tremer, fazendo Omi perder o equilíbrio e tomando as Áureas Garras de Tigre dele. De volta a casa do Jack, Katnappe não se interessa em se juntar a ele e Wuya, e decide ir embora com as Áureas Garras de Tigre só para ela, que ela usa para roubar shoppings e fazer vandalismos. Ela foi encontrada pelos monges em um parque de diversões chamado Gatarialândia, e conseguem tomar as Áureas Garras de Tigre dela, mas depois Jack aparece e tenta tomar as garras deles. Então Omi decide que é melhor jogar as Áureas Garras de Tigre no centro da Terra para que elas não fossem usadas pelo mal.

Vestimenta da Kimiko

Blusa preta, mochila laranja, calça também laranja com sainha por cima.

Penteado: Roxo, com um penteado com “rococos” no cabelo.

Curiosidades

Mais um vilão é introduzido nesse episódio.

As Áureas Garras de Tigre deveriam fechar o portal após entrar nele com seu dono, e seria necessário alguém para abrir outro portal do destino, mas Omi consegue enviar o Shen Gong Wu sozinho pelo primeiro portal.

O Duelo Xiaolin deste episódio é o que acabou mais rápido; Dojo disse que piscou e não viu o que aconteceu.

Katnappe não parece muito esperta para criar gatinhos geneticamentes modificados.

Quando Kimiko entra na internet e encontra informações sobre Katnappe, dá pra ver na tela de seu laptop uma página em azul escrito: “Xiaolin Search”.

Clay não bate em mulheres.

Os monges não tiveram problemas em lutar com os gatinhos mutantes nesse episódio, mas no episódio “Caco de Relâmpago”, tiveram mais dificuldade.

Katnappe chama Jack de pateta e idiota o tempo todo, mas sempre se une a ele.

Primeiro duelo de Katnappe.

É a primeira vez em que omi fala uma gíria correta

Duelo Ocorrido

Omi Vs Katnappe

Omi: Áureas Garras de Tigre

Katnappe: Punho de Tebigong

Desafio: Pique pega

Shen Gong Wu disputado: Hashis Mutante

Vencedor: Katnappe. Ela bateu no chão com o Punho de Tebigong, o que derrubou Omi e a deu chance de pegá-lo.

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Sistema de correio eletrônico || laptop

Posted on April 30th, 2008 in Uncategorized by admin

O software de correio eletrônico surgiu com o objetivo de auxiliar a comunicação e a troca de informações entre as pessoas. Anteriormente ao surgimento do correio eletrônico, os documentos e mensagens eram distribuídos de maneira menos ágil, comparando-se com o trabalho realizado pelos correios ou por outros meios tradicionais.

Cada usuário deste sistema possui um endereço eletrônico conhecido como email. Através de programas de computadores que são clientes de email e de servidores de correio eletrônico o usuário recebe e envia mensagens.

Com a expansão dos serviços de web, o correio eletrônico tornou-se uma ferramenta muito difundida nas empresas, instituições e mesmo nas residências.

Servidores de E-mail

O que é e para que serve um servidor de E-mail? Um servidor de E-mail gerencia os e-mails que são enviados e recebidos. Os servidores de e-mail podem ser servidores Internet, onde e-mails enviados e recebidos podem ser transitados para qualquer lugar do mundo, ou servidores de correio de intranet onde as mensagens trafegam apenas dentro da empresa.
Através do correio eletrônico podem ser criados grupos de discussão sobre quaisquer assuntos. Estes grupos são chamados de listas ou refletores. Um refletor é uma caixa postal eletrônica falsa. Todas as mensagens enviadas para esta caixa postal, são transmitidas para as pessoas cadastradas na lista deste refletor. Desta forma cada membro do grupo passa a dispor das mensagens enviadas para o refletor em sua caixa postal ou mailbox. Cada membro, pode ler as mensagens e dar a sua opinião sobre elas enviando uma nova mensagem para o refletor.

Sistemas Livres

O correio eletrônico tornou-se uma ferramenta indispensável não só para tornar a comunicação dentro das organizações mais rápida, como também os processos, fazendo com que o acesso às informações seja democrático e ajudar a popularizar as rotinas e procedimentos.
Utilizar correios eletrônicos comerciais, e manter estes produtos atualizados, torna-se bastante caros para as organizações que não fazem recursos de groupware. Ainda com o aumento de usuários e o custo da implementação, faz com que estas empresas migrem seus serviços de email para uma solução gratuita, sem perda de funcionalidade, qualidade de produto ou segurança.
Uns destes Sistemas Livres é o sendmail que é um servidor de correio eletrônico largamente utilizado na internet. Este dispõe de ferramentas que permitem estabelecer a conexão via protocolo SMTP para enviar mensagens, os clientes web têm se tornado cada vez mais populares devido à facilidade de acesso, já que não é preciso instalar nenhum software específico ou configurar perfis de acesso para cada usuário.
Cada vez mais grandes organizações tem utilizado o sistema de correio eletrônico para aumentar a comunicação entre os seus diversos setores. Só que nem sempre este benefício de se ter um meio tão ágil apresenta um custo baixo, por isso foram desenvolvidas várias ferramentas gratuitas para o uso de correio eletrônico.

Como exemplo de sistemas de correio eletrônico livres podemos citar o Exim e oPostFix, que são candidatos a substituir o SendEmail. Ambos são as melhores alternativas para todas as empresas que desejam utilizar um servidor de email sem ter grandes gastos, ele foi escrito de forma direta e clara e visa facilitar e ajudar o Administrador Linux já que esse software é muito fácil de utilizar, além de ser um agente de transporte de email muitas vezes chamado simplesmente de servidor de email. O Exim e o PostFix podem ser utilizados em grande escala pelas empresas, pois o mesmo pode ser utilizado desde laptop pessoal até para gigantes. Além de apresentar grande facilidade para sua configuração ele é um servidor de email robusto e apresenta vários recursos como ANTI_SPAM, evitando assim o número de SPAM enviado na rede. A utilização de softwares livres nas organizações podem trazer grandes vantagens para as organizações. Além desses softwares reduzirem drasticamente os gastos com lincenças em relação aos softwares proprietários, podem ser adicionados partes de software ou programas para realizar determinada tarefa não atentida por esses softwares. Tanto o Exim quanto o PostFix se tornam se soluções baratas para utilização em empresas já que são faceis de utilizar e configurar, não tendo necessidade de grandes treinamentos para sua instalação e administração - embora permitam também configurações extremamente especializadas, tornando rápida a disseminação destes softwares que estão cada vez mais sendo utilizados.

Sistemas Comerciais

Podemos citar como exemplo o Microsoft Exchange 2000 Server. Examinando os ambientes do Exchange, podemos perceber como são organizados, isto acontece porque a raiz de um ambiente Exchange é uma organização. Desta forma, encontramos os componentes principais que compõem a organização do Microsoft Exchange: · Configurações globais: aplicam-se a todos os servidores e destinatários de uma organização. As três configurações globais mais comuns são: formatos de mensagens da internet, entrega de mensagens e mensagens instantâneas; · Destinatários: entidade que pode receber mensagens do Exchange. Os destinatários podem ser usuários, contatos, grupos e outros recursos. Você se refere aos destinatários como ativado para caixa de correio ou como ativado para correio. Os destinatários que são ativados para caixa de correio (usuários) possuem caixas de correio para enviar e receber mensagens de email. Os destinatários que são ativados para correio (contatos e grupos) têm endereço de email, mas não têm caixa postal. Assim, eles podem receber mensagens, mas não podem enviar; · Grupos administrativos: definem a estrutura lógica de uma organização do Exchange. Usados para organizar objetos de diretório e gerenciar os recursos do Exchange com eficiência. Os grupos administrativos são mais adequados para organizações grandes ou para organizações que possuam escritórios em várias localidades. Em uma empresa de pequeno ou médio porte, por exemplo, pode não ser necessário utilizar grupos administrativos. · Grupos de roteamento: são usados em instalações avançadas do Exchange, nas quais é preciso controlar a conectividade das mensagens e os canais de comunicação para grupos de servidores do Exchange. Quando você instala o primeiro servidor do Exchange em uma organização, o servidor é adicionado ao grupo de roteamento padrão. Não existe controle sobre esse grupo de roteamento com operações em modo misto. Os servidores adicionais instalados na organização do Exchange são adicionados a esse mesmo grupo de roteamento por padrão, e a conectividade de mensagens e a comunicação entre esses servidores são configuradas automaticamente.

Links

  • Laptop & Notebook Reviews - The Premier Source for Mobile Need the courage to replace the broken LCD panel of your old laptop? We show you how it's done. The why, what and how of it in this step-by-step how-to
  • Laptop Welcome to the official website of the Laptop. Laptop is not a computer, it is not a body part it is a full-service eletrorock band.

Samsung || laptop

Posted on April 30th, 2008 in Uncategorized by admin

A Samsung é uma das maiores empresas da Coréia do Sul e a líder mundial em diversos ramos da indústria eletrônica. Atual patrocinadora do time brasileiro Sport Club Corinthians Paulista, além de importantes equipes do futebol europeu, como o Chelsea Football Club, da Inglaterra, entre outras.

A Samsung é a segunda maior produtora de navios do mundo, só ficando atrás da também coreana Hyundai. Foi a empresa que lançou a primeira TV de Plasma no mundo e o 1º celular com câmera do mundo (2000). No ramo de eletrônicos hoje em dia é a companhia com maior valor de mercado do mundo, ganhando da japonesa Sony.

A Samsung vem se destacando na área de inovação de produtos eletrônicos por que seu investimento em pesquisa e desenvolvimento chega a bilhões de dólares. Lançou tecnologias como o Biovision no passado e o Dnle no presente para telas de televisão. Além de ser inovadora em nanotecnologia para eletrodomésticos.

É um importante fabricante de circuitos integrados e componentes de informática tais como: Monitores, Memórias RAM, laptops, Disco Rígidos (HD), etc. Setor em que é o maior produtor de memória do mundo e o 2º maior de chips. Neste ano lançou memória flash de 64 giga bytes de apenas 1.8 polegadas que irá substituir o HD. O Ipod utiliza esta tecnologia da Samsung.

Tem presença marcante também na fabricações de telefones, é a 2ª maior produtora de celulares do mundo, passando a Motorola.celulares.

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Creative Zen || laptop

Posted on April 30th, 2008 in Uncategorized by admin

Creative Zen é uma gama de leitores de música digital produzida pela Creative Labs. Alguns modelos possuem uma zona sensível ao toque para navegar pelos menus similar à roda clicável do iPod, mas utilizando uma barra vertical em vez de um círculo. São capazes de reproduzir os formatos MP3, WMA, e WAV e são compostos por pequenos discos rígidos em vez de memória Flash, com excepção dos modelos Zen V, Zen V Plus e Zen Neeon.

A Microsoft suporta os leitores Zen, oferecendo-lhes total compatibilidade com o Windows Media Player 10 e marcando-os com o certificado Microsoft PlaysForSure, que lhes confere compatibilidade com o formato de música da Microsoft, o WMA, e que serve de marcação para garantir que certos leitores são compatíveis com lojas de música que também possuam esse certificado. Os leitores Zen são também compatíveis com o Microsoft Outlook para planeamentos diários e para funções de calendário.

Esta gama de leitores de música digital armazena os ficheiros e os metadados numa base de dados interna, ao contrário do sistema de ficheiros utilizado pela maioria dos outros leitores.

Hardware

Os dispositivos Zen usam um único processador de sinal digital como seu CPU com poucos circuitos periféricos. O CPU trata directamente da descodificação de todos os ficheiros MP3 e WMA sem quaisquer chips aceleradores especiais. Todos os modelos actuais são baseados no processador Texas Instruments TMS320 e algumas das suas variantes. As zonas sensíveis ao toque dos novos modelos são controladas por controladores Synaptics.

Modelos

Actualmente, existem onze modelos principais Zen: o Zen Touch, Zen Micro, Zen MicroPhoto, Creative Zen, Zen Neeon, Zen Vision, Zen Vision:M, Zen V, Zen V Plus, Zen Sleek e Zen Sleek Photo. Existe também um leitor de vídeo portátil chamado Zen Portable Media Center.

Zen Touch

O Creative Zen Touch foi lançado no verão de 2004. Marcou a quarta geração de leitores de MP3 Zen, e representou uma mudança significativa dos modelos Jukebox baseados em discos rígidos de 2,5 polegadas. Incorporou mudanças radicais no design, funcionalidade e tecnologia para competir com o iPod.

Este modelo tem um formato menor que o modelo iPod existente na altura do seu lançamento, um ecrã de retro-iluminação azul e um design industrial curvado. Para além disso, o aparelho usa uma barra vertical sensível ao toque e à pressão na parte da frente para uma navegação facilitada pelos menus e ficheiros. Estas mudanças foram possíveis graças ao uso de um disco rígido de 1,8 polegadas da Toshiba também usado no iPod. O Creative Zen Touch está disponível em versões de 20 GB e 40 GB de capacidade de armazenamento e de 60 GB por parte de actualizações de terceiros.

Ao contrário das duas gerações anteriores, o Zen Touch não tem uma bateria removível. No entanto, e segundo a Creative, a bateria proporciona até 24 horas de reprodução de música a 128 kbit/s.

Uma nova versão do firmware foi lançada depois de um ano, supostamente para resolver muitos problemas que afectavam o leitor. Uma outra actualização foi lançada a Outubro de 2005, versão essa que resolveu todos os grandes problemas que existiam no Zen e que lhe adicionou a compatibilidade Plays For Sure. Isto permitiu a sincronização totalmente automatizada e garantiu que o Zen nunca mais precisaria de drivers para trabalhar no sistema operativo Windows 2000 ou superior.

Zen Micro

O Creative Zen Micro foi lançado em Novembro de 2004 e consiste num leitor de música digital com um minúsculo disco rígido, disponível em 10 cores diferentes.

É muito menor que o Zen Touch e dispõe de uma interface semelhante para a navegação em menus e ficheiros. Tem uma bateria removível que suporta até 12 horas de reprodução contínua de música. Para além disso, o leitor tem um ecrã LCD retro-iluminado, botões e algumas zonas fluorescentes e oferece capacidades de armazenamento de 4GB, 5 GB e 6 GB. Dispõe também de Rádio FM com possibilidade de gravar transmissões, gravador de voz e microfone, pode actuar como disco rígido externo de um computador e pode sincronizar contactos, tarefas e calendários com o Microsoft Outlook.

Como acessórios, o Zen Micro pode ter auscultadores da mesma cor do aparelho, auscultadores sem fios e um controlo remoto.

Zen MicroPhoto

O Zen MicroPhoto, também chamado de Zen Micro Photo, possui as mesmas funcionalidades do seu antecessor Zen Micro, excepto o suporte Audible.com e o facto de possuir um ecrã OLED de 262 144 cores para mostrar imagens. Uma das versões deste modelo tem 8 GB de capacidade de armazenamento e pode alojar milhares de JPEGs ou 4000 músicas, de acordo com a Creative. Ao contrário da bateria de 12 horas de autonomia do Zen Micro, este modelo possui uma de 15 horas de duração. Esta versão está disponível em diversas cores, mas a versão de 4 GB apenas está disponível em preto.

Introduzido no CES (Consumer Electronics Show) 2005, o Zen MicroPhoto ganhou o prémio de “Melhor do CES”. A data de lançamento prevista era a Primavera de 2005, mas acabou por ser lançado apenas no Verão do mesmo ano.

Creative Zen

O leitor Creative Zen foi lançado em Maio de 2005. Tem uma estrutura de magnésio, 20 GB de armazenamento e uma bateria não removível.

Zen Neeon

O Zen Neeon é uma nova adição à família Zen. Tem espaço de armazenamento de 5 GB e uma autonomia de 16 horas ou de 19 horas se já estiver instalada a nova versão do firmware. Possui um ecrã LCD retro-iluminado de 7 cores, Rádio FM e microfone. Não utiliza drivers específicos da Creative, sendo reconhecido como um dispositivo de armazenamento USB.

Em Novembro de 2005, a gama Zen Neeon foi actualizada com uma nova versão de 6 GB e com outras novas versões de memória Flash de 512 MB, 1 GB e 2GB de capacidade de armazenamento.

Zen Vision

O Zen Vision foi lançado em 2005 e desde que surgiu ganhou os mais variados prémios. Suporta reprodução de música (nos formatos WMA, WMA-DRM, MP3 e WAV), vídeo (nos formatos WMV, Motion JPEG, MPEG-1, MPEG-2, MPEG-4, DivX 4, DivX 5 e XviD) e visualização de imagens (no formato JPEG). Utiliza um disco rígido de 30 GB e pode ser usado como disco rígido externo para armazenar ficheiros do computador. Vem equipado com um microfone, Rádio FM, calendário e um Organizador.

O Rádio FM mostra a frequência e a força do sinal quando está a ser executado ou quando se encontra a gravar. É também possível sincronizar o leitor com o Microsoft Outlook para manter as informações do aparelho actualizadas.

O leitor tem também um ecrã LCD de 3,7 polegadas de 640 x 480 pixéis de resolução e uma porta de saída de vídeo em PAL ou NTSC. A flexibilidade do leitor é demonstrada pela inclusão de um leitor de cartões de memória CompactFlash que pode ser usado para transferir conteúdos para o aparelho. No entanto, apenas imagens e videos podem ser importados e visualizados. Um asaptador para outros cartões de memória está também disponível como acessório. O Zen Vision suporta também um controlo remoto por Infravermelhos.

Zen Vision:M

O Zen Vision:M foi lançado antes do Natal, em Dezembro de 2005. Como o Zen Vision, mas mais limitado, o Zen Vision:M reproduz música nos formatos WMA, MP3 e WAV, vídeo nos formatos WMV-9, Motion JPEG, MPEG-1, MPEG-2, MPEG-4, DivX e XviD, visualiza imagens no formato JPEG, incorpora um Rádio FM com possibilidade de gravar transmissões e possui comandos de voz introduzidos pelo microfone. Saída de sinal de TV é também suportada numa resolução de 640 x 480, embora um cabo vendido à parte seja necessário para desfrutar desta funcionalidade. O leitor incorpora um ecrã LCD de 2,5 polegadas de 320 x 240 pixéis de resolução e 262 144 cores e tem uma autonomia de reprodução de músicas de 14 horas e de reprodução de vídeos de 4 horas. Durante a reprodução de músicas podem também ser mostradas imagens como a capa do álbum da música em questão ou outras imagens. Embora as capas dos álbuns não possam ser redimensionadas, na visualização de imagens é possível fazer-se zoom e rodar as imagens. É também possível utilizar o aparelho como um disco rígido externo.

O leitor está disponível em cinco cores: azul, verde, cor-de-rosa, branco e preto.

Devido à sua popularidade e às suas funcionalidades, o Zen Vision:M já ganhou um grande número de prémios, incluindo o “Melhor da Exposição” e o “Melhor da Categoria” do CES (Consumer Electronics Show) 2006.

Zen V Plus

O Zen V é o novo leitor de música digital de memória Flash da Creative, anunciado em Junho de 2006. Incorpora um ecrã OLED a cores de 128 x 128 pixéis de resolução e está disponível em preto e branco, com os botões a cor-de-laranja na versão de 1 GB e a verde para a versão de 2 GB. A versão de 4 GB só está disponível em preto com os botões a azul. O Zen V Plus tem Rádio FM e reproduz vídeo, mas o Zen V não. Ambos os modelos lêem os formatos MP3, WMA, IMA e ADPCM, para além de imagens e capas de álbuns em JPEG. Também possuem microfone para gravação de voz e uma entrada de line-in. A bateria fornecida confere-lhes autonomia de 15 horas de reprodução de músicas.

De acordo com a Creative, os leitores foram lançados em Julho e Agosto de 2006.

Zen Sleek / Zen Sleek Photo

O Zen Sleek é um descendente do Zen Touch com capacidade de armazenamento de 20 GB, Rádio FM e microfone para gravações. É menor que o Zen Touch e possui uma estrutura de alumínio. Pode ser sincronizado com o Microsoft Outlook para manter actualizado o calendário, os contactos e a lista de tarefas. Também tem um modo de disco rígido USB externo que pode ser usado para armazenar ficheiros do computador. Reproduz ficheiros MP3, WAV e WMA e fornece 20 horas de autonomia.

Utiliza a mesma barra sensível ao toque e à pressão do Zen Touch, mas o botão OK foi removido. Em vez de o usar, o utilizador apenas precisa de dar um pequeno toque na zona adequada para seleccionar o que pretende, da mesma maneira que faria com um rato de um laptop.

O Zen Sleek Photo está também disponível, beneficiando de um ecrã a cores.

Zen Portable Media Center

O Zen Portable Media Center foi lançado em 2004 e lê o formato de vídeo da Microsoft (WMV – Windows Media Video), MP3, WMA e imagens em JPEG. Também suporta outros formatos de vídeo, desde que convertidos para WMV com o software fornecido. Utiliza um disco rígido de 1,8 polegadas da Toshiba e pode ser actualmente actualizado para um de 40 GB ou 80 GB.

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Nicholas Negroponte || laptop

Posted on April 30th, 2008 in Uncategorized by admin

Nicholas Negroponte (1943, Nova Iorque) é um cientista Americano, filho de gregos, formado em arquitetura. É um dos fundadores e professor do Media Lab, o laboratório de multimídia do Massachusetts Institute of Technology (MIT), onde é financiado por mais de 105 empresas, incluindo as maiores corporações dos Estados Unidos da América e as grandes empresas da indústria do entretenimento. Ele também assina a coluna da revista Wired e é muito reconhecido no universo da informática. É considerado brilhante e caracteriza seus conceitos no seu famoso livro “A vida digital”, conceitos muito discutidos, pois são irreverentes e otimistas. Negroponte estudou no MIT, onde se especializou no então novo campo de computer aided design (CAD), ou Projeto assistido por computador.

Entre suas explicações ele começa determinando a diferença entre bits e átomos. Para Negroponte a natureza física, constituída de átomos, passa a ser transmitida e “transformada” em outra natureza, a natureza digital (bits) (“É o menor elemento atômico no DNA da informação” http://www.abrade.com.br/vida.html). Como não é baseada em matéria física, a informação em bits pode ser transmitida cada vez mais em um tempo e espaço menor, ultrapassando os limites da informática e estando cada vez mais presentes na vida dos seres humanos.

Haverá uma interação maior entre os humanos de todos os lados do mundo, compartilhamento idéias e isso de uma forma cada vez mais dinâmica. Assim como grandes computadores transformaram-se hoje em laptops e palmtops que podem ser carregados até em bolsos. Além disso, será cada vez maior a interatividade e o mundo digital irá se adaptar há quem o serve, sendo cada vez mais personalizado.

O conceito de multimídia também foi descrito por Negroponte. Ele defende a interação entre bits, a mistura entre bits de vídeo e bits de áudio. Entre esses e outros, mostra a importância dos computadores e meios digitais serem mais “inteligentes”, para ele não somos nós que temos que nos adaptar e sim os meios a nós, a interface deverá ser “moldada” para cada usuário, facilitando sua manipulação.

Enfim, em suas teorias, mostra como os meios digitais facilitam e vão dominar nossa próxima era, como o e-mail, que é muito mais barato e tem inúmeras vantagens em relação a um fax, a globalização fará com que não haja barreira aos bits, e a partir daí todo o estilo de vida humano passará por um processo enorme de transformação.

Segundo Negroponte, toda indústria que possui uma posição dominante deve buscar formas de se diversificar, a tecnologia pode ser a resposta. Um exemplo são fabricantes de postes de luz e bueiros, talvez. Postes de iluminação pública são ideais para a instalação de estações-base para acesso Wi-Fi: “Cada poste poderia ser uma estação de conexão peer-to-peer”, afirma. “Os bueiros são instalados em espaços regulares nas ruas das cidades, e poderiam ser usados para alguma coisa. Quem sabe? Esta é uma boa hora para essas empresas começarem a pensar em possibilidades inesperadas”.
A inovação em tempos de dificuldades econômicas envolve o ato de pensar de formas surpreendentes, afirma Negroponte. Outra opinião dele é que a geração futura vai ficar horrorizada quando souber que utilizamos fios para conexão ou para qualquer outra coisa. Através desta afirmação podemos notar que Negroponte é muito otimista em relação às novas mídias.

O PC de U$100

Negroponte esteve em 2006 no Brasil, trazendo várias idéias e propostas. Uma delas chamou bastante a atenção: a idéia do Notebook de 100 dólares, que, segundo ele, iria melhorar a educação, pois possibilitaria ao estudante várias opções de pesquisa através do acesso à internet. Recentemente (Novembro de 2006, o Cientista se encontrou com o Presidente da República para lançar o Laptop de 150 Dólares).

O autor do livro “Vida Digital” ainda afirma em entrevista feita para o site icoletiva.com que o Brasil, por ter uma grande população que varia entre 15 e 25 anos de idade, ainda tem uma grande possibilidade de se tornar um grande pólo de produção de software, maior ainda que a Índia, mas que para isso precisaria escutar os jovens e assim descentralizar as idéias. Negroponte acrescentou que em suas previsões ele ainda vê o avanço da internet móvel, e que no futuro vamos ser motivos de risos quando verem que usávamos fios para nos conectar a internet. Assim começa a “vida sem Fio” ou vida totalmente wireless’.

Será o fim da exclusão digital?

Em um mundo cada vez mais globalizado, onde a informação flui instantaneamente e se desatualiza antes mesmo de ser conhecida, o passado deixa de existir como fumaça no ar e o futuro já é conhecido. Negroponte vê em suas previsões que em breve assistiremos à fusão entre o mundo interativo, o mundo do entretenimento e o mundo da informação. Separadas do mundo tecnológico, nossas crianças não têm futuro como cidadãos produtivos: o mercado não pode mais tolerar a cisão homem-máquina. O mercado quer a fusão, o mercado deseja o homem-cibernético.

Mordomos Digitais

“A idéia é construir substitutos de computadores que possuam certa quantidade de conhecimento, tanto sobre um assunto (um processo, uma área de interesse, um modo de operar) quanto sobre você e sua relação com esse assunto (seus gostos, inclinações, as pessoas que você conhece). Ou seja, o computador deve possuir uma dupla especialidade, como um cozinheiro, jardineiro e um motorista utilizando os conhecimentos que tem para atender aos gostos e necessidades do patrão em matéria de comida, jardinagem e locomoção.”

O Paladino da era digital

Negroponte é visto como um paladino da era digital, pois de certa forma as “visões” dele a respeito do desenvolvimento da tecnologia da informação são bastante válidas. Negroponte é uma daquelas pessoas rotuladas como otimista em relação à das novas mídias. Chegou a profetizar que, com o desenvolvimento e a rapidez com que as informações são geradas, serão capazes de gerar um êxodo urbano sem procedentes. Ou seja, não haverá nada que se possa fazer que você não acesse lá da sua casa de campo a milhas dos grandes centros urbanos. Na visão de Negroponte, o computador, principal signo dessa nova era, vem como uma ferramenta de assistência a atividades em que exigem um tempo que poderia ser aproveitado de outra forma. Há também quem veja essa imersão às facilidades provocadas pelo computador de forma bastante negativa. Jean Baudrillard é o Yang de Nicholas, e vê a sociedade cada vez mais escrava e dependente das “máquinas”.

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Starbucks || laptop

Posted on April 30th, 2008 in Uncategorized by admin

Starbucks é a empresa multinacional com a maior cadeia de cafeterias do mundoBramhall, Joe Starbucks Corporation “Hoovers.com” (em inglês) acessado em 12-nov-2006., tem sua sede em Seattle, Washington, EUA. A compania teve seu nome inspirado em parte pelo personagem Starbuck do livro Moby Dick, e seu logotipo é um desenho de uma sereia.

Além de café e espresso, a Starbucks oferece também outros tipos de bebidas, como chás, além de comidas como bolos e sanduíches. Lojas da Starbucks podem estar dentro de outros estabelecimentos comerciais, como livrarias e supermercados.

História

A primeira loja Starbucks foi aberta em 1971 por três sócios - os professores Jerry Baldwin e Zev Siegel, e o escritor Gordon Bowker. Foram inspirados por Alfred Peet, fundador da Peet’s Coffee & Tea, que conheciam pessoalmente, para abrir a primeira loja na Pike Place Market e vender grãos de café de alta qualidade e equipamentos – a loja ainda está aberta, mas não no mesmo local em que foi inaugurada – Durante o primeiro ano de funcionamento compravam grãos verdes da Peet’s Coffee & Tea, passaram mais tarde a comprar diretamente dos plantadores.

Howard Schultz entrou na empresa em 1982 e, após uma viagem a Milão, sugeriu que vendessem café e espressos além de grãos. Os donos rejeitaram a idéia, acreditando que isso mudaria drasticamente o foco da empresa, pois para eles café é algo que deveria ser feito em casa. Certo de que havia muito dinheiro para ser feito vendendo bebidas para norte-americanos, Schultz fundou o Il Giornale em 1985.

Em 1984 os donos originais da Starbucks, liderados por Baldwin, tiveram a oportunidade de comprar o Peet’s. Em 1987 eles venderam a cadeia Starbucks para a Il Giornale de Schultz, que trocou as marcas do Il Giornale pelas da Starbucks e rapidamente entrou em expansão. A Starbucks abriu a sua primeira loja fora de Seattle em Vancouver, Canadá e Chicago no mesmo ano. Ao iniciar a negociação de suas ações no mercado em 1992, a Starbucks possuia 165 pontos de venda.

A primeira Starbucks fora da América do Norte foi aberta em Tóquio em 1996. A entrada no Reino Unido ocorreu em 1998 com a compra da rede Seattle Coffee Company, então com 60 lojas, renomeando-as como Starbucks. Em novembro de 2005, Londres já possuia mais lojas que Manhattan.Mercer, Chris (18 de novembro de 2005) Starbucks thrives on consumer coffee habit. “BeverageDaily.com” (em inglês) acessado em 30-out-2006.

Nome e logo

O nome da empresa foi inspirado pela personagem Starbuck do livro Moby Dick, assim como um campo de mineração no Monte Rainier, Starbo ou Storbo. Seu logotipo apresenta uma sereia com duas caudas.

De acordo com o livro Dedique-se de coração: Como a Starbucks se tornou uma grande empresa de xícara em xícara (Pour Your Heart Into It: How Starbucks Built a Company One Cup at a Time) de Howard Schultz, o nome da empresa tem origem em Moby Dick, no entanto não da forma direta como se pode presumir. Gordon Bowker gostou do nome “Pequod” (o barco do romance), mas seu colega Terry Heckler foi contra: “Ninguém vai beber um copo de Pee-quod” (no original: “No one’s going to drink a cup of Pee-quod!”, “pee” é uma gíria em inglês para urina) Heckler sugeriu então “Starbo”. Após algumas discussões com as duas idéias, chegaram ao nome Starbuck.

O logotipo da empresa é uma sereia com duas caudas, mas com o passar dos anos o logo foi simplificado. Na primeira versão, a sereia exibia os seios e suas caudas eram totalmente visíveis. Na segunda versão, seus seios foram cobertos com cabelo, enquanto seu umbigo ainda podia ser visto parte das caudas foi eliminada. Na versão atual, os seios e o umbigo não são visíveis e das caudas restam apenas a seção final. O logo original ainda pode ser visto na loja em Pike Place Market e nas embalagens do blend de aniversário.

Lojas

As lojas Starbucks oferecem uma variedade de cafés coados do modo tradicional, alternados em intervalos de tempo (geralmente semanal, dependendo da disponibilidade dos grãos) para proporcionar aos clientes uma maneira fácil de experimentar seus diferentes cafés e blends. Serve também uma gama de bebidas quentes, baseadas ou não no espresso. De modo geral, no inverno e dias frios as bebidas quentes garantem o movimento das lojas Starbucks. Já nos dias quentes a maior parte do faturamento das lojas vêm das bebidas batidas com gelo, os “Frappuccinos”.

Funcionários

Cada loja possui pelo menos dois baristas (ou “partners”, como a Starbucks chamam seus funcionários) sendo que um deles é um coordenador de plantão (shift supervisor), assistente de gerente (assistant manager) ou gerente (store manager) de acordo com o volume de negócios.

Os baristas com aventais pretos identificados como “Coffee Master” são funcionários que completaram o curso Coffee Master e alcançaram uma alta pontuação durante sua certificação, treinados não apenas no preparo e degustação como também no cultivo, torra e compra de café. No passado, o funcionário precisava ser no mínimo um coordenador de plantão para se tornar um “Coffee Master”, mas essa exigência foi alterada e todos os funcionários têm a chance de se tornar um “Coffee Master”.

Os baristas de lojas operadas pela Starbucks costumam ter um pacote de benefícios mais amplo que em outras cafeterias, com seguro saúde e dental, além de um programa de compra de ações – chamado de Bean Stock – dependendo do país.


Terceiro lugar

A Starbucks procura criar em suas lojas o conceito de um “terceiro lugar” (após a casa e o trabalho) para se passar o tempo, com áreas confortáveis equipadas com sofás e poltronas macias, tomadas eléticas para utilização de computadores portáteis, além de acesso sem fio à Internet (serviço não gratuito, diferente de algumas cafeterias menores).

Segundo a empresa, para manter o aroma do café, é proibido fumar em praticamente todas as suas lojas, apesar de previsões de que essa restrição não teria sucesso em mercados como a Alemanha, onde existem poucas restrições ao ato de fumar. Em algumas lojas fumar é permitido em áreas separadas por portas duplas, em um pavimento superior ou em áreas externas. Pelo mesmo motivo os funcionários são proibidos de trabalhar com perfumes fortes.

Bebidas

A Starbucks é conhecida pelo jargão de seu menu, substituindo os tradicionais “pequeno”, “médio” e “grande” por “tall”, “grande” e “venti” (vinte em italiano) (um tamanho menor, “short” com 8 onças líquidas, pode ser pedido em qualquer Starbucks, mas não é listado nos menus). Adicionalmente, como na maioria das cafeterias, a maioria das bebidas pode ser personalizada de alguma maneira – usando por exemplo leite desnatado ou de soja ao invés do leite integral – Sabores (ou xaropes) e chantilly podem ser acrescentados; cappuccinos podem ser feitos com mais (”seco”) ou menos espuma (”úmido”). Outras opções estão disponíveis de acordo com a loja.

Na China, apenas os tamanhos “short”, “tall” e “grande” estão disponíveis, não havendo o tamanho “venti”. No Japão, o tamanho “venti” para bebidas quentes está disponível apenas em algumas das lojas.

Tamanhos dos copos

Os clientes podem escolher um entre quatro tamanhos de copos para bebidas quentes, ou um entre três tamanhos para bebidas frias (incluindo Frappuccinos):

Medidas de copos Starbucks
Nome na Starbucks Nome em outros lugares Volume de bebida quente Volume de bebida fria
Short - 236,59 ml (8 onças) -
Tall/Tall frio Pequeno 354,88 ml (12 oz.) 354,88 ml (12 oz.)
Grande/Grande frio Médio 473,18 ml (16 oz.) 473,18 ml (16 oz.)
Venti/Venti frio Grande 591,47 mL (20 oz.) 709,76 ml (24 oz.)
  • Os tamanhos originais de copos eram dois; short e tall, quando ampliaram a oferta de tamanhos escolheram as palavras italianas grande e venti (de “vinte”, referente às vinte onças líquidas de capacidade do copo).
  • Em alguns países, o copo Short é chamado de Alto ou Piccolo. O copo Tall pode ser encontrado como Mezzo em outros países, mantendo a nomenclatura de inspiração italiana.
  • O tamanho Short raramente é exibido no menu.

Jargão

O jargão utilizado na Starbucks foi pensado para uma comunicação eficiente entre empregados e com os seus clientes enquanto pedem as bebidas ou “marcam os copos”. Segue-se uma ordem para anunciar cada personalização, terminando com o nome da bebida propriamente dita. O “nome” de uma bebida começa com a opção de ser fria, se é descafeinada, o número de “shots” de espresso (quando diferente da receita da bebida), o tamanho do copo, sabores adicionados, o tipo de leite (integral, desnatado e soja, além de outros dependendo da loja ou região), personalizações adicionais (sem espuma, extra-quente) e finalmente o nome da bebida.

  • Frio/Quente > Descafeinado > Shots > Tamanho > Sabores/xaropes > Leite > Personalização > Bebida

Por exemplo a ordem utilizada para “chamar” um Latte frio grande com xarope de baunilha descafeinado, com chantilly, extra shot e leite desnatado seria: Frio, descafeinado, triplo, grande, baunilha/vanilla, desnatado, com chantilly, latte.

Quando não especificado, as bebidas são feitas quentes, com espresso normal (com cafeína) e leite integral.

Café

Os grãos de café da Starbucks são torrados em uma dentre quatros unidades de torrefação, localizadas em Kent, Washington; York, Pennsylvania; Carson Valley, Nevada e Amsterdam, Países Baixos. Os grãos torrados são embalados após a torra em uma bolsa com uma válvula que permite aos grãos continuarem a emitir gases dentro da embalagem sem danificá-la.

Os grãos e, em alguns casos, café moído podem ser comprados em todas as lojas Starbucks e em alguns outros pontos de venda. No caso dos cafés em grão, o cliente pode solicitar que o mesmo seja moído conforme o método de preparação utilizado.

Starbucks no Brasil

A operação brasileira é resultado de uma sociedade entre a matriz estadunidense – com 49% da participação acionária – e 51% da empresa “Cafés Sereia do Brasil Participações S.A” da família Rodenbeck, responsáveis – nos anos 80 – pela vinda do McDonald’s e, na década de 1990, da rede Outback Steakhouse ao Brasil.Mattos, Adriana (26 de maio de 2006) Starbucks abre loja “acessível” em SP e com capital 51% nacional “Folha de São Paulo” acessado em 12-nov-2006.

  • Em maio de 2006 a Starbucks anunciou que iria instalar a sua primeira loja no Brasil em São Paulo em até no máximo seis meses.Americana de cafés Starbucks confirma entrada no Brasil depois de meses de especulação.
  • Em outubro de 2006, a empresa começou o processo de seleção de seus funcionários para abrir suas primeiras instalações no Shopping Morumbi em São Paulo supostamente entre novembro e dezembro do mesmo ano.Rede de cafeterias contrata 50 profissionais acessado em 24-out-2006(17 de outubro de 2006) Starbucks abre inscrição para contratar 50 em primeiras lojas no Brasil “Folha Online” acessado em 12-nov-2006.

Inauguração

A primeira loja da empresa no Brasil foi inaugurada em 1 de dezembro de 2006 no Shopping Morumbi em São Paulo.Sakate, Marcelo (1 de dezembro de 2006) Starbucks estréia hoje no Brasil com café a R$ 2,80 “Gazeta Mercantil” acessado em 4-dez-2006.França, Valéria (1 de dezembro de 2006) Starbucks inaugura 1ª loja no país, no MorumbiShopping “Exame” acessado em 4-dez-2006.

A segunda loja começou a receber o público três dias depois, no mesmo local.

Em janeiro de 2007, a empresa anunciou a assinatura do contrato de locação para instalação de sua terceira loja em São Paulo no Shopping Pátio Higienópolis.Okuda, Tomas (23 de janeiro de 2007) Starbucks deve inaugurar terceira loja no Brasil em março “Estadao.com.br” acessado em 31-jan-2007. A loja foi inaugurada no dia 20 de março de 2007. Apesar de estar localizada num shopping a loja possui mesas e cadeiras do lado de fora, dando a sensação de ser uma loja “de rua”.

Starbucks em Portugal

A empresa deve chegar a Portugal pouco tempo após o início das operações no Brasil.Aveiro, Isabel e Sá, Elisabete (11 de agosto de 2006) Starbucks prepara entrada em Portugal “Jornal de Negócios Online” acessado em 12-nov-2006. Por meio da sociedade que cuida da operação espanhola e possivelmente com apoio e treinamento da filial brasileira.

Bibliografia

  • Schultz, Howard; Yang, Dori Jones (1997). Pour Your Heart Into It: How Starbucks Built a Company One Cup at a Time. New York: Hyperion. ISBN 0-7868-6315-3.
  • Schultz, Howard; Yang, Dori Jones (1998). Dedique-se de coração: Como a Starbucks se tornou uma grande empresa de xícara em xícara Nova Iorque: Negócio. ISBN 8586014230.

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DJ || laptop

Posted on April 30th, 2008 in Uncategorized by admin

Um disc jockey (DJ ou dee jay) é um artista profissional que seleciona e roda as mais diferentes composições previamente gravadas para um determinado público alvo, trabalhando seu conteúdo e diversificando seu trabalho em pistas de dança de bailes, clubes, boates e danceterias.

Etimologia do termo

O termo disc jockey foi primeiramente utilizado para descrever anunciantes de rádio que introduziam e tocavam discos de gramofone. O nome foi logo encurtado para DJ. Hoje, diante dos numerosos fatores envolvidos, incluindo a composição escolhida, o tipo de público alvo, a lista de canções, o meio e o desenvolvimento da manipulação do som, há diferentes tipos de DJs, sendo que nem todos usam na verdade discos, alguns podem tocar com CDs, outros com laptop (emulando com softwares]] como Traktor Final Scratch, Virtual DJ, Serato Scratch Live e DJ Decks), entre outros meios. Há também aqueles que mixam sons e vídeos, mesclando seu conteúdo ao trabalho desenvolvido no momento da apresentação musical.

Técnicas e estilos

DJs que atuaram até o meio da década de 1990 utilizavam apenas discos de vinil em suas apresentações. Em que pese o fato de já existirem CDs antes disso, não haviam equipamentos que permitissem o sincronismo da música entrante com a música em execução (ajuste do pitch para posterior mixagem). A forma como esta ação de mixagem é realizada, aliás, é o principal diferencial entre os profissionais desta área.

Um DJ tem a percepção musical de saber quais composições possuem velocidades (mensuradas em batidas por minuto) próximas ou iguais, de forma que uma alteração em um ou dois por cento da velocidade permite com que o compasso das mesmas seja sincronizado e mixado, e o público não consiga notar que uma faixa está acabando e outra está iniciando, pois as duas faixas estão no mesmo ritmo, métrica e velocidade.

DJs das décadas de 1980 e 1990 sincronizavam a composição mixada (entrante) regulando a velocidade do prato do toca-discos, com o cuidado de fazer com que a agulha não escapasse do sulco do vinil (que na prática faz com que a música “pule”) e também com que o timbre da voz da música não ficasse, por demais, alterada com a velocidade muito alta ou muito baixa do prato. Esta alteração da velocidade era possível em toca-discos que possuem o botão chamado pitch. O toca-disco mais famoso, nesta época, era o Technics SL-1200 MK-2, que até hoje é vendido e procurado por profissionais e amantes do vinil pela robustez e força que o seu motor de tracção directa apresenta.

Após a popularização do CD, fabricantes como Pioneer, Technics e Numark desenvolveram aparelhos do tipo CD player com recursos próprios para DJ. Conhecidos como CDJs, possuem botões especiais para alteração de pitch, de retorno da faixa, de marcação de ponto (efeito cue) e looping. O timbre da música passou a ser controlado (opcionalmente) por um acionador específico, normalmente conhecido como Master Tempo. Com este recurso, mesmo que a composição esteja extremamente acelerada (ou desacelerada), o timbre da voz, teclados, guitarras, etc. é mantido, driblando de certa forma a capacidade de percepção do público, em notar que determinado som está tocando em velocidade diferente da normal. Além disso, não há mais o risco de o disco pular, apesar de o cuidado em se limpar as mídias de CD ser o mesmo, pois uma mancha em uma mídia óptica pode prejudicar e até interromper a canção em execução. Outra facilidade destes equipamentos é marcar o ponto de início da música (designado cue point). Assim, um DJ com um simples toque no botão pode retornar ao ponto de partida poucos segundos antes de mixar a música sobre a que está sendo executada.

Atente-se aqui para o fato de que, além do talento musical obrigatório a um DJ em se conhecer aproximadamente o tempo das composições que ele pretende mixar durante sua apresentação, o mesmo também deve conhecer onde, quando e se uma composição ou determinada versão desta possui uma região (geralmente sem vocal, com batidas secas e pouco ou nenhum aparecimento de guitarras e teclados) popularmente conhecida como quebrada, onde é possível entrar a próxima composição sem que o resultado fique confuso (com dois vocais de canções diferentes “falando” ao mesmo tempo, por exemplo). Este capricho é obrigatório para profissionais que fazem mixagens ao vivo, tanto com vinil quanto com CDs.

O DJ é, no fim das contas, um animador de eventos. Este deve conhecer canções o suficiente para saber como e quando mixá-las, deve sentir a vibração do público que o está ouvindo, e saber mudar um estilo na hora certa, para que a pista não esvazie. Deve ser o mais eclético possível, ou deixar bastante claro ao seu público e ao seu contratante qual é seu estilo ou tendência. Existem DJ especializados em raves. Outros, que se dedicam a canções que já fizeram sucesso a oito, dez ou vinte anos atrás.

Compactos

As versões das canções que um DJ utiliza não são, geralmente, as mesmas versões que normalmente se ouve em videoclipes ou estações de rádio. Para cada nova canção que é lançada no mercado, desde a década de 1970, a gravadora lança um disco (ou CD) específico, denominado compacto, para aquela canção. No caso do vinil, um compacto também pode ser conhecido como doze polegadas. Em CD, este é conhecido como 5 (cinco) polegadas. Um compacto é um disco ou CD que possui uma mesma canção em várias versões, produzidas especialmente para mixagens ou amantes de versões alternativas. Enquanto uma versão normal de canção possui normalmente de três a quatro minutos de duração, uma versão de compacto pode durar até quinze minutos, com grandes introduções, quebradas, edições, reprises de vocal etc.. Estas versões alteradas também são conhecidas como remixagens, versões 12, versões club, versões estendidas. Um compacto também pode conter versões instrumentais e a cappella. Enquanto um álbum de coletânea de determinado artista pode possuir um nome qualquer, um compacto sempre tem o nome da canção que nele está gravada, mesmo que o disco tenha apenas uma versão da canção que o nomeia.

Composição digital

Já no fim do século XX, com a popularização do formato MPEG-3 (popularmente conhecido como MP3) para canções digitais, de programas de compartilhamento de arquivos como o Napster e o surgimento de programas de edição musical, surgiu uma nova casta de editores musicais auto-denominados DJs. Apesar de estes possuírem, as vezes, até certo talento para música, pois precisam alterar uma faixa para mixar na anterior, tem seu trabalho extremamente facilitado e, portanto, não são bem vistos por profissionais que executam seu trabalho ao vivo em clubes, casas, discotecas e eventos.

A mixagem em computador é feita de forma caseira, e não há o julgamento do público ao trabalho sendo feito ao vivo. O que o público irá ouvir é uma mixagem feita em estúdio e já gravada. Caso uma canção seja alterada e mixada com a anterior, mas o resultado não seja o esperado pelo editor (timbres, batidas ou compassos dessincronizados, por exemplo), a ação de mixagem pode ser desfeita e refeita quantas vezes forem necessárias. Assim, o resultado final é uma mixagem tão perfeita quanto artificial.

Porém, grandes DJs também fazem uso destes programas para criação de sequências de múltiplas canções denominadas megamixes, de participações de curta duração em programas de rádio e até mesmo de novas versões de uma canções, que não existam em seus respectivos compactos.

Existem hoje em dia softwares capazes de simular na tela de um computador dois toca discos ou cdjs e um mixer,com inumeros recursos iguais ou até superiores aos melhores equipamentos,além de alguns poderem ser baixados gratuitamente pela internet,esses softwares estão se popularizando por serem uma alternativa a quem deseja discotecar e não pode investir muito.
Entre esses programas destacam-se o Virtual Dj, Pcdj, Tracktor,Mix Vibes entre outros.

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Scratch || laptop

Posted on April 30th, 2008 in Uncategorized by admin

Scratch é uma nova linguagem de programação criada no Media Lab do MIT.

Por não exigir o conhecimento prévio de outras linguagens de programação, ela é ideal para pessoas que estão começando a programar e foi desenvolvida para ajudar pessoas acima de 8 anos no aprendizado de conceitos matemáticos e computacionais. Com ela é possível criar histórias animadas, jogos e outros programas interativos.

Scratch é muito mais acessível que outras linguagens de programação, por se utilizar de uma interface gráfica que permite que programas sejam montados como blocos de montar, lembrando o brinquedo LEGO. Utiliza uma sintaxe comum a muitas linguagens de programação. E diferente de outras linguagens, não tem nenhum tipo de pontuação obscura.

Cada bloco da linguagem contém um comando em separado, que podem ser agrupados livremente caso se encaixem. E os comandos podem ser modificados através de menus.

Scratch se inspirou na forma como os DJs fazem a mixagem de sons para criarem novas músicas. Mas essa linguagem consegue mixar diversos tipos de mídias, como imagens, sons e outros programas.

O ambiente de desenvolvimento pode ser baixado gratuitamente em sua página. Já existem versões para Windows e Mac OS X. E uma versão está sendo feita para o laptop XO.

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Hardware de rede Artisoft || laptop

Posted on April 30th, 2008 in Uncategorized by admin

Da mesma forma que a Novell ajudou a popularizar os adaptadores de rede Ethernet vendendo sua própria linha de produtos, houve uma época em que a fabricante da LANtastic também produziu seus próprios cabos, hubs e adaptadores (fabricados pela Eagle Technology, adquirida pela Artisoft em Janeiro de 1994 e vendida um ano depois para a Microdyne Corporation). Eles começaram com uma linha de placas de rede de 8 bits (soquete ISA) que rodava a apenas 2 Mbps (megabits por segundo), contra 10 Mbps de um adaptador Ethernet comum, e só eram compatíveis com a própria LANtastic.

Artisoft 2Mbps Network Adapter

O Artisoft 2Mbps Network Adapter foi produzido em três versões:

  • O2MBPS - 2 Mbps (original)
  • E2MBPS - 2 Mbps Enhanced (possuía um “DIP switch” com quatro chaves para configuração e a possibilidade de incluir uma “placa-filha” com uma ROM de boot remoto ou memória RAM adicional)
  • 2 Mbps ASIC (”Application Specific Integrated Circuitry”)

Em comum, as três versões possuíam duas portas DB9 (macho e fêmea) e usavam cabos blindados de par trançado. A configuração de rede mais comum era em “daisy chain” ou topologia “bus”, sendo que o cabo ligava um conector macho a porta fêmea no próximo adaptador da cadeia. O terminador de rede era um plug DB9 com um resistor de 100 Ohm ligando os pinos 3 e 4, e outro resistor de 100 Ohm ligando os pinos 7 e 8.

A Artisoft recomendava o uso do seu cabo blindado exclusivo para as conexões, o qual permitia atingir, segundo sua documentação, uma distância máxima de quase 64 metros entre estações da rede.

Hub Artisoft

Um hub de 12 portas, projectado especificamente para conectar estações de trabalho LANtastic usando adaptadores de 2 Mbps.

Simply LANtastic Ethernet Adapter (ISA)

Adaptador Ethernet de 8 bits para uso doméstico, o qual sacrificava a performance em nome da facilidade de uso: os cabos (com extensão máxima entre estações de 8,5 m) eram conectados no adaptador através de tomadas (”mini-jack”) semelhantes aos de aparelhos de áudio. Não havia a necessidade de um terminador de rede.

Simply Parallel Adapter

Uma porta Ethernet paralela, que eliminava a necessidade de abrir o computador para inserir uma placa de rede. Radicalizava o conceito do Simply Ethernet Adapter, com cabos e conectores de áudio, e fazendo rede e impressora compartilharem a mesma porta (o que nem sempre funcionava de modo pacífico - algumas impressoras se recusavam a funcionar nesse sistema).

Série AE (Adaptadores AE-1/T, AE-2, AE-2/T e AE-3)

Placas de rede Ethernet de 16 bits, configuráveis através de “jumpers” e compatíveis a nível de registro com as NE2000. Ostentavam 16 Kb de RAM “on-board” para buffer do tráfego de rede, expansíveis para 64 Kb. Podiam ser usadas como placas Ethernet comuns em qualquer rede (ou seja, não possuíam arquitetura proprietária). A principal diferença entre os três modelos era o conector (e tipo de cabeamento suportado) em cada uma delas:

  • AE-1/T - conector RJ45 (cabo de par trançado não-blindado)
  • AE2 - conectores DB15 (cabo “Thicknet”) e BNC (cabo coaxial)
  • AE-2/T - conectores RJ45 e DB15
  • AE-3 - conectores RJ45, DB15 e BNC

Adaptadores NodeRunner 2000 e NodeRunner 2000SI

Placas de rede Ethernet de 16 bits, que utilizavam um chip ASIC (”Alice”) para acelerar o processamento dos sinais. As NR2000 foram projectadas para uso em redes LANtastic versão 5.0 ou anteriores, enquanto as NR2000SI funcionavam com redes de outros fabricantes e com a LANtastic versão 6.0 (mas não com versões anteriores). As SIs originais podiam ser identificadas por um adesivo amarelo ou vermelho preso na parte externa do espelho da placa, enquanto as 2000 originais possuíam um adesivo branco no mesmo local.

Hardware de 16 bits (MicroChannel)

A Artisoft criou versões de seus adaptadores de rede para o padrão proprietário MicroChannel (MCA), utilizado nos modelos IBM PS/2. Os modelos fabricados eram das séries AE, A2MBPS e NodeRunner, e foram projectados para uso exclusivo em redes LANtastic.

Boot PROM

Chip inserido numa interface de rede para permitir boot remoto. Era usado em estações de trabalho “diskless” (sem drive de disquete nem disco rígido), para inicializar o sistema via rede, através de um servidor remoto.

Hub T-Runner I

Hub Ethernet 10baseT com 8 ou 12 portas (RJ-45).

Hub T-Runner II

Hub Ethernet 10baseT com 8 ou 16 portas (RJ-45).

Peer Hub

Hub dinâmico 10baseT para inserção no computador, como se fosse um adaptador de rede. Dotado de cinco portas externas RJ-45 e duas internas (usadas para conexão com outros adaptadores das séries AE/T e NR2000 instaladas no mesmo computador), era oferecido como uma alternativa aos hubs externos. Até quatro Peer Hubs podiam ser instalados numa mesma máquina.

Central Station I e II

Módulo independente de conexão para impressoras, modens e laptops numa rede LANtastic, evitando a compra de um computador especificamente para este fim. Possuía 2 portas seriais DB-9 bi-direcionais, uma porta auxiliar DB-9 para protocolo XON/XOFF (somente no Central Station II), uma porta paralela DB-25 para conexão de impressoras, outra porta paralela DB-25 para conexão de mais uma impressora ou laptop (somente no Central Station II). O Central Station não era compatível com máquinas rodando LANtastic para Windows 95 e nem dava suporte para modens com taxas de transferência acima de 14.4 Kbps.

LANtastic Sounding Board (Voice Adapter)

Placa de som de 8 bits (ISA), desenvolvida pela Artisoft (originalmente sob o nome Voice Adapter), especificamente para gravar e reproduzir mensagens de voz através de uma rede LANtastic. Em ambiente Windows, podia gravar sons em seu formato nativo MULAW ou no WAVE do Windows. Foi comercializada como parte do pacote Artisoft Net Media, que teve vida breve.

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