Centrino || laptop

Posted on August 30th, 2008 in Uncategorized by admin

O Centrino (também conhecido como Centrino Mobile Technology) foi uma iniciativa de marketing da empresa Intel para uma combinação da CPU com o Mainboard-chipset com a interface wireless network no formato de um laptop pessoal. A combinação consiste em um processador Pentium M, o Intel 855 chipset family e uma conexão Intel PRO/Wireless 2100 (IEEE_802.11b) ou PRO/Wireless 2200 (IEEE_802.11bg).

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SAPO Challenge || laptop

Posted on August 30th, 2008 in Uncategorized by admin

O SAPO Challenge, ou a Aventura do Conhecimento SAPO Challenge RTP, foi um concurso levado a cabo pela Portugal Telecom e que mobilizou jovens de todo o país que se organizaram em equipas de 5 elementos e partiram à aventura. O concurso tinha como grande prémio a Escola do Futuro PT e foi composto por duas fases, uma Online/RoadShow e uma Televisiva, esta última com apresentação de Catarina Furtado.

Online/RoadShow

Na fase online, o objectivo dos participantes era o de fazer pesquisar no motor de busca SAPO o mais rapidamente possível.

No RoadShow, que decorreu em simultâneo, o objectivo dos participantes era o de executar diversas provas físicas no menor tempo possível e também realizar pesquisas na Internet num curto espaço de tempo.

Televisiva

A fase televisiva contou com seis programas de televisão transmitidos na RTP:

Primeira Eliminatória

Na Primeira Eliminatória o objectivo era percorrer cinco postos de Internet através de uma Segway e efectuar as tarefas específicas de cada um deles no menor tempo possível. Fez-se uma selecção das 16 melhores equipas a partir das 34 participantes. O ranking final foi o seguinte (à frente mostram-se os tempos finais):

1º lugar – Equipa ALFA do Colégio Conciliar de Maria Imaculada de Leiria - 2:50
2º lugar – Equipa BACO 5 da Escola Básica José Régio de Portalegre - 3:09
3º lugar – Equipa MAHATMA da Escola Básica Gafanha da Encarnação de Ílhavo - 3:09
4º lugar – Equipa YAMAKAZI da Escola Secundária José Estêvão de Aveiro - 3:16
5º lugar – Equipa MEGASOUND do Colégio Nossa Senhora do Rosário do Porto - 3:38
6º lugar – Equipa MANS da Escola Básica 2/3 V. Franca das Naves de Trancoso - 3:40
7º lugar – Equipa KYNAS da Escola Secundária de Pombal de Pombal - 3:41
8º lugar – Equipa 2M2VT da Escola Quinta das Palmeiras da Covilhã - 3:45
9º lugar – Equipa NET DEVILS da Escola Secundária de Seia de Seia - 3:47
10º lugar – Equipa ZONA J da Escola Secundária Santa Maria da Feira de Santa Maria da Feira - 3:53
11º lugar – Equipa LIGHT SPEED da Escola Secundária do Cartaxo de Cartaxo - 3:57
12º lugar – Equipa TEEN FROGS da Escola Secundária de Ponte Sôr de Ponte de Sôr - 3:59
13º lugar – Equipa MAX 5 da Escola Secundária de Alcochete de Alcochete - 4:06
14º lugar – Equipa DIGITAL SB da Escola Secundária de Seia de Seia - 4:07
15º lugar – Equipa KOOOOOL da Escola Básica Dr. Guilherme Correia de Carvalho de Seia - 4:10
16º lugar – Equipa DARK EVILS da Escola Básica Dr. Guilherme Correia de Carvalho de Seia - 4:12
17º lugar – Equipa VTSQUAD da Escola Secundária de Tondela de Tondela - 4:16
18º lugar – Equipa TIBIA SPT1L da Escola Secundária Sé da Guarda de Guarda - 4:42
19º lugar – Equipa ZYX da Escola Básica de Manteigas de Manteigas - 4:43
20º lugar – Equipa PSY FRIENDS da Escola Básica Integrada de S. Domingos de Castelo Branco - 4:45
21º lugar – Equipa XAIMITS da Escola Secundária Miguel Torga de Bragança - 4:48
22º lugar – Equipa WITH NAME AGAIN da Escola Básica e Secundária da Calheta do Funchal - 5:16
24º lugar – Equipa SJ BOYS da Escola Secundária S. João do Estoril de Lisboa - 5:20
23º lugar – Equipa IP5 da Escola Secundária da Batalha de Batalha - 5:22
25º lugar – Equipa MALAGUETAS da Escola Secundária Carolina Michaelis do Porto - 5:53
26º lugar – Equipa SKUNK da Escola Secundária Morgado Mateus de Vila Real - 6:08
28º lugar – Equipa DEVIL BOYS AND GIRLS da Escola Dr. Joaquim Magalhães de Faro - 6:43
27º lugar – Equipa SÉNIORES da Escola Secundária D. Manuel I de Beja - 7:14
30º lugar – Equipa HACKAROS NET da Escola Secundária Santa Maria Maior de Viana do Castelo - 8:41
31º lugar – Equipa STORMS da Escola Básica Integrada /JI de Alcáçovas de Évora - 10:38
32º lugar – Equipa CORISCAS da Escola Secundária das Laranjeiras da Ponta Delgada - 13:01
29º lugar – Equipa ÓPÁ NÉPIA do Instituto Pedro Hispano de Soure - 16:08
33º lugar – Equipa RASPA da Escola Básica 2/3 Pinheiro de Penafiel - 20:24
34º lugar – Equipa RATINHOS da Escola Básica 2/3 André Soares de Braga - Desclassificada

Depois do primeiro programa seguiram-se as Semi-Finais, onde o objectivo era fazer pesquisas na Internet e na própria cidade onde decorria a prova, tudo no menor tempo possível. As equipas eram divididas num grupo de dois elementos (que estavam no estúdio) e num grupo de três elementos (que estavam no exterior), tendo como meios de comunicação entre eles o SAPO Messenger e o telemóvel.

Primeira Semi-Final

Decorreu a 28 de Maio de 2005) no Porto e foi onde participaram as equipas Baco 5, Yamakazi, Mans e Digital SB, tendo vencido a equipa Yamakazi.

Segunda Semi-Final

Decorreu a 4 de Junho de 2005 em Aveiro e foi onde participaram as equipas 2M2VT, Dark Evils, Max 5 e Light Speed, tendo vencido a equipa Max 5.

Terceira Semi-Final

Decorreu a 11 de Junho de 2005 em Évora e foi onde participaram as equipas Mahatma, Zona J, Alfa e Kynas, tendo vencido a equipa Alfa.

Quarta Semi-Final

Decorreu a 18 de Junho de 2005 em Faro e foi onde participaram as equipas Koooool, Netdevils, Teen Frogs e MegaSound, tendo vencido a equipa MegaSound.

Finalíssima

Decorreu em Lisboa e foi onde participaram as equipas finalistas (Yamakazi, Max 5, Alfa e MegaSound), tendo vencido a equipa Alfa, levando para Leiria a Escola do Futuro PT.

Escola do Futuro PT

A Escola do Futuro PT é um projecto ambicioso da Portugal Telecom que visa incorporar as novas tecnologias no ambiente de sala de aula e na própria escola. O Colégio Conciliar de Maria Imaculada, em Leiria, é a primeira escola a desfrutar deste projecto. Desde substituir os tradicionais quadros de giz por SMART Boards, até distribuir um computador portátil por aluno, a imaginação é o limite.

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Koushiro Izumi || laptop

Posted on August 30th, 2008 in Uncategorized by admin

Koushiro (Izzy) é um personagem do desenho animado Digimon. É um esperto garoto ruivo de 10 anos. Ele é um garoto muito especial e está sempre com seu laptop, o que o faz esquecer da realidade por alguns instantes.
Apesar de mostrar um temperamento calmo e amenizador, guarda muitas lembranças dolorosas, como ser adotado por parentes distantes, pois seus pais morreram quando ainda era um bebê.Para escapar(ou se esconder) da dor, passou a ficar trancado com seu computador, esquecendo de todas suas preocupações.Mas isso não faz dele um garoto triste ou frio, muito pelo contrário, ama muito seus pais adotivos e demonstra isso claramente.

Ele é quem da conselhos e ajuda o grupo a prosseguir com menor perigo. Seu papel é muito importante, pois ele é quem descobre e desvenda a maior parte do que está a sua volta, ajudando o grupo em diversas situações.Apesar de seu jeito meio tímido ele é paciente e sempre defende seus amigos nas horas necessárias, e se mostra muito amável a todos. Também é muito curioso, o que o faz cair em muitos problemas, do qual sempre alguém(normalmente tentomon) tem de ajuda-lo ou salva-lo, mas não que não saiba se virar, mas porque ele fica tão concentrado nos misterios que acaba se esquecendo dos perigos alheios.

Junto com Tentomon vive muitas aventuras, do qual sempre acaba aprendendo uma nova lição, como o valor da amizade e seu amor por quem o cerca. Seu emblema é o da sabedoria.

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Laptop || laptop

Posted on August 30th, 2008 in Uncategorized by admin

Um laptop (também chamado de notebook) é um computador portátil, leve, designado para poder ser transportado e utilizado em diferentes lugares com facilidade. Geralmente um laptop contém tela de LCD (cristal líquido), teclado, mouse (geralmente um touchpad, área onde se desliza o dedo), unidade de disco rígido, portas para conectividade via rede local ou fax/modem, gravadores de CD/DVD, os mais modernos não possuiem mais a entrada para discos flexíveis (disquetes), quando há a necessidade de utilizar um desses conecta-se um adaptador há uma das portas USB.

A expressão laptop deriva da aglutinação dos termos em inglês lap (colo) e top (em cima) significando computador portátil, em contrapartida aos desktop (em cima da mesa).

Laptops podem ser divididos em duas categorias: os portáteis, voltados especialmente aos que necessitam de um computador como acessório de trabalho, mas que locomovem-se com frequência entre um lugar e outro, e os desktops replacements, voltados a pessoas que querem computadores com alguma mobilidade, e com perfomance semelhante à de um computador de mesa.

Laptops portáteis são pequenos e leves, e são designadas de modo a fazerem com que suas baterias sejam capazes de abastecer o laptop por um longo período, quatro a cinco horas ou mais). Isto vem a custo de outras especificações do laptop, como RAM (raramente superior a 1 GB), placa de vídeo (raramente superior a 128 MB, compartilhado), velocidade do processador raramente superior a 1,8 GHz, e raramente mais do que 80 GB de espaço no hard drive. As telas mais comuns são as de 14″ (ou 14,1″ em widescreen) e 15″ (ou 15,4″ em widescreen).

Atuais desktops replacements, por outro lado, são designados de modo a possuirem perfomance comparável a bons computadores de mesa (1 GB ou mais de RAM, placa de video 512 Mb dedicado, 120 GB de espaço ou mais e até 2,8 GHz de velocidade do processador. Tais laptops, voltados aos que querem perfomance (para uso de aplicativos pesados, tais como jogos, por exemplo) são pesados, relativamente grandes (dificultando sua locomoção), e gastam rapidamente suas baterias (que raramente supera três horas, podendo diminuir para uma hora ou menos, no caso de aplicativos pesados). Desktop replacements comuns possuem entre 15 e 17 polegadas, embora alguns laptops possuam 19 ou mesmo 20 polegadas. Os últimos são raramente transportados de um lugar para outro ou utilizado fora de um estabelecimento sem tomada (por exemplo, em um avião), pelo fato que gastam muito rapidamente suas baterias (raramente mais do que 1,5 horas), e pelo seu peso e tamanho (que, ironicamente, tornam improvável o uso do laptop por cima do colo), fatores que limitam seu uso em lugares relativamente fixos.

Atualmente, muitos laptops são dotados de adaptadores de rede wireless, que possibilitam a conexão a redes de computadores sem fio. Essas redes podem ser instaladas em escritório, e já é muito comum encontrar também em residencias. Com os adaptadores wireless, os usuários de laptops podem acessar a internet em diversos estabelecimentos, tais como restaurantes e aeroportos, sem a necessidade de conectar fios, desde que esses locais ofereçam o serviço.

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IPod || laptop

Posted on August 29th, 2008 in Uncategorized by admin
iPod
O iPod Classic [Sexta Geração]
Produzido por: Apple Inc.
Tipo: Mídia Player portátil MP3/MP4
Conectividade: USB 2.0
Mídia: Capacidade variada, de 512 MB à 160 GB
CPU: Dois ARM 7TDMI - derivados rodando a 90 MHz.
Tela: 320 x 240
Loja On-Line: iTunes Music Store

O nome iPod refere-se a uma série de players de áudio digital projetados e vendidos pela Apple Inc. (A Hewlett-Packard também vendia o produto até pouco tempo atrás sob o nome de Apple iPod + HP). Os aparelhos da família iPod oferecem uma interface simples para o usuário, centrada no uso de uma roda clicável, ou click wheel. O maior dos modelos do iPod armazena mídia em um disco rígido acoplado, enquanto os modelos menores, o iPod shuffle e o iPod Nano, usam memória flash. Como a maioria dos players portáteis digitais, o iPod pode servir como um armazenador de dados quando conectado a um computador. É considerado até hoje o lançamento mais arriscado da Apple, pois foi lançado em outubro de 2001, quando os Estados Unidos ainda estavam sob forte comoção, devido aos atentados de 11 de setembro.

História

Tony Fadell teve a idéia primeiro fora da Apple: ele tinha dificuldades em encontrar investidores para o MP3 player que tinha projetado. Quando ele o demonstrou para a Apple, a companhia contratou-o para trazer seu projeto à vida, colocando-o como chefe do time que tinha desenvolvido as duas primeiras gerações do aparelho. O grupo de design industrial da Apple projectou as outras versões mais recentes, sob o comando de Jonathan Ive.

O nome iPod foi proposto por Vinnie Chieco, um publicitário que com outros companheiros foram contratados pela Apple, a fim de introduzir o novo player ao público. Depois de ver o protótipo, ele pensou no filme e na frase “Open the pod bay door, Hal!” (algo como, “abra a porta da nave!”), que se refere à nave branca EVA Pods da Discovery 1. A Apple já havia registrado o nome iPod para quiosques de internet, mas nunca colocou em prática.

Já em Outubro de 2004, o iPod dominava as vendas de players digitais de música nos Estados Unidos, com mais de 92% do mercado para players com disco rígido e mais de 65% do mercado de todos tipos de player. iPod teve um crescimento muito grande nas vendas, vendendo mais de dez milhões de unidades num total de três anos. O aparelho vem tendo um impacto cultural significativo com esta tomada do mercado. Além disso, pesquisas sugerem que o iPod serviu como uma ponte para a compra de outros produtos da Apple por parte de usuários de PC, como a compra de computadores Macintosh (esse fenómeno é chamado de efeito halo).

Modelos

A Apple atualmente comercializa quatro modelos de iPod:

  • iPod Classic (80 GB e 160 GB) — Com telas coloridas mais brilhantes, baterias mais duráveis, Cover Flow e maior capacidade de memoria; esse iPod é o sucessor da geração 5.5, disponivel apenas nas cores preto e cinza prateado.
  • iPod nano (4 GB e 8 GB) — Agora com capacidade de reproduzir videos numa tela menor que a do iPod Classic, cover flow e ainda mais finos que os antigos nanos [2G], estão disponiveis nas cores: Prateado (4GB) e Prateado, Verde, Azul, Rosa, Preto e Vermelho (8GB).
  • iPod touch (8 GB e 16 GB) — Contém os mesmos recursos do iPhone (touch screem, acesso wireless, etc) mas sem telefone. Disponiveis apenas em preto.
  • iPod shuffle (1 GB) — o menor dos tocadores. Disponível nas cores prata, roxo, verde, vermelho (PRODUCT)RED e ciano.

Já houve várias versões desde que o modelo original do iPod foi lançado, levando à existência de 6 gerações distintas. Como na maioria dos dispositivos baseados em disco rígido, o espaço disponível de facto para as músicas, fotos e armazenamento de dados não é exatamente o mesmo indicado. Isso se deve ao fato de que a capacidade anunciada usa prefixos métricos e não binários. Por exemplo, um iPod mini de 4 GB possui na verdade 3,77 GB de armazenamento aproveitável.

iPod

O design já passou por diversas alterações desde sua introdução no mercado. Seis gerações distintas de iPods existem, normalmente chamadas de 1G, 2G, 3G, 4G, 5G e 6G (as designações não têm relação com a linha Power Mac e não devem ser confundidas com a capacidade de armazenamento de cada modelo do iPod). Dentro de cada geração de iPods, vários modelos vieram com diferentes tamanhos de disco rígido e em diferentes preços. Durante a terceira geração, coexistiram três capacidades de armazenamento para o iPod (com os preços de US$ 299, US$ 399 e US$ 499). A Apple alega que um 1 gigabyte de armazenamento consegue armazenar 250 canções de 4 minutos a 128 kbps no formato AAC. Codificar canções em taxas de bits mais altas ocupa mais espaço no disco rígido. O atual modelo de 80 GB do iPod consegue armazenar, se usarmos esta proporção da Apple, 20,000 canções. Como qualquer dispositivo contendo um disco rígido, existe uma discrepância entre o espaço de armazenamento anunciado e a capacidade verdadeira.

Primeira geração

O iPod original custava US$ 399 com um disco rígido de 5 GB. A crítica não fez bons comentários em relação ao preço do dispositivo, mas o iPod provou ser um sucesso instantâneo no mercado, rapidamente ultrapassando outros MP3 players como o Nomad Jukebox. A Apple anunciou uma versão de 10 GB (US$ 499) em março de 2002.

A Apple projetou uma roda de rolagem (scroll wheel) mecânica e contribuiu com o desenvolvimento da empresa Synaptics, que também desenvolve produtos como os mouses para laptops, incluindo o PowerBook da Apple. O iPod de primeira geração apresentava quatro botões (Menu, Play/Pause, Back e Forward), todos organizados em torno da roda central. Apesar de substituída mais tarde por rodas tocáveis (touch) e clicáveis (click) não-mecânicas, o design de controle circular tornou-se uma das principais características do iPod.

Segunda geração

Introduzido em 17 de julho de 2002 na Macworld nas capacidades de 10 GB e 20 GB, o iPod de segunda geração substituiu a roda de rolagem mecânica por uma sensível ao toque e não-mecânica (fabricada pela Synaptics), que começou a ser chamada de touch wheel (”roda tocável” ou “de toque”, numa tradução livre). Devido aos novos discos rígidos da Toshiba, os iPods da segunda geração ultrapassaram os da primeira nos quesitos peso e espessura.

Terceira geração

Em 28 de abril de 2003, o CEO da Apple, Steve Jobs, introduziu uma série de iPods “ultrafinos”. Um pouco menores que seus predecessores, uma diferença mais notável foram as pontas mais oblíquas. Durante a vida do iPod da terceira geração, a Apple produziu os modelos de 10 GB, 15 GB, 20 GB, 30 GB e 40 GB.

Esses iPods usam um conector de 30 pinos chamados de “Dock Connector” — mais longos e planos que um plugue FireWire. Isso permitiu o desenvolvimento de uma série de acessório, como o iPod Dock que a Apple introduziu na mesma época. A iPod Dock veio junto de todos os iPods, exceto o mais barato, e também era vendida separadamente.

O iPod da terceira geração apresentava quatro botões localizados abaixo da tela. Os novos botões possuíam uma luz vermelha no fundo (controlada pelas mesmas preferências da luz de fundo da tela), permitindo um uso mais fácil no escuro.

Com o iPod da 3G, a Apple parou de produzir versões do produto diferentes para Mac e Windows. Agora todos os iPods vinham com seus discos rígidos formatados para uso no Macintosh; o CD-ROM incluído vinha com um utilitário para Windows que podia reformatá-los para uso com o sistema operacional da Microsoft. Esses iPods também introduziram conectividade USB em alta-velocidade (com um cabo adaptador USB vendido separadamente).

Quando comprado através da loja online da Apple, a Apple Store, começou a ser oferecida uma gravação personalizada na parte de trás do produto. O cliente poderia ter duas linhas de texto gravadas a laser. Na época era cobrada uma taxa adicional, porém hoje em dia esse serviço é gratuito.

Apesar de modelos antigos provarem ter sido muito populares, após o lançamento do modelo de terceira geração as vendas do produto dispararam, combinadas de publicidade intensa e de celebridades que fizeram que o iPod virasse um item fashion.

Quarta geração

Em julho de 2004, a Apple lançou o iPod de quarta geração. Numa nova campanha de publicidade, Steve Jobs anunciou a nova geração na capa da revista Newsweek.

Na mais óbvia diferença de seus predecessores, o iPod 4G ganhou a roda clicável (click wheel), que fora introduzida no iPod mini. Alguns usuários criticaram a mudança porque os botões agora não tinham mais luz interna, mas outros defenderam-na, alegando que a presença dos botões em pontos cardeais fazia com que a presença de luz interna não fosse necessária. A Apple também anunciou que o novo software incluído no iPod permite um melhor gerenciamento da carga da bateria, aumentando-a para até 12 horas. Outras mudanças pequenas incluem a adição de uma opção de executar canções aleatoriamente (Shuffle Songs) no menu principal. Após vários pedidos de usuários de iPods de gerações anteriores, a Apple lançou uma atualização na Internet que incluía os novos itens no menu aos iPods mais antigos.

Originalmente o iPod 4G tinha uma tela monocromática e não tinha suporte a fotos, como seus predecessores. Era comercializado em dois modelos: um de 20 GB por US$ 299 e um de 40 GB por US$ 399 (a Apple cancelou o modelo de 40 GB em fevereiro de 2005, restando somente a versão de 20 GB). O iPod de quarta geração monocromático era um pouco mais fino (em torno de 1 mm a menos) que o iPod de terceira geração e introduziu a capacidade de ser carregado através de uma conexão USB).

iPod photo / iPod colorido

Lançado em 28 de outubro de 2004, o iPod photo (originalmente nomeado “iPod Photo”, com um P maiúsculo, mas renomeado menos de um mês depois de seu lançamento) apresentava uma tela colorida de 65 536 cores, com uma resolução de 220 × 176 pixels e a habilidade de armazenar e exibir imagens JPEG, BMP, GIF, TIFF e PNG. Um milímetro mais grosso que o iPod monocromático de quarta geração, o iPod photo também tinha a capacidade de executar música até 15 horas para cada carga de bateria. O iPod photo vinha originalmente em versões de 40 GB e 60 GB, que custavam US$ 499 e US$ 599, respectivamente.

Em 23 de fevereiro de 2005, a Apple tirou do mercado a versão de 40 GB; que incluía um cabo USB e um cabo FireWire e uma dock. A versão foi substituída por uma de preço menor, com 30 GB, que incluía somente um cabo USB e não vinha com dock. Além disso, o preço do modelo de 60 GB foi reduzido, na mesma época. Diferente dos primeiros iPods photo, a versão mais barata do de 60 GB e o novo de 30 GB não vinham com a dock, o cabo FireWire, a proteção para viagem e os cabos A/V (acessórios com o valor aproximado de US$ 120).

Em 28 de junho de 2005, a Apple Computer fundiu a linha iPod com a linha iPod photo, removendo todos os modelos monocromáticos da linha principal do iPod. O iPod de 20 GB agora possui todos os recursos da antiga linha iPod photo por US$ 299, o mesmo preço da antiga versão monocromática. O preço do iPod photo de 60 GB, agora conhecido apenas por iPod de 60 GB, caiu de US$ 449 para US$ 399 e a Apple tirou do mercado o modelo de US$ 349. A Apple, assim como outros grandes sites de fãs do produto, continuaram referindo-se à linha como a quarta geração. O iTunes também foi atualizado para a versão 4.9, que incluiu recursos de podcasting ao programa e a todos iPod.

Para gerenciar a biblioteca de fotos no iPod, os usuários Mac usam o iPhoto da Apple, enquanto os utilizadores do Windows precisam de usar o Adobe Photoshop Album ou Elements ou usar o iTunes, só que esse último possui poucos recursos para a transferência de fotos. Os novos computadores Mac já vêm com o iPhoto, enquanto os usuários Windows precisam usar o iTunes ou comprar os produtos da Adobe, que não vêm no CD-ROM de instalação.

Conforme verificado em 28 de junho de 2005, o iPod vem acompanhado de cabo USB e adaptador elétrico. Acessórios opcionais populares incluem a dock, o cabo FireWire (que os usuários podem usar in lieu do USB), um cabo A/V (para ver álbuns fotográficos numa televisão) e um conector para câmera (para tranferir e ver imagens diretamente de uma câmera digital ao iPod).

Essa linha de iPods coloridos possuiu uma falha em que alguns aparelhos pausam a música sozinhos, mesmo com o botão hold activado. Tal deve-se a uma falha no recurso de auto-pause, que faz com o que a música pause quando os auriculares são desconectados do iPod, mas que erroneamente acha que os auriculares foram desconectados quando na verdade não foram. A entrada dos auriculares freqüentemente regista problemas com modelos de outras empresas, como os auriculares da Sennheiser, mas alguns utilizadores também registaram o problema com os auriculares que acompanham o iPod.

iPod U2 Special Edition

Em 28 de outubro de 2004 a Apple lançou uma versão preta e vermelha do iPod de quarta geração chamado de “iPod U2 Special Edition”. Originalmente vendido a US$ 349, a frente do produto é preta e a roda central é vermelha (as cores do último álbum da banda U2, How to Dismantle an Atomic Bomb) e apresenta as assinaturas dos membros da banda gravadas na parte de trás. Também inclui um cupom da iTunes Music Store que oferece um desconto de US$ 50 no preço da coleção completa de músicas do U2, “The Complete U2″, com mais de 400 faixas.

Em 28 de junho de 2005, junto do anúncio da fusão entre as linhas do iPod e iPod photo, a Apple adicionou uma tela colorida e capacidades de foto ao iPod U2 Special Edition, também baixando o preço para US$ 329.

Quinta geração

Em 12 de outubro de 2005, depois de muita especulação da mídia, Steve Jobs finalmente anuncia o esperado iPod 5G, ou iPod Video. Esta nova geração destaca-se pela capacidade de armazenar e executar vídeos H.264/MPG-4.
A Apple fechou acordo com redes de TV americanas para disponibilizar seriados como “Lost” e “Desperate Housewives” em sua loja. Em poucos dias foram vendidos mais de 1 milhão de vídeos pela iTunes Music Store.

O iPod continua sendo vendido nas versões de 30 GB e 60 GB, mas agora, nas cores preto ou branco.
A tela foi ampliada, contando agora com 320 x 240 pixels e as novas dimensões também impressionam: 10,4 x 6,0 x 1,1 e 136 gramas para o modelo de 30 GB e 10,4 x 6,0 x 1,4 e 156 gramas para a versão de 60 GB, sendo mais finos que as versões anteriores.

Recentemente, na MacWorld Expo 2006 em São Francisco, conferência em que são anunciados produtos e novidades da Apple, promovida no início de Janeiro, Steve Jobs revelou que o iPod Video vendeu 8 milhões de unidades desde seu lançamento até então.

Em Setembro de 2006 foi lançado a nova geração do IPod vídeo com um modelo de 80 GB

Quinta e ½ Geração

A Apple anuciou em 12 de setembro de 2006 novos modelos da linha iPod, incluindo novas versões do iPod nano, iPod shuffle e iPod com suporte a vídeos. Os lançamentos foram apresentados São Francisco, em um evento para a imprensa.

O novo iPod para vídeo oferece duas versões com capacidades de 30GB (US$ 250) e 80GB (US$ 350), acompanham um novo fone de ouvido e possuem baterias com autonomia de até 3,5 e 6,5 horas para vídeo, e até 14 e 20 horas para musica, respectivamente.

Além de oferecer uma duração maior da bateria comparado com a versão anterior, o novo iPod ainda oferece uma tela 60% mais brilhante e suporte para novos jogos disponíveis no site da empresa. Cada jogo pode ser adquirido por US$ 5, e entre os títulos disponíveis estão Bejeweled, Mahjong, Mini-golf, Pac-Man, Tetris, Cubis, Texas Hold ‘Em, Vortex e Zuma.

A linha iPod nano está disponível em três capacidades e opções coloridas. A versão de 2GB custa US$ 150 e está disponível somente na cor prata. Já a versão de 4GB tem o preço sugerido de US$ 200 e está disponível nas cores verde, prata, azul e rosa.

O tão aguardado modelo com capacidade de 8GB está disponível somente na cor preta, e seu preço sugerido é de US$ 250. A vida útil da bateria agora pode chegar a até 24 horas.

A Apple também anunciou uma nova versão do iPod shuffle, com aparência semelhante ao Apple Remote. Fabricado em alumínio, sua estrutura externa possui um clip e o conector do fone de ouvido também é utilizado para recarregar a bateria e conectar ao computador.

De acordo com a Apple, o novo iPod shuffle é o menor dispositivo para MP3 do mercado. Seu preço sugerido é de US$ 79.

Sexta Geração

Em 5 de setembro de 2007, foi lançada a sexta versão do iPod, apelidada de “iPod Classic”. Vem com a função Cover Flow e com capacidades de armazenamento de 80GB e 160GB. Alguns dos principais destaques dessa nova versão são a interface remodelada e a parte de frontal de alumínio (que ajuda consideravelmente a evitar os riscos). A duração da bateria do de 80GB, segundo a Apple, é de até 30 horas de música, e 5 de vídeo, enquanto a da versão de 160GB pode chegar 40 horas de música e 7 horas de vídeo.

iPod mini

A Apple entrou no mercado para players de áudio digital em janeiro de 2004, com a introdução do iPod mini, competindo diretamente com players como o Zen Micro da Creative e o Rio Carbon da Digital Networks. O iPod mini possui as mesmas funcionalidades do iPod normal, mas não oferece suporte a alguns acessórios de outras empresas. Sua tela menor faz com que seja exibida uma linha de texto a menos do que modelos anteriores, limitando a identificação na tela a título da canção e artista.

O iPod mini usa drives Hitachi Microdrive da Hitachi para armazenamento.

mini de primeira geração

Em 6 de janeiro de 2001, a Apple introduziu o iPod mini. Ele tinha uma capacidade de armazenamento de 4 GB e um preço de US$ 249 (na época apenas US$ 50 abaixo do preço do iPod de terceira geração de 15 GB). A crítica alegou que o produto era muito caro, mas o iPod mini provou ser um produto de popularidade extraordinária e as Apple Store tinham dificuldade em manter o produto em estoque.

O iPod mini introduziu a popular roda clicável (click wheel) que mais tarde foi incorporada nos modelos da quarta geração do iPod normal. A nova roda apresentava a possibilidade dos usuários de apenas deslizarem seus dedos para a rolagem dos itens na tela e os botões Menu, Back, Forward e Play/Pause faziam parte da roda em si, permitindo que o usuário pressionasse um dos cantos da roda para executar a ação desejada. A roda continuou na próxima geração.

Inicialmente a Apple disponibilizou o iPod mini em cinco cores: prateado, dourado, azul, rosa e verde. Os modelos prateados foram os que mais venderam, seguidos dos azuis. Os dourados, devido ao baixo interesse, foram tirados do mercado na segunda geração.

mini de segunda geração

Em fevereiro de 2005, o iPod mini de segunda geração veio ao mercado com um novo modelo de 6 GB com o preço de US$ 249 e um modelo atualizado de 4 GB ao preço de US$ 199. Mais notavelmente, ambos modelos apresentavam uma duração de bateria de até 18 horas. Além disso, também ganharam cores mais ricas (apesar da Apple ter cancelado o modelo dourado) e outras pequenas mudanças (a cor dos caracteres na roda clicável agora são da mesma cor do modelo do iPod mini). Além disso, os iPods mini de segunda geração não incluíam o adaptador elétrico ou o cabo FireWire, coisas que acompanhavam os modelos anteriores.

iPod shuffle

A Apple anunciou o iPod shuffle na Macworld Expo em 11 de janeiro de 2005 com a frase “A vida é aleatória” (Life is random) e “Dê uma chance para a chance” (Give chance a chance). O iPod shuffle introduziu a memória flash (ao invés de um disco rígido) para os iPods. O shuffle vem em dois modelos: um de 512 MB (em torno de 120 canções de 4 minutos codificadas a 128 kbps) e um de 1 GB (em torno de 240 canções de 4 minutos codificadas a 128 kbps). Diferente de outros modelos do iPod, o shuffle não consegue executar os formatos Apple Lossless e AIFF, provavelmente devido à capacidade de processamento reduzida do modelo. O shuffle possui um processador SigmaTel. A revista PC Magazine revelou em uma reportagem que acredita que o iPod shuffle possui o melhor sistema de áudio de todos os iPods [1]. A partir de 11 de outubro de 2006 está disponível no mercado externo o novo iPod shuffle, que tem o formato de um “clips” que foi feito especialmente para se prender na roupa.

O iPod shuffle não possui tela e por isso possui opções limitadas para a navegação entre as faixas das canções: os usuários podem executá-las na ordem definida no iTunes ou em uma ordem aleatória (shuffled, em inglês). Os usuários podem configurar o iTunes para que cada vez que o dispositivo for conectado ao computador, o programa preencha o iPod shuffle com uma nova lista aleatória. O iPod shuffle pesa em torno de 22 gramas e seu tamanho é quase o mesmo de uma caixa pequena de goma de mascar. Como o resto da família, o iPod shuffle pode operar como um dispositivo USB de armazenamento em massa.

No dia 5 de setembro de 2007, foram lançadas, novas cores e a versão iPod Shuffle (PRODUCT)RED.

iPod nano

A 7 de Setembro de 2005, a Apple anunciou o sucessor do iPod mini, o iPod nano. Baseado em memória flash ao invés de disco rígido, o iPod nano tem apenas 9,0 x 4,0 x 0,69 cm e 42 g, e é 62% menor em volume que o seu predecessor, disponivel nos modelos de 1 GB (introduzido em 7 de Fevereiro de 2006), 2 GB, e 4 GB. Possui uma tela de LCD capaz de exibir 65.536 cores, conseguindo mostrar fotografias, e liga-se ao computador via USB 2.0.

O iPod nano possui várias características que viriam a ser depois incluidas no iPod de 5ª Geração. Essas características eram novas ao sistema operacional do iPod, incluindo a adição vários relógios mundiais, timer, para desligar depois de determinado tempo, e a opção de bloqueio do aparelho, mediante uma senha de quatro dígitos definida pelo usuário. Uma vez bloqueado, os unicos botões que podem ser pressionados são os de play/pause, forward e backward.

Têm existido várias reclamações no que toca à fragilidade da tela, a qual facilmente se riscava e por vezes chegava mesmo a rachar se fosse feita uma maior pressão.

O iPod Nano segunda geração , lançado dia 12 de setembro de 2006, é uma volta ao passado, lembra o iPod mini, ele vêm, com novas cores e capacidades (2GB, 4GB e 8GB). As novas cores são: preto, azul, verde, rosa e o cinza. A tela está mais brilhante e a bateria dura 24 horas, segundo a Apple.

E a terceira e mais nova versão, lançada em 5 de setembro de 2007, tem como novidades, tela maior, com a resolução de 320 por 240 (a tela do novo iPod nano é a tela com maior densidade de pixels já lançada pela Apple, possui 204 pontos por polegada), novos jogos, e um menu diferente. Tem capacidade de 4GB e 8GB.

iPod touch

No dia 5 de setembro de 2007, foi lançada uma nova família iPod, apelidada de touch. Seu nome touch (do verbo tocar, em português) foi dado devido à sua tela sensível ao toque. O iPod Touch tem estilo parecido com o iPhone, o smartphone da Apple. Tem acesso à internet em navegador Safari através de Wi-Fi (802.11G) e conecta ao YouTube. Em suma, tem funcções básicas quase iguais ao de um iPhone, com exceção do telefone.

O iPod touch usa o sistema operacional Darwin OS X. Tem resolução na tela de 480×320px, e pode tocar, segundo a Apple, até 22 horas de música e
5 horas de vídeo. Além disso, também tem a função Cover Flow.

Software

O iPod pode reproduzir os formatos de música em MP3, WAV, AAC/M4A, AAC Protegido, AIFF, audiobooks e o Apple Lossless. Não consegue reproduzir FLAC, WMA (Windows Media Audio), Ogg Vorbis ou RealAudio. A versão para Windows do iTunes pode converter os arquivos WMA sem proteção contra cópia para AAC, MP3 ou WAV para mais tarde serem transferidos para um iPod.

A Apple projetou o iPod para funcionar com o software de biblioteca de mídia iTunes, que permite ao usuário gerenciar as bibliotecas de música em seu computador e no seu iPod. O iTunes pode sincronizar o conteúdo do iPod com o do computador toda vez que o aparelho for conectado ao computador.

Além das capacidades de reprodução de música e armazenamento de arquivos, o iPod possui funcionalidades de PDA: a unidade pode armazenar cópia de informações do catálogo de endereços e iCal no Mac de usuário, e também pode exibir notas, apesar dos usuários não poderem editar nenhuma destas informações diretamente no iPod.

Todas gerações do iPod também apresentam jogos. Os iPods de primeira e segunda geração possuem um jogo chamado “Brick”, um clone do antigo jogo de arcade chamado Breakout cujo engenheiro era o co-fundador da Apple, Steve Wozniak. A terceira e quarta geração do iPod possuem tanto “Brick” quanto três outros jogos: Parachute, Solitaire e Music Quiz.

Hardware

Exceto pelo iPod shuffle, todos os outros modelos do iPod oferecerem conectividade com portas FireWire e USB 2.0 (Alta velocidade) e USB 1.1, apesar de recentemente a Apple parar de incluir cabos FireWire junto do iPod mini e do iPod photo para manter melhorias em cada geração sem aumentar o preço. Os iPods recarregam suas baterias internas usando o cabo FireWire ou USB enquanto conectados a um computador ou a um adaptador elétrico, que oferece entrada tanto para o cabo FireWire quanto para o USB (são dois adaptadores diferentes).

Acessórios mais novos do iPod incluem leitores de cartão de memória, sintonizadores FM e gravadores de voz. Entre os mais conhecidos fabricantes de acessórios para o iPod está a Belkin. Alguns dos acessórios, como os sistemas de alto-falantes fabricados pela Bose e interfaces internas para carros BMW fazem uso dos conectores encontrados na parte de baixo do iPod, fazendo com que o usuário encaixe o aparelho no dispositivo. Estes conectores fornecem controle e informação assim como caminho para o sinal de som e energia para executar o iPod ou o acessório.

Fones de ouvido

Todos os iPods vêm acompanhados de fones de ouvido pequenos com fios brancos que os distinguem de outros fones semelhantes, sendo o branco uma cor escolhida para combinar com o design dos modelos de iPods originais. Os fios brancos tornaram-se um símbolo do iPod e sempre ganham visibilidade nos anúncios do produto. Alguns outros fabricantes vendem fones de ouvido brancos (como por exemplo a Sony) marcados como substitutos dos fones do iPod, mas também funcionam com outros aparelhos. Alguns usuários dizem que os fones que acompanham o iPod são de baixa qualidade e outros reclamam de falhas.

Em 2004 a Creative Labs, concorrente da Apple, introduziu os novos modelos de players Zen Touch e Zen Micro com fones de ouvido brancos muito similares aos da Apple. Uma porta-voz da Creative disse ao The New York Times que a empresa escolheu a cor para combinar com o aparelho e não para emular o iPod. [2] Além da Creative, a Sony também inclui fones de ouvido brancos muito similares junto de seu PlayStation Portable (PSP). Os comerciais de televisão do PSP apresentam um homem escutando música de maneira muito semelhante àquela dos comerciais do iPod.

Compatibilidade

O iPod original possuía compatibilidade somente com os computadores Macintosh rodando Mac OS 9 ou Mac OS X, mas em 17 de julho de 2002 a Apple começou a vender um iPod compatível com o Microsoft Windows, com seu disco rígido interno formatado como FAT32 ao invés de HFS Plus. [3] A Apple lançou uma versão para Windows do iTunes em 16 de outubro de 2003 [4]; antes disso, os usuários do Windows precisavam de um programas de terceiros como o Musicmatch Jukebox (incluído com os iPods para Windows antes do lançamento da versão para Windows do iTunes), ephPod ou XPlay para gerenciar a música em seus iPods.

A mais recente geração de iPods remove a distinção Mac/Windows; estes iPods saem de fábrica com seu disco rígido formatado para uso do Macintosh, e o usuário pode reformatá-lo para uso com o Windows após a compra. Um iPod com seu disco rígido formatado como HFS+ opera apenas com um Macintosh, porque o Windows não reconhece HFS+, mas já que um Macintosh pode ler FAT32, um iPod formatado neste formato pode operar tanto com um Macintosh quanto com um PC. O formato HFS+ deixa um pouco mais de espaço disponível para armazenamento de dados, e deixa o iPod servir como disco de inicialização para um computador Macintosh.

Em 8 de janeiro de 2004 a Hewlett-Packard (HP) anunciou que iria licenciar o iPod da Apple para criar um reprodutor de áudio digital com a marca da HP chamado coloquialmente de HPod. No dia seguinte, Carly Fiorina, então presidente e CEO da Hewlett-Packard, mostrou o novo dispositivo azul baseado no iPod na Consumer Electronics Show de 2004. Enquanto este iPod alterado nunca chegou a ser produzido, o modelo da HP, completamente idêntico ao iPod da Apple, era vendido sob o nome de “Apple iPod + hp”. Vendedores deste modelo incluíam (entre outros) a gigante de varejo Wal-Mart, que inclui um aviso deixando claro que o aparelho não irá funcionar com seu serviço de download de músicas online.

Em 29 de julho de 2005 a HP anunciou que iria parar de vender iPods, após 18 meses de parceria com a Apple. Um porta-voz da empresa declarou que a empresa permanece comprometida “com a estratégia de entretenimento digital” e decidiu que “revender iPod não faz parte dessa estratégia”.
O comunicado ocorreu devido à reestruturação da empresa após a demissão de Carly Fiorina.

O iPod usa conectividade de armazenamento em massa USB e Firewire junto de um arquivo especial da base de dados para listar as canções. O iPod pode ser montado em qualquer sistema que suporte armazenamento em massa e pode ser usado como um disco rígido externo, mas um programa como o iTunes é necessário para fazer upload de canções para o aparelho. O iPod também se carrega através de uma porta USB, seja o sistema operacional suportado ou não.

O novo iPod, lançado dia 12 de setembro é uma volta ao passado, lembra o iPod mini, ele vêm, agora, com novas cores e capacidades (2GB, 4GB e 8GB). As novas cores são: preto, azul, verde, rosa e o cinza. A tela está mais brilhante e a bateria dura 24 horas, segundo a Apple.

Tabela de modelos

Modelo Geração Imagem Capacidade Mudanças introduzidas Conectividade Data de lançamento original Preço no lançamento (US$ - dólares americanos) Sistema mínimo para sincronização (Mac/Windows)
iPod classic Primeira 5, 10 GB Primeiro modelo, com roda de rolagem mecânica. FireWire 23 de outubro de 2001 $399, $499 9
10.1
Segunda 10, 20 GB Roda sensível ao toque. Porta FireWire recebeu uma tampa. Botão HOLD (travar) revisado. Compatibilidade com Windows através do Musicmatch. FireWire 17 de julho de 2002 $399, $499 10.1/2000
Terceira 10, 15, 20, 30, 40 GB Primeira vez completamente redesenhado, inclusão do “dock connector”, e caixa mais fina. O suporte através do Musicmatch foi substituído pelo lançamento do iTunes 4.7 para Windows.. FireWire (USB para sincronização somente) 28 de abril de 2003 $299, $399, $499 10.1/2000
Quarta 20, 40 GB Inserida a click wheel, baseada no iPod mini. FireWire ou USB 19 de julho de 2004 $299, $399 10.2/2000
Quarta (iPod photo) 20, 30, 40, 60 GB Versão aprimorada do iPod de quarta geração, com tela colorida e suporte a visualização de fotos. Mais tarde foi integrado à linha principal dos iPods. FireWire ou USB Outubro de 2004 $349, $449, $499, $599 10.2/2000
Quinta 30, 60, 80 GB Segunda vez completamente redesenhado, com uma caixa mais fina ainda, e uma tela mais larga, com uma novidade, a reprodução de vídeo. Lançado em versões preta e branca. USB (FireWire apenas para carga) 12 de outubro de 2005 $299, $399 (later $249, $349) 10.3/2000
Sexta 80, 160 GB Introduzido o sufixo “classic”. Nova interface, e parte frontal de alumínio anodizado. Versão prateada substituiu a branca. USB (FireWire apenas para carga) 5 de setembro de 2007 $249, $349 10.4/XP
iPod mini Primeira 4 GB Novo modelo, com dimensões reduzidas. Disponível em 5 cores. Introduziu a “Click Wheel”. USB ou FireWire 6 de janeiro de 2004 $249 10.1/2000
Segunda 4, 6 GB Variações de cores mais claras, duração da bateria extendida. Os ícones da Click Wheel passaram a ter a mesma cor do corpo. O modelo dourado foi descontinuado. USB ou FireWire 22 de fevereiro de 2005 $199, $249 10.2/2000
iPod shuffle Primeira 512 MB, 1 GB Novo modelo, sem tela e com armazenamento por memória flash. USB 11 de janeiro de 2005 $99, $149 (later $69, $99) 10.2/2000
Segunda 1 GB Nova versão, com dimensões reduzidas e design de “clip”. 4 novas cores foram introduzidas mais tarde. As cores foram mudadas mais tarde USB (pelo dock somente) 12 de setembro de 2006 $79 10.3/2000
iPod nano Primeira 1, 2, 4 GB Substituiu o iPod mini. Armazenamento por memória flash. Disponível em preto e branco. USB (FireWire para carga somente) 7 de setembro de 2005 $149, $199, $249 10.3/2000
Segunda 2, 4, 8 GB Corpo de alumínio anodizado, baseado no iPod mini, e 6 opções de cores. USB (FireWire para carga somente) 12 de setembro de 2006 $149, $199, $249 10.3/2000
Terceira 4, 8 GB Tela de 2 polegadas, com resolução de 320×240, a tela com a maior densidade de pixels já feita pela Apple. Cores atualizadas, nova interface e suporte a reprodução de vídeo. USB (FireWire para carga somente) 5 de setembro de 2007 $149, $199 10.4/XP
iPod touch Primeira 8, 16 GB Design baseado no iPhone. Inclui o navegador da Web Safari, tela multitoque, internet viaWi-Fi, acesso sem fio à iTunes Store e ao YouTube. USB (FireWire para carga somente) 5 de setembro de 2007 $299, $399 10.4/XP

Cada nova geração normalmante inclui novos recursos, e o corpo normalmente é menor e mais leve que o da versão anterioir. As mudanças mais importantes já feitas foram a substituição da roda mecânica pela roda sensível ao toque, o uso de telas coloridas, e a subtituição de discos rígidos por memórias flash. Modelos descontinuados incluem as 5 primeiras gerações do iPod original, ou iPod “Classic”, todas as duas versões do iPod mini, a primeira geração do iPod shuffle, e as duas primeiras gerações do iPod nano.
Uso

Os iPods, exceto o iPod shuffle, têm cinco botões:

  1. Play/Pause que toca/pausa músicas.
  2. Menu que volta um nível nos menus.
  3. Previous que volta a faixa em execução.
  4. Next que avança na faixa em execução.
  5. Select o botão no centro da roda; seleciona um menu ou canção para ser executada.

Os iPods de quarta geração, o iPod mini e o iPod photo incorporam estes botões na roda clicável (exceto o select).

Uma chave Hold também existe no topo da unidade. Quando ativada, deixa os botões do iPod sem resposta, para que os usuários não o apertem por acidente. A roda central também não consegue mudar o volume no modo Hold.

Segurar o botão Play/Pause por dois segundos irá desligar a unidade.

Se o iPod travar, o usuário pode forçá-lo a se reiniciar. Num iPod de terceira geração, ou anterior, isto é feito quando o usuário ativa, e em seguida desativa a chave Hold no topo do iPod, e então segura os botões Menu e Play/Pause de seis a dez segundos até que o logotipo da Apple apareça. Num iPod de quarta geração, e nos iPods mini (com a roda clicável), se faz o mesmo procedimento com a chave Hold e então os botões Menu e Select devem ser segurados.

Os usuários podem colocar o iPod no modo de disco FireWire, no qual ele se comporta como um disco rígido externo sem nenhuma das outras funcionalidades do aparelho. Num iPod de terceira geração ou anterior o aparelho primeiro deve ser reiniciado e então os botões Previous e Next devem ser segurados até que apareça no visor “Disk Mode” (modo de disco). Num iPod com roda clicável, seguram-se os botões Select e Play/Pause. Para devolver as funcionalidades normais do iPod, reinicie o aparelho.

Obs. Procurando uma assistência técnica que certifique o defeito, a Apple se prontifica a fazer troca de aparelhos danificados ainda na garantia entre 15 e 30 dias gratuitamente.

iTunes Store

Nenhum outro reprodutor de música além do iPod pode reproduzir os arquivos protegidos digitalmente vendidos na iTunes Store. A Apple possui uma tecnologia de encriptação acoplada junto aos arquivos AAC vendidos na loja usando seu sistema FairPlay de maneira com que apenas computadores autorizados possam reproduzi-los.

Os usuários podem passar por cima da proteção ao gravar os arquivos protegidos em um CD e então passando suas músicas de volta para o computador como arquivos desprotegidos, mas isso pode tornar-se uma atividade entediante e resulta em perda na qualidade de áudio com cada interação. Nos EUA, também pode violar o Digital Millenium Copyright Act.

Outra maneira seria utilizando um programa de terceiros para retirar a proteção. Alguns desses programas incluem o Hymn ou com o próprio programa da Apple, o Final Cut Pro. Um desenvolvedor anônimo também criou o iOpener, um programa que encontra arquivos AAC protegidos no computador de um usuário e os converte para arquivos AAC sem codificação. [5]

Em março de 2005, Jon Johansen (”DVD Jon”) lançou um programa chamado PyMusique ([6]) que permite que clientes da iTunes Music Store comprem canções sem restrições de cópia.

No mês de janeiro, em anúncio na MacWorld Expo 2006, Steve Jobs anunciou que a iTunes Music Store vendeu 850 milhões de canções.

Em fevereiro de 2006, a Apple lança uma promoção em seu site para comemorar o número de 1 bilhão (um mil milhão em Portugal) de músicas vendidas. A partir da música número 950 milhões, a cada cem mil músicas vendidas, a Apple daria ao usuário comprador um iPod Nano Preto 4GB e um cartão no valor de 100 dólares para compras na iTunes Music Store. O usuário que adquirisse a canção de número 1 bilhão levaria para casa um iMac de 20 polegadas, 10 iPods 60GB, 10 mil dólares para compras na iTunes Music Store, além de uma bolsa de estudos em uma escola renomada de músicas. “Você pode ajudar a lançar carreiras de uma geração inteira de músicos”, dizia o anúncio.

No momento, a iTunes Store está presente em 21 países.

Feeds RSS

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Alan Kay || laptop

Posted on August 29th, 2008 in Uncategorized by admin

Alan Curtis Kay (Springfield, Massachusetts, 17 de maio de 1940) é um dos inventores da linguagem de programação Smalltalk e um dos pais do conceito de programação orientada a objetos, que lhe valeu o Turing Award em 2003. Também, concebeu o laptop e a arquitetura das modernas interfaces gráficas dos computadores (GUI).

Infância e Adolescência

Logo após o seu nascimento, sua família mudou-se para a Austrália, onde moraram por alguns anos, até que se mudaram novamente para os Estados Unidos, em função da ameaça de invasão japonesa, durante a Segunda Guerra Mundial.

“Quando comecei a frequentar a escola, já tinha lido umas centenas de livros. Sabia, nos primeiros anos escolares (first grade), que estavam mentindo para mim, porque já conhecia outros pontos de vista. A escola é, basicamente, um ponto de vista — aquele que o professor tem ou que os livros texto têm. Eles não gostam da idéia de haver pontos de vista diferentes, então era uma batalha. É claro que começava a falar com a minha voz de um garoto de cinco anos de idade”

Início da Vida Acadêmica

Enquanto estudava na Universidade de Utah, aprendeu sobre o inovador programa chamado Sketchpad e começou a programar em Simula. Tomando emprestado os conceitos desses sistemas, como também dos seus conhecimentos em Biologia e Matemática, formulou sua “analogia algébrico-biológica”. Kay lançou o postulado de que o computador ideal deveria funcionar como um organismo vivo, isto é, cada “célula” comportar-se-ia relacionando-se com outras a fim de alcançar um objetivo, contudo, funcionando de forma autônoma. As células poderiam também reagrupar-se para resolver um outro problema ou desempenhar outras funções.

Influência de Seymour Papert

No outono de 1968, Kay teve o seu primeiro encontro com Seymour Papert, no Laboratório de Inteligência Artificial do MIT, e ficou interessado na linguagem LOGO. Toda a concepção de Kay sobre o papel do computador na sociedade foi mexida, quando ele viu Papert e seus colegas ensinando crianças a programar em LOGO.

“Em 1968, vi duas ou três coisas que mudaram minha noção de computação por completo. A maneira como pensávamos sobre isso era a de Doug Engelbart, que o mainframe era como uma estrada de ferro, a qual pertencia a uma instituição que decidia o que e quando você poderia fazer algo. Engelbart seguiu as idéias de Henry Ford. Um computador pessoal era visto nos anos de 1960 como se fosse um automóvel. Em 1968, vi o primeiro trabalho de Seymour Papert com crianças usando LOGO, e vi o primeiro bom sistema de reconhecimento de caracteres manuscritos na Rand. Era um sistema fabuloso. E isso teve uma grande influência sobre mim porque havia algo intuitivo. Quando combinei esse sistema com a idéia de crianças usando-o, surgiu para mim o conceito de um computador como sendo mais do que uma supermídia. Seria algo mais como um superpapel.”

Em 1968, após visitar Seymour Papert, começa a pensar sobre um computador do tamanho de um livro que poderia ser usado para substituir o papel. Kay percebe que esse dispositivo seria especialmente útil para as crianças. Essa idéia o estimulou a construir um modelo de um computador portátil que viria a ser um laptop. Mais tarde, em 1970, Kay projetou um dispositivo, chamado por ele de “KiddiKomp”, que era um computador portátil barato com uma tela de CRT a fim de avaliar a computação móvel.

Projetos

Após escrever uma tese sobre orientação a objetos gráfica e receber o título de Ph.D. na Universidade de Utah, ele passou dois anos como pesquisador no Laboratório de Inteligência Artificial de Stanford. Durante este período, Kay se envolveu, entre outras coisas, com projeto de linguagem de programação. Também, passou algum tempo ensinando.

Era Xerox PARC

Kay começou como consultor na Xerox PARC, em setembro de 1970, e passou a ser pesquisador da empresa em 1971. Envolveu-se com o projeto da linguagem de programação Smalltalk durante 1971-72 e passou a usar Smalltalk num contexto educacional. Crianças foram postas em contato com computadores e tiveram suas reações analisadas. Junto com os seus colegas da PARC (influenciado pelas psicologias desenvolvimental e cognitiva de Jean Piaget e Jerome Bruner), Kay concluiu que as crianças aprendiam melhor através da progressão a partir de um envolvimento cinético, passando por imagens e configurações até chegar ao uso de representações abstratas e simbólicas. Foi esta pesquisa que motivo o uso intenso de gráficos e animações no desenvolvimento da linguagem Smalltalk. Algumas das crianças que tiveram contato com Smalltalk tornaram-se aptas a usá-lo e, destas, algumas chegaram a desenvolver sozinhas programas complicados.

O projeto Smalltalk foi influenciado pela analogia de Kay baseada em princípio biológicos e algébricos. Ela idealiza entidades individuais, ou células, que se comunicam entre si pela troca de mensagens. De certa forma, a linguagem Smalltalk pode ser considerada como a mãe das linguagens orientadas a objetos.

Enquanto liderava esse projeto na PARC, Kay contribuiu para o desenvolvimento da Ethernet, impressora laser e o modelo de rede cliente-servidor.

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Hardware de rede Artisoft || laptop

Posted on August 29th, 2008 in Uncategorized by admin

Da mesma forma que a Novell ajudou a popularizar os adaptadores de rede Ethernet vendendo sua própria linha de produtos, houve uma época em que a fabricante da LANtastic também produziu seus próprios cabos, hubs e adaptadores (fabricados pela Eagle Technology, adquirida pela Artisoft em Janeiro de 1994 e vendida um ano depois para a Microdyne Corporation). Eles começaram com uma linha de placas de rede de 8 bits (soquete ISA) que rodava a apenas 2 Mbps (megabits por segundo), contra 10 Mbps de um adaptador Ethernet comum, e só eram compatíveis com a própria LANtastic.

Artisoft 2Mbps Network Adapter

O Artisoft 2Mbps Network Adapter foi produzido em três versões:

  • O2MBPS - 2 Mbps (original)
  • E2MBPS - 2 Mbps Enhanced (possuía um “DIP switch” com quatro chaves para configuração e a possibilidade de incluir uma “placa-filha” com uma ROM de boot remoto ou memória RAM adicional)
  • 2 Mbps ASIC (”Application Specific Integrated Circuitry”)

Em comum, as três versões possuíam duas portas DB9 (macho e fêmea) e usavam cabos blindados de par trançado. A configuração de rede mais comum era em “daisy chain” ou topologia “bus”, sendo que o cabo ligava um conector macho a porta fêmea no próximo adaptador da cadeia. O terminador de rede era um plug DB9 com um resistor de 100 Ohm ligando os pinos 3 e 4, e outro resistor de 100 Ohm ligando os pinos 7 e 8.

A Artisoft recomendava o uso do seu cabo blindado exclusivo para as conexões, o qual permitia atingir, segundo sua documentação, uma distância máxima de quase 64 metros entre estações da rede.

Hub Artisoft

Um hub de 12 portas, projectado especificamente para conectar estações de trabalho LANtastic usando adaptadores de 2 Mbps.

Simply LANtastic Ethernet Adapter (ISA)

Adaptador Ethernet de 8 bits para uso doméstico, o qual sacrificava a performance em nome da facilidade de uso: os cabos (com extensão máxima entre estações de 8,5 m) eram conectados no adaptador através de tomadas (”mini-jack”) semelhantes aos de aparelhos de áudio. Não havia a necessidade de um terminador de rede.

Simply Parallel Adapter

Uma porta Ethernet paralela, que eliminava a necessidade de abrir o computador para inserir uma placa de rede. Radicalizava o conceito do Simply Ethernet Adapter, com cabos e conectores de áudio, e fazendo rede e impressora compartilharem a mesma porta (o que nem sempre funcionava de modo pacífico - algumas impressoras se recusavam a funcionar nesse sistema).

Série AE (Adaptadores AE-1/T, AE-2, AE-2/T e AE-3)

Placas de rede Ethernet de 16 bits, configuráveis através de “jumpers” e compatíveis a nível de registro com as NE2000. Ostentavam 16 Kb de RAM “on-board” para buffer do tráfego de rede, expansíveis para 64 Kb. Podiam ser usadas como placas Ethernet comuns em qualquer rede (ou seja, não possuíam arquitetura proprietária). A principal diferença entre os três modelos era o conector (e tipo de cabeamento suportado) em cada uma delas:

  • AE-1/T - conector RJ45 (cabo de par trançado não-blindado)
  • AE2 - conectores DB15 (cabo “Thicknet”) e BNC (cabo coaxial)
  • AE-2/T - conectores RJ45 e DB15
  • AE-3 - conectores RJ45, DB15 e BNC

Adaptadores NodeRunner 2000 e NodeRunner 2000SI

Placas de rede Ethernet de 16 bits, que utilizavam um chip ASIC (”Alice”) para acelerar o processamento dos sinais. As NR2000 foram projectadas para uso em redes LANtastic versão 5.0 ou anteriores, enquanto as NR2000SI funcionavam com redes de outros fabricantes e com a LANtastic versão 6.0 (mas não com versões anteriores). As SIs originais podiam ser identificadas por um adesivo amarelo ou vermelho preso na parte externa do espelho da placa, enquanto as 2000 originais possuíam um adesivo branco no mesmo local.

Hardware de 16 bits (MicroChannel)

A Artisoft criou versões de seus adaptadores de rede para o padrão proprietário MicroChannel (MCA), utilizado nos modelos IBM PS/2. Os modelos fabricados eram das séries AE, A2MBPS e NodeRunner, e foram projectados para uso exclusivo em redes LANtastic.

Boot PROM

Chip inserido numa interface de rede para permitir boot remoto. Era usado em estações de trabalho “diskless” (sem drive de disquete nem disco rígido), para inicializar o sistema via rede, através de um servidor remoto.

Hub T-Runner I

Hub Ethernet 10baseT com 8 ou 12 portas (RJ-45).

Hub T-Runner II

Hub Ethernet 10baseT com 8 ou 16 portas (RJ-45).

Peer Hub

Hub dinâmico 10baseT para inserção no computador, como se fosse um adaptador de rede. Dotado de cinco portas externas RJ-45 e duas internas (usadas para conexão com outros adaptadores das séries AE/T e NR2000 instaladas no mesmo computador), era oferecido como uma alternativa aos hubs externos. Até quatro Peer Hubs podiam ser instalados numa mesma máquina.

Central Station I e II

Módulo independente de conexão para impressoras, modens e laptops numa rede LANtastic, evitando a compra de um computador especificamente para este fim. Possuía 2 portas seriais DB-9 bi-direcionais, uma porta auxiliar DB-9 para protocolo XON/XOFF (somente no Central Station II), uma porta paralela DB-25 para conexão de impressoras, outra porta paralela DB-25 para conexão de mais uma impressora ou laptop (somente no Central Station II). O Central Station não era compatível com máquinas rodando LANtastic para Windows 95 e nem dava suporte para modens com taxas de transferência acima de 14.4 Kbps.

LANtastic Sounding Board (Voice Adapter)

Placa de som de 8 bits (ISA), desenvolvida pela Artisoft (originalmente sob o nome Voice Adapter), especificamente para gravar e reproduzir mensagens de voz através de uma rede LANtastic. Em ambiente Windows, podia gravar sons em seu formato nativo MULAW ou no WAVE do Windows. Foi comercializada como parte do pacote Artisoft Net Media, que teve vida breve.

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Osciloscópio || laptop

Posted on August 28th, 2008 in Uncategorized by admin

O osciloscópio é um instrumento de medida eletrônico que cria um gráfico bi-dimensional visível de uma ou mais diferenças de potencial. O eixo horizontal do ecrã normalmente representa o tempo, tornando o instrumento útil para mostrar sinais periódicos. O eixo vertical comumente mostra a tensão. O monitor é constituído por um “ponto” que periodicamente “varre” a tela da esquerda para a direita.

Exemplos de usos

O uso clássico de um osciloscópio é diagnosticar uma peça defeituosa em um equipamento eletrônico. Em um rádio, por exemplo, se olha no esquema elétrico do aparelho e se localizam as conexões entre os estágios (como mixer eletrônico, osciladores eletrônicos, amplificadores).

Então o terra do osciloscópio é ligado ao terra do circuito, e a ponta de prova é colocada na conexão entre dois estágios no meio do circuito.

Quando o sinal esperado está ausente, se sabe que algum estágio precedente do circuito está defeituoso. Como a maioria das falhas ocorre por causa de um único componente defeituoso, cada medida pode provar que metade do estágio de uma peça complexa está funcionando corretamente, ou seja, que não é a causa do defeito.

Uma vez que o estágio defeituoso é encontrado, testes mais específicos deste estágio podem geralmente mostrar a um profissional experiente qual componente está com defeito. Uma vez que este componente é substituído, a unidade pode voltar à operação, ou ao menos o próximo defeito pode ser procurado.

Outro uso possível é a checagem de um circuito novo. Muito frequentemente circuitos novos se comportam abaixo do esperado devido aos níveis de tensão errados, ruído elétrico ou erros no projeto. Os circuitos digitais geralmente operam a partir de um oscilador (clock), então um osciloscópio de traço duplo (dual-trace) é necessário para verificar circuitos digitais. Osciloscópios com “armazenamento” são muitos úteis para “capturar” efeitos eletrônicos raros que podem levar a uma operação defeituosa.

Outro uso é para engenheiros de software que programam circuitos eletrônicos. Muitas vezes o osciloscópio é a única maneira de ver se o software está rodando corretamente. Para essa aplicação existe, no entanto, um equipamento mais apropriado, o analisador lógico, uma espécie de osciloscópio digital que permite a leitura de dezenas de canais simultaneamente.

Descrição

Um típico osciloscópio é uma caixa retangular com uma tela, conectores de entrada, knobs para controle e botões na frente do painel.

Para ajudar na medidas, uma grade chamada graticule ou retículo é desenhada na face da tela. Cada quadrado na graticule é conhecido como uma divisão. O sinal a ser medido é ligado a um dos canais de entrada, geralmente através de um conector coaxial, como os conectores BNC ou tipo N. Se a fonte do sinal já possui seu conector coaxial, então um simples cabo é usado para ligá-la, caso contrário um cabo específico chamado ponta de prova para osciloscópio é usado.

Em seu modo mais simples, o osciloscópio desenha repetidamente uma linha horizontal chamada de traço através do meio da tela da esquerda para a direita. Um dos controles, o timebase control (controle da base de tempo), determina a velocidade com que a linha é desenhada, e é calibrado em segundos por divisão.

Se a tensão de entrada difere do zero, o traço pode ser defletido tanto para cima quanto para baixo. Outro controle, o vertical control (controle vertical), determina a escala da deflexão vertical, e é calibrado em volts por divisão. O traço resultante é um gráfico da voltagem em função do tempo.

Se o sinal de entrada é periódico, então um traço relativamente estável pode ser obtido apenas ajustando a base de tempo (timebase) de acordo com a frequência do sinal de entrada. Por exemplo, se o sinal é uma onda seno com frequência igual a 50 Hz, então seu período é de 20 ms, então a base de tempo (timebase) deve ser ajustada de modo que o tempo entre a passagens sucessivas seja de 20 ms. Este modo é chamado de continual sweep (varredura contínua). Infelizmente, a base de tempo dos osciloscópios não é perfeitamente precisa, e a frequência do sinal não é perfeitamente estável, então o traço pode se mover pela tela, dificultando as medidas.

Para prover um traço mais estável, os osciloscópios modernos tem uma função chamada trigger (desencadear ou disparar). Quando o triggering é utilizado, o instrumento irá parar cada vez que a varredura chegue no extremo direito da tela e retornar de volta ao lado esquerdo da tela. O osciloscópio então aguarda um evento específico antes de começar a desenhar o próximo traço. O evento de trigger (disparo) é comumente acionado quando a forma de onda da entrada atinge uma tensão em uma direção específica (tensão crescente ou decrescente) determinada pelo usuário.

Este recurso ressincroniza a base de tempo ao sinal de entrada, impedindo o deslizamento horizontal do traço. Desta forma, o trigger permite a visualização de sinais periódicos tais como ondas quadradas e ondas seno.
O circuito de Trigger também permite a visualização de sinais não-periódicos, tais como pulsos que não se repetem em uma taxa fixa.

Os Tipos de trigger incluem:

  • trigger externo, um pulso de uma fonte externa conectada a uma entrada dedicada do osciloscópio.
  • trigger de borda, um detector de borda que gera um pulso quando o sinal passa de uma tensão limiar especificada em uma direção específica.
  • video trigger, um circuito que extrai pulsos sincronizantes de formatos de vídeo tais como PAL e NTSC e disparam a base de tempo em todas as linhas, em uma linha específica, em todos os campos, ou em um quadro. Este circuito é tipicamente encontrado dos dispositivos monitores de forma de onda.
  • trigger por atraso, aguarda um tempo específico após passar por uma tensão limiar antes de começar a varredura. Nenhum circuito de trigger funciona instantaneamente, sempre ocorre um pequeno atraso, porém um circuito de trigger por atraso estende este valor até um intervalo conhecido e ajustável. Deste modo, o operador pode examinar um pulso particular em um longo grupo de pulsos.

A maioria dos osciloscópios também permitem que você tire a base de tempo e a insira um sinal no amplificador horizontal. Isto é chamado de modo X-Y, e é útil para ver a relação de fase entre dois sinais, o que é comum em análise de rádio e televisão.
Quando os dois sinais são senóides de frequência e fases variáveis, o traço resultante é chamado de curva de Lissajous.

Alguns osciloscópios possuem cursores, que são linhas que podem ser movidas sobre a tela para medir o intervalo de tempo entre dois pontos, o a diferença entre duas tensões.

Muitos osciloscópios possuem um ou mais canais de entrada, permitindo que eles mostrem mais de um sinal na tela.
Geralmente o osciloscópio tem um conjunto de controles verticais para cada canal, porém apenas um sistema de trigger e base de tempo.

Um osciloscópio dual-timebase (base de tempo duplo) possui dois sistemas de trigger de modo que dois sinais possam ser vistos em diferentes eixos de tempo. Isto também é chamado de modo “magnificação”. O usuário mantém um sinal complexo desejado usando uma configuração de trigger compatível. Então ele permite a “magnificação”, “zoom” ou “base de tempo dupla”, e pode mover uma janela para observar os detalhes do sinal complexo.

Algumas vezes o evento que o usuário deseja ver pode ocorrer apenas ocasionalmente. Para capturar estes eventos, alguns osciloscópios são “storage scopes” (osciloscópios de armazenamento) que preservam o sinal mais recente na tela.

Alguns osciloscópios digitais podem fazer a varredura a velocidades baixas como uma vez por hora, emulando um gravador em papel de tira. Isto é, o sinal passa pela tela da direita para a esquerda. A maioria dos osciloscópios mais sofisticados mudam do modo de varredura para o modo de escrita em tira com cerca de uma varredura a cada dez segundos. Isto ocorre porque caso contrário, o osciloscópio iria aparentar estar quebrado: está coletando informações, porém o ponto não pode ser visto na tela.

Conselhos para uso

O problema mais típico encontrado quando se utiliza um osciloscópio não familiar é que o traço não está visível.

Muitos osciloscópios mais recentes possuem “opções de reset” ou um botão “auto set up”.
Utilize-o caso haja confusão. Alguns instrumentos possuem um botão “beamfinder”. Ele limita o tamanho do traço de modo que ele irá aparecer na tela.

Outra razão para a “perda” do traço é um ajuste de luminosidade (brightness) muito baixo. Todos os osciloscópios possuem um ajuste de luminosidade que serve para tornar o traço visível tanto em varreduras lentas como nas mais rápidas. Um ajuste muito tenue pode tornar o traço pouco visível. um ajuste muito intenso pode deixar o sinal borrado. Alguns osciloscópios possuem um ajuste de foco que permite ajustar a espessura do traço.

Verifique que primeiro você configure as opções de canal para acoplamento “DC”, com trigger automático.
Aumente o valor do volts per division (volts por divisão) do canal (efetivamente diminuindo a Altura da linha) até a linha aparecer.
Configure o time per division (tempo por divisão) próximo da velocidade do evento desejado, e então ajuste o volts per division até o evento aparecer em um tamanho útil.

Os osciloscópios comumente possuem uma saída de teste que pode ser medida para se asseguram que um canal e sua ponta de prova estejam funcionando.
Quando se utiliza um osciloscópio não familiar, é recomendado medir a este sinal primeiro.

A capacitância do fio na ponta de prova pode fazer com que o osciloscópio mostre imprecisamente sinais de alta velocidade.
Se o sinal parece distorcido, ou seja se ele mostrar pontas ou elevações estranhas, a capacitância da pronta de prova deve ser ajustada. Muitas destas (como as com atenuação de 10x) tem um pequeno parafuso de ajuste para a capacitância. A maioria dos osciloscópio provê uma saída de teste que produz uma onda quadrada para o ajuste da ponta. O ajuste deve ser feito de modo que as bordas da onda pareçam um quadrado, sem excessos nem arredondamento.

A largura de banda das pontas de teste devem ser iguais ou exceder à largura de banda dos amplificadores de entrada do osciloscópio.

Em geral, a conexão de terra do osciloscópio deve ser ligada ao terra do circuito que está sendo analisado. A maioria dos osciloscópios possuem um conector de terra em sua saída. Para medir precisamente sinais de alta frequência, o cabo de terra deve ser o mais curto possível; para frequências acima de 100 MHz, o conector embutido terra deve ser removido e substituído por um pequeno pino de terra que sai do anel de terra na ponta da prova.

Se o osciloscópio possui uma conexão com o terra das linhas de alimentação, e provável que o pino de terra também esteja ligado ao terra (através do chassi do osciloscópio). Se o circuito em teste também tem sua referência com o terra das linhas de alimentação, então conectar o pino de terra a qualquer sinal teria o mesmo efeito de um curto-circuito ao terra, podendo causar danos ao circuito em teste ou ao próprio osciloscópio. Isto pode ser evitado alimentando-se o osciloscópio através de um transformador de isolação.

Existem dois acoplamentos possível no canal de entrada:

“AC” coupling (acoplamento AC) bloqueia qualquer DC (corrente continua) no sinal. Isto é útil quando se mede um pequeno sinal em um offset DC. Note que o modo de acoplamento a AC é feito se adicionando um capacitor internamente, que, apesar de ter um valor alto, pode afetar o modo como os sinais de baixa frequência irão aparecer.

“DC” coupling (acoplamento DC) usado quando se mede uma tensão contínua, não bloqueia nenhum sinal.

Verifique se você está ajustando o trigger do canal correto. Ajuste o trigger delay para zero.
Ajuste o nível de trigger até o evento desejado.
Após tudo, ajuste do trigger delay até a característica desejada do sinal aparecer.

As pontas de prova do osciloscópio são relativamente caras e frágeis. Para reduzir a capacitância, o condutor no cabo de prova é algumas vezes mais fino que um fio de cabelo humano. A “caneta” plástica da ponta é muitas vezes fácil de se quebrar. Deve-se evitar deixar a ponta de prova em algum local em que ela possa ser pisada.

Seleção

Os osciloscópios geralmente possuem uma lista das características acima. A medida básica é a largura de banda de seus amplificadores verticais. Os osciloscópios típicos para propósito geral devem possuir uma largura de banda de no mínimo 100 MHz, apesar de larguras de bandas muito menores serem aceitáveis para aplicações em frequências na faixa de áudio.
Uma taxa de varredura útil pode ser de um segundo a 100 nanosegundos, com triggering e varredura com atraso.
Para trabalhar com sinais digitais, dois canais são necessários, e um instrumento com uma taxa de varredura de no mínimo 1/5 da frequência máxima do sistema digital é recomendada.

O benefício principal de um osciloscópio de qualidade é a boa qualidade do circuito de trigger.
Se o trigger for instável, o display sempre será um pouco confuso.
A qualidade melhora enormemente conforme a frequência de resposta e a estabilidade da tensão do trigger aumentam.

Os osciloscópios de armazenamento digital costumavam mostrar sinais quebrados devido às baixas taxas de armazenamento, porém este problema hoje em dia é muito mais raro devido ao aumento no tamanho das memórias.

Até o ano de 2004, um osciloscópio dual-channel, com armazenamento, de 150MHz, novo custava cerca de US$1.200, sendo considerado muito bom para o uso geral. A maior largura da banda obtida até o ano de 2005 é a da família de osciloscópios Tektronix TDS6000C com uma banda digitalmente melhorada de até 15 GHz e custando cerca de US$150.000.

Osciloscópio de raios catódicos (CRO)

O mais novo e mais simples tipo de osciloscópio consiste num tubo de raios catódicos, um amplificador vertical, uma base de tempo, um amplificador horizontal e uma fonte de alimentação. Estes são chamados de osciloscópios ‘analógicos’ para serem distinguidos dos osciloscópios ‘digitais’ que se tornaram relativamente comuns nos anos 90 e 2000.

Antes da introdução do tubo de raios catódicos (CRO) nesta forma atual, o mesmo já vinha sendo utilizado em outros instrumentos de medição.
O tubo de raios catódicos é uma estrutura de vidro com vácuo no seu interior, similar aos tubos de televisões a preto e branco, que possuem uma face plana coberta com um material fosforescente (o fósforo).
A tela possui tipicamente menos de 20 cm de diâmetro, sendo muito menos do que as telas da maioria das televisões.

A parte no pescoço do tubo é o acelerador de elétrons, que é uma placa de metal aquecida com uma malha de fios (o grid) na sua frente. Um pequeno potencial de grid é usado para bloquear os elétrons de serem acelerados quando o raio precisa ser desligado, como durante o retorno do varrimento ou quando nenhum evento de trigger (disparo de evento) ocorre. É aplicada uma diferença de potencial de, no mínimo, algumas centenas de volts para fazer com que a placa aquecida (o cátodo) fique carregado negativamente com relação às placas de deflexão. Para osciloscópios com uma largura de banda maior, onde o traço pode mover-se mais rapidamente através da tela, é tipicamente utilizada uma tensão de aceleração pós-deflexão de mais de 10 000 volts, aumentando a velocidade com que os elétrons atingem o fósforo. A energia cinética dos elétrons é então convertida pelo fósforo em luz visível no ponto do impacto. É através da variação dessa tensão que se obtém o ajuste de luminosidade.

Quando ligado, um tubo de raios catódicos (CRT) normalmente mostra um único ponto brilhante no centro da tela, porém este ponto pode ser movido eletrostaticamente ou magneticamente. O CRT de um osciloscópio utiliza a deflexão eletrostática.

Entre o acelerador de elétrons e a tela existem dois pares de placas metálicas opostos chamados de placas de deflexão. O amplificador vertical gera um diferença de potencial através de um par de placas, gerando um campo elétrico vertical, através do qual o raio de elétrons passa; quando os diferenciais das placas são os mesmos, o raio não é defletido.
Quando a placa superior é positiva com relação à inferior, o raio é defletido para cima; quando o campo é invertido, o raio é defletido para baixo. O amplificador horizontal realiza uma função semelhante com os pares de placas de deflexão horizontais, fazendo com que o raio se mova para a direita ou para a esquerda.
Este sistema de deflexão é chamado de deflexão eletrostática, e é diferente do sistema de deflexão eletromagnética utilizado nos tubos das televisões.
Em comparação à deflexão magnética, a deflexão eletrostática pode seguir mudanças aleatórias no potencial, porém, é limitada a ângulos de deflexão pequenos.

A base de tempo é um circuito eletrônico que gera uma tensão de rampa. Esta é uma tensão que muda continuamente e linearmente no tempo. Quando ela atinge um valor pré-definido a rampa é reiniciada, com a tensão retornando ao seu valor inicial. Quando um evento de trigger é reconhecido o reset é ativado, permitindo que a rampa volte ao seu estado inicial e cresça novamente.
A tensão da base de tempo geralmente controla o amplificador horizontal. O seu efeito é a varredura do raio de elétrons a uma velocidade constante da esquerda para a direita através da tela, e então retornando o raio rapidamente para a esquerda para iniciar a próxima varredura.
A base de tempo pode ser ajustada para o período do sinal medido.

Desse modo, o amplificador vertical é controlado por uma tensão externa (a entrada vertical) que é tirada do circuito que está sendo medido. O amplificador possui uma impedância de entrada muito alta, de tipicamente um megaohm, de modo que ele consome apenas uma pequena corrente da fonte do sinal.

O amplificador controla a deflexão causada pelas placas verticais com uma tensão que é proporcional à entrada vertical.
O ganho do amplificador vertical pode ser regulado para se ajustar à amplitude da tensão de entrada. Uma tensão positiva de entrada move o raio para cima, e uma tensão negativa o move para baixo, de modo que a deflexão vertical do ponto mostra o valor da diferença de potencial da entrada.
A resposta deste sistema é muito mais rápida do que a de sistemas de medição mecânicos como os multímetros, onde a inércia do ponteiro atrasa a sua resposta para a entrada.

Quando todos estes componente trabalham simultaneamente, o resultado é um traço brilhante na tela que representa um gráfico da tensão em função do tempo. A tensão está representada pelo eixo vertical, e o tempo no horizontal.

Observar sinais de alta velocidade é difícil utilizando um osciloscópio de raios catódicos convencional, especialmente se os sinais não forem repetitivos, muitas vezes necessitando que o ambiente seja escurecido ou que uma capa especial seja colocada sobre a tela do tubo. Para auxiliar na visualização de tais tipos de sinal, utilizam-se osciloscópios especiais com tecnologia de visão noturna, utilizando uma placa com microcanais na fase do tubo para amplificar sinais de baixa intensidade de luz.

Apesar de um osciloscópio de raios catódicos permitir que os sinais sejam vistos na sua forma elementar, não possui nenhum meio de gravar este sinal em papel para o propósito de documentação. Posteriormente, câmeras especiais para osciloscópios foram desenvolvidas para poderem fotografar a tela diretamente. A câmeras mais novas utilizavam filmes de rolo ou em chapas, enquanto nos anos 70 as câmeras instantâneas Polaroid® se tornaram populares.

A maioria dos osciloscópios multi-canais não possuem múltiplos raios de elétrons. Em contrapartida, eles mostram apenas um ponto por vez, porém alternam este entre os valores de um canal e outro, ou alternam as varreduras (modo ALT) ou várias vezes por varredura (modo CHOP). Muito poucos osciloscópios de raio duplo foram construídos; nestes, o acelerador de elétrons forma dois raios de elétrons e existem dois pares de placas de deflexão vertical e um conjunto comum da placas de deflexão horizontal.

O amplificador vertical e o controle da base de tempo são calibrados para mostrar a distância vertical na tela que corresponde a uma certa diferença de potencial, e a distância horizontal, que corresponde a um certo intervalo de tempo.

A fonte de alimentação é um componente importante do osciloscópio que provê baixas tensões para alimentar o aquecedor do catodo no tubo e os amplificadores vertical e horizontal. São necessárias altas tensões para controlar as placas de deflexão eletrostática. Estas tensões devem ser muito estáveis, já que qualquer variação causaria erros no posicionamento e brilho do traço.

Os osciloscópios analógicos mais recentes adicionaram processamento digital ao projeto padrão. A mesma arquitetura básica - tubo de raios catódicos, amplificadores vertical e horizontal - foi mantida, embora o raio de elétrons seja controlado por um circuito digital que permite mostrar gráficos e textos juntos com as formas de onda analógicas. As capacidades extra deste sistema incluem:

  • demonstração na tela das configurações do amplificador e da base de tempo;
  • cursores de tensão - linhas horizontais ajustáveis com demonstração de tensão;
  • cursores de tempo - linhas verticais ajustáveis com demonstração de tempo;
  • menus na tela para configuração do trigger e outra funções.

Osciloscópios analógicos com armazenamento

Uma capacidade extra disponível em alguns osciloscópios analógicos é chamada de ‘armazenamento’.
Esta permite que a imagem do traço que normalmente decai em uma fração de segundo permaneça na tala por vários minutos ou mais tempo. Um circuito elétrico então pode ser deliberadamente ativado para armazenar e apagar o traço da tela.

O armazenamento é realizado utilizando o princípio da emissão secundária. Quando o raio de elétrons de escrita ordinário passa sobre um ponto na superfície de fósforo, ele não apenas faz o fósforo se iluminar momentaneamente, além disso a energia cinética do elétron atinge elétrons livres da superfície de fósforo. Isto pode deixar uma rede de cargas positivas. Os osciloscópios com armazenamento provêem um ou mais aceleradores de elétrons, (chamados de “flood guns”) que produzem um fluxo de elétrons de baixa energia que percorre toda a tela de fósforo. Os elétrons da flood gun são desenhados mais nitidamente nas áreas da tela de fósforo onde o acelerador de elétrons deixou uma rede de cargas positivas: desta forma, os elétrons das flood guns re-iluminam o fósforo nas áreas carregadas positivamente da tela.

Se a energia dos elétrons da flood gun estiver corretamente balanceada, cada elétron liberado pela flood gun atinge um elétron secundário da tela de fósforo, assim preservando a rede de cargas positivas nas áreas iluminadas de tela de fósforo. Desta forma, a imagem originalmente feita pelo raio de escrita pode ser mantida por um longo tempo. Eventualmente, pequenos desbalanceamentos na taxa de emissão secundária podem fazer com que a tela inteira seja alimentada positivamente (se ilumine) ou que se alimente negativamente (apagando a imagem). São estes desbalanceamentos que limitam o tempo máximo de armazenamento possível.

Alguns osciloscópios utilizam uma forma de armazenamento estritamente binária (on/off) conhecida como “armazenamento biestável”. Outros permitem uma série constante de ciclos de limpeza curtos e incompletos que criam a impressão de um fósforo com “persistência variável”. Certos osciloscópios também permitem o desligamento parcial ou total das flood guns, permitindo a preservação (invisível) da imagem armazenada para posterior vizualisação. (A alimentação positiva ou negativa ocorre somente quando as flood guns estão ligadas (”on”), com as flood guns desligadas, apenas os defeitos nas cargas podem degradar a imagem armazenada).

Osciloscópios com armazenamento digital

O osciloscópio com armazenamento digital (DSO) é atualmente o tipo preferido da maioria da aplicações industriais, apesar de osciloscópios análogicos CRO simples ainda serem utilizados por hobbistas. O osciloscópio digital substitui o método utilizado no osciloscópio de armazenamento analógico por uma memória digital, que é capaz de armazenar as informações por quanto tempo forem necessárias sem degradação. Isto também permite um processamento complexo do sinal por circuitos de processamento de sinal digital de altas velocidades.

A entrada vertical, ao invés de controlar o amplificador vertical, é digitalizado por um conversor analógico-digital para criar um conjunto de informações que é armazenado na memória de um microprocessador.

O conjunto de informações é processado e então enviado para a tela, que nos osciloscópios mais antigos era um tubo de raios catódicos, porém atualmente pode ser também um LCD. Osciloscópios com o LCD colorido são comuns. O conjunto de dados pode ser enviado através de uma LAN ou WAN para processamento ou arquivamento. A imagem da tela pode ser diretamente gravada no papel através de uma impressora ou plotter, sem a necessidade de uma câmera para osciloscópios. O próprio software de análise de sinal pode extrair muitas características úteis como tempo de subida, largura de pulso e amplitude, espectros de frequência, histogramas e estatísticas, mapas de persistência, e um grande número de parâmetros úteis para profissionais de campos especializados como as telecomunicações, análises de drives de disco e eletrônica de potência.

Osciloscópio baseado em computador

Apesar de a maioria das pessoas pensarem no osciloscópio como um instrumento dentro de uma caixa, um novo tipo de “osciloscópio” está surgindo, o qual consiste de um conversor analógico-digital externo (algumas vezes com sua própria memória ou com habilidade de processamento de dados) conectado a um PC que provê o display, interface de controle, armazenamento em disco, rede e muitas vezes a alimentação elétrica. A viabilidade destes Osciloscópio baseados em PC esta no seu uso comum e no baixo custo dos PCs padrão. Isto torna o instrumento particularmente prático para o mercado educacional, onde os PCs são comuns porém os investimentos em equipamentos são comumente baixos.

As vantagens dos osciloscópios baseados em PC incluem:

  • Custo reduzido (considerando que o usuário já possua um PC).
  • Fácil exportação de dados para softwares comuns do PC como processadores de texto e planilhas.
  • Habilidade de controlar o instrumento através de um programa no PC.
  • Uso das funções de rede e armazenamento do computador, que aumentam o custo em um osciloscópio comum.
  • Portabilidade mais fácil quando utilizado em uma laptop.

Este tipo de instrumento também possui desvantagens, entre elas:

  • Necessidade de instalar o software no PC.
  • Tempo levado pelo boot do PC, quando comparado ao tempo praticamente instantâneo de início de atividades de um osciloscópio padrão (apesar de alguns osciloscópios modernos serem PCs ou máquinas similares).
  • Portabilidade reduzida em uma desktop.
  • O inconveniente de usar parte da tela do PC como display do osciloscópio.

Alternativas ao osciloscópio

Existe uma alternativa prática ao osciloscópio que pode ser útil em muitas necessidades, e algumas vezes superior em reparo de rádio, que é ouvir os sinais.

O plano básico é mixar (multiplicar) uma frequência intermediária com o sinal, e então amplificar e ouvir o resultado em um alto-falante. Em outras palavras, se utiliza a modulação em amplitude para inserir o sinal na banda de áudio. (portanto para frequências de aúdio não é necessária modulação)

Com os circuitos de estado sólido modernos, tal tipo de equipamento é barato e poder ser alimentado por uma pequena bateria.

Este sistema de diagnóstico foi muito usado quando o rádio estava no princípio de seu desenvolvimento, e ainda é utilizado na Ásia, e por alguns operadores de rádio amador. Na União Soviética, o instrumento para diagnóstico de rádios combinava um multímetro com um oscilador, um mixer de frequência e um amplificador de áudio para realizar este trabalho.

Osciloscópios na cultura popular

Nos anos 50 e 60, os osciloscópios eram frequentemente utilizados em filmes e programas de televisão para representar equipamento científico e técnico genérico, O programa da TV norte-americana de 1963 The Outer Limits usava uma imagem de um osciloscópio em seus créditos de abertura (”There is nothing wrong with your television set….“) enquanto o filme mostrava um osciloscópio Tektronix RM503 montado em um rack.

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Samsung || laptop

Posted on August 28th, 2008 in Uncategorized by admin

A Samsung é uma das maiores empresas da Coréia do Sul e a líder mundial em diversos ramos da indústria eletrônica. Atual patrocinadora do time brasileiro Sport Club Corinthians Paulista, além de importantes equipes do futebol europeu, como o Chelsea Football Club, da Inglaterra, entre outras.

A Samsung é a segunda maior produtora de navios do mundo, só ficando atrás da também coreana Hyundai. Foi a empresa que lançou a primeira TV de Plasma no mundo e o 1º celular com câmera do mundo (2000). No ramo de eletrônicos hoje em dia é a companhia com maior valor de mercado do mundo, ganhando da japonesa Sony.

A Samsung vem se destacando na área de inovação de produtos eletrônicos por que seu investimento em pesquisa e desenvolvimento chega a bilhões de dólares. Lançou tecnologias como o Biovision no passado e o Dnle no presente para telas de televisão. Além de ser inovadora em nanotecnologia para eletrodomésticos.

É um importante fabricante de circuitos integrados e componentes de informática tais como: Monitores, Memórias RAM, laptops, Disco Rígidos (HD), etc. Setor em que é o maior produtor de memória do mundo e o 2º maior de chips. Neste ano lançou memória flash de 64 giga bytes de apenas 1.8 polegadas que irá substituir o HD. O Ipod utiliza esta tecnologia da Samsung.

Tem presença marcante também na fabricações de telefones, é a 2ª maior produtora de celulares do mundo, passando a Motorola.celulares.

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W-CDMA || laptop

Posted on August 28th, 2008 in Uncategorized by admin

W-CDMA, abreviação de Wide-Band Code-Divison Multiple Access, é a tecnologia 3G líder e é a única usada em UMTS. É uma tecnologia de interface de rádio de banda larga que provê velocidades de dados muito superiores - até 2 Mbit/s. Permitirá o uso mais eficiente do espectro de rádio, se comparado a outras técnicas de rádio disponíveis hoje.

Com taxas de velocidades de transmissão de dados até 100 vezes superiores às taxas das redes móveis de hoje, sistemas W-CDMA habilitam uma nova geração de serviços que misturam diferentes elementos de mídia, incluindo voz, vídeo, som digital, cor, imagens e animações.

Ele foi projetado desde o início para tratar serviços de multimídia que demandam grande largura de banda, ou seja, serviços de Internet móvel. Estes serviços serão acessados por parte dos usuários através de uma grande variedade de aparelhos, incluindo telefones móveis, PDAs, palm pilots e laptops.

Foi adotado como padrão pelo ITU (União Internacional de Telecomunicação) com o nome de “IMT-2000 direct spread”.

Uma evolução ao padrão W-CDMA é o chamado HSDPA, que proporciona velocidades da ordem de 10Mbit/s no enlace direto, exclusivamente para transmissão de dados.

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