SAPO Challenge || laptop

Posted on April 29th, 2008 in Uncategorized by admin

O SAPO Challenge, ou a Aventura do Conhecimento SAPO Challenge RTP, foi um concurso levado a cabo pela Portugal Telecom e que mobilizou jovens de todo o país que se organizaram em equipas de 5 elementos e partiram à aventura. O concurso tinha como grande prémio a Escola do Futuro PT e foi composto por duas fases, uma Online/RoadShow e uma Televisiva, esta última com apresentação de Catarina Furtado.

Online/RoadShow

Na fase online, o objectivo dos participantes era o de fazer pesquisar no motor de busca SAPO o mais rapidamente possível.

No RoadShow, que decorreu em simultâneo, o objectivo dos participantes era o de executar diversas provas físicas no menor tempo possível e também realizar pesquisas na Internet num curto espaço de tempo.

Televisiva

A fase televisiva contou com seis programas de televisão transmitidos na RTP:

Primeira Eliminatória

Na Primeira Eliminatória o objectivo era percorrer cinco postos de Internet através de uma Segway e efectuar as tarefas específicas de cada um deles no menor tempo possível. Fez-se uma selecção das 16 melhores equipas a partir das 34 participantes. O ranking final foi o seguinte (à frente mostram-se os tempos finais):

1º lugar – Equipa ALFA do Colégio Conciliar de Maria Imaculada de Leiria - 2:50
2º lugar – Equipa BACO 5 da Escola Básica José Régio de Portalegre - 3:09
3º lugar – Equipa MAHATMA da Escola Básica Gafanha da Encarnação de Ílhavo - 3:09
4º lugar – Equipa YAMAKAZI da Escola Secundária José Estêvão de Aveiro - 3:16
5º lugar – Equipa MEGASOUND do Colégio Nossa Senhora do Rosário do Porto - 3:38
6º lugar – Equipa MANS da Escola Básica 2/3 V. Franca das Naves de Trancoso - 3:40
7º lugar – Equipa KYNAS da Escola Secundária de Pombal de Pombal - 3:41
8º lugar – Equipa 2M2VT da Escola Quinta das Palmeiras da Covilhã - 3:45
9º lugar – Equipa NET DEVILS da Escola Secundária de Seia de Seia - 3:47
10º lugar – Equipa ZONA J da Escola Secundária Santa Maria da Feira de Santa Maria da Feira - 3:53
11º lugar – Equipa LIGHT SPEED da Escola Secundária do Cartaxo de Cartaxo - 3:57
12º lugar – Equipa TEEN FROGS da Escola Secundária de Ponte Sôr de Ponte de Sôr - 3:59
13º lugar – Equipa MAX 5 da Escola Secundária de Alcochete de Alcochete - 4:06
14º lugar – Equipa DIGITAL SB da Escola Secundária de Seia de Seia - 4:07
15º lugar – Equipa KOOOOOL da Escola Básica Dr. Guilherme Correia de Carvalho de Seia - 4:10
16º lugar – Equipa DARK EVILS da Escola Básica Dr. Guilherme Correia de Carvalho de Seia - 4:12
17º lugar – Equipa VTSQUAD da Escola Secundária de Tondela de Tondela - 4:16
18º lugar – Equipa TIBIA SPT1L da Escola Secundária Sé da Guarda de Guarda - 4:42
19º lugar – Equipa ZYX da Escola Básica de Manteigas de Manteigas - 4:43
20º lugar – Equipa PSY FRIENDS da Escola Básica Integrada de S. Domingos de Castelo Branco - 4:45
21º lugar – Equipa XAIMITS da Escola Secundária Miguel Torga de Bragança - 4:48
22º lugar – Equipa WITH NAME AGAIN da Escola Básica e Secundária da Calheta do Funchal - 5:16
24º lugar – Equipa SJ BOYS da Escola Secundária S. João do Estoril de Lisboa - 5:20
23º lugar – Equipa IP5 da Escola Secundária da Batalha de Batalha - 5:22
25º lugar – Equipa MALAGUETAS da Escola Secundária Carolina Michaelis do Porto - 5:53
26º lugar – Equipa SKUNK da Escola Secundária Morgado Mateus de Vila Real - 6:08
28º lugar – Equipa DEVIL BOYS AND GIRLS da Escola Dr. Joaquim Magalhães de Faro - 6:43
27º lugar – Equipa SÉNIORES da Escola Secundária D. Manuel I de Beja - 7:14
30º lugar – Equipa HACKAROS NET da Escola Secundária Santa Maria Maior de Viana do Castelo - 8:41
31º lugar – Equipa STORMS da Escola Básica Integrada /JI de Alcáçovas de Évora - 10:38
32º lugar – Equipa CORISCAS da Escola Secundária das Laranjeiras da Ponta Delgada - 13:01
29º lugar – Equipa ÓPÁ NÉPIA do Instituto Pedro Hispano de Soure - 16:08
33º lugar – Equipa RASPA da Escola Básica 2/3 Pinheiro de Penafiel - 20:24
34º lugar – Equipa RATINHOS da Escola Básica 2/3 André Soares de Braga - Desclassificada

Depois do primeiro programa seguiram-se as Semi-Finais, onde o objectivo era fazer pesquisas na Internet e na própria cidade onde decorria a prova, tudo no menor tempo possível. As equipas eram divididas num grupo de dois elementos (que estavam no estúdio) e num grupo de três elementos (que estavam no exterior), tendo como meios de comunicação entre eles o SAPO Messenger e o telemóvel.

Primeira Semi-Final

Decorreu a 28 de Maio de 2005) no Porto e foi onde participaram as equipas Baco 5, Yamakazi, Mans e Digital SB, tendo vencido a equipa Yamakazi.

Segunda Semi-Final

Decorreu a 4 de Junho de 2005 em Aveiro e foi onde participaram as equipas 2M2VT, Dark Evils, Max 5 e Light Speed, tendo vencido a equipa Max 5.

Terceira Semi-Final

Decorreu a 11 de Junho de 2005 em Évora e foi onde participaram as equipas Mahatma, Zona J, Alfa e Kynas, tendo vencido a equipa Alfa.

Quarta Semi-Final

Decorreu a 18 de Junho de 2005 em Faro e foi onde participaram as equipas Koooool, Netdevils, Teen Frogs e MegaSound, tendo vencido a equipa MegaSound.

Finalíssima

Decorreu em Lisboa e foi onde participaram as equipas finalistas (Yamakazi, Max 5, Alfa e MegaSound), tendo vencido a equipa Alfa, levando para Leiria a Escola do Futuro PT.

Escola do Futuro PT

A Escola do Futuro PT é um projecto ambicioso da Portugal Telecom que visa incorporar as novas tecnologias no ambiente de sala de aula e na própria escola. O Colégio Conciliar de Maria Imaculada, em Leiria, é a primeira escola a desfrutar deste projecto. Desde substituir os tradicionais quadros de giz por SMART Boards, até distribuir um computador portátil por aluno, a imaginação é o limite.

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Hardware de rede Artisoft || laptop

Posted on April 29th, 2008 in Uncategorized by admin

Da mesma forma que a Novell ajudou a popularizar os adaptadores de rede Ethernet vendendo sua própria linha de produtos, houve uma época em que a fabricante da LANtastic também produziu seus próprios cabos, hubs e adaptadores (fabricados pela Eagle Technology, adquirida pela Artisoft em Janeiro de 1994 e vendida um ano depois para a Microdyne Corporation). Eles começaram com uma linha de placas de rede de 8 bits (soquete ISA) que rodava a apenas 2 Mbps (megabits por segundo), contra 10 Mbps de um adaptador Ethernet comum, e só eram compatíveis com a própria LANtastic.

Artisoft 2Mbps Network Adapter

O Artisoft 2Mbps Network Adapter foi produzido em três versões:

  • O2MBPS - 2 Mbps (original)
  • E2MBPS - 2 Mbps Enhanced (possuía um “DIP switch” com quatro chaves para configuração e a possibilidade de incluir uma “placa-filha” com uma ROM de boot remoto ou memória RAM adicional)
  • 2 Mbps ASIC (”Application Specific Integrated Circuitry”)

Em comum, as três versões possuíam duas portas DB9 (macho e fêmea) e usavam cabos blindados de par trançado. A configuração de rede mais comum era em “daisy chain” ou topologia “bus”, sendo que o cabo ligava um conector macho a porta fêmea no próximo adaptador da cadeia. O terminador de rede era um plug DB9 com um resistor de 100 Ohm ligando os pinos 3 e 4, e outro resistor de 100 Ohm ligando os pinos 7 e 8.

A Artisoft recomendava o uso do seu cabo blindado exclusivo para as conexões, o qual permitia atingir, segundo sua documentação, uma distância máxima de quase 64 metros entre estações da rede.

Hub Artisoft

Um hub de 12 portas, projectado especificamente para conectar estações de trabalho LANtastic usando adaptadores de 2 Mbps.

Simply LANtastic Ethernet Adapter (ISA)

Adaptador Ethernet de 8 bits para uso doméstico, o qual sacrificava a performance em nome da facilidade de uso: os cabos (com extensão máxima entre estações de 8,5 m) eram conectados no adaptador através de tomadas (”mini-jack”) semelhantes aos de aparelhos de áudio. Não havia a necessidade de um terminador de rede.

Simply Parallel Adapter

Uma porta Ethernet paralela, que eliminava a necessidade de abrir o computador para inserir uma placa de rede. Radicalizava o conceito do Simply Ethernet Adapter, com cabos e conectores de áudio, e fazendo rede e impressora compartilharem a mesma porta (o que nem sempre funcionava de modo pacífico - algumas impressoras se recusavam a funcionar nesse sistema).

Série AE (Adaptadores AE-1/T, AE-2, AE-2/T e AE-3)

Placas de rede Ethernet de 16 bits, configuráveis através de “jumpers” e compatíveis a nível de registro com as NE2000. Ostentavam 16 Kb de RAM “on-board” para buffer do tráfego de rede, expansíveis para 64 Kb. Podiam ser usadas como placas Ethernet comuns em qualquer rede (ou seja, não possuíam arquitetura proprietária). A principal diferença entre os três modelos era o conector (e tipo de cabeamento suportado) em cada uma delas:

  • AE-1/T - conector RJ45 (cabo de par trançado não-blindado)
  • AE2 - conectores DB15 (cabo “Thicknet”) e BNC (cabo coaxial)
  • AE-2/T - conectores RJ45 e DB15
  • AE-3 - conectores RJ45, DB15 e BNC

Adaptadores NodeRunner 2000 e NodeRunner 2000SI

Placas de rede Ethernet de 16 bits, que utilizavam um chip ASIC (”Alice”) para acelerar o processamento dos sinais. As NR2000 foram projectadas para uso em redes LANtastic versão 5.0 ou anteriores, enquanto as NR2000SI funcionavam com redes de outros fabricantes e com a LANtastic versão 6.0 (mas não com versões anteriores). As SIs originais podiam ser identificadas por um adesivo amarelo ou vermelho preso na parte externa do espelho da placa, enquanto as 2000 originais possuíam um adesivo branco no mesmo local.

Hardware de 16 bits (MicroChannel)

A Artisoft criou versões de seus adaptadores de rede para o padrão proprietário MicroChannel (MCA), utilizado nos modelos IBM PS/2. Os modelos fabricados eram das séries AE, A2MBPS e NodeRunner, e foram projectados para uso exclusivo em redes LANtastic.

Boot PROM

Chip inserido numa interface de rede para permitir boot remoto. Era usado em estações de trabalho “diskless” (sem drive de disquete nem disco rígido), para inicializar o sistema via rede, através de um servidor remoto.

Hub T-Runner I

Hub Ethernet 10baseT com 8 ou 12 portas (RJ-45).

Hub T-Runner II

Hub Ethernet 10baseT com 8 ou 16 portas (RJ-45).

Peer Hub

Hub dinâmico 10baseT para inserção no computador, como se fosse um adaptador de rede. Dotado de cinco portas externas RJ-45 e duas internas (usadas para conexão com outros adaptadores das séries AE/T e NR2000 instaladas no mesmo computador), era oferecido como uma alternativa aos hubs externos. Até quatro Peer Hubs podiam ser instalados numa mesma máquina.

Central Station I e II

Módulo independente de conexão para impressoras, modens e laptops numa rede LANtastic, evitando a compra de um computador especificamente para este fim. Possuía 2 portas seriais DB-9 bi-direcionais, uma porta auxiliar DB-9 para protocolo XON/XOFF (somente no Central Station II), uma porta paralela DB-25 para conexão de impressoras, outra porta paralela DB-25 para conexão de mais uma impressora ou laptop (somente no Central Station II). O Central Station não era compatível com máquinas rodando LANtastic para Windows 95 e nem dava suporte para modens com taxas de transferência acima de 14.4 Kbps.

LANtastic Sounding Board (Voice Adapter)

Placa de som de 8 bits (ISA), desenvolvida pela Artisoft (originalmente sob o nome Voice Adapter), especificamente para gravar e reproduzir mensagens de voz através de uma rede LANtastic. Em ambiente Windows, podia gravar sons em seu formato nativo MULAW ou no WAVE do Windows. Foi comercializada como parte do pacote Artisoft Net Media, que teve vida breve.

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Nicholas Negroponte || laptop

Posted on April 29th, 2008 in Uncategorized by admin

Nicholas Negroponte (1943, Nova Iorque) é um cientista Americano, filho de gregos, formado em arquitetura. É um dos fundadores e professor do Media Lab, o laboratório de multimídia do Massachusetts Institute of Technology (MIT), onde é financiado por mais de 105 empresas, incluindo as maiores corporações dos Estados Unidos da América e as grandes empresas da indústria do entretenimento. Ele também assina a coluna da revista Wired e é muito reconhecido no universo da informática. É considerado brilhante e caracteriza seus conceitos no seu famoso livro “A vida digital”, conceitos muito discutidos, pois são irreverentes e otimistas. Negroponte estudou no MIT, onde se especializou no então novo campo de computer aided design (CAD), ou Projeto assistido por computador.

Entre suas explicações ele começa determinando a diferença entre bits e átomos. Para Negroponte a natureza física, constituída de átomos, passa a ser transmitida e “transformada” em outra natureza, a natureza digital (bits) (“É o menor elemento atômico no DNA da informação” http://www.abrade.com.br/vida.html). Como não é baseada em matéria física, a informação em bits pode ser transmitida cada vez mais em um tempo e espaço menor, ultrapassando os limites da informática e estando cada vez mais presentes na vida dos seres humanos.

Haverá uma interação maior entre os humanos de todos os lados do mundo, compartilhamento idéias e isso de uma forma cada vez mais dinâmica. Assim como grandes computadores transformaram-se hoje em laptops e palmtops que podem ser carregados até em bolsos. Além disso, será cada vez maior a interatividade e o mundo digital irá se adaptar há quem o serve, sendo cada vez mais personalizado.

O conceito de multimídia também foi descrito por Negroponte. Ele defende a interação entre bits, a mistura entre bits de vídeo e bits de áudio. Entre esses e outros, mostra a importância dos computadores e meios digitais serem mais “inteligentes”, para ele não somos nós que temos que nos adaptar e sim os meios a nós, a interface deverá ser “moldada” para cada usuário, facilitando sua manipulação.

Enfim, em suas teorias, mostra como os meios digitais facilitam e vão dominar nossa próxima era, como o e-mail, que é muito mais barato e tem inúmeras vantagens em relação a um fax, a globalização fará com que não haja barreira aos bits, e a partir daí todo o estilo de vida humano passará por um processo enorme de transformação.

Segundo Negroponte, toda indústria que possui uma posição dominante deve buscar formas de se diversificar, a tecnologia pode ser a resposta. Um exemplo são fabricantes de postes de luz e bueiros, talvez. Postes de iluminação pública são ideais para a instalação de estações-base para acesso Wi-Fi: “Cada poste poderia ser uma estação de conexão peer-to-peer”, afirma. “Os bueiros são instalados em espaços regulares nas ruas das cidades, e poderiam ser usados para alguma coisa. Quem sabe? Esta é uma boa hora para essas empresas começarem a pensar em possibilidades inesperadas”.
A inovação em tempos de dificuldades econômicas envolve o ato de pensar de formas surpreendentes, afirma Negroponte. Outra opinião dele é que a geração futura vai ficar horrorizada quando souber que utilizamos fios para conexão ou para qualquer outra coisa. Através desta afirmação podemos notar que Negroponte é muito otimista em relação às novas mídias.

O PC de U$100

Negroponte

esteve em 2006 no Brasil, trazendo várias idéias e propostas. Uma delas chamou bastante a atenção: a idéia do Notebook de 100 dólares, que, segundo ele, iria melhorar a educação, pois possibilitaria ao estudante várias opções de pesquisa através do acesso à internet. Recentemente (Novembro de 2006, o Cientista se encontrou com o Presidente da República para lançar o Laptop de 150 Dólares).

O autor do livro “Vida Digital” ainda afirma em entrevista feita para o site icoletiva.com que o Brasil, por ter uma grande população que varia entre 15 e 25 anos de idade, ainda tem uma grande possibilidade de se tornar um grande pólo de produção de software, maior ainda que a Índia, mas que para isso precisaria escutar os jovens e assim descentralizar as idéias. Negroponte acrescentou que em suas previsões ele ainda vê o avanço da internet móvel, e que no futuro vamos ser motivos de risos quando verem que usávamos fios para nos conectar a internet. Assim começa a “vida sem Fio” ou vida totalmente wireless’.

Será o fim da exclusão digital?

Em um mundo cada vez mais globalizado, onde a informação flui instantaneamente e se desatualiza antes mesmo de ser conhecida, o passado deixa de existir como fumaça no ar e o futuro já é conhecido. Negroponte vê em suas previsões que em breve assistiremos à fusão entre o mundo interativo, o mundo do entretenimento e o mundo da informação. Separadas do mundo tecnológico, nossas crianças não têm futuro como cidadãos produtivos: o mercado não pode mais tolerar a cisão homem-máquina. O mercado quer a fusão, o mercado deseja o homem-cibernético.

Mordomos Digitais

“A idéia é construir substitutos de computadores que possuam certa quantidade de conhecimento, tanto sobre um assunto (um processo, uma área de interesse, um modo de operar) quanto sobre você e sua relação com esse assunto (seus gostos, inclinações, as pessoas que você conhece). Ou seja, o computador deve possuir uma dupla especialidade, como um cozinheiro, jardineiro e um motorista utilizando os conhecimentos que tem para atender aos gostos e necessidades do patrão em matéria de comida, jardinagem e locomoção.”

O Paladino da era digital

Negroponte é visto como um paladino da era digital, pois de certa forma as “visões” dele a respeito do desenvolvimento da tecnologia da informação são bastante válidas. Negroponte é uma daquelas pessoas rotuladas como otimista em relação à das novas mídias. Chegou a profetizar que, com o desenvolvimento e a rapidez com que as informações são geradas, serão capazes de gerar um êxodo urbano sem procedentes. Ou seja, não haverá nada que se possa fazer que você não acesse lá da sua casa de campo a milhas dos grandes centros urbanos. Na visão de Negroponte, o computador, principal signo dessa nova era, vem como uma ferramenta de assistência a atividades em que exigem um tempo que poderia ser aproveitado de outra forma. Há também quem veja essa imersão às facilidades provocadas pelo computador de forma bastante negativa. Jean Baudrillard é o Yang de Nicholas, e vê a sociedade cada vez mais escrava e dependente das “máquinas”.

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Freifunk || laptop

Posted on April 29th, 2008 in Uncategorized by admin

O site Freifunk (www.freifunk.net) é especializado no desenvolvimento e na programação de Firmware software-livre em Linux com base no protocolo OLSR para redes sem fio de computadores. Várias cidades e grupos já adotaram esta manaeira de criar comunidades de pessoas com objetivos comuns de Convivência e technologia. Para usar este software, deve-se ter um roteador que aceite a linguagem linux, descarregar da internet o software específico da página do freifunk traduzido por Alexandre Maestrini. Seguir as orientações de instalação e começar a criar a sua própria rede OLSR. O Freifunk é um Firmware para redes abertas, portanto a conexão não poderá ser criptografada.

   DNS-Server da Universidade de Zürich: 130.60.7.51
   DNS-Server da Universidade de Freiburg: 193.192.227.3

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Celeron || laptop

Posted on April 28th, 2008 in Uncategorized by admin

Celeron é a marca usada pela Intel em diferentes microprocessadores x86 de baixo custo.

A família Celeron complementa a linha de alta performance da empresa (atualmente a Core2 Duo, anteriormente a linha Pentium). Indroduzido em 1998, o primeiro Celeron era baseado no Pentium II, porém sem cache externo. Versões posteriores eram baseados no Pentium III, Pentium 4, Pentium M, Core Solo, Core Duo e Core2. Esses processadores rodam muitos aplicativos de forma satisfatória, porém apresentam algumas limitações de performance quando rodam aplicativos mais pesados e exigentes (como jogos e demais aplicativos 3D).


Introdução

O Celeron foi introduzido como uma resposta da Intel à perda do mercado de CPUs de baixo custo, particularmente para os Cyrix 6×86, AMD K6 e outros (como o IDT Winchip). A alternativa econômica da empresa até então era o Pentium MMX, que já há muito tempo não apresentava uma performace competitiva. Embora fosse uma aposta segura, o Pentium MMX, com seus 233 Mhz, enfrentava concorrentes muito mais poderosos que utilizavam a mesma placa mãe(o K6 podia chegar à 333 Mhz), e muitas vezes à preços similares.
Ao invés de continuar prolongando a vida útil do Pentium MMX (e por extensão do padrão Socket 7, utilizado pelos concorrentes), a Intel optou por uma solução que já havia aplicado na época dos 486 DX e SX: desenvolver uma versão limitada do seu modelo “topo de linha” - o Pentium II - e vendê-la a preços mais acessíveis, esperando capitalizar sobre a marca.
Apesar de alguns percalços iniciais o Celeron acabou ganhando aceitação e, de certa forma, acabou se tornando quase um padrão para máquinas direcionadas ao uso em escritórios.


Convington

Esse foi o codinome do primeiro tipo, que era essencialmente um Pentium II de 266 MHz sem o cache secundário (L2) incluído. O processador também compartilhava o código de produto 80523 do Deschutes. Com frequências de 266 à 300 MHz (de 33 à 66 MHz a mais que os Pentium MMX) os processadores entretanto eram consideravelmente mais lentos do que os produtos que se propunham a substituir. As vendas na época do lançamento foram consideraveis, principalmente pelo nome da Intel, porém o produto teve uma péssima repercussão na imprensa especializada e com os profissionais da área de computação. O mercado rapidamente se desinteressou, o produto ganhou fama de baixa performance, e a incrível queda nas vendas obrigou a Intel desenvolver uma nova solução o mais rápido possível.
No mais, esse processador é interessante para Overckers por seu flexivel índice de Overclock em relação ao seu Preço.

Mendocino

O Celeron “Mendocino foi lançado em 24 de agosto de 1998, e foi o primeiro processador produzido em larga escala a apresentar o cache L2 integrado ao núcleo , a exemplo do Pentium Pro. Ao passo que o Covington não tinha cache L2 algum, o Mendocino incluía 128 Kb de cache L2 rodando à mesma velocidade do processador. Embora com modestos 300 Mhz de freqüência (mesmo para a época), o novo modelo oferecia quase que o dobro da performance do antigo Covington. Para distingui-lo do modelo anterior que também rodava a 300 Mhz a Intel se referia aos processadores com núcleo Mendocino como “Celeron 300A Embora os outros Mendocinos (por exemplo o 333 Mhz) não tivessem o “A” no nome, as pessoas se referiam a ele como “Celeron-A” independente da velocidade.

Os novos Mendocino ofereciam boa performance, e foram bem sucedidos desde o lançamento. Na verdade, muitos especialistas consideraram o Mendocino bem sucedidos demais—a performance era suficientemente alta para competir não somente com os rivais da faixa de mercado, como também para atrair compradores do então lucrativo carro-chefe da Intel, o Pentium II. Os overclockers rapidamente descobriram que, dispondo de uma placa mãe adequada e de qualidade, o Celeron 300A podia rodar com estabilidade a 450 MHz. Isso era feito simplesmente aumentando a freqüência externa (FSB) do padrão de fábrica à 66 MHz para os 100 MHz utilizados no Pentium II. Nessa velocidade o Celeron Mendocino rivalizava com os processadores x86 mais rápidos do mercado.

Na época cache integrado ao núcleo (on-die) era difícil de fabricar; especialmente o cache L2, já que cada vez mais era necessário para se atingir um nível considerável de performance. Um de seus benefícios e que ele opera à mesma freqüência da CPU. Todas as outras CPUs da época utilizavam cache L2 montado ou na placa mãe ou em um slot separado, o que tornava-o fácil de fabricar, barato e permitia que se aumentasse seu tamanho para qualquer um desejado (valores típicos eram de 512 KB à 1 MB), mas eles sofriam de performance reduzida, rodando geralmente à velocidade do FSB (60 à 100 MHz). A implementação do cache de 512 Kb do Pentium II foi inovadora (posteriormente copiada pela AMD em seu Athlon), apresentando o cache L2 montado em uma placa especial junto com o processador, rodando à metade da freqüência deste e comunicando-se com ele através de um barramento especial. Este método de construção era dispendioso e impunha limitações ao tamanho do cache, mas permitia que o Pentium II fosse elevado à freqüências mais altas, além de evitar latências e demais contingências necessárias nas configurações com cache montado na placa mãe.

Com o tempo novos processadores de núcleo Mendocino foram lançados com clock de 333, 366, 400, 433, 466, 500 e 533 MHz. Os Celeron “Mendocino” eram projetados para utilizar apenas FSB de 66 Mhz, mas isso só se tornaria um gargalo de performance mais sério quando as velocidades chegassem à níveis maiores.

Os Celeron Mendocino também introduziram novos encapsulamentos. Quando foram lançados os “Mendocinos” vinham tanto em Slot 1 SEPP quanto em soquete 370 PPGA. O encapsulamento SEPP tinha sido desenhado originalmente para acomodar o cache L2 do Pentium II, mas uma vez que os Celerons possuiam esse componente integrado no núcleo, não havia razão para manter a sobreplaca, e a Intel descontinuou a versão Slot 1 - à começar com o modelo de 433 Mhz, apenas a versão PPGA soquete 370 estaria disponível (fabricantes independentes entretanto desenvolveramum acessório que permitia a montagem de um processador PPGA soquete 370 em uma placa mãe Slot 1).
Um fato interessante é que, apesar de ser oficialmente um processador de “baixo custo”, o modo de multiprocessamento simétrico continuava disponível, e pelo menos uma placa mãe foi lançada (a ABIT BP6) para aproveitar esse fato.

O Mendocino também possuía uma variação para notebooks, com velocidades entre 266, 300, 333, 366, 400, 433, 466, 500, 533, 566 e 600 MHz.

No esquema de nomeclatura “Family/Model/Stepping” da Intel, os Mendocinos pertencem à família 6, modelo 6 e código interno 80524. Estes códigos são compartilhados com o modelo relacionado Dixon, a versão portátil do Pentium II.


Coppermine-128

A próxima geração de Celeron era o Copermine-128 (alguns o conhecem como “Celeron II”). Este derivado do Pentium III Coppermine foi lançado em março do ano 2000. Como o Mendocino tinha 128 KiB de cache L2 incluídos no chip e continuava com a velocidade de barramento de 66 MHz. Eram praticamente identicos, com a exceção do cache menor e a velocidade do FSB mais baixo.

Por teoria o processador tem um núcleo adaptado, pois não foi noticiado o suporte ao SSE. O Celeron foi no seu tempo o único processador do mercado que rodava 66 MHz e ia com a mesma velocodade na memória RAM e foi significamente mais lento em relação ao seu concorrente. As vendas vinham diminuindo e o mercado numa discussão fácil queria ver versões de 100 MHz. A Intel disse não, pois era muito provável que já enfrentava grandes problemas em relação ao tempo e também concentrava recursos para entregar volumes suficientes de seu Pentium III.

Todos os processadores foram fabricados com o encapsulamento FCPGA assim como os Pentium III Coppermine. Estes iniciaram em 533 MHz e vieram em seguida 566, 600, 666, 700, 733 e 766 MHz. Devido às limitações dos 66 MHz havia uma pequena diferença de performance entre os modelos de maior clock e como por um tempo concorreu com o “antigo” AMD K6-2, isso era aceitável. Em julho do ano 2000 a AMD lançou seu Duron, derivado do Athlon - um processador com barramento maior e mais memória cache. O Coppermine-128 ficou incompetitvo como o original de 266 MHz.

Entretanto sua performance era revelada quado o processador era overclocado para operações de 100 MHz. Overclocava um processador de 566 MHz para 850 MHz ou um 600 MHz para 900 MHz e dava bons resultados, desde que os sistemas suportassem sem a necessidade de aumentar a ventilação ou a voltagem. Em particular um número de processadores de 600 MHz foram vendidos com a voltagem de 1,7V: Esses podem rodar a 100 MHz com mais estabilidade comparado aos mesmos processadores que tem voltagem de 1,5V.

Em 31 de janeiro de 2001 a Intel finalmente mudou a velocidade do FSB para 100 MHz. Embora o processador de 800 MHz (o primeiro com 100 MHz) fosse menos poderoso que o Duron, em porcentagem, era uma opção perfeitamente viável. Todos as opções a partir de 800 MHz vem com o barramento de 100 Mhz, as de 850, 900, 950, 1000 e 1100 MHz.

Nos esquemas de identificação da Intel, o Coppermine-128 é a família 6, modelo 8 e o seu código é 80526.


Tualatin-256

A próxima geração de Celerons foi baseado no núcleo Tualatin do Pentium III e feito com o processo de 0,13 micrometros. Foi apelidado de “Tualeron”, junção das palavras “Tualatin” e “Celeron”. Alguns softwares e usuários referiam o processador como “Celeron-S”, referindo a linha de chips Pentium III-S, mas não era uma desiguinação oficial. A linha inicia com 1000 MHz e 1100 Mhz (novamente com a letra “A”, diferenciando-os das versões Coppermine-128) e continuou com 1200, 1300 e 1400 MHz.

Os “Tualerons” são semelhantes em fabricação ao Pentium III, agora a maior diferença era velocidade de 100 MHz em relação aos 133 Mhz do Pentium III Tualatin. O cache do Celeron apresentava latencia “1″ e o Pentium III tinha latência “0″. Eram excelentes para overcloking, pois era fácil mudar a velocidade do barramento para 133 MHz. Vinham com 256 KiB de cache nível 2.

Esse foi o último dos Celerons “P6″. Eles foram vendidos em paralelo com os Celerons baseados do Pentium 4.

Nos esquemas de identificação da Intel, o Tualatin-256 é a família 6, modelo 11 e o seu código é 80530.


Willamette-128

A próxima série de Celeron é baseada no núcleo do Pentium 4 Willamette e tem, em consequência, um diferente design. São muito conhecidos como “Celeron 4″. Possuem 128 KiB como 256 KiB e 512 KiB de memória cache, mas são muito similares em desempenho.

Nos esquemas de identificação da Intel é a família 15, modelo 1 e o seu código é 80531.


Northwood-128

Alguns Celerons são baseados no núcleo do Pentium 4 Northwood e possuem 128 KiB de cahe nível 2. A única diferença entre esse e o Willamette-128 é o seu processo de fabricação de 0,13 micrometros e a voltagem de 1,52V comparado ao 1,7 do modelo anterior. A performance também contiua o mesmo.

Nos esquemas de identificação da Intel é a família 15, modelo 2 e o seu código é 80532.


Northwood-256

Esse foi o núcleo utilizado para equipamentos móveis (Laptops). Baseado no núcleo Northwood possui 256 KiB de cache L2.


Banias-512

Esse modelo agora é baseado no núcleo Banias do Pentium M, e as diferenças são a metade da memória cache nível 2 (L2) e o não suporte à tecnologia SpeedStep. Sua performance pode ser comparada ao do Pentium M, porém a tempo de duração da bateria é menor em relação ao notebook com Pentium M.

Um sistema equipado com Celeron M não pode levar o nome Centrino, mesmo equipado com o Chipset i855 ou i915 e o chip WI-FI Intel PRO.

Nos esquemas de identificação da Intel é a família 6, modelo 9 e o seu código é 80535. É a mesma identificação do Pentium M.


Shelton

O núcleo Shelton é o Banias sem o cache L2 e o SpeedStep desabilitado. Ele é usado numa placa-mãe de pequenas dimensões da Intel, o D845GVSH, e introduzido nos mercados asiático e norte-americanos. O mesmo processador é identificado como “Intel Celeron 1000B”, para diferenciar dos antecessores Copermine-128 e Tualatin-256 de 1 GHz.


Dothan-1024

É um Celeron de 90 nanometros (0,09 micrometros) derivado do Pentium M de 90 nm, com a metade do cache nível 2 e como o antecessor, sem o Speed Step.

Como o Pentium M dessa geração são identificados como a família 6, modelo 13 e o seu código é 80536.


Yonah-1024

A nova série Celeron M 400 é baseado no núcleo Yonah do processador Core Solo. Como os dois últimos antecessores, vem com metade do cache nível 2 (1 MiB) e sem SpeedStep. Foram inclúidas novos fatores para esse Celeron M, como o barramento à 533 MTs, instruções SSE3 e suporte ao XD bit (vem também na série J do Dothan-1024).


Meron-1024

O Meron-1024 é um processador de núcleo simples baseado do Core 2 Meron e tem metade do cache (1 MiB) , o SpeedStep e a Tecnologia de Virtualização desabilitados, contudo, vem com a tecnologia EM64T, XD bit e barramento de 533 MHz.


Prescott-256

O primeiro processador Celeron D é baseado no núcleo Prescott do Pentium 4 e vem com cache L2 de 256 KiB. É caracterizado pelo barramento de 533 MHz, instruções SSE3 e leva o número 3XX (comparados aos 5XX dos Pentium 4 e 7XX dos Pentium M). Ele também implementado a nível de hardware com a tecnonologia EM64T muito embora esteja desabilitado nos modelos 3X0/3X5 (exceto o 355) e habilitado nos modelos 3X1/3X6.

Assim, os modelos sem EM64T são: 365 - 3,6 GHz, 350 - 3,2 GHz, 345 - 3,06 GHz, 340 - 2,93 GHz, 335 - 2,8 GHz, 330 - 2,66 GHz, 325 - 2,53 GHz, 320 - 2,4 GHz, 315 - 2,26 GHz, 310 - 2,13 GHz.

E os com EM64T: 366 - 3,6 GHz, 355 - 3,3 GHz, 351 - 3,2 GHz, 346 - 3,06 GHz, 341 - 2,93 GHz, 336 - 2,8 GHz, 331 - 2,66 GHz, 326 - 2,53 GHz, 321 - 2,4 GHz, 316 - 2,26 GHz, 311 - 2,13 GHz.

O Celeron D trabalha com chipsets i845 e i855. O sufixo D serve apenas para diferencia-los das gerações anteriores, já que diferente do Pentium D, o Celeron D não tem núcleo duplo.

Os processadores assim como os Pentium 4 Prescott são identificados como a família 15, modelo 3 (até E0) ou 4 (do E0 a diante) e o código 80546 ou 80547 dependendo do tipo de soquete.


Cedar Mill-512

Esses modelos são baseados no núcleo Cedar Mill do Pentium 4. Essas versões continuam com o esquema de nomes 3XX agora como Celeron D347 (3,06 GHz), 352 (3,2 GHz), 356 (3,33 GHz), 360 (3,46 GHz) e 365 (3,6 GHz) e tem as mesmas características do Prescott-256 com metade do cache L2 (256 KiB) e o processo de fabricação de 65 nanometros.

No esquema de identificação todos os Ceddar Mills são da família 15, modelo 6 e o código é 80552.

Futuros Celerons

O roadmap da Intel lista uma série de novos Celeron baseados na microarquitetura do Core2. Há poucas informações deles, a não ser que venham a usar o núcleo Conroe-L e usarão nos nomes 4XX.

Serão processadores como de sempre voltados ao mercado de baixo custo, como o processador baseado no núcleo do AMD K8, o Sempron.

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Hikaru Utada || laptop

Posted on April 28th, 2008 in Uncategorized by admin

, nascida em 19 de janeiro de 1983), também conhecida como Hikki’ é uma cantora e compositora de j-pop, R&B e dance.

Biografia

Lançou o primeiro álbum solo First Love a 10 de Março de 1999. Lançou o segundo álbum Distance a 28 de Março de 2001.

“Utada” é seu nome de família, e música é o negócio de família. Nascida em Manhattan, nos EUA, a mãe é uma cantora tradicional japonesa e seu pai, um produtor e músico, ela viajava freqüentemente entre Nova Iorque e Tokyo antes mesmo de aprender a andar. Agora, com 24 anos de idade e bilíngue, Utada confirma sua estabilidade, educação nômade que instalou nela uma mente aberta e analítica e a confiança de rapidamente se adaptar a um novo ambiente.

Tão natural quanto o filho de um sapateiro pega as ferramentas de seu pai, ela compôs e gravou sua primeira música aos 11 anos. Aos 13, ela gravou seu primeiro álbum solo em inglês (voltado para o mercado americano), Precious, com backvocal de seus pais, numa banda chamada Cubic U - ela escreveu e compôs a maioria das músicas, ao mesmo tempo que a música principal, Close to You, era um cover dos The Carpenters. O álbum infelizmente nunca foi lançado nos EUA devido a crise financeira da EMI, mas foi lançado no Japão e fez grande sucesso. Algum tempo depois, um produtor musical da Toshiba-EMI casualmente perguntou se ela era capaz de escrever músicas em japonês. Sua resposta viria com a primeira gravação de seu álbum de estréia, First Love, que vendeu mais de 10 milhões de cópias desde seu lançamento em 1999.

No Japão, Utada rapidamente conquistou notoriedade pela falta de exposição na mídia, devido ás suas prioridades acadêmicas (como… colegial!). Ela deixou a Universidade de Columbia, optando pela intensidade de sua carreira ao invés de sua vida no campus. “Eu percebi que sempre sabia exatamente o que queria fazer. E pela primeira vez, eu conscientemente escolhi fazer música como profissão integral. Talvez eu volte à universidade quando for avó”. Utada foi a artista mais nova da história a participar do MTV Unplugged, com apenas 19 anos, surpreendendo a todos com sua naturalidade, estilo forte, arranjos harmoniosos e um cover da música With or Without You, do U2. Por enquanto ela prefere fazer a maioria do seu trabalho sozinha com seu laptop e teclado, seqüenciando e arranjando, compondo, e escrevendo suas músicas.

Em junho de 2002, Utada se casou com o diretor de fotografia Kazuaki Kiriya, que dirigiu diversos de seus clipes e fez fotografias de vários albuns e singles de Utada.

Seu próximo passo seria ganhar o mundo, o Japão já era muito pequena para os sonhos de Utada e em 2004 ela lança pela gravadora Island Records, apenas como Utada, o cd Exodus, totalmente em inglês (sua língua-mãe) e no estilo dance e R&B, que faz sucesso no mundo underground nos EUA e Reino Unido, e passa meio desapercebido na Europa, devido à baixa divulgação. Já no Brasil onde esse mesmo cd foi lançado pela gravadora Universal Music teve sua primeira tiragem esgotada em 2 semanas. Foram mais de 10.000 cds vendidos em pouco tempo por todos os amantes de seu trabalho e de j-music em terras verde e amarela, mas nem isso foi o suficiente pra que os clipes da cantora fossem exibidos na MTV brasileira.

Em 2006, resolve voltar ao Japão para fazer uma nova turnê, chamada Utada United 2006, que durou de julho a setembro de 2006, que conteve músicas de todos seus álbuns, inclusive o seu mais recente lançado dias antes do início da turnê, Ultra Blue, que também foi lançado no ocidente com o Singles Collection. E pela EMI está programado para ainda este ano o lançamento de um novo single, Boku wa Kuma (Eu sou um urso), que foi lançado no dia 22 de novembro, cuja música foi tema de abertura do programa infantil da NHK Minna no Uta. Este single surpreendeu em vendas, mais de 100.000 cópias vendidas. Também foi lançado em dvd da tour Utada United 2006 no dia 20/12/2006, para a alegria dos fãs que não puderam assistir aos shows da tour no Japão.

No dia 28 de fevereiro de 2007, foi lançado o mais recente single de Hikaru, chamado Flavor of Life, cuja versão balada é tema da segunda fase do drama Hana Yori Dango, e devido à alta audiência do drama o single está tendo uma enorme repercussão no Japão, conseguindo chegar ao número 1 na Oricon durante 3 semanas, sendo seu single mais bem vendido desde COLORS. Flavor of Life vendeu mais de 7.700.000 downloads digitais, quebrando o recorde de música mais baixada mundialmente.

No dia 3 de fevereiro, Utada se separou de Kazuaki Kiriya, com quem foi casada durante 4 anos e meio, alegando que não haver comunicação entre ambos. A separação foi pacífica e Kazuya pediu aos fãs que continuassem apoiando Utada.

Com o sucesso de Flavor of Life, Utada está partindo para novos projetos na carreira musical, como o lançamento do single double A-side Beautiful World/Kiss & Cry, que foi lançado dia 29 de agosto no Japão. Beautiful World é uma música uptempo que será tema do novo filme animado de Evangelion e Kiss & Cry é tema do comercial Freedom da Nissin Cup Noodles. O single também inclui uma nova versão de Fly Me To The Moon. Apesar de toda divulgação, ficou em #2 no ranking semanal da Oricon, entretanto ficou em #1 no iTunes.

Em 25 de setembro de 2007, Utada declarou no seu blog tque está em Nova Iorque conversando com produtores e executivos da Island Records sobre o segundo álbum em inglês.

Singles
Japoneses

Close To You
Lançamento: January 28, 1997
Álbum de estúdio: Precious
Oricon top 200 weekly position: N/A
Idioma: Inglês
Cópias Vendidas: N/A

Automatic / time will tell
8cm and 12cm
Lançamento: December 9, 1998
Álbum de estúdio: First Love
Oricon top 200 weekly position:
8cm: #4
12cm: #2
Idioma: Japonês
Cópias Vendidas: total 2,063,000

Movin’ on without you
8cm and 12cm
Lançamento: February 17, 1999
Álbum de estúdio: First Love
Oricon top 200 weekly position:
8cm: #5
12cm: #1
Idioma: Japonês
Cópias Vendidas: total 1,227,000

First Love

8cm and 12cm
Lançamento: April 28, 1999
Álbum de estúdio: First Love
Oricon top 200 weekly position:
8cm: #6
12cm: #2
Idioma: Japonês
Cópias Vendidas: total 804,000

Addicted To You

Lançamento: November 10, 1999
Álbum de estúdio: Distance
Oricon top 200 weekly position: #1
Idioma: Japonês
Cópias Vendidas: 1,784,000

Wait & See ~Risk~

Lançamento: Abril 19, 2000
Álbum de Estúdio: Distance
Oricon top 200 weekly position: #1
Idioma: Japonês/Inglês
Cópias Vendidas: 1,662,000

REMIX: Fly Me To The Moon

Lançamento: Maio 10, 2000
Oricon top 200 weekly position: #16
Idioma: Inglês
Cópias Vendidas: 20,000

For You / Time Limit

Lançamento: Junho 30, 2000
Álbum de Estúdio: Distance
Oricon top 200 weekly position: #1
Idioma: Japonês
Cópias Vendidas: 909,000

Can You Keep A Secret?

Lançamento: Fevereiro 16, 2001
Álbum de Estúdio: Distance
Oricon top 200 weekly position: #1
Idioma: Japonês
Cópias Vendidas: 1,485,000

FINAL DISTANCE

Lançamento: Julho 25, 2001
Álbum de Estúdio: Deep River
Oricon top 200 weekly position: #2
Idioma: Japonês
Cópias Vendidas: 582,000

Traveling

Lançamento: Novembro 28, 2001
Álbum de Estúdio: Deep River
Oricon top 200 weekly position: #1
Idioma: Japonês
Cópias Vendidas: 856,000

Hikari

Lançamento: Março 20, 2002
Álbum de Estúdio: Deep River
Oricon top 200 weekly position: #1
Idioma: Japonês
Cópias Vendidas: 598,000

SAKURA Drops / Letters

Lançamento: Maio 9, 2002
Álbum de Estúdio: Deep River
Oricon top 200 weekly position: #1
Idioma: Japonês
Cópias Vendidas: 687,000

COLORS

Lançamento: Janeiro 29, 2003
Álbum de Estúdio: Ultra Blue
Oricon top 200 weekly position:#1
Idioma: Japonês / Inglês
Cópias Vendidas: 894,000

Dareka no Negai ga Kanau Koro

Lançamento: Abril 21, 2004
Álbum de Estúdio: Ultra Blue
Oricon top 200 weekly position: #1
Idioma: Japonês
Cópias Vendidas: 356,000

Be My Last

Lançamento: Setembro 28, 2005
Álbum de Estúdio: Ultra Blue
Oricon top 200 weekly position: #1
OnGen top 20 weekly singles download position: #1
Idioma: Japonês
Cópias Vendidas: 150,000

Passion

Lançamento: Dezembro 14, 2005
Álbum de Estúdio: Ultra Blue
Oricon top 200 weekly position: #4
OnGen top 20 weekly singles download position: #1
Idioma: Japonês
Cópias Vendidas: 112,345

Keep Tryin’

Lançamento: Fevereiro 22, 2006
Álbum de Estúdio: Ultra Blue
Oricon top 200 weekly position: #2
OnGen top 20 weekly singles download position: #1
Idioma: Japonês
Cópias Vendidas: 125,000
Legal Online Downloads: 2,000,000

Boku wa Kuma’

Lançamento: 22 de novembro de 2006
Álbum de Estúdio: TBA
Oricon top 200 weekly position:#4
iTunes top 20 weekly singles download position:#2
Idioma: Japonês
Cópias Vendidas:141,379
Legal Online Downloads:

Flavor of Life’

Lançamento: 28 de fevereiro de 2007
Álbum de Estúdio: TBA
Oricon top 200 weekly position:#1
iTunes top 20 weekly singles download position:#1
Idioma: Japonês
Cópias Vendidas:639,918
Legal Online Downloads:7.700.000 - recorde de música mais baixada mundialmente

Beautiful World/Kiss & Cry
Lançamento: 29 de agosto de 2007
Álbum de Estúdio: TBA
Oricon top 200 weekly position:#2
iTunes top 20 weekly singles download position:#1
Idioma: Japonês/Inglês
Cópias Vendidas: 191,000 até o momento
Legal Online Downloads:

Americanos

Easy Breezy

Lançamento: Agosto 3, 2004
Álbum de Estúdio: Exodus
Billboard Dance Charts position: #9
Idioma: Inglês
Cópias Vendidas: N/A

Devil Inside

Lançamento: Setembro 14, 2004
Álbum de Estúdio: Exodus
Billboard Dance Charts position: #1
Idioma: Inglês
Cópias Vendidas: N/A

Exodus ‘04

Lançamento: Junho 21, 2005
Álbum de Estúdio: Exodus
Billboard Dance Charts position: #24
Idioma: Inglês
Cópias Vendidas: N/A

You Make Me Want To Be A Man

Lançamento: Outubro 17, 2005
Álbum de Estúdio: Exodus
Billboard Dance Charts position: #1
UK Singles Charts position: #227
Idioma: Inglês
Cópias Vendidas: N/A

Awards

Years Awards
1999
  • -Yusen Awards- Top Award “Special Prize”
  • -Yusen Awards- Top Award “Best New Artist”
  • -Record Awards- Best Album
    (First Love)
  • -Record Awards- Best Song
    (Automatic)
2000
  • -Golden Disc- Artista do Ano
  • -Golden Disc- Música do Ano
    (Automatic, Movin’ on without you, Addicted To You)
  • -Golden Disc- Pop Album do Ano
    (First Love)
  • -Golden Disc- Melhor Clipe do Ano
    (SINGLE CLIP COLLECTION VOL.1)
  • -World Music Awards- Artista Japonesa que mais vendeu
  • -JASRAC- Gold Award
    (Automatic)
  • -JASRAC- Silver Award
    (time will tell)
2001
  • -Golden Disc- Música do Ano
    (Wait & See ~Risk~, For You / Time Limit)
  • -MTV JAPAN Viewer´s Choice Video
    (Can You Keep A Secret?) [1]
2002
  • SSTV Melhor Direção de Arte
    (Traveling)
  • SSTV Melhor Vídeo Feminino
    (Traveling)
  • SSTV Melhor Vídeo do Ano
    (Traveling)
  • -Golden Disc- Canção do Ano
    (Can You Keep A Secret?)
  • -Golden Disc- Canção do Ano
    (Traveling)
  • -Golden Disc- Pop Album do Ano
    (Distance)
  • JASRAC Silver Award
    (Can You Keep A Secret?)
2003
  • -World Music Awards- Artista Japonesa que mais vendeu
  • J-WAVE Melhor Artista Feminina
  • SSTV Melhor Vídeo Feminino
    (SAKURA Drops)
  • MTV JAPAN Melhor Clipe Feminino
    (SAKURA Drops)
  • -Golden Disc- Artista do Ano
  • -Golden Disc- Música do Ano
    (Hikari)
  • -Golden Disc- Música do Ano
    (SAKURA Drops)
  • -Golden Disc- Música do Ano
    (COLORS)
  • -Golden Disc- Rock & Pop Album do Ano
    (Deep River)
  • -Golden Disc- Vídeo Musical do Ano
    (Traveling)
  • JASRAC Silver Award
    (Traveling)
  • JASRAC Silver Award -Produção Perdida-
    (Hikari)
2004
  • AMD Award por Melhor Compositora
    (UH LIVE STREAMING 20 Dai wa Ikeike!)
2005
  • -Golden Disc- Música do Ano
    (Dareka no negai ga Kanau Koro)
  • -Golden Disc- Rock & Pop Album do Ano
    (Utada Hikaru SINGLE COLLECTION VOL. 1)
  • -Golden Disc- Video de Música do Ano
    (Utada Hikaru in Budokan 2004 ‘Hikaru no 5′)
2006
  • 10º lugar HMV Melhor Cantora Japonesa de todos os tempos
  • -Golden Disc- Música do Ano
    (Be My Last)
  • Primeiro Lugar - 5 álbuns com mais força para estrear com vendar acima de 500 mil cópias
  • 3º lugar - Vendas Totais de Álbuns de Astista Feminina
  • Oricon 40º Especial de Aniversário “WE LOVE MUSIC AWARDS” de 4 de janeiro de 1968 ~ 24 de abril de 2006
  • 1º lugar - (First Love)
  • 4º lugar - (Distance)
  • 8º lugar - (DEEP RIVER)
  • 4º lugar - Oricon Favorite Artist of 2006 dos rankings de 20.000 fãs

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M-Learning || laptop

Posted on April 28th, 2008 in Uncategorized by admin

M-Learning, de mobile learning, ou educação móvel é uma das derivações da Educação a distância, ou e-learning.

Acontece quando a interação entre os participantes se dá através de dispositivos móveis, tais como celulares, i-pods, laptops, rádio, tv, telefone, fax, entre outros. Está gerando uma grande expectativa no sistema educacional, já estão se realizando iniciativas em ambientes empresariais e de pesquisa em centros acadêmicos.http://www.abed.org.br/congresso2004/por/htm/074-TC-C2.htm

Referências

Links

Survivalism || laptop

Posted on April 28th, 2008 in Uncategorized by admin

Survivalism (ou Halo 23) é o primeiro single do álbum Year Zero, do Nine Inch Nails. É o vigésimo terceiro lançamento oficial da banda. A canção “Survivalism” é a terceira faixa do álbum.nine inch nails: year zero. NIN.com. Retirado em 12 de Fevereiro de 2007. Com lançamento marcado inicialmente para 5 de Março de 2007, na Europa, foi informado em 4 de Março que o lançamento do single foi adiadoCurrent. NIN.com (4 de Março de 2007). Retirado em 10 de Março de 2007. e tem nova data prevista para 30 de Março de 2007.Survivalism (Halo). NIN Wiki. Retirado em 11 de março de 2007.

Em 14 de Fevereiro, um trecho da música, na verdade o refrão de “Survivalism” pode ser ouvido ligando para o número de telefone 1-310-295-1040, o qual foi encontrado no Valentine’s Day de 2007 juntando numerais descoloridos na parte de trás de uma camisa de turnê.a new message?. Echoing the Sound (2007-02-14). Retirado em 18 de Fevereiro de 2007.

A canção fez sua estréia no dia seguinte na rádio 102.1 The Edge em Toronto, Canadá e em 16 de Fevereiro, foi tocada oficialmente em estações de rádio dos Estados Unidos. A música também está disponível no MySpace do Nine Inch Nails, junto com outras canções do Year Zero.NIN Myspace. myspace.com (16 de Fevereiro de 2007). Retirado em 18 de Fevereiro de 2007.

Em 13 de Março, a banda liberou a música em formato Garageband, assim como havia feito com “The Hand That Feeds” e “Only”; os vários canais separados para qualquer fã fazer um remix da música. A intenção é lançar todas as faixas do novo álbum em formato Garageband nos próximos meses.Survivalism released in Garageband format. The NIN Hotline (13 de Março de 2007). Retirado em 13 de março de 2007

“Survivalism” foi tocada ao vivo pela primeira no show do dia 19 de Fevereiro, em Barcelona, Espanha.

Tema

Survivalism (que em português seria algo como Sobrevivêncialismo) é um termo comumente usado para a subcultura ou movimento de pessoas que antecipam e se preparam para uma futura ruptura na ordem local, regional ou mundial, seja social ou política.

Video Clipe

Nine Inch Nails começou a filmar o vídeo para “Survivialism” em 5 de Fevereiro de 2007, na área de Los Angeles.Nine Inch Nails to film ‘Survivalism’ video next week. Blabbermouth.net. Retirado em 12 de Fevereiro de 2007. Em 7 de Março de 2007, no mini-site de Year Zero apareceu uma tarja cinza atrás do título da música na relação de faixas do site, indicando que, assim como acontecera anteriormente, ela seria revelada. Como a música já havia sido, tratava-se do videoclipe. No mesmo dia, quando Nine Inch Nails tocou na Carling Academy Brixton em Londres, Inglaterra, USB pen drives contendo versões em resoluções alta e baixa do vídeo foram entregues a alguns dos presentes no concerto.Survivalism video found on USB drives. The NIN Hotline (07/03/2007). Retirado em 13 de março de 2007. Pouco depois, o vídeo já circulava na internet.

O vídeo mostra a vida de pessoas distintas através de câmeras de vigilância instaladas em um bloco de apartamentos, bem ao estilo Big Brother, do livro 1984 de George Orwell. As câmeras mostram:

  • Um casal mais velho assistindo televisão com um retrato de Jesus atrás deles
  • Um homem cuidando de sua esposa enquanto ela está tendo uma overdose (possivelmente pelo uso da droga fictícia opal)
  • Uma mulher aiática de topless passando maquiagem no banheiro
  • Um homem sozinho sentado em sua mesa olhando para sua comida
  • Um casal gay fazendo sexo na cama
  • Três homens trabalhando em uma workshop com stencils e mais tarde em um beco.
  • Um homem em seu cubículo surfando pela internet com seu laptop da Apple
  • Nine Inch Nails tocando a canção em um quarto fechado

Há também câmeras que mostram corredores e escadas dentro do bloco de apartamentos. Depois de quase 1 minuto, três telas mostram uma equipe da SWAT armada com sub-metralhadoras se reunindo do lado de fora do bloco. Eles entram em formação, e eventualmente arrombam uma porta que contem letras em stencil escrito “REV1A 3•4″ e entram no apartamento. O barulho é ouvido por todos os residentes, que param o que estavam fazendo e vão investigatar, logo após retornando a suas atividades normalmente. Nessa hora, algumas câmeras foram desligadas e mostram estática. A banda não está mais no quarto, e a cena final é um membro da equipe da SWAT arrastando o corpo sangrando de Trent, por um canto.

A passagem da Bíblia escrita na porta é de Apocalipse, uma passagem falando da destruída cidade-nação da Babilônia e descrevendo como ela foi corrompida por luxúria e adultério, e como as pessoas estão sendo chamadas para deixar esta nação indecente para trás e não tomar parte em sua imoralidade para deixar de compartilhar do julgamento dela.

O cronômetro no monitor às vezes muda o último número por uma letra. isto eventualmente forma a frase “THE_WATER_TURNED_TO_BLOOD.” Diversos versos bíblicos que se referem a àgua e sangue são mostrados pelo vídeo. “Isaías 15:9″ no grafite na parede, “João 19:34″ na figura de Jesus atrás do casal, e “II Reis 3:22″ e “Êxodo 7:21″ no quadro atrás do homem com o computador. Isto levou a descoberta do sítio thewaterturnedtoblood.com. A página principal parece não ter mais que uma figura e alguns textos sem sentido, mas contém scripts que pedem senhas e remetem a outros arquivos. O texto que fica na parte de baixo da página e começa com “For The Lord said…” contém escondido um nome, que aparece duas vezes: francescafrancesca

CD Promocional

01. “Survivalism” (LP version) – 4:22
02. “Survivalism” (edit) – 4:22

CD Single

01. Survivalism
02. Survivalism (Tardusted Mix)
03. The Greater Good (Instrumental)
04. Survivalism (Video)

Posições nas paradas

“Survivalism” foi tocada 501 vezes e estreou na 28ª posição na parada Modern Rock Tracks da Billboard na semana terminando em 23 de Fevereiro de 2007. Desde então, subiu para a 2ª posição, tornando-se o quarto single consecutivo do NIN a chegar ao top 10.Alternative National Airplay. Radio & Records, Inc (30 de Março de 2007). Retirado em 1 de Abril de 2007.

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Internet || laptop

Posted on April 27th, 2008 in Uncategorized by admin

A Internet é um conglomerado de redes em escala mundial de milhões de computadores interligados pelo Protocolo de Internet que permite o acesso a informações e todo tipo de transferência de dados. A Internet é a principal das novas tecnologias de informação e comunicação (NTICs). Ao contrário do que normalmente se pensa, Internet não é sinónimo de World Wide Web. Esta é parte daquela, sendo a World Wide Web, que utiliza hipermídia na formação básica, um dos muitos serviços oferecidos na Internet. De acordo com dados de março de 2007, a Internet é usada por 16,9% da população mundial

(em torno de 1,1 bilhão de pessoas).

Tipos de conexão

Métodos comuns de acesso doméstico à Internet incluem o acesso discado ou por banda larga por meio de cabos (como ADSL, ISDN), acesso dedicado, sem fio (Wi-Fi) por satélite ou por telefones celulares 3G. Locais públicos para acesso à grande rede incluem bibliotecas e cyber cafés, nos quais computadores conectados são disponibilizados para uso temporário.

Existem também pontos de acesso em locais públicos, como aeroportos e cafés, acessíveis por meio de rede sem fio. Para isso, o utilizador deve possuir um dispositivo cliente de acesso, tal qual um PDA ou laptop. O acesso pode ser restrito por senhas, para a comercialização do tempo de uso.

Passado da Internet

Para entender o conceito do que vem a ser a Internet, a rede mundial de computadores, deve-se regressar às décadas de 1960 e 1970 para compreender como ela se tornou um dos meios de comunicação mais populares. Tudo surgiu no período em que a guerra fria pairava no ar entre as duas maiores potências da época, os Estados Unidos e a ex-União Soviética.

O governo norte-americano queria desenvolver um sistema para que seus computadores militares pudessem trocar informações entre si, de uma base militar para outra. Foi assim que surgiu então a ARPANET, o antecessor da Internet, um projeto iniciado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos que realizou então a interconexão de computadores, através de um sistema conhecido como chaveamento de pacotes, que é um esquema de transmissão de dados em rede de computadores no qual as informações são divididas em pequenos “pacotes”, que por sua vez contém trecho dos dados, o endereço do destinatário e informações que permitiam a remontagem da mensagem original.

Este sistema garantia a integridade da informação caso uma das conexões da rede sofresse um ataque inimigo, pois o tráfego nela poderia ser automaticamente encaminhado para outras conexões. O curioso é que raramente a rede sofreu algum ataque inimigo. Em 1991, durante a Guerra do Golfo, certificou-se que esse sistema realmente funcionava, devido à dificuldade dos Estados Unidos para derrubar a rede de comando do Iraque, que usava o mesmo sistema.

O sucesso do sistema criado pela ARPANET foi tanto que as redes agora também eram voltadas para a área de pesquisas científicas das universidades. Com isso, a ARPANET começou a ter dificuldades em administrar todo este sistema, devido ao grande e crescente número de localidades universitárias contidas nela. Dividiu-se então este sistema em dois grupos

, a MILNET, que possuía as localidades militares e a nova ARPANET, que possuía as localidades não militares. Um esquema técnico denominado Protocolo de Internet (Internet Protocol) permitia que o tráfego de informações fosse caminhado de uma rede para outra.

Todas as redes conectadas pelo endereço IP na Internet comunicam-se para que todas possam trocar mensagens. Através da National Science Foundation, o governo norte-americano investiu na criação de backbones (que significa espinha dorsal, em português), que são poderosos computadores conectados por linhas que tem a capacidade de dar vazão a grandes fluxos de dados, como canais de fibra óptica, elos de satélite e elos de transmissão por rádio. Além desses backbones, existem os criados por empresas particulares. A elas são conectadas redes menores, de forma mais ou menos anárquica. É basicamente isto que consiste a Internet, que não tem um dono específico.

O que hoje forma a Internet, começou em 1969 como a ARPANET, criada pela ARPA, sigla para Advanced Research Projects Agency, ou Agência de Pesquisa de Projetos Avançados, uma subdivisão do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Ela foi criada para a guerra, pois com essa rede promissora, os dados valiosos do governo daquele país estariam espalhados em vários lugares, ao invés de centralizados em apenas um servidor. Isso evitaria a perda desses dados no caso de, por exemplo, uma bomba explodisse no campus. Em seguida, ela foi usada inicialmente pelas universidades, onde os estudantes, poderiam trocar de forma ágil para a época, os resultados de seus estudos e pesquisas. Em Janeiro de 1983, a ARPANET mudou seu protocolo de NCP para TCP/IP. Em 1985 surge o FTP.

Contudo, a Internet como hoje conhecemos, com sua interatividade, como arcabouço de redes interligadas de computadores e seus conteúdos multimídia, só se tornou possível pela contribuição do cientista Tim Berners-Lee e ao CERN, Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire - Centro Europeu de Pesquisas Nucleares, que criaram a World Wide Web, inicialmente interligando sistemas de pesquisa científicas e mais tarde acadêmicas, interligando universidades; a rede coletiva ganhou uma maior divulgação pública a partir dos anos 1990. Em agosto de 1991, Berners-Lee publicou seu novo projeto para a World Wide Web, dois anos depois de começar a criar o HTML, o HTTP e as poucas primeiras páginas web no CERN, na Suíça. Em 1993 o navegador Mosaic 1.0 foi lançado, e no final de 1994 já havia interesse público na Internet. Em 1996 a palavra Internet já era de uso comum, principalmente nos países desenvolvidos, referindo-se na maioria das vezes a WWW.

Arquitectura

Vários cientistas da computação consideram a Internet um “grande exemplo de um sistema de grande escala, bastante engenhado, ainda que muito complexo”

. A Internet é extremamente heterogênea; por exemplo, as taxas de transferência de dados e as características físicas das conexões variam bastante. Adicionando à sua complexidade esta a capacidade de mais de um computador utilizar a Internet através de um nó de rede (um endereço IP público, ver explicação em proxy), criando a possibilidade de sub-redes hierárquicas, que poderiam ser estendidas infinitamente (exceto pelas limitações técnicas do protocolo IPv4).

Protocolos

Para o funcionamento da Internet existem três camadas de protocolos. Na camada mais baixa está o Protocolo de Internet (Internet Protocol), que define datagramas ou pacotes que carregam blocos de dados de um nó da rede para outro. A maioria da Internet atual utiliza a IPv4, quarta versão do protocolo, apesar que o IPv6 já está padronizado, sendo usado em algumas redes específicas somente. Independentemente da arquitetura de computador utilizada por dois computadores comunicando entre si na Internet, desde que eles compreendam o protocolo de Internet, eles podem se comunicar. Isso permite que diferentes tipos de máquinas e sistemas possam conectar-se à grande rede, seja um PDA conectando-se a um servidor WWW ou um computador pessoal executando Microsoft Windows conectando-se a um computador pessoal executando Linux.

Na camada média está o TCP, UDP e ICMP. Esses são protocolos no qual os dados são transmitidos. O TCP é capaz de realizar uma conexão virtual, fornecendo certo grau de garantia na comunicação de dados.

Na camada mais alta estão os protocolos de aplicação, que definem mensagens específicas e formatos digitais comunicados por aplicações. Alguns dos protocolos de aplicação mais usados incluem DNS (informações sobre domínio), POP3 (recebimento de e-mail), IMAP (acesso de e-mail), SMTP (envio de e-mail), HTTP (dados da WWW) e FTP (transferência de dados). Todos os serviços da Internet fazem uso dos protocolos de aplicação, sendo o correio eletrônico e a World Wide Web os mais conhecidos. A partir desses protocolos é possível criar aplicações como listas de discussão ou blogs.

Diferente de sistemas de comunicação mais antigos, os protocolos da Internet foram desenvolvidos para serem independentes do meio físico de transmissão. Qualquer rede de comunicação, seja através de cabos ou sem fio, que seja capaz de transportar dados digitais de duas vias é capaz de transportar tráfego da Internet. Por isso, os pacotes Internet podem ser transmitidos por uma variedade de meios de conexão tais como cabo coaxial, fibra ótica, redes sem fio ou por satélite. Juntas, todas essas redes de comunicação formam a Internet. Notar que, do ponto de vista da camada de aplicação, as tecnologias utilizadas nas camas inferiores é irrelevante, contanto que sua própria camada funcione. Ao nível de aplicação, a Internet é uma grande “nuvem” de conexões e de nós terminais, terminais esses que, de alguma forma, se comunicam.

ICANN

A ICANN é a entidade que coordena a distribuição de identificadores únicos na Internet, incluindo nomes de domínio, endereços IP, portas de protocolos e números de parâmetros. Um espaço de nomes único e global é essencial para que a Internet funcione, para não haver conflito de nomes. A organização está localizada em Marina del Rey (Califórnia, Estados Unidos), mas é mantida por um grupo internacional de diretores de diferentes comunidades, técnicas, comerciais e acadêmicas.

Correio eletrônico

O conceito de enviar mensagens eletrônicas de maneira análoga ao correio tradicional foi uma das origens da Internet. Mesmo atualmente com a popularização dos serviços de mensagem instantânea, o dito e-mail ainda é importante na comunicação corporativa. A tecnologia não depende da Internet, pois mesmo e-mails internos de uma empresa podem circular limitados em um servidor interno. A partir do momento que a mensagem deve ser enviada entre dois servidores fora de uma mesma rede interna, se faz o uso da Internet como meio de transmissão.

Também existem sistemas para a utilização de correio eletrônico através da World Wide Web (ver esse uso abaixo), os webmails. São utilizadas páginas web para a apresentação e utilização dos protocolos envolvidos no envio e recebimento de e-mail. Diferente de um aplicativo de acesso à e-mail instalado em um computador, que só pode ser acessado localmente pelo utilizador ou através de acesso remoto (ver esse uso abaixo), o conteúdo pode ser acessado facilmente em qualquer lugar através de um sistema de autenticação pela WWW.

World Wide Web

Através de páginas web classificadas por motores de busca e organizadas em sítios web, milhares de pessoas possuem acesso instantâneo a uma vasta gama de informação online em hipermídia. Comparado às enciclopédias e bibliotecas tradicionais, a WWW permitiu uma extrema descentralização da informação e dos dados. Isso inclui a criação ou popularização de tecnologias como páginas pessoais, weblogs e redes sociais, no qual qualquer um com acesso a um navegador (um programa de computador para acessar a WWW) pode disponibilizar conteúdo.

Talvez o serviço mais utilizado e popular na Internet, por vezes o termo é frequentemente confundido com a outra. A Web vêm se mostrando uma plataforma comum no qual outros serviços da Internet estão sendo disponibilizados. Pode-se utilizá-la atualmente para usar o correio eletrônico (através de webmail), realizar colaboração (como na Wikipédia) e compartilhar arquivos (através de sítios web específicos para tal).

Acesso remoto

A Internet permite que utilizadores de computadores conectem outros computadores facilmente, mesmo estando em localidades distantes no mundo. Esse acesso remoto pode ser feito de forma segura, com autenticação e criptografia de dados, se necessário. Uma VPN é um exemplo de rede destinada a esse propósito.

Isso permite novas formas de trabalho fora do ambiente comum de escritório. Seja em casa ou em uma viagem de negócios, uma pessoa pode acessar seu ambiente desktop do serviço, tendo acesso à aplicações, e-mails e outros dados.

O Virtual Network Computing (VNC) é um protocolo bastante usado por utilizadores domésticos para a realização de acesso remoto de computadores. Com ele é possível utilizar todas as funcionalidades de um computador a partir de outro, através de uma área de trabalho virtual. Toda a interface homem-computador realizada em um computador, como o uso do mouse e do teclado, é refletida no outro computador.

Colaboração

O baixo custo e grande facilidade tornaram o trabalho colaborativo e o compartilhamento de idéias pela Internet mais fácil. Sistemas de controle de versão gerenciam a colaboração entre diversas pessoas, mantendo um histórico de trabalho e evitando que esforço de um acidentalmente anule o esforço do outro.

O chat, rede social e mensageiro instantâneo são tecnologias que também utilizam a Internet como meio de troca de idéias e colaboração. Mesmo o correio eletrônico é tido atualmente como uma ferramenta de trabalho colaborativo. Ainda bastante usado em ambientes corporativo, vêm perdendo espaço entre utilizadores pessoais para serviços como mensagem instantânea e redes sociais devido ao dinamismo e pluralidade de opções fornecidas por esses dois.

Outra aplicação de colaboração na Internet são os sistemas wiki, que utilizam a World Wide Web para realizar colaboração, fornecendo ferramentas como sistema de controle de versão e autenticação de utilizadores para a edição online de documentos.

Compartilhamento de arquivos

Um arquivo de computador pode ser compartilhado por diversas pessoas através da Internet. Ele pode ser carregado em um servidor Web ou disponibilizado em um servidor FTP, caracterizando um único local de fonte para o conteúdo.

Ele também pode ser compartilhado em uma rede P2P. Nesse caso o acesso é controlado por autenticação, e uma vez disponibilizado, o arquivo é distribuído por várias máquinas, constituindo várias fontes para um mesmo arquivo. Mesmo que o autor original do arquivo já não o disponibilize, outras pessoas da rede que já obtiveram o arquivo podem disponibilizar. A partir do momento que a media é publicada, perde-se o controle sobre ela. Os compartilhadores de arquivo através de redes descentralizadas como o P2P são constantemente alvo de críticas devido a sua utilização como meio de pirataria digital, originalmente com o famoso caso Napster. Tais redes acabaram evoluindo com o tempo para uma maior descentralização, o que significa uma maior obscuridade em relação ao conteúdo que está trafegando.

Transmissão de media

Vários canais de televisão na Internet oferecem transmissão de áudio e vídeo em tempo real. Outras tecnologias como o podcast permite a disponibilização de arquivos de áudio, de forma análoga à blogs. Com o popularização de webcams, é possível para qualquer pessoa tornar-se um fornecedor de conteúdo de áudio e vídeo pela Internet em tempo real.

A Voz sobre IP é um protocolo de Internet para a comunicação por áudio bastante conveniente e fácil de ser utilizado. Essa tecnologia está amadurecendo como um alternativa a telefones convencionais. Diversos mensageiros instantâneos contam com essa tecnologia como alternativa às mensagens de texto na comunicação.

Motores de Busca

Os motores de busca, ou buscadores, são sítios da Internet cuja função é indexar, classificar, organizar e fornecer resultados relevantes ao usuário com base em palavras-chave. Entre os principais mecanismos de busca da web estão o Google, Yahoo e MSN Search.

Os buscadores varrem diariamente a Internet na busca de novos sítios e conteúdos para serem indexados. O mecanismo que obtém os resultados varia de buscador para buscador e geralmente segue um algoritmo próprio.

Educação

O uso das redes como uma nova forma de interação no processo educativo amplia a ação de comunicação entre aluno e professor e o intercâmbio educacional e cultural, desta forma, o ato de educar (com o auxílio da Internet), proporciona a quebra de barreiras, de fronteiras e remove o isolamento da sala de aula, acelerando a autonomia da aprendizagem dos alunos em seus próprios ritmos, assim a educação pode assumir um caráter coletivo e tornar-se acessível a todos (embora ainda exista a barreira do preço e o analfabetismo tecnológico).

Ao utilizar o computador no processo de ensino-aprendizagem, o mais importante a destacar é a maneira como esses computadores serão utilizados, quanto à originalidade, à criatividade, à inovação que serão empregadas em cada sala de aula.

Para o trabalho direto com essa geração, que anseia muito ter um “contato” direto com as máquinas, é necessário também um novo tipo de profissional de ensino. Que esse profissional não seja apenas reprodutor de conhecimento já estabelecido, que esteja voltado ao uso dessas novas tecnologias. Não basta que as escolas e o governo façam com a multimedia o que vem fazendo com os livros didáticos, tornando-os a panacéia da atividade do professor.

A utilização da Internet leva-nos a acreditar numa nova dimensão qualitativa para o ensino, através da qual se coloca o ato educativo voltado para a visão cooperativa. Além do que, o uso das redes traz para a prática pedagógica um ambiente atrativo onde o aluno se torna capaz, através da auto-aprendizagem e de seus professores, de poder tirar proveito dessa tecnologia para sua vida.

A preocupação de tornar cada vez mais dinâmico o processo de ensino e aprendizagem, com projetos interativos que usem a rede eletrônica mostra-nos que todos os processos são realizados por pessoas. Portanto elas são o centro de tudo, e não as máquinas. Consequentemente, não podemos perder isto de vista e tentarmos fazer mudanças no ensino sem passar pelos professores, e sem proporcionar uma preparação para este novo mundo que esta surgindo.

Aliar as novas tecnologias aos processos e atividades educativas é algo que pode significar dinamismo, promoção de novos e constantes conhecimentos, e mais que tudo, o prazer do estudar, do aprender, criando e recriando, promovendo a verdadeira aprendizagem e renascimento constante do indivíduo, ao proporcionar uma interatividade real e bem mais verdadeira, burlando as distâncias territoriais e materiais. Significa impulsionar a criança, enfim, o sujeito a se desfazer da persona da passividade.

Necessário se torna que educadores se apropriem das novas tecnologias, vendo nestas veículos de expressão de linguagens e espaço aberto de aprendizagens, crescimento profissional, e mais que isso, porta de inserção dos indivíduos na chamada sociedade da informação. Para isso deve a instituição escolar extinguir o “faz-de-conta” através da pura e limitada aquisição de computadores, para abrir o verdadeiro espaço para inclusão através do efetivo uso das máquinas e do ilimitado ambiente web, não como mero usuário, mas como produtor de novos conhecimentos.

Lazer

A Internet vêm se tornando uma fonte de lazer desde antes do surgimento da World Wide Web, com experimentos sociais de divertimento como MUD e MOO sendo conduzidos em servidores de universidades, assim como grupos da Usenet relacionado à humor. Atualmente, vários fóruns de Internet possuem sessões destinadas à jogos, vídeos com situações engraçadas e animações em Adobe Flash.

As indústria de aposta (em forma de jogos eletrônicos) e pornografia também tiram proveito da popularidade da Internet. Outras grande área refere-se aos jogos multi-jogadores, uma forma de lazer que cria comunidades de jogadores pelo mundo.

Ética na Internet

O acesso a um grande número de informações disponível às pessoas, com ideias e culturas diferentes, pode influenciar o desenvolvimento moral e social das pessoas. A criação dessa rede beneficia em muito a globalização, mas também cria a interferência de informações entre culturas distintas, mudando assim a forma de pensar das pessoas. Isso pode acarretar tanto uma melhora quanto um declínio dos conceitos da sociedade, tudo dependendo das informações existentes na Internet.

Essa praticidade em disseminar informações na Internet contribui para que as pessoas tenham o acesso a elas, sobre diversos assuntos e diferentes pontos de vista. Mas nem todas as informações encontradas na Internet podem ser verídicas. Existe uma grande força no termo “liberdade de expressão” quando se fala de Internet, e isso possibilita a qualquer indivíduo um pouco mal-intencionado publicar informações ilusórias sobre algum assunto, prejudicando, assim, a consistência dos dados disponíveis na rede.

Um outro facto relevante sobre a Internet é o plágio, já que é muito comum as pessoas copiarem o material disponível. “O plagiador raramente melhora algo e, pior, não atualiza o material que copiou. O plagiador é um ente daninho que não colabora para deixar a Internet mais rica; ao contrário, gera cópias degradadas e desatualizadas de material que já existe, tornando mais difícil encontrar a informação completa e atual”

Ao fazer uma cópia de um material da Internet, deve-se ter em vista um possível melhoramento do material, e, melhor, fazer citações sobre o verdadeiro autor, tentando-se, assim, ao máximo, transformar a Internet num meio seguro de informações.

Nesse consenso, o usuário da Internet deve ter um mínimo de ética, e tentar, sempre que possível, colaborar para o desenvolvimento da mesma. O usuário pode colaborar, tanto publicando informações úteis ou melhorando informações já existentes, quanto preservando a integridade desse conjunto. Ele deve ter em mente que algum dia precisará de informações e será lesado se essas informações forem ilusórias.

Crime na Internet

Outra questão importante refere-se aos crimes bancários e financeiros praticados na Internet. No Brasil, segundo o jornal O GloboEdição de 6 de janeiro de 2006, o quadro é preocupante.

Em 2004, foram registrado 4 015 casos, sendo 5,3% registrados no Cert.br (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil) Mais informações em http://www.cert.br/. Em 2005, o número de casos passou para 27 292, um aumento de 500% em relação a 2004. Estima-se que houve prejuízo de cerca de R$ 300 milhões sofrido pelos usuários, um aumento de 50% em relação a 2004. Desta vez, os registros de fraudes no Cert.br corresponderam a 40,13% do total.

Os crimes mais usuais na rede incluem o envio de e-mails com pedidos de atualização de dados bancários e senhas. Da mesma forma, e-mails referentes a listas negras ou falsos prêmios também são práticas comuns, bem como o envio de arquivos anexados. Especialistas indicam que é melhor não abrir arquivos com extensões consideradas perigosas, como “.exe”, “.scr” ou qualquer outra extensão desconhecida, por servirem de verdadeiras portas de entrada para vírus de computadores, os quais causam estragos ou roubam, via spywares, informações sobre os usuários. No entanto, é de senso comum que os chamados “cookies” são inofensivos, uma vez que o objetivo deles é reunir dados estatísticos (como sítios mais acessados), utilizados por sítios, como, por exemplo, o Alexa.

Ademais, em 2004, os prejuízos com perdas causadas por fraudes virtuais foram de 80% em relações às perdas por razões diversasIPDI apud Gazeta Mercantil, 11 de janeiro de 2006..

Nomenclatura

A palavra Internet é tradicionalmente escrita com a primeira letra em maiúsculo, como um nome próprio. Internet Society, Internet Engineering Task Force, ICANN, World Wide Web Consortium e várias outras organizações relacionadas usam essa convenção em suas publicações. Da mesma forma vários jornais, revistas e periódicos usam o mesmo termo, incluindo The New York Times, Associated Press e Time.

Outras organizações alegam que a primeira letra deve estar em minúsculo (internet), e que o artigo a internet” é suficiente para distinguir entre uma internet”, usada em outras instâncias. Publicações que usam essa forma estão ausentes no meio acadêmico, mas presentes em medias como The Economist e The Guardian.

Internet e internet possuem significados diferentes. Enquanto internet significa um conjunto de redes de computadores interligadas, a Internet refere-se a internet global e pública disponibilizada pelo Protocolo de Internet. Dessa forma, existem inúmeras internets espalhadas por redes particulares, seja interligando empresas, universidades ou residências. Entretanto, existe somente uma rede única e global, o conjunto de todas as redes.

Referências

Protocolos
  • TCP
  • HTTP
  • Gopher
Órgãos reguladores
  • Internet Assigned Numbers Authority
  • ICANN

Links

STS-30 || laptop

Posted on April 27th, 2008 in Uncategorized by admin

A STS-30 foi uma missão da NASA com o ônibus espacial Atlantis. Esta foi a vigésima nona missão com um ônibus espacial, e o quarto vôo do Atlantis. Ela carregou a sonda Magellan que foi enviada para Vênus.

  • Perigeu: 361 km
  • Apogeu: 366 km
  • Inclinação: 28.9°
  • Período: 91.8 min
  • Principais fatos

    O ônibus espacial Atlantis decolou do Pad B do complexo de lançamento 39, no KSC, às 2:47 p.m. EDT de 4 de Maio de 1989. A carga primária, a nave espacial Magellan junto com seu Estágio Superior Inercial (IUS), foi lançada com sucesso posteriormente no mesmo dia. A STS-30 foi a primeira missão planetária norte-americana em 11 anos. Este foi o quarto vôo do Atlantis, e a vigésima nona missão a utilizar um ônibus espacial.

    O lançamento havia sido agendado originalmente para 28 de Abril, o primeiro dia do período de 31 dias quando a Terra e Vênus estão propriamente alinhados. Porém a decolagem foi interrompida em T-31 segundos devido a um problema com a bomba de recirculação de hidrogênio líquido no motor principal no. 1 e a uma rachadura na linha entre o ônibus espacial e o tanque externo. Na nova data de lançamento, 4 de Maio, o lançamento foi atrasado até os cinco minutos finais da janela de lançamento devido a uma grande quantidade de nuvens e ventos excessivo na Shuttle Landing Facility (SLF) do KSC. Boa condições de tempo são necessárias no SLF no caso de uma Aborttagem com Retorno ao Local de Lançamento (RTLS) no começo do vôo.

    O único grande problema de enfrentado durante o vôo ocorreu em 7 de Maio, com a falha de um dos quatro computadores de propósito geral programados para operar o veículo. O grupo substituiu o computador, parte de um conjunto redundante, por uma unidade de backup. Esta foi a primeira vez em que um computador foi trocado em órbita. Isto não teve nenhum impacto na segurança do grupo nos objetivos primários da missão, apesar de algumas das atividades envolvidas em alguns experimentos tiveram que ser canceladas enquanto o grupo trocava o computador. Também não houve nenhum impacto na missão quando um dos três propulsores do Sistema de Manobra Orbital (OMS) do Atlantis falhou durante a ascendência.

    O grupo da STS-30 passou por alguns problemas menores. Uma câmera Hasselblad utilizada para fotografar alguns locais da Terra teve que ser guardade pelo resto da missão após uma falha no terceiro dia da missão. O Sistema de Textos e Gráficos (TAGS), um dispositivo para enviar imagens e gráficos do ônibus espacial para o Controle de Missão, teve que ser desligado no segundo dia da missão devido um problema com os papéis.
    O comandante Walker e o Piloto Grabe tiveram problemas com um dispositivo utilizado para a medição da pressão venosa para determinar os efeitos da microgravidade no sistema cardiovastular. Ao final do segundo dia no espaço, o sistema de dispensa de ágia apresentou um mal-funcionamento, gerando algumas dificuldades para que o grupo prepara-se suas refeições.

    O grupo terminou seu vôo de quatro dias com uma aterrisagem na Runway
    22, no Edwards AFB, CA, em 8 de Maio de 1989, às 3:43 EDT. Minutos antes da aterrisagem, a pista teve que ser mudade, da 17 para a 22, devidos aos ventos. O tempo de duração da missão foi de 4 dias, e 56 minutos.

    Os membros do grupo eram o comandante David M. Walker, o piloto Ronald
    J. Grabe, e os espacialistas da missão Mary L. Cleave, Mark C. Lee e
    Norman E. Thagard. Este foi o primeiro vôo de Lee.

    Carga e experimentos

    A nave espacial Magellan foi lançada do compartimento de cargas com 6 horas e 14 minutos de missão. Duas queimas de propulsão do IUS colocaram a nave em sua trajetória a Vênus cerca de uma hora depois, a Magellan chegou em Vênus em Agosto de 1990 e começõu sua missão de 243 dias de mapeamento da superfície do planeta por radar.

    Três experimento no meio da nave foram incluidos na missão. Todos haviam voado anteriormente, O especialista da missão Cleave utilizou um laptop portatil para operar e monitores o Aparato de Experimento de Fluídos (FEA). Uma câmera de 8-millimeter vôou pela primeira vez em um ônibus espacial provendo ao grupo a oportunidade de gravar e enviar atividades no vôo como o FEA, que era uma parceria entre a Rockwell International e a NASA. As câmeras do compartimento de carga foram utilizadas para gravar sistemas de tempestades como parte do Mesoscale
    Lightning Experiment. A Atlantis foi utilizada como um alvo de calibração para um terceiro experimento envolvendo sensores eletro-óticos localizados no Air Force Maui Optical Station, no Hawaii.

    Links

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