Alan Kay || laptop

Posted on September 30th, 2008 in Uncategorized by admin

Alan Curtis Kay (Springfield, Massachusetts, 17 de maio de 1940) é um dos inventores da linguagem de programação Smalltalk e um dos pais do conceito de programação orientada a objetos, que lhe valeu o Turing Award em 2003. Também, concebeu o laptop e a arquitetura das modernas interfaces gráficas dos computadores (GUI).

Infância e Adolescência

Logo após o seu nascimento, sua família mudou-se para a Austrália, onde moraram por alguns anos, até que se mudaram novamente para os Estados Unidos, em função da ameaça de invasão japonesa, durante a Segunda Guerra Mundial.

“Quando comecei a frequentar a escola, já tinha lido umas centenas de livros. Sabia, nos primeiros anos escolares (first grade), que estavam mentindo para mim, porque já conhecia outros pontos de vista. A escola é, basicamente, um ponto de vista — aquele que o professor tem ou que os livros texto têm. Eles não gostam da idéia de haver pontos de vista diferentes, então era uma batalha. É claro que começava a falar com a minha voz de um garoto de cinco anos de idade”

Início da Vida Acadêmica

Enquanto estudava na Universidade de Utah, aprendeu sobre o inovador programa chamado Sketchpad e começou a programar em Simula. Tomando emprestado os conceitos desses sistemas, como também dos seus conhecimentos em Biologia e Matemática, formulou sua “analogia algébrico-biológica”. Kay lançou o postulado de que o computador ideal deveria funcionar como um organismo vivo, isto é, cada “célula” comportar-se-ia relacionando-se com outras a fim de alcançar um objetivo, contudo, funcionando de forma autônoma. As células poderiam também reagrupar-se para resolver um outro problema ou desempenhar outras funções.

Influência de Seymour Papert

No outono de 1968, Kay teve o seu primeiro encontro com Seymour Papert, no Laboratório de Inteligência Artificial do MIT, e ficou interessado na linguagem LOGO. Toda a concepção de Kay sobre o papel do computador na sociedade foi mexida, quando ele viu Papert e seus colegas ensinando crianças a programar em LOGO.

“Em 1968, vi duas ou três coisas que mudaram minha noção de computação por completo. A maneira como pensávamos sobre isso era a de Doug Engelbart, que o mainframe era como uma estrada de ferro, a qual pertencia a uma instituição que decidia o que e quando você poderia fazer algo. Engelbart seguiu as idéias de Henry Ford. Um computador pessoal era visto nos anos de 1960 como se fosse um automóvel. Em 1968, vi o primeiro trabalho de Seymour Papert com crianças usando LOGO, e vi o primeiro bom sistema de reconhecimento de caracteres manuscritos na Rand. Era um sistema fabuloso. E isso teve uma grande influência sobre mim porque havia algo intuitivo. Quando combinei esse sistema com a idéia de crianças usando-o, surgiu para mim o conceito de um computador como sendo mais do que uma supermídia. Seria algo mais como um superpapel.”

Em 1968, após visitar Seymour Papert, começa a pensar sobre um computador do tamanho de um livro que poderia ser usado para substituir o papel. Kay percebe que esse dispositivo seria especialmente útil para as crianças. Essa idéia o estimulou a construir um modelo de um computador portátil que viria a ser um laptop. Mais tarde, em 1970, Kay projetou um dispositivo, chamado por ele de “KiddiKomp”, que era um computador portátil barato com uma tela de CRT a fim de avaliar a computação móvel.

Projetos

Após escrever uma tese sobre orientação a objetos gráfica e receber o título de Ph.D. na Universidade de Utah, ele passou dois anos como pesquisador no Laboratório de Inteligência Artificial de Stanford. Durante este período, Kay se envolveu, entre outras coisas, com projeto de linguagem de programação. Também, passou algum tempo ensinando.

Era Xerox PARC

Kay começou como consultor na Xerox PARC, em setembro de 1970, e passou a ser pesquisador da empresa em 1971. Envolveu-se com o projeto da linguagem de programação Smalltalk durante 1971-72 e passou a usar Smalltalk num contexto educacional. Crianças foram postas em contato com computadores e tiveram suas reações analisadas. Junto com os seus colegas da PARC (influenciado pelas psicologias desenvolvimental e cognitiva de Jean Piaget e Jerome Bruner), Kay concluiu que as crianças aprendiam melhor através da progressão a partir de um envolvimento cinético, passando por imagens e configurações até chegar ao uso de representações abstratas e simbólicas. Foi esta pesquisa que motivo o uso intenso de gráficos e animações no desenvolvimento da linguagem Smalltalk. Algumas das crianças que tiveram contato com Smalltalk tornaram-se aptas a usá-lo e, destas, algumas chegaram a desenvolver sozinhas programas complicados.

O projeto Smalltalk foi influenciado pela analogia de Kay baseada em princípio biológicos e algébricos. Ela idealiza entidades individuais, ou células, que se comunicam entre si pela troca de mensagens. De certa forma, a linguagem Smalltalk pode ser considerada como a mãe das linguagens orientadas a objetos.

Enquanto liderava esse projeto na PARC, Kay contribuiu para o desenvolvimento da Ethernet, impressora laser e o modelo de rede cliente-servidor.

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Freifunk || laptop

Posted on September 30th, 2008 in Uncategorized by admin

O site Freifunk (www.freifunk.net) é especializado no desenvolvimento e na programação de Firmware software-livre em Linux com base no protocolo OLSR para redes sem fio de computadores. Várias cidades e grupos já adotaram esta manaeira de criar comunidades de pessoas com objetivos comuns de Convivência e technologia. Para usar este software, deve-se ter um roteador que aceite a linguagem linux, descarregar da internet o software específico da página do freifunk traduzido por Alexandre Maestrini. Seguir as orientações de instalação e começar a criar a sua própria rede OLSR. O Freifunk é um Firmware para redes abertas, portanto a conexão não poderá ser criptografada.

   DNS-Server da Universidade de Zürich: 130.60.7.51
   DNS-Server da Universidade de Freiburg: 193.192.227.3
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Binary blob || laptop

Posted on September 30th, 2008 in Uncategorized by admin

Binary Blob é um termo usado em certos projetos open source para descrever um código objeto para o qual não se disponibiliza o seu código-fonte. EM vertos sistemas operacionais como o Linux e BSDs, o termo refere-se a drivers parciais ou completos de determinados dispositivos, provenientes de companhias como ATI Technologies e NVIDIA, manufaturados para funcionamento de certas características do dispositivo (como aceleração de vídeo).

Tais blobs podem ser um ponto conflitante entre comunidades de software livre e/ou de código aberto e usuários comuns de sistemas operacionais, já que blobs providenciam suporte para hardwares populares e ao mesmo tempo proíbem expressamente o direito de ler, modificar e redistribui-los e, portanto, de ter total controle do sistema operacional.

O projeto OpenBSD, devido ao enfoque na segurança, tem uma notável política de recusa de binary blobs em seus códigos, citando não apenas o potencial problema de erros indetectáveis de segurança mas também o cerceamento da liberdade e abertura de seu software.
De fato, tal dito foi confirmado por uma informaçào veiculada em agosto de 2006, na convenção BlackHat USA. Havia um exploit em um driver wireless Atheros usada em um MacBook Pro.
Outro bug do mesmo gênero foi encontrado em um NVIDIA Binary Graphics Driver.

Outros projetos de sistemas operacionais, incluindo distros Linux e versões do BSD, aceitam binary blobs para cobrir funcionalidades inexistentes ou sem equivalente livre. Tais blobs incluem drivers desde arranjos RAID até placas de rede e gráficos. A FSF é ativamente contra binary blobs, apesar de algumas distros Linux os incluírem.
Para utilizar certos blobs de outros sistemas operacionais, certos projetos fazem wrappers para eles. Podemos citar o NDisWrapper para Linux e o Project Evil para FreeBSD E NetBSD, ambos implementando APIs para drivers NDIS da Microsoft.

Firmwares não são tidos como binary blobs, pois são copiados para o dispositivo e não são executados pelo sistema operacional nem pela CPU.
O projeto OpenBSD aceita firmwares, desde que a licença de uso assim permita.

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Lista de processos init do ubuntu || laptop

Posted on September 30th, 2008 in Uncategorized by admin

Este artigo é a lista geral de processos inicializados no UBUNTU Linux

Neste artigo estão relacionados todos os processos do Init.d dos Sistemas Ubuntu

Aqui podem ser encontradas dicas de como Ativar e Desativar os processos.

Você pode ajudar incluindo processos que não estão na lista, ou inserindo a descrição dos processos que ainda não estão descritos.
(não esqueça de linkar a página do projeto/processo na wiki caso exista)

Lista de Processos

retorno do comando /etc/init.d$ ls

  • acpid
  • acpi-support
  • alsa-utils
  • amule-daemon
    • Serviço de servidor do Emule
  • anacron
    • Agendador de Tarefas
  • apmd
  • apport
    • Relator de Bugs do Ubuntu
  • atd
  • avahi-daemon
  • binfmt-support
  • bluetooth
    • Serviço de redes bluetooth
  • bootclean
  • bootlogd
  • bootmisc.sh
  • brltty
  • checkfs.sh
  • checkroot.sh
  • console-screen.sh
  • console-setup
  • cron
    • Agendador de tarefas
  • cupsys
    • Serviço de Impressão
  • dbus
  • dictd
    • Servidor de Dicionários, usado por exemplo no OpenOffice
  • dns-clean
  • dnsmasq
    • CAche Local de Dns, para melhorar a performance de busca Dns
  • festival
    • Sintetizador de Voz
  • gkrellmd
    • Serviço de monitores do gkrellm
  • glibc.sh
  • halt
  • hdparm
  • hostname.sh
  • hotkey-setup
  • hplip
    • Gerenciador de Impressoras HP
  • hwclock.sh
  • kde-guidance
  • kdm
  • keyboard-setup
  • killprocs
  • klogd
  • laptop-mode
  • linux-restricted-modules-common
  • lm-sensors
  • loopback
  • makedev
  • module-init-tools
  • mountall-bootclean.sh
  • mountall.sh
  • mountdevsubfs.sh
  • mountkernfs.sh
  • mountnfs-bootclean.sh
  • mtab.sh
  • networking
  • nfs-common
  • nfs-kernel-server
  • nvidia-kernel
  • pcmciautils
  • portmap
  • postfix
  • powernowd
  • powernowd.early
  • pppd-dns
  • procps.sh
  • rc
  • rc.local
  • rcS
  • readahead
  • readahead-desktop
  • reboot
  • rmnologin
  • rsync
  • samba / Samba (servidor)
  • screen
  • sendsigs
  • sensord
  • single
  • skeleton
  • smartmontools
  • stop-bootlogd
  • stop-bootlogd-single
  • stop-readahead
  • sysklogd
  • timidity
  • udev
  • umountfs
  • umountnfs.sh
  • umountroot
  • urandom
  • usplash
  • vbesave
  • vmware-player
  • waitnfs.sh
  • wpa-ifupdown
  • x11-common
  • Utilizando Permissões de Execução:

      • sudo chmod -x /etc/init.d/nomedoprocesso = Desativar
      • sudo chmod +x /etc/init.d/nomedoprocesso = Ativar
  • rcconf

      • Utilitário de SYS-V do debian

Fontes e Informações

Essas informações são referentes a processos do sistema Ubuntu e Debian
Todas as marcas registradas continuam sendo marcas registradas e são respeitadas aqui

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Inclusão digital || laptop

Posted on September 30th, 2008 in Uncategorized by admin

Inclusão Digital ou infoinclusão é a democratização do acesso às tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação.
Entre as estratégias inclusivas estão projetos e ações que facilitam o acesso de pessoas de baixa renda às Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). A inclusão digital volta-se também para o desenvolvimento de tecnologias que ampliem a acessibilidade para usuários com deficiência.

Dessa forma, toda a sociedade pode ter acesso a informações disponíveis na Internet, e assim produzir e disseminar conhecimento. A inclusão digital insere-se no movimento maior de inclusão social, um dos grandes objetivos compartilhados por diversos governos ao redor do mundo nas últimas décadas.

Dois novos conceitos são incorporados as políticas de inclusão digital: a acessibilidade de todos às TIs (e-Accessibility), neste caso, não somente a população deficiente; e a competência de uso das tecnologias na sociedade da informação (e-Competences).http://europa.eu.int/information_society/policy/accessibility/index_en.htm

Inclusão Digital no Brasil

Dentro dessa perspectiva o Brasil que vem buscando desenvolver ações diversas visando a inclusão digital como parte da visão de sociedade inclusiva. Desde que entrou em prática, no final de novembro de 2005, o projeto de inclusão digital do governo federal, Computador para Todos - Projeto Cidadão Conectado registrou mais de 19 mil máquinas financiadas até meados de janeiro.http://ondajovem.terra.com.br/luneta.asp?ID_Materia=205

Pouco menos de 2% da meta do programa, se levarmos em conta apenas os dados de financiamento, que é vender um milhão de máquinas para consumidores com renda entre três e sete salários mínimos nos próximos 12 meses. Os dados de financiamento são da Caixa Econômica Federal, que financiou 1.181 equipamentos. O Magazine Luiza, único varejista que obteve uma linha de crédito do BNDES, parcelou 18.186 computadores.

O PC dispõe do sistema operacional Linux e um conjunto de softwares livres com 26 aplicativos, como editor de texto, aplicações gráficas e antivírus. Além disso, há suporte técnico durante um ano e as atualizações são gratuitas e periódicas.

O Brasil conta com um recurso total de 250 milhões de reais, provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), o financiamento do Computador para Todos pode ser feito pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal, além de redes varejistas, que têm se cadastrado junto a uma linha especial de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Com os esforços de “inclusão digital” outros públicos também compõem o alvo de seu trabalho: idosos, pessoas com deficiência, população de zonas de difícil acesso, dentre outros. A idéia é que as Tecnologias da Informação vieram para ficar e, no futuro, quem não estiver “incluído digitalmente” viverá sob uma limitação social importante, perdendo inclusive direitos garantidos à cidadania.

Programas Nacionais de Inclusão Digital

Mantido e criado pela Prefeitura de São Paulo ,o Telecentros (também conhecido como Programa Telecentros) é um dos maiores programas de Inclusão Digital e Social, que contava em março de 2007 com 158 unidades (com 20 computadores e 1 impressora em cada unidade). Atua em todas as regiões da capital de São Paulo, oferecendo Cursos básicos e avançados de Informática e outros Cursos e oficinas de acordo com a necessidade local de cada unidade. Também oferece livre acesso à Internet. O Programa Telecentros tem sido elogiado freqüentemente pela Comunidade Internacional de Software Livre e os cidadãos de São Paulo.

Outro importante programa de Inclusão Digital é o Programa Acessa São Paulo, premiado internacionalmente, tendo aproximadamente quatrocentos postos de atendimento no Estado de São Paulo.

No Rio Grande do Sul tem-se a iniciativa inclusiva do Programa Sinergia Digital, criado e mantido pela PUCRS. Atende crianças, adolescentes e adultos, incluindo a chamada terceira idade, buscando uma formação integral do aluno. Os adolescentes de vilas carentes em torno da PUC recebem cerca de 70 horas de aula de informática e mais 30 horas de atividades esportivas, culturais e sociais. As turmas tem acompanhamento sócio-educativo (por acadêmicos de Psicologia), palestras e dinâmicas de grupo. As aulas são realizadas no mesmo laboratório de informática que atende alunos de graduação e pós-graduação da Faculdade de Administração, Contabilidade e Economia da PUCRS. Os alunos recebem ajuda de custo para o transporte até a PUCRS.

Referências

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STS-30 || laptop

Posted on September 30th, 2008 in Uncategorized by admin

A STS-30 foi uma missão da NASA com o ônibus espacial Atlantis. Esta foi a vigésima nona missão com um ônibus espacial, e o quarto vôo do Atlantis. Ela carregou a sonda Magellan que foi enviada para Vênus.

  • Perigeu: 361 km
  • Apogeu: 366 km
  • Inclinação: 28.9°
  • Período: 91.8 min
  • Principais fatos

    O ônibus espacial Atlantis decolou do Pad B do complexo de lançamento 39, no KSC, às 2:47 p.m. EDT de 4 de Maio de 1989. A carga primária, a nave espacial Magellan junto com seu Estágio Superior Inercial (IUS), foi lançada com sucesso posteriormente no mesmo dia. A STS-30 foi a primeira missão planetária norte-americana em 11 anos. Este foi o quarto vôo do Atlantis, e a vigésima nona missão a utilizar um ônibus espacial.

    O lançamento havia sido agendado originalmente para 28 de Abril, o primeiro dia do período de 31 dias quando a Terra e Vênus estão propriamente alinhados. Porém a decolagem foi interrompida em T-31 segundos devido a um problema com a bomba de recirculação de hidrogênio líquido no motor principal no. 1 e a uma rachadura na linha entre o ônibus espacial e o tanque externo. Na nova data de lançamento, 4 de Maio, o lançamento foi atrasado até os cinco minutos finais da janela de lançamento devido a uma grande quantidade de nuvens e ventos excessivo na Shuttle Landing Facility (SLF) do KSC. Boa condições de tempo são necessárias no SLF no caso de uma Aborttagem com Retorno ao Local de Lançamento (RTLS) no começo do vôo.

    O único grande problema de enfrentado durante o vôo ocorreu em 7 de Maio, com a falha de um dos quatro computadores de propósito geral programados para operar o veículo. O grupo substituiu o computador, parte de um conjunto redundante, por uma unidade de backup. Esta foi a primeira vez em que um computador foi trocado em órbita. Isto não teve nenhum impacto na segurança do grupo nos objetivos primários da missão, apesar de algumas das atividades envolvidas em alguns experimentos tiveram que ser canceladas enquanto o grupo trocava o computador. Também não houve nenhum impacto na missão quando um dos três propulsores do Sistema de Manobra Orbital (OMS) do Atlantis falhou durante a ascendência.

    O grupo da STS-30 passou por alguns problemas menores. Uma câmera Hasselblad utilizada para fotografar alguns locais da Terra teve que ser guardade pelo resto da missão após uma falha no terceiro dia da missão. O Sistema de Textos e Gráficos (TAGS), um dispositivo para enviar imagens e gráficos do ônibus espacial para o Controle de Missão, teve que ser desligado no segundo dia da missão devido um problema com os papéis.
    O comandante Walker e o Piloto Grabe tiveram problemas com um dispositivo utilizado para a medição da pressão venosa para determinar os efeitos da microgravidade no sistema cardiovastular. Ao final do segundo dia no espaço, o sistema de dispensa de ágia apresentou um mal-funcionamento, gerando algumas dificuldades para que o grupo prepara-se suas refeições.

    O grupo terminou seu vôo de quatro dias com uma aterrisagem na Runway
    22, no Edwards AFB, CA, em 8 de Maio de 1989, às 3:43 EDT. Minutos antes da aterrisagem, a pista teve que ser mudade, da 17 para a 22, devidos aos ventos. O tempo de duração da missão foi de 4 dias, e 56 minutos.

    Os membros do grupo eram o comandante David M. Walker, o piloto Ronald
    J. Grabe, e os espacialistas da missão Mary L. Cleave, Mark C. Lee e
    Norman E. Thagard. Este foi o primeiro vôo de Lee.

    Carga e experimentos

    A nave espacial Magellan foi lançada do compartimento de cargas com 6 horas e 14 minutos de missão. Duas queimas de propulsão do IUS colocaram a nave em sua trajetória a Vênus cerca de uma hora depois, a Magellan chegou em Vênus em Agosto de 1990 e começõu sua missão de 243 dias de mapeamento da superfície do planeta por radar.

    Três experimento no meio da nave foram incluidos na missão. Todos haviam voado anteriormente, O especialista da missão Cleave utilizou um laptop portatil para operar e monitores o Aparato de Experimento de Fluídos (FEA). Uma câmera de 8-millimeter vôou pela primeira vez em um ônibus espacial provendo ao grupo a oportunidade de gravar e enviar atividades no vôo como o FEA, que era uma parceria entre a Rockwell International e a NASA. As câmeras do compartimento de carga foram utilizadas para gravar sistemas de tempestades como parte do Mesoscale
    Lightning Experiment. A Atlantis foi utilizada como um alvo de calibração para um terceiro experimento envolvendo sensores eletro-óticos localizados no Air Force Maui Optical Station, no Hawaii.

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    XO || laptop

    Posted on September 30th, 2008 in Uncategorized by admin
    XO / The Childen’s Machine
    Fabricante One Laptop Per Child (OLPC)
    Quanta Computers
    Conectividade Rede sem fio 802.11 mesh (interno)
    Disponibilidade 1° trimestre de 2007
    Armazenamento 1 GB de Memória Flash / 256 MB DRAM
    Sistema operacional Red Hat Linux Fedora Core
    Câmera USB (opcional)
    Dispositivos de entrada Teclado / Touchpad / 3 portas USB
    Fonte de energia Bateria elétrica / Manivela (acionamento manual) / Bateria de automóvel 12V / Tomada de parede 110/220V
    Processador AMD Geode GX500@1.0W + 5536
    Monitor LCD (TFT) com diagonal de 7″ (18 cm) e 200 dpi
    Touchpad Tamanho alongado para permitir aprendizado de escrita

    O XO (The Children’s Machine), anteriormente conhecido pelos codinomes Laptop de 100 dólares e 2B1, é um projeto de inclusão digital desenvolvido pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). Consiste em um projeto educacional para a criação de um notebook barato com o objetivo de difundir o conhecimento e novas tecnologias a todas as crianças do mundo.

    Iniciativa anunciada por Nicholas Negroponte, presidente de OLPC. Essa é uma tecnologia que promete revolucionar a educação, diponibilizando computadores a um custo de U$100,00, tendo como alvo os países em desenvolvimento, entre eles o Brasil, que já demostraram interesse no projeto.

    Sua fabricação ficará a cargo da empresa taiwanesa Quanta Computers – maior fabricante global de notebooks – e deverá começar no segundo trimestre de 2007.Nystedt, Dan (23 de outubro de 2006) Laptop de US$ 100 entra em produção no 2º trimestre de 2007 “IDG Now!” — acessado em 24 de outubro de 2006.

    Especificações técnicas

    Em 13 de maio 2007.OLPC wiki Especificações de hardware acessado em 13 de maio de 2007. As características apresentadas estão sujeitas a alterações.

    Características físicas

    • 242mm × 228mm × 30mm
    • menos de 1.5kg
    • laptop conversível com display pivotante e reversível; gabinete resistente à poeira e umidade
    Eletrônica embarcada:

    • CPU/fabricante e modelo: AMD Geode LX-700@0.8W
    • CPU/velocidade do clock: 433 Mhz
    • Compatibilidade: X86/X87-compatível, MMX, 3DNow!
    • Chipset: AMD CS5536 South Bridge
    • Memória: 256MB DRAM
    • Data rate: Dual – DDR333 – 166 Mhz
    • BIOS: 1024KB SPI-interface flash ROM; LinuxBIOS open-source BIOS
    • Armazenamento: 1024 MiB SLC NAND flash
    Display:

    • Interface: Cristal líquido, 19cm(7,5″) diagonal, dual-mode TFT
    • Área visível: 152.4 mm × 114.3 mm
    • Resolução: 1200 (H) × 900 (V); 200 dpi
    • Display mono: Alta resolução, modo refletivo monocromático (1200 x 900)
    • Display em cores: resolução-padrão, quincunx-sampled, modo transmissivo em cores (800 x 600)
    • Chip especial DCON, que habilita o deswizzling e o anti-aliasing no modo em cores, ao mesmo tempo que habilita o display a permanecer ativo com o processador suspenso.
    Periféricos integrados:

    • Teclado: 70+ teclas, 1,2mm de curso; montagem ‘key-switch’ selada de membrana de borracha

      • Imagens de Layouts - US International, Thai, Arábico, Espanhol, Português, Nigeriano, Francês
    • Teclas de Cursor: conjunto de cinco teclas; quatro teclas direcionais mais Enter
    • Touchpad: Dual capacitivo/resistivo; suporta modo de escrita
    • Audio: Analog Devices AD1888, codec de audio AC97-compatível; stereo, com dois alto-falantes internos; monofônico, com microfone interno e usando o Analog Devices SSM2211 para amplificação de audio
    • Sem-fio: Marvell Libertas 88W8388+88W8015, compatível com a norma 802.11b/g; duas antenas coaxiais ajustáveis
    • Indicadores de status: Power, bateria, WiFi; fechado/aberto
    • Camera de video: resolução de 640×480, 30fps
    Conectores externos:

    • Alimentação: entrada DC de 2 pinos, em uso 10 a 20 V, pode trabalhar em -40 a 39 V
    • Saída de linha: tomada stereo padrão(3 pinos) chaveada de 3,5mm
    • Microfone: tomada mono padrão(2 pinos) chaveada de 3,5mm; modo de entrada selecionável por sensor
    • Expansão: 3 conectores Type-A USB-2.0; entrada para cartão MMC/SD (até 16GB)
    • Consumo máximo: 1000 mA (total)
    Bateria:

    • Tipo: 5 pilhas, 6V montadas em série
    • Caixa rígida fechada; removível pelo usuário
    • Capacidade: 22,8 W/hora
    • Tipo: NiMH
    • Proteção do invólucro: Invólucro integrado com identificação
    • Sensor térmico integrado
    • Limitador de corrente polifusível integrado
    • Vida útil: mínimo de 2.000 ciclos carga/descarga
    BIOS/loader:

    • LinuxBIOS; Open Firmware é usado como o bootloader.
    Especificações ambientais:

    • Temperatura: algo entre as exigências típicas de laptop e especificações Mil; valores exatos ainda não estabelecidos;
    • Umidade: Semelhante ao item temperatura. Quando fechada, a unidade deve ser suficientemente vedada, de maneira que as crianças não precisam se preocupar com chuva ou poeira;
    • Variação de altitude: -15m a 3.048m (14.7 a 10.1 psia) (em funcionamento), -15m a 12.192m (14,7 a 4,4 psia) (desligado);
    • Choque 125g, 2ms, meia-onda (em funcionamento) 200g, 2ms, meia-onda (desligado)
    • Vibração aleatória: 0,75g zero-pico, 10Hz a 500Hz, taxa de varredura de 0.25 oct/min (em funcionamento); 1,5g zero-pico, 10Hz to 500Hz, taxa de varredura de 0,5 oct/min (desligado)
    • Paredes plásticas de 2mm (1,3mm é a espessura típica na maioria dos sistemas).
    Exigências regulatórias:

    • As exigências usuais americanas e européias de IEM/CEM serão atingidas
    • Tanto o laptop quanto todos os acessórios fornecidos pela OLPC estarão completamente de acordo com as diretivas UL (Underwriters Laboratories Inc., EUA) e RoHS (Restriction of Hazardous Substances, UE).
    O projeto do equipamento vem do designer industrial suíço Yves Béhar.

    Produção

    A produção em massa está prevista para outono 2007. Seguintes países se comprometeram: Argentina (500.000), Brasil (250.000), Líbia (1.200.000), Nigéria (1.000.000), Ruanda e Uruguai.

    Referências

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    Marcelo Tosatti || laptop

    Posted on September 30th, 2008 in Uncategorized by admin

    Marcelo Tosatti (Curitiba, 27 de maio de 1982) é programador de computadores. Foi responsável pela manutenção da versão 2.4 do kernel do sistema operacional Linux entre novembro de 2001 e agosto de 2006. Atualmente trabalha na empresa RedHat, preparando os softwares para o “Laptop de 100 dólares”, que é um projeto de inclusão digital desenvolvido pela One Laptop per Child (”Um Laptop por Criança”), organização sem fins lucrativos que reúne o Massachusetts Institute of Technology (MIT), a empresa RedHat e outros patrocinadores.

    Resumo biográfico

    Primeiros anos

    Cresceu em Curitiba e desde os onze anos de idade começou a interessar-se por computação, “mexendo” nas máquinas que um dos irmãos mais velhos trazia do Paraguai, para comercializar. Começou brincando com jogos e, depois, familiarizou-se com o MS-DOS. Foi apresentado ao sistema operacional Linux por um amigo. Levou praticamente dois meses tentando instalá-lo em sua máquina. A partir daí, passou horas e mais horas na frente do computador, inclusive todo o período de férias escolares, mostrando-se profundamente envolvido com o Linux e o desafio de programar.

    Desde muito cedo participa de listas de discussões, sendo que aos catorze anos começou a trabalhar na empresa Conectiva, como estagiário, e pelos próximos seis anos em várias outras atribuições, quando se envolveu com a programação do núcleo do Linux.

    Mantenedor da versão 2.4 do kernel Linux

    Em novembro de 2001, por indicação de Alan Cox, foi convidado por Linus Torvalds a tornar-se mantenedor da versão 2.4 do kernel do Linux. Em 26 de novembro do mesmo ano lançou a revisão 2.4.16. Este convite foi de grande relevância histórica, uma vez que jamais se esperava que um latino-americano tão jovem (estava na época com apenas 19 anos de idade) e obviamente sem tempo para ter uma formação acadêmica, fosse o escolhido. A versão 2.4 teve grande importância por ter sido a que trouxe popularidade para o Linux.

    Em junho de 2003, conheceu em Porto Alegre a sua atual esposa, Suzana, durante o Fórum Internacional de Software Livre. No mês seguinte, mudou-se para Porto Alegre e começou a trabalhar remotamente para a Cyclades Corporation. Também foi o mantenedor da arquitetura Power PC 8xx no kernel 2.6 do Linux.

    Em agosto de 2006 desligou-se oficialmente da manutenção do kernel 2.4, assumida pelo programador francês Willy Tarreau.

    RedHat e “Laptop de 100 dólares”

    A partir de maio de 2006 começou a trabalhar para a RedHat, onde faz parte da equipe coordenada por Cristopher Blizzard, dedicada exclusivamente ao projeto “Laptop de 100 dólares” da One Laptop per Child (OLPC). Marcelo trabalha no kernel do Linux Fedora, na biblioteca de softwares básicos, em compiladores e com toda a infra-estrutura da suíte de softwares que deverão acompanhar o laptop.

    • Entrevista de Marcelo Tosatti para Site LinuxIT
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    Inclusão digital || laptop

    Posted on September 30th, 2008 in Uncategorized by admin

    Inclusão Digital ou infoinclusão é a democratização do acesso às tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação.
    Entre as estratégias inclusivas estão projetos e ações que facilitam o acesso de pessoas de baixa renda às Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). A inclusão digital volta-se também para o desenvolvimento de tecnologias que ampliem a acessibilidade para usuários com deficiência.

    Dessa forma, toda a sociedade pode ter acesso a informações disponíveis na Internet, e assim produzir e disseminar conhecimento. A inclusão digital insere-se no movimento maior de inclusão social, um dos grandes objetivos compartilhados por diversos governos ao redor do mundo nas últimas décadas.

    Dois novos conceitos são incorporados as políticas de inclusão digital: a acessibilidade de todos às TIs (e-Accessibility), neste caso, não somente a população deficiente; e a competência de uso das tecnologias na sociedade da informação (e-Competences).http://europa.eu.int/information_society/policy/accessibility/index_en.htm

    Inclusão Digital no Brasil

    Dentro dessa perspectiva o Brasil que vem buscando desenvolver ações diversas visando a inclusão digital como parte da visão de sociedade inclusiva. Desde que entrou em prática, no final de novembro de 2005, o projeto de inclusão digital do governo federal, Computador para Todos - Projeto Cidadão Conectado registrou mais de 19 mil máquinas financiadas até meados de janeiro.http://ondajovem.terra.com.br/luneta.asp?ID_Materia=205

    Pouco menos de 2% da meta do programa, se levarmos em conta apenas os dados de financiamento, que é vender um milhão de máquinas para consumidores com renda entre três e sete salários mínimos nos próximos 12 meses. Os dados de financiamento são da Caixa Econômica Federal, que financiou 1.181 equipamentos. O Magazine Luiza, único varejista que obteve uma linha de crédito do BNDES, parcelou 18.186 computadores.

    O PC dispõe do sistema operacional Linux e um conjunto de softwares livres com 26 aplicativos, como editor de texto, aplicações gráficas e antivírus. Além disso, há suporte técnico durante um ano e as atualizações são gratuitas e periódicas.

    O Brasil conta com um recurso total de 250 milhões de reais, provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), o financiamento do Computador para Todos pode ser feito pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal, além de redes varejistas, que têm se cadastrado junto a uma linha especial de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

    Com os esforços de “inclusão digital” outros públicos também compõem o alvo de seu trabalho: idosos, pessoas com deficiência, população de zonas de difícil acesso, dentre outros. A idéia é que as Tecnologias da Informação vieram para ficar e, no futuro, quem não estiver “incluído digitalmente” viverá sob uma limitação social importante, perdendo inclusive direitos garantidos à cidadania.

    Programas Nacionais de Inclusão Digital

    Mantido e criado pela Prefeitura de São Paulo ,o Telecentros (também conhecido como Programa Telecentros) é um dos maiores programas de Inclusão Digital e Social, que contava em março de 2007 com 158 unidades (com 20 computadores e 1 impressora em cada unidade). Atua em todas as regiões da capital de São Paulo, oferecendo Cursos básicos e avançados de Informática e outros Cursos e oficinas de acordo com a necessidade local de cada unidade. Também oferece livre acesso à Internet. O Programa Telecentros tem sido elogiado freqüentemente pela Comunidade Internacional de Software Livre e os cidadãos de São Paulo.

    Outro importante programa de Inclusão Digital é o Programa Acessa São Paulo, premiado internacionalmente, tendo aproximadamente quatrocentos postos de atendimento no Estado de São Paulo.

    No Rio Grande do Sul tem-se a iniciativa inclusiva do Programa Sinergia Digital, criado e mantido pela PUCRS. Atende crianças, adolescentes e adultos, incluindo a chamada terceira idade, buscando uma formação integral do aluno. Os adolescentes de vilas carentes em torno da PUC recebem cerca de 70 horas de aula de informática e mais 30 horas de atividades esportivas, culturais e sociais. As turmas tem acompanhamento sócio-educativo (por acadêmicos de Psicologia), palestras e dinâmicas de grupo. As aulas são realizadas no mesmo laboratório de informática que atende alunos de graduação e pós-graduação da Faculdade de Administração, Contabilidade e Economia da PUCRS. Os alunos recebem ajuda de custo para o transporte até a PUCRS.

    Referências

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    Pivot || laptop

    Posted on September 30th, 2008 in Uncategorized by admin

    O termo Pivot pode significar:

    • Pivot (banda da Austrália)
    • Pivot (banda dos Estados Unidos)
    • Pivot point calculations currency market calculations
    • Pivot table in spreadsheet software
    • Pivot (irrigação), um sistema de siatribuição de água
    • Morrow Pivot and Morrow Pivot II, modelos de computador do tipo laptop
    • Syntactic pivot, the argument of the verb around which the sentence “revolves”
    • Pivotlog or Pivot, uma ferramenta freware de weblog para escrever em PHP
    • An element of the quicksort algorithm
    • A player position in the sport of roller derby
    • Pivotal Rockordings, a record label
    • A fulcro
    • Pivot Stickfigure Animator, stick-figure animation software
    • A pivot language is an artificial or natural language used as an intermediary language for translation.
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