Teletrabalho || laptop

Posted on January 4th, 2009 in Uncategorized by admin

Teletrabalho, também dito trabalho remoto, significa, literalmente, trabalho à distância. Concretamente, trata-se de trabalho que é realizado quando se está a utilizar equipamentos que permitem que o trabalho efectivo tenha efeito num lugar diferente do que é ocupado pela pessoa que o está a realizar.

Existem diferentes concepções deste termo e termos similares. É uma área em rápido crescimento no início do terceiro milénio.

Teletrabalho não não deve ser confundido como uma função específica nem uma atividade, mas como realizamos determinadas atividades remotamente. Você pode ser um Analista, um Engenheiro, um Prestador de Serviço exclusivo de uma organização, enfim, qualquer função, porém, faz uso de tecnologia e de comunicação para exercê-la em um local diferente da empresa, que pode ser sua casa, um centro compartilhado ou no próprio cliente.

O que faz esta relação ser Teletrabalho é a exclusividade do serviço, do comprometimento com a organização e/ou o contrato de trabalho estabelecido, isto é, há uma relação de trabalho entre a organização e o trabalhador, que através de mecanismos digitais (softwares), eletrônicos (computadores) e de comunicação (telefone, fax, até Skype…), faz existir este compromisso de ambas as partes. O diferencial da forma tradicional, é que o trabalhador não fica restrito ao espaço da empresa, obrigado a se deslocar para o trabalho diariamente para exercer sua atividade. Ele possui um acordo com a empresa prevendo outras possibilidades para este relacionamento fora do ambiente de trabalho.

Mas não é só dar um laptop para o funcionário. É preciso haver um projeto que compreenda um estudo dos processos da empresa identificando os “teletrabalháveis”, uma seleção adequada do funcionário que se enquadre em determinadas condições para trabalhar fora da empresa, a adequação dos equipamentos e softwares a serem usados, o treinamento dos gerentes e demais funcionários, para que eles também possam lidar com as condições deste profissional que não estará presente fisicamente, mas estará trabalhando para a empresa onde estiver.

Existem diversas empresas que adotam o Teletrabalho, porém, muitas delas não assumem como tal, uma vez que o conceito está difundido entre outras estratégias, como automação de forças de vendas e consultores (por exemplo). Muitas destas empresas são casos brasileiros de Teletrabalho, aplicado na Automação de Forças de Vendas, Consultores Externos, Gestores Regionais, enfim, em diversas posições dentro da organização.

Podemos dizer que as principais áreas de atuação estão nas áreas de vendas, consultoria, engenharia e prestadores de serviços, principalmente na área de Tecnologia da Informação, executivos de grandes empresas e, mais recentemente, televendas/tele-atendimento (Call Centers).

  • TES, Telework education system
  • SOBRATT - Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades
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Tablet PC || laptop

Posted on January 3rd, 2009 in Uncategorized by admin

Tablet PC é um computador pessoal com o formato de um Laptop ou prancheta, que pode ser acessado com o toque de uma caneta especial. Desta maneira, o usuário poderá utilizar o computador sem um mouse ou teclado. Tal tecnologia foi proposta pela Microsoft e outros fabricantes da indústria de informática.

A maior parte dos Tablet PCs utilizam o Windows XP Tablet PC Edition como sistema operacional, embora tendam a utilizar no futuro o Windows Vista, dado que algumas versões do novo sistema operativo da Microsoft incorporam já as funcionalidades dedicadas ao Tablet PC, entre elas o Windows Journal e o famoso jogo InkBall. São poucos os que utilizam o sistema operacional Linux.

O Tablet PC vem sendo estudado em vários países. Ele já está circulando no mercado brasileiro. Nos Estados Unidos eles custam em média 1600 Dólares.

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Primeira Temporada de 24 Horas || laptop

Posted on January 3rd, 2009 in Uncategorized by admin

Resumo

Kim Bauer, a filha do agente da UCT Jack Bauer, fugiu de casa para sair com os amigos. Jack e sua esposa, Teri Bauer, saem para procurá-la, mas Jack é chamado para uma reunião no departamento do qual ele é diretor, a UCT de Los Angeles. A UCT descobre que o candidato à Presidência, o Senador David Palmer, pode ser assassinado no decorrer do dia. E Jack descobre que algum dos seus empregados pode ser um traidor.

12:00 - 01:00 AM

Kuala Lumpur, hora local 4 PM. Por uma rua movimentada de Kuala Lumpur, um agente secreto do governo procura por um lugar seguro, e quando vê que não está sendo seguido, entra em uma casa abandonada. Abre um laptop e envia para a UCT Los Angeles uma base de dados. Em Los Angeles, o diretor administrativo da UCT, Richard Walsh, é informado que a vida do candidato à Presidência, David Palmer, corre perigo.

No quartel general da campanha de David Palmer, ele discute sobre as eleições, que serão ao amanhecer, com seus empregados. Sua esposa, Sherry Palmer, diz a ele que ele deveria dormir um pouco. Ele diz que não pode, pois está muito ansioso, e ela diz que vai escrever alguns agradecimentos aos membros do governo.

Na residência de Bauer, Jack e Kim estão jogando uma partida de xadrez juntos. Kim diz que está feliz por Jack ter voltado pra casa, e que sabe que a culpa dele ter ido embora, foi de sua mãe, Teri. Após ela ir pro quarto dormir, Jack e Teri conversam sobre o que fazer com as malcriações de Kim. Os dois vão até o quarto da garota e descobrem que ela fugiu pela janela. O telefone toca e Nina Myers, uma agente da UCT, diz a Jack que Richard Walsh convocou todos para uma reunião. Ao ir para o carro Jack liga para Vincent O’Brien, um ex-namorado de Kim, e pergunta se sabe onde ela está. Ele diz que não sabe.

Kim e sua amiga, Janet York, estão no carro de Janet, falando sobre seus planos para se encontrar com dois garotos que já terminaram o colégio.
Entrementes, na UCT Nina Myers, uma progamodora Jamey Farrel e o analista sênior Tony Almeida, discutem sobre o porquê da reunião, e Nina diz que Jack está a caminho. Assim que chega na UCT, Jack liga para Teri e os dois discutem o que fazer pra melhorar o seu relacionamento com Kim. Teri sugere que eles procurem um psicólogo, assim como seus amigos fizeram. Jack entra na UCT e diz a Teri que liga depois.

Jack pergunta à Nina se falta mais alguém, e ela diz que só estavam esperando por ele e por Walsh. Diz também que fez um link pro satélite caso ele precise. Jack tem um pressentimento que foram chamados lá, por alguma coisa em relação ao Senador David Palmer. Ele pede a Tony que verifique a ficha de todos na campanha do senador.

Kim e Janet chegam à uma loja de móveis Paladio Furniture, e se encontram com Dan Mounts e Rick Allen. Janet e Dan vão para dentro da loja e Kim se apresenta a Rick antes de entrar. Na UCT, Jack liga para seu amigo, Frank Castolano, na estação de polícia local e pede que ele fique de olho em Kim. Richard Walsh chega na UCT. Todos vão para a sala de reuniões e Walsh anuncia que haverá uma tentativa de assassinato ao candidato à Presidência David Palmer, até o fim do dia. Diz também que o ataque será realizado por um grupo terrorista estrangeiro, que entrou no país.

Todos voltam às suas estações, e Walsh pede a Jack para falarem a sós por um instante. Quando estão sozinhos, Walsh revela que alguém de dentro da UCT pode estar envolvido no ataque ao Senador Palmer. Diz a Jack que ele é a única pessoa em quem confia para encontrar o espião.

De volta ao hotel onde o Senador Palmer está, uma de suas assistentes, Patty Brooks, liga para Martin Belkin, o fotógrafo que foi contratado para tirar as fotos do Senador no café da manhã. Belkin, que está no vôo 221, diz que aterrissará em uma hora e confirma os planos pro café da manhã. Quando pronuncia o nome do Senador no telefone, ele atrai a atenção da mulher que está sentada ao lado dele, Mandy. Mandy começa a elogiar as fotos de Belkin e questiona sobre o trabalho de hoje com o Senador Palmer.

Na UCT, Jack diz a Nina que o diretor distrital, George Mason, está vindo para inspecionar o trabalho. Nina pergunta se é só isso que Walsh falou e acusa Jack de esconder algo dela. Teri liga pra Jack e diz que achou três baseados no quarto de Kim, e demonstra sua preocupação. Jack sugere que ela olhe os e-mails de Kim para ver se encontra algo, mas Teri o lembra que eles deixaram Kim ter uma senha pra mostrar como confiavam nela. Na loja de móveis, Kim e Rick estão conversando sobre a faculdade e a praia. Kim diz a Rick que seu pai está morto e conta como ele era legal.

Mason chega na UCT e se encontra com Jack. Mason conta a Jack que o atirador é do leste europeu, provavelmente alemão e que já se encontra em Los Angeles. Também dá um dispositivo com dados mais completos, mas se recusa a dar a fonte dizendo que é confidencial. Mason diz a Jack que Palmer não é nenhum amigo da UCT, e vai “diminuir” a agência caso seja eleito. Por isso, aconselha Jack a não se meter onde não é chamado ou pode acabar no olho da rua. Jack suspeita que Mason está escondendo informação e fala pra ele ligar para o seu superior e pedir permissão para contar a Jack. Uma vez fora do escritório, Jack escuta a ligação de Mason e vê que ele não está ligando pra ninguém. Vai até seu armário, pega um tranquilizante, volta pra sala e dispara em Mason que cai no chão. Nina vai até a sala e pergunta a Jack por que ele fez isso. Jack diz que Mason está escondendo informações importantes e já sabe como conseguir arrancá-las de Mason. Ele conta a Nina que sempre suspeitou que Mason ficou com 200.000 doláres de um suspeito que o próprio Mason capturou, e que teve 200.000 doláres desaparecidos da conta.

Na casa dos Bauer, Teri atende uma ligação de Alan York, dizendo que sua filha Janet desapareceu, e que acha que foi com Kim, pois leu um dos e-mails dela. Teri e ele trocam os números de telefone e prometem ligar se descobrirem algo. Na UCT, Nina diz a Jack que achou o número da conta do suspeito que supostamente Mason roubou. Mas não pôde acessá-la porque está criptografada. Jack diz a Nina para mandar Tony Almeida fazer isso.
Tony pergunta a Nina se mesmo os dois saindo, ela ainda dorme com Jack. Ela não responde e ele pergunta o que ela vê nele. Nina manda Tony voltar ao trabalho.

Jack pergunta a Jamey Farrel se ela poderia descobrir a senha de um computador se ele lhe desse o número de telefone. Ela diz que poderia se tivesse uma autorização, mas se for muito importante irá fazer. Após alguns segundos, ela descobre a senha do computador de Kim e dá a Jack. Ele telefona para Teri e conta que a senha do computador de Kim é “AVIDAEUMADROGA”. Na loja de móveis Kim e Rick conversam e se beijam antes de procurar Janet e Dan. Eles os encontram em uma das camas.

No avião, Martin Belkin e Mandy conversam sobre os antigos clientes de Martin, incluindo a Princesa Diana. Ele mostra uma de suas fotografias e continua contando. No seu hotel, o Senador Palmer lê seu discurso para ver se não há nenhum erro, quando Patty Brooks o informa de uma ligação de Maureen Kingsley. Logo, seu tom de voz muda com Maureen e ele diz que não quer mais falar disso. Sherry pergunta por que ele se aborreceu e ele diz que não é nada importante.

Em seu escritório, Jack liga para Walsh, mas não tem sinal. Nina entra e lhe diz que pensou que ele quisesse recomeçar sua vida, mas isso que está fazendo não está ajudando. Jack diz que não se pode misturar sua vida pessoal com sua vida profissional. Teri liga para Alan e diz que descobriu onde suas filhas foram, por meio de um e-mail de Kim. Teri diz que vai lá e ele pergunta se pode ir junto. Teri concorda.

Na loja de móveis, Rick, Dan, Janet e Kim discutem aonde vão agora. Dan sugere uma boa boate no centro, mas Kim percebe que sua mãe deixou diversas mensagens no seu celular e diz que tem que voltar pra casa. Rick a convence a ir com eles até a casa dela. No avião, Martin Belkin e Mandy estão na lavanderia se beijando. Mandy sugere que se encontrem em Los Angeles, mas Belkin diz que estará muito ocupado.

Na UCT, Tony mostra a Jack a conta do suspeito e Jack comprova que George Mason roubou 200.000 doláres dele. Jack acorda Mason, e diz que quer a fonte da informação ou mostra os detalhes da conta ao diretor regional, Ryan Chapelle. Mason lhe dá a informação antes de sair.

No avião, Mandy levanta de seu banco e vai até o fundo do avião. Lá, mata um dos assistentes de vôo, para acessar um cartão ID que roubou de Belkin. Mandy prepara explosivos no avião antes de pegar um pára-quedas e abrir a saída traseira. Aciona o explosivo e pula. Trinta segundos mais tarde o avião explode.

Jack liga pra Teri, e ela lhe conta tudo o que descobriu, e diz que está indo encontrar as garotas agora. A chamada está ruim e a linha cai. Jack pede a Nina que o cubra enquanto sai, mas na hora que está saindo Tony o alerta sobre a explosão de um avião, que o força a permanecer na UCT. Na camionete de Dan, Kim diz para eles dobrarem, mas eles apenas dizem para ela relaxar. Passam bem em frente ao carro de Teri e Alan York, mas ninguém sabe disso.

Sobre o deserto, o pára-quedas de Mandy se abre.

 12:59:57 - 01:00:00
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STS-58 || laptop

Posted on January 3rd, 2009 in Uncategorized by admin

STS-58 é o nome em código de uma missão da NASA utilizando um ônibus espacial.

  • Perigeu: 284 km
  • Apogeu: 294 km
  • Inclinação: 39.0°
  • Período: 90.3 min
  • Principais fatos

    A STS-58 foi a quarta missão espacial tripulada mais longa na história do programa espacial dos Estados Unidos e foi dedica às pesquisas na área de ciências biológicas. O grupo do Columbia realizou uma série de experimentos para adquirir conhecimento sobre como o corpo humano se adapta à ausência de peso no espaço. Os experimentos se concentraram nos sistemas cardiovascular, regulatório, neurovestibular e musculoesquelético do corpo. Os experimentos realizados nos membros do grupo e em animais de laboratório (48 ratos
    armazenados no interior de 24 gaiolas), em conjunto com os dados coletados pela missão SLS-1 em junho de 1991, forneceram as medidas fisiológicas mais detalhadas e interrelacionas obtidas desde o programa Skylab realizado entre 1973 e 1974.

    Os membros do grupo conduziram experimentos voltados à compreensão da perda de tecido ósseo e aos efeitos da microgravidade na percepção sensorais. Dois experimentos neurovestibulares
    investigando o mal-estar da movimentação no espaço e mudanças na percepção foram realizados no segundo dia de vôo. Os astronautas Lucid e Fettman utilizaram um dispositivo sobre a cabeça, chamada de Unidade de Gravação de Acelerômetro, projetados para continuamente armazenar os movimentos da cabeça ao longo do dia.

    Apenas um pequeno problema ocorreu na terça-feira, em 19 de Outubro de 1993 associado a um disjuntor que se abriu, cortando temporariamente a alimentação a uma das gaiolas com ratos do módulo. Os controladores de vôo em Houston reportaram que isto não foi causado por um curto-circuito no sistema elétrico e então o disjuntor foi religado, restaurando a energia elétrica à gaiola.

    McArthur e Blaha começaram a utilizar o dispositivo Lower Body Negative Pressure no terceiro dia de vôo, o qual estava sendo testado como uma contra-medida para os efeitos detrimentais da microgravidade. Todos os três membros do grupo realizaram coletas de urina e saliva, e mantiveram anotações sobre seus exercícios físicos e alimentação como parte do objetivo suplementar de utilização de energia. O DSO 612 observou as necessidades energéticas e nutricionais dos membros do grupo em vôos espaciais de longa duração e a relação entre o consumo de fluidos e comida.

    Na quarta-feira, no dia 20 de Outubro, embora o toalete do ônibus espacial estivesse em bom funcionamento, o grupo detectou uma pequena rachadura ao redor da entrada do filtro antes de irem dormir. Eles removeram o filtro e limparam cerca de uma colher de resíduos, muito menos do que eles esperavam. Como precaução, uma unidade secundária de um separador de ventilação foi utilizada para separar o fluido do ar antes de ventilá-lo de volta à cabine através do filtro.

    Na quinta-feira, no dia 21 de Outubro, o comandante da carga Rhea Seddon, os especialistas da missão Shannon Lucid e David Wolf e o espacialista da carga Martin Fettman coletaram amostras adicionais de sangue e urina para uma série de experimentos metabólicos. Algumas das amostras foram utilizadas no experimento de absorção de cálcio que já havia sido realizado anteriormente nesta missão. O experimento, suportado pelo Dr. C.D. Arnaud da Universidade da Califórnia, em São Francisco, realizou estudos sobre os mecanismos através dos quais o cálcio é mantido e utilizado no metabolismo dos ossos no espaço. Baseado em resultados preliminares da missão SLS-1 realizada em 1991, o Dr. Arnaud acredita que o decrescimento na densidade dos ossos occorre devido ao reduzido esforço sobre os mesmo que não é compensado por um subsequente aumento na formação de ossos.

    Na sexta-feira, no dia 22 de Outubro de 1993, utilizando o rádio amador a bordo batizado de SAREX para Experimentos de Radio Amador em Ônibus Espacial, Blaha e Searfoss contactaram crianças na Sycamore Middle School em Pleasant View, TN, e na Gardendale Elementary em Pasadena, TX. O Rack de Interface Padrão, ou SIR, foi testado neste dia por Searfoss para demonstrar que o equipamento pode ser removido de uma localidade do rack e reintegrado em outro por um único membro do grupo durante as operações orbital enquanto mantém interfaces mecânica, de dados e de alimentação confiáveis.

    Outro novo teste realizado abordo do Columbia foi uma simulação via computador laptop que foi levada a vôo para analisar se este pode ser qualificado como uma ferramenta para auxiliar o comandante da missão e o piloto a manter suas proeficiências durante os vôos em ônibus espaciais. O laptop é controlado utilizando-se um joystick similar ao utilizado para controlar o orbitador nos minutos finais antes da aterrisagem.

    No sábado, os membros do grupo dedicado à carga se voltaram ao estudo metabólico de 48 ratos a bordo do Spacelab science workshop. A comandante da carga Rhea Seddon, e seus parceiros David Wolf, Shannon Lucid e a veterinária Marty Fettman retiraram uma amostra de sangue do rabo de alguns dos roedores, e então injetaram um isótopo especial nos mesmos para medir o volume de seus respectivos plasmas. Outra coleta de sangue ocorreu posteriormente, para medir o quanto a ausência de peso pode influênciar a contagem de células vermelhas dos animais.

    Após uma série de contatos com topo o país e um trabalho em uma sacola de vácuo projetada para facilitar a readaptação do corpo ao ambiente da Terra, o grupo composto pelo comandante John Blaha, pelo piloto Rick Searfoss e pelo especialista da missão Bill McArthur acompanhara uma queima curta de um dos motores do sistema de manobra orbital para abaixar o extremo inferior do Columbia de uma altitude de 150 para 142 milhas náuticas (de 278 para 263 km), para aumentar as oportunidades de aterrisagem a missão deveria ser extendida devido às condições climáticas ou por um problema de sistema que iria manter o grupo em órbita por dois dias extras.

    Na quarta-feira, em 27 de Outubro de 1993, o piloto Rick Searfoss colocou o Columbia sob algumas manobras como parte do Experimento de Pesquisa sobre Aceleração Orbital. O objetivo principal do experimento é medir precisamente as forças aerodinâmicas que atuam sobre o ônibus espacial em órbita e durante os primeiros estágios da re-entrada. Estas informações foram úteis para que os cientistas e engenheiros que planejavam os vôos de pesquisa sobre microgravidade da Spacelab na qual os experimentos necessitavam de um ambiente quieto e livre de movimentos para produzir os melhores dados possíveis.

    Na quinta-feira, em 28 de Outubro de 1993, após passaram metade do dia descansando, os astronautas abordo do Columbia continuaram a coletar dados científicos sobre como os humanos e animais se adaptam à ausência de gravidade da Terra.

    A comandante da carga Rhea Seddon enviou uma mensagem especial para seu marido, o astronauta Office Chief Hoot Gibson às 4:1 p.m. CDT quando ela completava seu total de 632 horas e 56 minutos no espaço. “Ele é realmente um bom rapaz, Eu ainda amo ele muito, mas eu tenho mais horas no espaço que ele, até agora!” ela disse. Seddon relembrou que, entretanto, ele tinha mais lançamentos e aterrisagens, tendo voado quatro vezes e ela três.

    O piloto Rick Searfoss dedicou parte de seu tempo para tirar algumas fotografias infra-vermelhas das queimadas em florestes no sudeste da Califórnia para dizer que o grupo está apoiando os bombeiros na localização e no combate às chamas e nos apoio residentes cujas casas foram destruídas. Ele disse que esperava que as chamas pudessem ser controladas logo, e disse que as fotografias que ele estava tirando estão dentro de um conjunto de 4 000 fotos que retornarão à Terra para seram estudadas por meteorologistas, geólogos, arqueólogos e ecologistas após o vôo.

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    Osciloscópio || laptop

    Posted on January 3rd, 2009 in Uncategorized by admin

    O osciloscópio é um instrumento de medida eletrônico que cria um gráfico bi-dimensional visível de uma ou mais diferenças de potencial. O eixo horizontal do ecrã normalmente representa o tempo, tornando o instrumento útil para mostrar sinais periódicos. O eixo vertical comumente mostra a tensão. O monitor é constituído por um “ponto” que periodicamente “varre” a tela da esquerda para a direita.

    Exemplos de usos

    O uso clássico de um osciloscópio é diagnosticar uma peça defeituosa em um equipamento eletrônico. Em um rádio, por exemplo, se olha no esquema elétrico do aparelho e se localizam as conexões entre os estágios (como mixer eletrônico, osciladores eletrônicos, amplificadores).

    Então o terra do osciloscópio é ligado ao terra do circuito, e a ponta de prova é colocada na conexão entre dois estágios no meio do circuito.

    Quando o sinal esperado está ausente, se sabe que algum estágio precedente do circuito está defeituoso. Como a maioria das falhas ocorre por causa de um único componente defeituoso, cada medida pode provar que metade do estágio de uma peça complexa está funcionando corretamente, ou seja, que não é a causa do defeito.

    Uma vez que o estágio defeituoso é encontrado, testes mais específicos deste estágio podem geralmente mostrar a um profissional experiente qual componente está com defeito. Uma vez que este componente é substituído, a unidade pode voltar à operação, ou ao menos o próximo defeito pode ser procurado.

    Outro uso possível é a checagem de um circuito novo. Muito frequentemente circuitos novos se comportam abaixo do esperado devido aos níveis de tensão errados, ruído elétrico ou erros no projeto. Os circuitos digitais geralmente operam a partir de um oscilador (clock), então um osciloscópio de traço duplo (dual-trace) é necessário para verificar circuitos digitais. Osciloscópios com “armazenamento” são muitos úteis para “capturar” efeitos eletrônicos raros que podem levar a uma operação defeituosa.

    Outro uso é para engenheiros de software que programam circuitos eletrônicos. Muitas vezes o osciloscópio é a única maneira de ver se o software está rodando corretamente. Para essa aplicação existe, no entanto, um equipamento mais apropriado, o analisador lógico, uma espécie de osciloscópio digital que permite a leitura de dezenas de canais simultaneamente.

    Descrição

    Um típico osciloscópio é uma caixa retangular com uma tela, conectores de entrada, knobs para controle e botões na frente do painel.

    Para ajudar na medidas, uma grade chamada graticule ou retículo é desenhada na face da tela. Cada quadrado na graticule é conhecido como uma divisão. O sinal a ser medido é ligado a um dos canais de entrada, geralmente através de um conector coaxial, como os conectores BNC ou tipo N. Se a fonte do sinal já possui seu conector coaxial, então um simples cabo é usado para ligá-la, caso contrário um cabo específico chamado ponta de prova para osciloscópio é usado.

    Em seu modo mais simples, o osciloscópio desenha repetidamente uma linha horizontal chamada de traço através do meio da tela da esquerda para a direita. Um dos controles, o timebase control (controle da base de tempo), determina a velocidade com que a linha é desenhada, e é calibrado em segundos por divisão.

    Se a tensão de entrada difere do zero, o traço pode ser defletido tanto para cima quanto para baixo. Outro controle, o vertical control (controle vertical), determina a escala da deflexão vertical, e é calibrado em volts por divisão. O traço resultante é um gráfico da voltagem em função do tempo.

    Se o sinal de entrada é periódico, então um traço relativamente estável pode ser obtido apenas ajustando a base de tempo (timebase) de acordo com a frequência do sinal de entrada. Por exemplo, se o sinal é uma onda seno com frequência igual a 50 Hz, então seu período é de 20 ms, então a base de tempo (timebase) deve ser ajustada de modo que o tempo entre a passagens sucessivas seja de 20 ms. Este modo é chamado de continual sweep (varredura contínua). Infelizmente, a base de tempo dos osciloscópios não é perfeitamente precisa, e a frequência do sinal não é perfeitamente estável, então o traço pode se mover pela tela, dificultando as medidas.

    Para prover um traço mais estável, os osciloscópios modernos tem uma função chamada trigger (desencadear ou disparar). Quando o triggering é utilizado, o instrumento irá parar cada vez que a varredura chegue no extremo direito da tela e retornar de volta ao lado esquerdo da tela. O osciloscópio então aguarda um evento específico antes de começar a desenhar o próximo traço. O evento de trigger (disparo) é comumente acionado quando a forma de onda da entrada atinge uma tensão em uma direção específica (tensão crescente ou decrescente) determinada pelo usuário.

    Este recurso ressincroniza a base de tempo ao sinal de entrada, impedindo o deslizamento horizontal do traço. Desta forma, o trigger permite a visualização de sinais periódicos tais como ondas quadradas e ondas seno.
    O circuito de Trigger também permite a visualização de sinais não-periódicos, tais como pulsos que não se repetem em uma taxa fixa.

    Os Tipos de trigger incluem:

    • trigger externo, um pulso de uma fonte externa conectada a uma entrada dedicada do osciloscópio.
    • trigger de borda, um detector de borda que gera um pulso quando o sinal passa de uma tensão limiar especificada em uma direção específica.
    • video trigger, um circuito que extrai pulsos sincronizantes de formatos de vídeo tais como PAL e NTSC e disparam a base de tempo em todas as linhas, em uma linha específica, em todos os campos, ou em um quadro. Este circuito é tipicamente encontrado dos dispositivos monitores de forma de onda.
    • trigger por atraso, aguarda um tempo específico após passar por uma tensão limiar antes de começar a varredura. Nenhum circuito de trigger funciona instantaneamente, sempre ocorre um pequeno atraso, porém um circuito de trigger por atraso estende este valor até um intervalo conhecido e ajustável. Deste modo, o operador pode examinar um pulso particular em um longo grupo de pulsos.

    A maioria dos osciloscópios também permitem que você tire a base de tempo e a insira um sinal no amplificador horizontal. Isto é chamado de modo X-Y, e é útil para ver a relação de fase entre dois sinais, o que é comum em análise de rádio e televisão.
    Quando os dois sinais são senóides de frequência e fases variáveis, o traço resultante é chamado de curva de Lissajous.

    Alguns osciloscópios possuem cursores, que são linhas que podem ser movidas sobre a tela para medir o intervalo de tempo entre dois pontos, o a diferença entre duas tensões.

    Muitos osciloscópios possuem um ou mais canais de entrada, permitindo que eles mostrem mais de um sinal na tela.
    Geralmente o osciloscópio tem um conjunto de controles verticais para cada canal, porém apenas um sistema de trigger e base de tempo.

    Um osciloscópio dual-timebase (base de tempo duplo) possui dois sistemas de trigger de modo que dois sinais possam ser vistos em diferentes eixos de tempo. Isto também é chamado de modo “magnificação”. O usuário mantém um sinal complexo desejado usando uma configuração de trigger compatível. Então ele permite a “magnificação”, “zoom” ou “base de tempo dupla”, e pode mover uma janela para observar os detalhes do sinal complexo.

    Algumas vezes o evento que o usuário deseja ver pode ocorrer apenas ocasionalmente. Para capturar estes eventos, alguns osciloscópios são “storage scopes” (osciloscópios de armazenamento) que preservam o sinal mais recente na tela.

    Alguns osciloscópios digitais podem fazer a varredura a velocidades baixas como uma vez por hora, emulando um gravador em papel de tira. Isto é, o sinal passa pela tela da direita para a esquerda. A maioria dos osciloscópios mais sofisticados mudam do modo de varredura para o modo de escrita em tira com cerca de uma varredura a cada dez segundos. Isto ocorre porque caso contrário, o osciloscópio iria aparentar estar quebrado: está coletando informações, porém o ponto não pode ser visto na tela.

    Conselhos para uso

    O problema mais típico encontrado quando se utiliza um osciloscópio não familiar é que o traço não está visível.

    Muitos osciloscópios mais recentes possuem “opções de reset” ou um botão “auto set up”.
    Utilize-o caso haja confusão. Alguns instrumentos possuem um botão “beamfinder”. Ele limita o tamanho do traço de modo que ele irá aparecer na tela.

    Outra razão para a “perda” do traço é um ajuste de luminosidade (brightness) muito baixo. Todos os osciloscópios possuem um ajuste de luminosidade que serve para tornar o traço visível tanto em varreduras lentas como nas mais rápidas. Um ajuste muito tenue pode tornar o traço pouco visível. um ajuste muito intenso pode deixar o sinal borrado. Alguns osciloscópios possuem um ajuste de foco que permite ajustar a espessura do traço.

    Verifique que primeiro você configure as opções de canal para acoplamento “DC”, com trigger automático.
    Aumente o valor do volts per division (volts por divisão) do canal (efetivamente diminuindo a Altura da linha) até a linha aparecer.
    Configure o time per division (tempo por divisão) próximo da velocidade do evento desejado, e então ajuste o volts per division até o evento aparecer em um tamanho útil.

    Os osciloscópios comumente possuem uma saída de teste que pode ser medida para se asseguram que um canal e sua ponta de prova estejam funcionando.
    Quando se utiliza um osciloscópio não familiar, é recomendado medir a este sinal primeiro.

    A capacitância do fio na ponta de prova pode fazer com que o osciloscópio mostre imprecisamente sinais de alta velocidade.
    Se o sinal parece distorcido, ou seja se ele mostrar pontas ou elevações estranhas, a capacitância da pronta de prova deve ser ajustada. Muitas destas (como as com atenuação de 10x) tem um pequeno parafuso de ajuste para a capacitância. A maioria dos osciloscópio provê uma saída de teste que produz uma onda quadrada para o ajuste da ponta. O ajuste deve ser feito de modo que as bordas da onda pareçam um quadrado, sem excessos nem arredondamento.

    A largura de banda das pontas de teste devem ser iguais ou exceder à largura de banda dos amplificadores de entrada do osciloscópio.

    Em geral, a conexão de terra do osciloscópio deve ser ligada ao terra do circuito que está sendo analisado. A maioria dos osciloscópios possuem um conector de terra em sua saída. Para medir precisamente sinais de alta frequência, o cabo de terra deve ser o mais curto possível; para frequências acima de 100 MHz, o conector embutido terra deve ser removido e substituído por um pequeno pino de terra que sai do anel de terra na ponta da prova.

    Se o osciloscópio possui uma conexão com o terra das linhas de alimentação, e provável que o pino de terra também esteja ligado ao terra (através do chassi do osciloscópio). Se o circuito em teste também tem sua referência com o terra das linhas de alimentação, então conectar o pino de terra a qualquer sinal teria o mesmo efeito de um curto-circuito ao terra, podendo causar danos ao circuito em teste ou ao próprio osciloscópio. Isto pode ser evitado alimentando-se o osciloscópio através de um transformador de isolação.

    Existem dois acoplamentos possível no canal de entrada:

    “AC” coupling (acoplamento AC) bloqueia qualquer DC (corrente continua) no sinal. Isto é útil quando se mede um pequeno sinal em um offset DC. Note que o modo de acoplamento a AC é feito se adicionando um capacitor internamente, que, apesar de ter um valor alto, pode afetar o modo como os sinais de baixa frequência irão aparecer.

    “DC” coupling (acoplamento DC) usado quando se mede uma tensão contínua, não bloqueia nenhum sinal.

    Verifique se você está ajustando o trigger do canal correto. Ajuste o trigger delay para zero.
    Ajuste o nível de trigger até o evento desejado.
    Após tudo, ajuste do trigger delay até a característica desejada do sinal aparecer.

    As pontas de prova do osciloscópio são relativamente caras e frágeis. Para reduzir a capacitância, o condutor no cabo de prova é algumas vezes mais fino que um fio de cabelo humano. A “caneta” plástica da ponta é muitas vezes fácil de se quebrar. Deve-se evitar deixar a ponta de prova em algum local em que ela possa ser pisada.

    Seleção

    Os osciloscópios geralmente possuem uma lista das características acima. A medida básica é a largura de banda de seus amplificadores verticais. Os osciloscópios típicos para propósito geral devem possuir uma largura de banda de no mínimo 100 MHz, apesar de larguras de bandas muito menores serem aceitáveis para aplicações em frequências na faixa de áudio.
    Uma taxa de varredura útil pode ser de um segundo a 100 nanosegundos, com triggering e varredura com atraso.
    Para trabalhar com sinais digitais, dois canais são necessários, e um instrumento com uma taxa de varredura de no mínimo 1/5 da frequência máxima do sistema digital é recomendada.

    O benefício principal de um osciloscópio de qualidade é a boa qualidade do circuito de trigger.
    Se o trigger for instável, o display sempre será um pouco confuso.
    A qualidade melhora enormemente conforme a frequência de resposta e a estabilidade da tensão do trigger aumentam.

    Os osciloscópios de armazenamento digital costumavam mostrar sinais quebrados devido às baixas taxas de armazenamento, porém este problema hoje em dia é muito mais raro devido ao aumento no tamanho das memórias.

    Até o ano de 2004, um osciloscópio dual-channel, com armazenamento, de 150MHz, novo custava cerca de US$1.200, sendo considerado muito bom para o uso geral. A maior largura da banda obtida até o ano de 2005 é a da família de osciloscópios Tektronix TDS6000C com uma banda digitalmente melhorada de até 15 GHz e custando cerca de US$150.000.

    Osciloscópio de raios catódicos (CRO)

    O mais novo e mais simples tipo de osciloscópio consiste num tubo de raios catódicos, um amplificador vertical, uma base de tempo, um amplificador horizontal e uma fonte de alimentação. Estes são chamados de osciloscópios ‘analógicos’ para serem distinguidos dos osciloscópios ‘digitais’ que se tornaram relativamente comuns nos anos 90 e 2000.

    Antes da introdução do tubo de raios catódicos (CRO) nesta forma atual, o mesmo já vinha sendo utilizado em outros instrumentos de medição.
    O tubo de raios catódicos é uma estrutura de vidro com vácuo no seu interior, similar aos tubos de televisões a preto e branco, que possuem uma face plana coberta com um material fosforescente (o fósforo).
    A tela possui tipicamente menos de 20 cm de diâmetro, sendo muito menos do que as telas da maioria das televisões.

    A parte no pescoço do tubo é o acelerador de elétrons, que é uma placa de metal aquecida com uma malha de fios (o grid) na sua frente. Um pequeno potencial de grid é usado para bloquear os elétrons de serem acelerados quando o raio precisa ser desligado, como durante o retorno do varrimento ou quando nenhum evento de trigger (disparo de evento) ocorre. É aplicada uma diferença de potencial de, no mínimo, algumas centenas de volts para fazer com que a placa aquecida (o cátodo) fique carregado negativamente com relação às placas de deflexão. Para osciloscópios com uma largura de banda maior, onde o traço pode mover-se mais rapidamente através da tela, é tipicamente utilizada uma tensão de aceleração pós-deflexão de mais de 10 000 volts, aumentando a velocidade com que os elétrons atingem o fósforo. A energia cinética dos elétrons é então convertida pelo fósforo em luz visível no ponto do impacto. É através da variação dessa tensão que se obtém o ajuste de luminosidade.

    Quando ligado, um tubo de raios catódicos (CRT) normalmente mostra um único ponto brilhante no centro da tela, porém este ponto pode ser movido eletrostaticamente ou magneticamente. O CRT de um osciloscópio utiliza a deflexão eletrostática.

    Entre o acelerador de elétrons e a tela existem dois pares de placas metálicas opostos chamados de placas de deflexão. O amplificador vertical gera um diferença de potencial através de um par de placas, gerando um campo elétrico vertical, através do qual o raio de elétrons passa; quando os diferenciais das placas são os mesmos, o raio não é defletido.
    Quando a placa superior é positiva com relação à inferior, o raio é defletido para cima; quando o campo é invertido, o raio é defletido para baixo. O amplificador horizontal realiza uma função semelhante com os pares de placas de deflexão horizontais, fazendo com que o raio se mova para a direita ou para a esquerda.
    Este sistema de deflexão é chamado de deflexão eletrostática, e é diferente do sistema de deflexão eletromagnética utilizado nos tubos das televisões.
    Em comparação à deflexão magnética, a deflexão eletrostática pode seguir mudanças aleatórias no potencial, porém, é limitada a ângulos de deflexão pequenos.

    A base de tempo é um circuito eletrônico que gera uma tensão de rampa. Esta é uma tensão que muda continuamente e linearmente no tempo. Quando ela atinge um valor pré-definido a rampa é reiniciada, com a tensão retornando ao seu valor inicial. Quando um evento de trigger é reconhecido o reset é ativado, permitindo que a rampa volte ao seu estado inicial e cresça novamente.
    A tensão da base de tempo geralmente controla o amplificador horizontal. O seu efeito é a varredura do raio de elétrons a uma velocidade constante da esquerda para a direita através da tela, e então retornando o raio rapidamente para a esquerda para iniciar a próxima varredura.
    A base de tempo pode ser ajustada para o período do sinal medido.

    Desse modo, o amplificador vertical é controlado por uma tensão externa (a entrada vertical) que é tirada do circuito que está sendo medido. O amplificador possui uma impedância de entrada muito alta, de tipicamente um megaohm, de modo que ele consome apenas uma pequena corrente da fonte do sinal.

    O amplificador controla a deflexão causada pelas placas verticais com uma tensão que é proporcional à entrada vertical.
    O ganho do amplificador vertical pode ser regulado para se ajustar à amplitude da tensão de entrada. Uma tensão positiva de entrada move o raio para cima, e uma tensão negativa o move para baixo, de modo que a deflexão vertical do ponto mostra o valor da diferença de potencial da entrada.
    A resposta deste sistema é muito mais rápida do que a de sistemas de medição mecânicos como os multímetros, onde a inércia do ponteiro atrasa a sua resposta para a entrada.

    Quando todos estes componente trabalham simultaneamente, o resultado é um traço brilhante na tela que representa um gráfico da tensão em função do tempo. A tensão está representada pelo eixo vertical, e o tempo no horizontal.

    Observar sinais de alta velocidade é difícil utilizando um osciloscópio de raios catódicos convencional, especialmente se os sinais não forem repetitivos, muitas vezes necessitando que o ambiente seja escurecido ou que uma capa especial seja colocada sobre a tela do tubo. Para auxiliar na visualização de tais tipos de sinal, utilizam-se osciloscópios especiais com tecnologia de visão noturna, utilizando uma placa com microcanais na fase do tubo para amplificar sinais de baixa intensidade de luz.

    Apesar de um osciloscópio de raios catódicos permitir que os sinais sejam vistos na sua forma elementar, não possui nenhum meio de gravar este sinal em papel para o propósito de documentação. Posteriormente, câmeras especiais para osciloscópios foram desenvolvidas para poderem fotografar a tela diretamente. A câmeras mais novas utilizavam filmes de rolo ou em chapas, enquanto nos anos 70 as câmeras instantâneas Polaroid® se tornaram populares.

    A maioria dos osciloscópios multi-canais não possuem múltiplos raios de elétrons. Em contrapartida, eles mostram apenas um ponto por vez, porém alternam este entre os valores de um canal e outro, ou alternam as varreduras (modo ALT) ou várias vezes por varredura (modo CHOP). Muito poucos osciloscópios de raio duplo foram construídos; nestes, o acelerador de elétrons forma dois raios de elétrons e existem dois pares de placas de deflexão vertical e um conjunto comum da placas de deflexão horizontal.

    O amplificador vertical e o controle da base de tempo são calibrados para mostrar a distância vertical na tela que corresponde a uma certa diferença de potencial, e a distância horizontal, que corresponde a um certo intervalo de tempo.

    A fonte de alimentação é um componente importante do osciloscópio que provê baixas tensões para alimentar o aquecedor do catodo no tubo e os amplificadores vertical e horizontal. São necessárias altas tensões para controlar as placas de deflexão eletrostática. Estas tensões devem ser muito estáveis, já que qualquer variação causaria erros no posicionamento e brilho do traço.

    Os osciloscópios analógicos mais recentes adicionaram processamento digital ao projeto padrão. A mesma arquitetura básica - tubo de raios catódicos, amplificadores vertical e horizontal - foi mantida, embora o raio de elétrons seja controlado por um circuito digital que permite mostrar gráficos e textos juntos com as formas de onda analógicas. As capacidades extra deste sistema incluem:

    • demonstração na tela das configurações do amplificador e da base de tempo;
    • cursores de tensão - linhas horizontais ajustáveis com demonstração de tensão;
    • cursores de tempo - linhas verticais ajustáveis com demonstração de tempo;
    • menus na tela para configuração do trigger e outra funções.

    Osciloscópios analógicos com armazenamento

    Uma capacidade extra disponível em alguns osciloscópios analógicos é chamada de ‘armazenamento’.
    Esta permite que a imagem do traço que normalmente decai em uma fração de segundo permaneça na tala por vários minutos ou mais tempo. Um circuito elétrico então pode ser deliberadamente ativado para armazenar e apagar o traço da tela.

    O armazenamento é realizado utilizando o princípio da emissão secundária. Quando o raio de elétrons de escrita ordinário passa sobre um ponto na superfície de fósforo, ele não apenas faz o fósforo se iluminar momentaneamente, além disso a energia cinética do elétron atinge elétrons livres da superfície de fósforo. Isto pode deixar uma rede de cargas positivas. Os osciloscópios com armazenamento provêem um ou mais aceleradores de elétrons, (chamados de “flood guns”) que produzem um fluxo de elétrons de baixa energia que percorre toda a tela de fósforo. Os elétrons da flood gun são desenhados mais nitidamente nas áreas da tela de fósforo onde o acelerador de elétrons deixou uma rede de cargas positivas: desta forma, os elétrons das flood guns re-iluminam o fósforo nas áreas carregadas positivamente da tela.

    Se a energia dos elétrons da flood gun estiver corretamente balanceada, cada elétron liberado pela flood gun atinge um elétron secundário da tela de fósforo, assim preservando a rede de cargas positivas nas áreas iluminadas de tela de fósforo. Desta forma, a imagem originalmente feita pelo raio de escrita pode ser mantida por um longo tempo. Eventualmente, pequenos desbalanceamentos na taxa de emissão secundária podem fazer com que a tela inteira seja alimentada positivamente (se ilumine) ou que se alimente negativamente (apagando a imagem). São estes desbalanceamentos que limitam o tempo máximo de armazenamento possível.

    Alguns osciloscópios utilizam uma forma de armazenamento estritamente binária (on/off) conhecida como “armazenamento biestável”. Outros permitem uma série constante de ciclos de limpeza curtos e incompletos que criam a impressão de um fósforo com “persistência variável”. Certos osciloscópios também permitem o desligamento parcial ou total das flood guns, permitindo a preservação (invisível) da imagem armazenada para posterior vizualisação. (A alimentação positiva ou negativa ocorre somente quando as flood guns estão ligadas (”on”), com as flood guns desligadas, apenas os defeitos nas cargas podem degradar a imagem armazenada).

    Osciloscópios com armazenamento digital

    O osciloscópio com armazenamento digital (DSO) é atualmente o tipo preferido da maioria da aplicações industriais, apesar de osciloscópios análogicos CRO simples ainda serem utilizados por hobbistas. O osciloscópio digital substitui o método utilizado no osciloscópio de armazenamento analógico por uma memória digital, que é capaz de armazenar as informações por quanto tempo forem necessárias sem degradação. Isto também permite um processamento complexo do sinal por circuitos de processamento de sinal digital de altas velocidades.

    A entrada vertical, ao invés de controlar o amplificador vertical, é digitalizado por um conversor analógico-digital para criar um conjunto de informações que é armazenado na memória de um microprocessador.

    O conjunto de informações é processado e então enviado para a tela, que nos osciloscópios mais antigos era um tubo de raios catódicos, porém atualmente pode ser também um LCD. Osciloscópios com o LCD colorido são comuns. O conjunto de dados pode ser enviado através de uma LAN ou WAN para processamento ou arquivamento. A imagem da tela pode ser diretamente gravada no papel através de uma impressora ou plotter, sem a necessidade de uma câmera para osciloscópios. O próprio software de análise de sinal pode extrair muitas características úteis como tempo de subida, largura de pulso e amplitude, espectros de frequência, histogramas e estatísticas, mapas de persistência, e um grande número de parâmetros úteis para profissionais de campos especializados como as telecomunicações, análises de drives de disco e eletrônica de potência.

    Osciloscópio baseado em computador

    Apesar de a maioria das pessoas pensarem no osciloscópio como um instrumento dentro de uma caixa, um novo tipo de “osciloscópio” está surgindo, o qual consiste de um conversor analógico-digital externo (algumas vezes com sua própria memória ou com habilidade de processamento de dados) conectado a um PC que provê o display, interface de controle, armazenamento em disco, rede e muitas vezes a alimentação elétrica. A viabilidade destes Osciloscópio baseados em PC esta no seu uso comum e no baixo custo dos PCs padrão. Isto torna o instrumento particularmente prático para o mercado educacional, onde os PCs são comuns porém os investimentos em equipamentos são comumente baixos.

    As vantagens dos osciloscópios baseados em PC incluem:

    • Custo reduzido (considerando que o usuário já possua um PC).
    • Fácil exportação de dados para softwares comuns do PC como processadores de texto e planilhas.
    • Habilidade de controlar o instrumento através de um programa no PC.
    • Uso das funções de rede e armazenamento do computador, que aumentam o custo em um osciloscópio comum.
    • Portabilidade mais fácil quando utilizado em uma laptop.

    Este tipo de instrumento também possui desvantagens, entre elas:

    • Necessidade de instalar o software no PC.
    • Tempo levado pelo boot do PC, quando comparado ao tempo praticamente instantâneo de início de atividades de um osciloscópio padrão (apesar de alguns osciloscópios modernos serem PCs ou máquinas similares).
    • Portabilidade reduzida em uma desktop.
    • O inconveniente de usar parte da tela do PC como display do osciloscópio.

    Alternativas ao osciloscópio

    Existe uma alternativa prática ao osciloscópio que pode ser útil em muitas necessidades, e algumas vezes superior em reparo de rádio, que é ouvir os sinais.

    O plano básico é mixar (multiplicar) uma frequência intermediária com o sinal, e então amplificar e ouvir o resultado em um alto-falante. Em outras palavras, se utiliza a modulação em amplitude para inserir o sinal na banda de áudio. (portanto para frequências de aúdio não é necessária modulação)

    Com os circuitos de estado sólido modernos, tal tipo de equipamento é barato e poder ser alimentado por uma pequena bateria.

    Este sistema de diagnóstico foi muito usado quando o rádio estava no princípio de seu desenvolvimento, e ainda é utilizado na Ásia, e por alguns operadores de rádio amador. Na União Soviética, o instrumento para diagnóstico de rádios combinava um multímetro com um oscilador, um mixer de frequência e um amplificador de áudio para realizar este trabalho.

    Osciloscópios na cultura popular

    Nos anos 50 e 60, os osciloscópios eram frequentemente utilizados em filmes e programas de televisão para representar equipamento científico e técnico genérico, O programa da TV norte-americana de 1963 The Outer Limits usava uma imagem de um osciloscópio em seus créditos de abertura (”There is nothing wrong with your television set….“) enquanto o filme mostrava um osciloscópio Tektronix RM503 montado em um rack.

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    Windows XP || laptop

    Posted on January 3rd, 2009 in Uncategorized by admin

    O Windows XP (oficialmente, Windows 5.1) é um sistema operacional produzido pela Microsoft para uso em todos os tipos de computadores, incluindo computadores residenciais e de escritórios, notebooks, midia centers e ainda Tablet PCs. As letras XP derivam da palavra eXPerience, experiência em inglês. O seu nome de código era Whistler, o nome de um resort no Canadá, o Whistler Blackcomb, na qual os desenvolvedores do sistema passaram um tempo. O Windows XP une a facilidade de uso do Windows ME com a estabilidade do Windows 2000, e é o primeiro sistema operacional para consumidores construido em uma arquitetura e kernel totalmente novos. O Windows XP foi lançado em 25 de Outubro de 2001 e possui 400 milhões de cópias em uso atualmente, de acordo com a estimativa da IDC Analyst. Foi substituido pelo Windows Vista lançado em testes no dia 8 de Novembro de 2006 e vendido aos usuários no dia 30 de Janeiro de 2007. Estimativas indicam que irá demorar de 5 à 7 anos para que o Vista atinja a marca de cópias vendidas do XP.

    As duas edições iniciais do Windows XP são o Windows XP Home Edition, para usuários domésticos, e o Windows XP Professional Edition, com recursos adicionais como o Domínio de Servidor do Windows e a utilização de 2 processadores além de ser designado a usuários experientes e empresas. No Windows XP Media Center Edition foram incluídos recursos adicionais de multimídia, como a possibilidade de gravar e assistir programas de televisão, ver filmes de DVD e ouvir música. O Windows XP Tablet PC Edition foi designado para rodar nas plataformas Tablet PC. Duas versões foram lançadas separadamente para computadores com processadores 64 bits, foram o Windows XP 64-bit Edition para processadores Itanium e o Windows XP Professional x64 Edition para processadores x86-64, em 2005 foi lançado, o Windows XP Starter Edition que é uma versão reduzida do sistema operacional da Microsoft, para tentar combater a pirataria e se tornar mais atrativo financeiramente.

    O Windows XP tem melhor estabilidade e eficiência, comparado às outras versões do Windows. Uma diferença significante foi a da interface gráfica ter mudado do padrão cinza para um azul fosco. Esta é a primeira versão do Windows a usar um programa de validação de produto para combater a pirataria de software na qual foram barradas muitas atualizações a Windows não-originais. O Windows XP foi muito criticado por usuários devido a sua enorme lista de vulnerabilidades de segurança, as várias falhas do navegador Internet Explorer e do Windows Media Player, mas também foi muito elogiado por ser um dos sistemas mais bonitos e estaveis.

    O Windows XP começou a ser desenvolvido em 1999, quando a Microsoft iniciou o projeto do Windows Neptune (Netuno), o que viria a ser a versão Home Edition do Windows 2000. O projeto foi cancelado e então se iniciou o projeto Whistler, do Windows XP. Muitas idéias do Neptune e do Odyssey (outra versão do Windows também cancelada) foram usadas no Windows XP.

    Edições

    As duas maiores versões do XP são a Home Edition, para usuários domésticos e a Professional, designada para empresas e usuários avançados. Outras derivações do Windows XP incluiam peças de Hardware limitadas e versões com recursos limitados vendidas na Europa e desenvolvidas para serem mais baratas.

    O Windows XP Professional oferece um número maior de recursos em comparação com o Home Edition, incluindo:

    • A habilidade de poder usufruir do Domínio de Servidor do Windows, grupos de computadores que eram controlados remotamente por um ou mais servidores centrais.
    • Uma sofisticada lista de Controle de Acesso, na qual podia se especificar o uso de programas no computador usado para todos os usuários em circunstâncias normais. Os usuários usam outras ferramentas no Windows Explorer, ou reiniciam o computador em Modo de Segurança para modificar o acesso das listas de controle.
    • Servidor de Acesso Remoto, com a permissão de o usuário se conectar ao seu Windows por outro sendo este também o XP, na qual ele usaria a rede local ou a internet.
    • Pastas e arquivos offline, com a permissão automática de o PC restaurar e copiar para uma rede de computadores e trabalhar com ele desconectado da rede.
    • Sistema de Encriptação de Arquivos;
    • Serviços de Informação de Internet (IIS), servidores HTTP e FTP da Microsoft.
    • Suporte a duas unidades de processamento único (CPU).

    Windows XP com hardware diferenciado

    A Microsoft modificou o Windows XP para diferentes mercados. Cinco diferentes versões do XP foram desenvolvidas, duas somente para processadores 64 bits.

    Windows XP 64-bit Edition

    Essa versão foi especificamente designada para estações de trabalho Itanium. Essa versão foi descontinuada em 2005, após a HP, a última distribuidora desse tipo de sistema parar de vendê-los ao mercado de estações de trabalho.

    Windows XP Professional x64 Edition

    Não confunda com a versão anterior de 64-bit do XP, essa versão é baseada no Windows Server 2003 e suporta extensões x86-64 da arquitetura IA-32 da Intel. x86-64 é implementado pela AMD como “AMD64″, encontrados nos chips Opteron e Athlon 64 e implantado pela Intel como “Intel64″, encontrado nos processadores Pentium 4.

    Windows XP Media Center Edition

    Essa versão é designada para PC’s de centrais de mídia.Originalmente era designada com uma certa quantia de computadores. Em 2003 o Media Center Edition foi atualizada como “Windows XP Media Center Edition 2003″ com recursos adicionais como sintonização FM. Duas atualizações ocorreram, uma em 2004 e outra em 2005, quando a primeira versão foi lançada para Desenvolvedores de Sistemas.

    Windows XP Tablet PC Edition

    Especialmente designada para notebook/laptop chamado de Tablet PC, com tela sensível ao toque e outros recursos de telefonia portátil.

    Windows XP Embedded

    Versão especificada para consumidores eletrônicos, video-games, e Protocolo de Voz por Internet (VoIP).

    Windows Fundamentals for Legacy PCs

    Uma versão modificada do Windows XP, para rodar em máquinas mais antigas, mas com os mesmos recursos do XP Service Pack 2.

    Windows XP Starter Edition

    O Windows XP Starter Edition é uma versão de baixo custo do Windows XP avaliada para países em desenvolvimento como Tailândia, Turquia, Malásia, Indonésia, Rússia, Índia, Colômbia, Brasil, Argentina, Peru, Bolívia, Chile, México, Equador, Uruguai e Venezuela. Ele é muito similar ao Windows XP Home, mas está limitado com hardware específico, e só pode rodar 3 programas em 3 janelas por vez e outros recursos foram removidos ou desativados por padrão.

    O acordo da Microsoft para lançar o Starter Edition é “uma introdução ao sistema operacional Windows XP de baixo custo designada primeiramente para Desktops de usuários em países emergentes.

    Características

    O Starter Edition inclui alguns recursos especiais para mercados aonde os consumidores não possuíam computador. Essa versão do XP é a mais básica, vindo a usar o padrão cinza dos Windows anteriores a ele. Muitos recursos como screensavers, efeitos de vídeo e outros foram removidos.

    Muitas limitações foram incluidas nesse Windows para se distanciar das outras versões do XP. Somente três aplicações podem rodar no Starter Edition além de que só se pode abrir três janelas ao mesmo tempo. A resolução máxima da tela é 1024×768 e não suporta grupos de rede ou domínios. Também o Starter Edition está licenciado para trabalhar com processadores de baixo custo, como os Intel Celeron, e o AMD Duron. O limite da memória RAM é de 256 MB e o HD tem que ser no máximo de 80 GB.

    Em 11 de Outubro de 2006, a Microsoft anunciou que foram vendidas 1,000,000 de unidades do Windows XP Starter Edition. Mas no mercado de varejo ele não obteve muito sucesso. Em muitos pontos de venda, foram encontradas muitas versões piratas do sistema.

    Windows XP Edition N

    Em Março de 2004, a Comissão Européia multou a Microsoft em € 497 milhões ($603 milhões de dólares) e ordenou à companhia que providênciasse as versões do Windows sem o Windows Media Player. A comissão concluiu que a Microsoft estava desrespeitando uma lei muito severa da União Européia que a acusava de estar monopolizando o mercado de vendas de sistemas operacionais para grupos de trabalhos, sistemas operacionais de servidores e mídia players. A Microsoft tentou apelar para a decisão, mas algum tempo depois lançou uma versão do Windows XP sem o Windows Media Player instalado para encorajar os usuários a usarem e baixarem outros mídia players. A Microsoft chamou esta versão de Reduced Media Edition, porém a UE sugeriu o nome Edition N, com o N significando “sem o Windows Media Player” para as versões Home e Professional do XP. Dois fatos incluíram a venda de Windows XP’s com o Media Player incluido, Dell, HP, Lenovo e Fujitsu - Siemens tiveram todo o estoque apreendido. Entretando a Dell comercializou essa versão normal por pouco tempo. Consumidores interessados pelo baixo preço, com 1500 unidades devolvidas aos vendedores, foram vendidas aos consumidores.

    Recursos novos e atualizados

    O Windows XP veio com uma gama de recursos muito maior do que os sistemas anteriores, incluindo:

    • Sequências rápidas de iniciação e hibernação;
    • A capacidade do sistema operacional desconectar um dispositivo externo sem a necessidade de reiniciar o computador.
    • Uma nova interface de uso mais fácil, incluindo ferramentas para desenvolver temas de escritórios.
    • Uma habilidade de alternância de contas de usuários, na qual quem está logado pode alternar em outra conta sem perder os arquivos.
    • O Clear Type é um mecanismo para dar realce e sombras a um texto, é especificamente adotado para monitores de LCD.
    • A funcionalidade da Assistência Remota, com a permissão de usuários se conectarem ao seu XP pela rede de internet e acessar seus arquivos e imprimi-los, executar aplicações e outros.
    • Suporte para rede DSL e Wireless.

    Interface

    O Windows XP conta com uma nova interface gráfica.
    O Menu Iniciar e o campo de Pesquisa foram redesenhados e muitos efeitos visuais foram adicionados, incluindo:

    • Um retângulo azul translúcido no Explorer;
    • Uma marca d’água gráfica com os ícones das pastas, indicando o tipo de informação contida naquela pasta.
    • Novas camadas de efeitos para a Desktop.
    • A habilidade de travar a taskbar e outras barras de ferramentas para prevenir acidentais desconfigurações.
    • A fixação no Menu Iniciar, dos últimos e mais usados programas;

    Sistema requerido

    Segue abaixo a lista do sistema requerido para se rodar o Windows XP Home Edition e o Professional Edition;

    Minimo Recomendado
    Processador 233 MHz 300 MHz ou maior
    Memoria 64 MB RAM (performace e outros recursos limitados 256 MB RAM ou maior
    Adaptador de Vídeo e Monitor Super VGA (800 x 600) Super VGA (800 x 600) ou resolução maior
    Espaço livre no HD 1.5 GB 1.5 GB ou mais
    Drives CD-ROM CD-ROM
    Controles Teclado e Mouse Teclado e mouse
    Outros Placa de Som, Auto-falantes Placa de Som, Auto-falantes

    Suporte e Service Packs

    A Microsoft ocasionalmente lançou service packs para estas versões do Windows para corrigir problemas e adicionar novos recursos.

    Service Pack 1

    O Service Pack 1 (SP1) do Windows XP, foi lançado em 9 de Setembro de 2002. Os recursos mais notados foram o suporte a USB 2.0 e o Definir Acesso e Padrões do Programa. Primeiramente os usuários especificavam qual browser e qual mensageiro instatâneo eles usariam, com acesso aos programas da Microsoft. O Service Pack 1a foi lançado ultimamente para remover o Microsoft Java Virtual Machine de acordo com a Sun Microsystems.

    O suporte do Service Pack 1 e Service Pack 1a acabaram em 10 de Outubro de 2006.

    Service Pack 2

    O Service Pack 2 (SP2) (de nome de código “Springboard”) foi lançado no dia 6 de Agosto de 2004, após detalhes severos, com ênfase na segurança. Anteriormente como nos outros service packs, o SP2 adicionou novas funcionalidades ao Windows XP, incluindo a instalação de um firewall, suporte à rede Wi-Fi com guia de introdução, bloqueador de pop-up no Internet Explorer, e suporte ao Bluetooth. Um dos maiores recursos de segurança adicionados foi o Windows Firewall que estava ativado por padrão, proteção avançada na memória e uma tecnologia chamada de NX Bit para proteger o processador de mais ataques virtuais; Além disso foi lançada a Central de Segurança do Windows um pacote de proteção que incluia o Firewall do Windows, a conexão com as atualizações automáticas e um anti-vírus que deveria ser instalado a parte.

    Também o Windows Movie Maker 2 com uma nova interface, efeitos de vídeo e opções foram incorporadas ao programa.

    Service Pack 3

    O Microsoft Windows XP Service Pack 3 (SP3) começou a ser desenvolvido em Março de 2007, no site da Microsoft indicava-se “primeiro lançamento” marcado para 2008.

    Há muita expectativa para o Service Pack 3, pois a Microsoft anunciou que irá mudar a aparência do Windows XP, para torná-lo parecido com o Windows Vista, ou seja, irá adicionar um tema de cores pretas para tornar o XP mais parecido com o Vista , esta versão é chamada popularmente de “Black Edition”.

    O Service Pack 3 trará também, mudanças no Microsoft Windows Media Player, e no Windows Internet Explorer. Baboo - Mais detalhes sobre o Windows XP Service Pack 3, e também a possibilidade de inserir a chave do produto no final da instalação (tornando mais ágil a instalação do Windows XP) e a presença do NAP (Network Access Protection), existente no Windows Vista. Baboo - Novidades sobre o SP3 do Windows XP

    Calendário de Desenvolvimento

    O calendário do desenvolvimento do SP3 inclui um beta público durante o mês de setembro de 2007, novas versões betas no final do ano, e a versão final (RTM) para o primeiro semestre de 2008. Baboo - Novidades sobre o SP3 do Windows XP

    Ciclo de Vida do Produto

    O Suporte Técnico do Windows XP Service Pack 2 acabará 4 anos após o seu lançamento. O Windows XP estará disponível no mercado por um período de 12 á 24 meses após o lançamento do Windows Vista. Em 14 de Abril de 2009, o Windows XP entrará no período de “Suporte Extendido”, indo até o ano de 2014. O Windows XP sem Service Pack 2 se encontra sem suporte na qual a Microsoft já expediu suas datas de encerramento:

    • Windows XP RTM, sem Service Pack, finalizou o suporte dia 30 de Setembro de 2004.
    • Windows XP Service Pack 1 terminou o suporte em 10 de Outubro de 2006.
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    Computador || laptop

    Posted on January 3rd, 2009 in Uncategorized by admin

    Denomina-se computador uma máquina capaz de variados tipos de tratamento automático de informações ou processamento de dados. O computador é o elemento fundamental da Ciência da Computação, também descrita corriqueiramente como informática. Exemplos de computadores incluem o ábaco, a calculadora, o computador analógico e o computador digital.
    Um computador pode prover-se de inúmeros atributos, dentre eles armazenamento de dados, processamento de dados, cálculo em grande escala, desenho industrial, tratamento de imagens gráficas, realidade virtual, entretenimento e cultura.

    No passado, o termo já foi aplicado a pessoas responsáveis por algum cálculo. Em geral, entende-se por computador um sistema físico que realiza algum tipo de computação. Existe ainda o conceito matemático rigoroso, utilizado na teoria da computação.

    Assumiu-se que os computadores pessoais e laptops são ícones da Era da InformaçãoSILVEIRA (2004) Inclusão Digital e Software Livre, p. 74.; e isto é o que muitas pessoas consideram como “computador”. Entretanto, atualmente as formas mais comuns de computador em uso são os sistemas embarcados, pequenos dispositivos usados para controlar outros dispositivos, como robôs, câmeras digitais ou brinquedos.

    As primeiras máquinas de computar

    John Napier (1550-1617), escocês inventor dos logaritmos, também inventou os ossos de Napier, que eram tabelas de multiplicação gravadas em bastão, o que evitava a memorização da tabuada.

    A primeira máquina de verdade foi construída por Wilhelm Schickard (1592-1635), sendo capaz de somar, subtrair, multiplicar e dividir. Essa máquina foi perdida durante a guerra dos trinta anos, sendo que recentemente foi encontrada alguma documentação sobre ela. Durante muitos anos nada se soube sobre essa máquina, por isso, atribuía-se a Blaise Pascal (1623-1662) a construção da primeira máquina calculadora, que fazia apenas somas e subtrações.

    A máquina de Pascal foi criada com objetivo de ajudar seu pai a computar os impostos em Rouen, França. O projeto de Pascal foi bastante aprimorado pelo matemático alemão Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1726), que também inventou o cálculo, o qual sonhou que, um dia no futuro, todo o raciocínio pudesse ser substituído pelo girar de uma simples alavanca.

    Todas essas máquinas, porém, estavam longe de ser um computador de uso geral, pois não eram programáveis. Isto quer dizer que a entrada era feita apenas de números, mas não de instruções a respeito do que fazer com os números.

    Babbage, Ada Lovelace e programas de computador

    A origem da idéia de programar uma máquina vem da necessidade de que as máquinas de tecer produzissem padrões de cores diferentes. Assim, no século XVIII foi criada uma forma de representar os padrões em cartões de papel perfurado, que eram tratados manualmente. Em 1801, Joseph Marie Jacquard (1752-1834) inventa um tear mecânico, com uma leitora automática de cartões.

    A idéia de Jacquard atravessou o Canal da Mancha, onde inspirou Charles Babbage (1792-1871), um professor de matemática de Cambridge, a desenvolver uma máquina de “tecer números”, uma máquina de calcular onde a forma de calcular pudesse ser controlada por cartões.

    Tudo começou com a tentativa de desenvolver uma máquina capaz de calcular polinômios por meio de diferenças, o calculador diferencial. Enquanto projetava seu calculador diferencial, a idéia de Jacquard fez com que Babbage imaginasse uma nova e mais complexa máquina, o calculador analítico, extremamente semelhante ao computador atual.

    Sua parte principal seria um conjunto de rodas dentadas, o moinho, formando uma máquina de somar com precisão de cinquenta dígitos. As instruções seriam lidas de cartões perfurados. Os cartões seriam lidos em um dispositivo de entrada e armazenados, para futuras referências, em um banco de mil registradores. Cada um dos registradores seria capaz de armazenar um número de cinquenta dígitos, que poderiam ser colocados lá por meio de cartões a partir do resultado de um dos cálculos do moinho.

    Além disso tudo, Babbage imaginou a primeira máquina de impressão, que imprimiria os resultados dos cálculos, contidos nos registradores. Babbage conseguiu, durante algum tempo, fundos para sua pesquisa, porém não conseguiu completar sua máquina no tempo prometido e não recebeu mais dinheiro. Hoje, partes de sua máquina podem ser vistas no Museu Britânico, que também construiu uma versão completa, utilizando as técnicas disponíveis na época.

    Junto com Babbage, trabalhou a jovem Ada Augusta, filha do poeta Lord Byron, conhecida como Lady Lovelace e Ada Lovelace. Ada foi a primeira programadora da história, projetando e explicando, a pedido de Babbage, programas para a máquina inexistente. Ada inventou os conceitos de subrotina, uma seqüência de instruções que pode ser usada várias vezes, loop, uma instrução que permite a repetição de uma seqüência de cartões, e do salto condicional, que permite saltar algum cartão caso uma condição seja satisfeita.

    Ada Lovelace e Charles Babbage estavam avançados demais para o seu tempo, tanto que até a década de 1940, nada se inventou parecido com seu computador analítico. Até essa época foram construídas muitas máquinas mecânicas de somar destinadas a controlar negócios (principalmente caixas registradoras) e algumas máquinas inspiradas na calculadora diferencial de Babbage, para realizar cálculos de engenharia (que não alcançaram grande sucesso).

    A máquina de tabular

    O próximo avanço dos computadores foi feito pelo americano Herman Hollerith (1860-1929), que inventou uma máquina capaz de processar dados baseada na separação de cartões perfurados (pelos seus furos). A máquina de Hollerith foi utilizada para auxiliar no censo de 1890, reduzindo o tempo de processamento de dados de sete anos, do censo anterior, para apenas dois anos e meio.
    A máquina de Hollerith foi também pioneira ao utilizar a eletricidade na separação, contagem e tabulação dos cartões.

    A empresa fundada por Hollerith é hoje conhecida como International Bussiness Machines, ou IBM.

    Os primeiros computadores de uso geral

    O primeiro computador eletro-mecânico foi construído por Konrad Zuse (1910–1995). Em 1936, esse engenheiro alemão construiu, a partir de relês que executavam os cálculos e dados lidos em fitas perfuradas, o Z1. Zuse tentou vender o computador ao governo alemão, que desprezou a oferta, já que não poderia auxiliar no esforço de guerra. Os projetos de Zuse ficariam parados durante a guerra, dando a chance aos americanos de desenvolver seus computadores.

    Foi na Segunda Guerra Mundial que realmente nasceram os computadores atuais. A Marinha americana, em conjunto com a Universidade de Harvard, desenvolveu o computador Harvard Mark I, projetado pelo professor Howard Aiken, com base no calculador analítico de Babbage. O Mark I ocupava 120m³ aproximadamente, conseguindo multiplicar dois números de dez dígitos em três segundos.

    Simultaneamente, e em segredo, o Exército Americano desenvolvia um projeto semelhante, chefiado pelos engenheiros J. Presper Eckert e John Mauchy, cujo resultado foi o primeiro computador a válvulas, o Eletronic Numeric Integrator And Calculator (ENIAC) Karl Kempf (1961) Historical Monograph: Electronic Computers Within the Ordnance Corps, cap. 2, pp. 19-39. (Exército dos Estados Unidos da América), capaz de fazer quinhentas multiplicações por segundo. Tendo sido projetado para calcular trajetórias balísticas, o ENIAC foi mantido em segredo pelo governo americano até o final da guerra, quando foi anunciado ao mundo.

    No ENIAC, o programa era feito rearranjando a fiação em um painel. Nesse ponto John von Neumann propôs a idéia que transformou os calculadores eletrônicos em “cérebros eletrônicos”: modelar a arquitetura do computador segundo o sistema nervoso central. Para isso, eles teriam que ter três características:

    1. Codificar as instruções de uma forma possível de ser armazenada na memória do computador. Von Neumann sugeriu que fossem usados uns e zeros.
    2. Armazenar as instruções na memória, bem como toda e qualquer informação necessária a execução da tarefa, e
    3. Quando processar o programa, buscar as instruções diretamente na memória, ao invés de lerem um novo cartão perfurado a cada passo.

    Este é o conceito de programa armazenado, cujas principais vantagens são: rapidez, versatilidade e automodificação. Assim, o computador programável que conhecemos hoje, onde o programa e os dados estão armazenados na memória ficou conhecido como Arquitetura de von Neumann.

    Para divulgar essa idéia, von Neumann publicou sozinho um artigo. Eckert e Mauchy não ficaram muito contentes com isso, pois teriam discutido muitas vezes com ele. O projeto ENIAC acabou se dissolvendo em uma chuva de processos, mas já estava criado o computador moderno.

    Arquitetura de hardware

    Mesmo que a tecnologia utilizada nos computadores digitais tenha mudado dramaticamente desde os primeiros computadores da década de 1940 (veja história do hardware), quase todos os computadores atuais ainda utilizam a arquitetura de von Neumann proposta por John von Neumann.

    Seguindo a arquitetura, os computadores possuem quatro sessões principais, a unidade lógica e aritmética, a unidade de controle, a memória e os dispositivos de entrada e saída. Essas partes são interconectadas por barramentos. A unidade lógica e aritmética, a unidade de controle, os registradores e a parte básica de entrada e saída são conhecidos como a CPU.

    Alguns computadores maiores diferem do modelo acima em um aspecto principal - eles têm múltiplas CPUs trabalhando simultaneamente. Adicionalmente, poucos computadores, utilizados principalmente para pesquisa e computação científica, têm diferenças significativas do modelo acima, mas eles não tem grande aplicação comercial.

    Processamento

    O processador (ou CPU) é a parte principal do hardware do computador e é responsável pelos cálculos, execução de tarefas e processamento de dados. A velocidade com que o computador executa as tarefas ou processa dados está diretamente ligada à velocidade do processador. As primeiras CPUs eram constituídas de vários componentes separados, mas desde meados da década de 1970 as CPUs vêm sendo manufaturadas em um único circuito integrado, sendo então chamadas microprocessadores.

    A unidade lógica e aritmética (ULA) é a unidade central do processador, que realmente executa as operações aritméticas e lógicas entre dois números. Seus parâmetros incluem, além dos números operandos, um resultado, um comando da unidade de controle, e o estado do comando após a operação. O conjunto de operações aritméticas de uma ULA pode ser limitado a adição e subtração, mas também pode incluir multiplicação, divisão, funções trigonométricas e raízes quadradas. Algumas podem operar somente com números inteiros, enquanto outras suportam o uso de ponto flutuante para representar números reais (apesar de possuirem precisão limitada).

    A unidade de controle é a unidade do processador que armazena a posição de memória que contém a instrução corrente que o computador está executando, informando à ULA qual operação a executar, buscando a informação (da memória) que a ULA precisa para executá-la e transferindo o resultado de volta para o local apropriado da memória. Feito isto, a unidade de controle vai para a próxima instrução (tipicamente localizada na próxima posição da memória, a menos que a instrução seja uma instrução de desvio informando que a próxima instrução está em outra posição.

    A CPU também contém um conjunto restrito de células de memória chamados registradores que podem ser lidos e escritos muito mais rapidamente que em outros dispositivos de memória. São usados frequentemente para evitar o acesso contínuo à memória principal cada vez que um dado é requisitado.

    Memória

    A memória é um dispositivo que permite ao computador armazenar dados por certo tempo. Atualmente o termo é geralmente usado para definir as memórias voláteis, como a RAM, mas seu conceito primordial também aborda memórias não voláteis, como o disco rígido. Parte da memória do computador é feita no próprio processador; o resto é diluído em componentes como a memória RAM, memória cache, disco rígido e leitores de mídias removíveis, como disquete, CD e DVD.

    Nos computadores modernos, cada posição da memória é configurado para armazenar grupos de oito bits (chamado de um byte). Cada byte consegue representar 256 números diferentes; de 0 a 255 ou de -128 a +127. Para armazenar números maiores pode-se usar diversos bytes consecutivos (geralmente dois, quatro ou oito). Quando números negativos são armazenados, é utilizada a notação de complemento para dois.

    A memória do computador é normalmente dividida entre primária e secundária, sendo possível também falar de uma memória “terciária”.

    Memória primária

    A memória primária é aquela acessada diretamente pela Unidade Lógica e Aritmética. Tradicionalmente essa memória pode ser de leitura e escrita (RAM) ou só de leitura (ROM). Atualmente existem memórias que podem ser classificadas como preferencialmente de leitura, isso é, variações da memória ROM que podem ser regravadas, porém com um número limitado de ciclos e um tempo muito mais alto.

    Normalmente a memória primária se comunica com a ULA por meio de um barramento ou canal de dados. A velocidade de acesso a memória é um fator importante de custo de um computador, por isso a memória primária é normalmente construída de forma hierárquica em um projeto de computador. Parte da memória, conhecida como cache fica muito próxima à ULA, com acesso muito rápido. A maior parte da memória é acessada por meio de vias auxiliares.

    Normalmente a memória é nitidamente separada da ULA em uma arquitetura de computador. Porém, os microprocessadores atuais possuem memória cache incorporada, o que aumenta em muito sua velocidade.

    Memória RAM

    A memória RAM (Random Access Memory) é uma sequência de células numeradas, cada uma contendo uma pequena quantidade de informação. A informação pode ser uma instrução para dizer ao computador o que fazer. As células podem conter também dados que o computador precisa para realizar uma instrução. Qualquer célula pode conter instrução ou dado, assim o que em algum momento armazenava dados pode armazenar instruções em outro momento. Em geral, o conteúdo de uma célula de memória pode ser alterado a qualquer momento, a memória RAM é um rascunho e não um bloco de pedra.

    As memórias RAM são denominadas genericamente de DRAM (RAM dinâmica), pelo fato de possuírem uma característica chamada refrescamento de memória, que tem a finalidade de manter os dados armazenados enquanto o computador estiver ligado. O tamanho de cada célula, e o número de células, varia de computador para computador, e as tecnologias utilizadas para implementar a memória RAM variam bastante. Atualmente o mais comum é a implementação em circuitos integrados.

    Memória ROM

    A memória ROM (Read-Only Memory) é uma memória que só pode ser lida e os dados não são perdidos com o desligamento do computador. A diferença entre a memória RAM e a ROM é que a RAM aceita gravação, regravação e perda de dados. Mesmo se for enviada uma informação para ser gravada na memória ROM, o procedimento não é executado (esta característica praticamente elimina a criação de vírus que afetam a ROM).

    Um software gravado na ROM recebe o nome de firmware. Em computadores da linha IBM-PC eles são basicamente três, que são acessados toda vez que ligamos o computador, a saber: BIOS, POST e SETUP.

    Existe uma variação da ROM chamada memória preferencialmente de leitura que permite a re-gravação de dados. São as chamadas EPROM (Erasable Programmable Read Only Memory) ou EEPROM (Electrically Erasable Programmable Read-Only Memory).

    Memória secundária

    A memória secundária ou memória de massa é usada para gravar grande quantidade de dados, que não são perdidos com o desligamento do computador, por um período longo de tempo. Exemplos de memória de massa incluem o disco rígido e mídias removíveis como o CD-ROM, o DVD, o disquete e o pen drive.

    Normalmente a memória secundária não é acessada diretamente pela ULA, mas sim por meio dos dispositivos de entrada e saída. Isso faz com que o acesso a essa memória seja muito mais lento do que o acesso a memória primária. Para isso cada dispositivo encontra-se com um buffer de escrita e leitura para melhoramento de desempenho.

    Supostamente, consideramos que a memória terciária está permanentemente ligada ao computador.

    Memória terciária

    Sistemas mais complexos de computação podem incluir um terceiro nível de memória, com acesso ainda mais lento que o da memória secundária. Um exemplo seria um sistema automatizado de fitas contendo a informação necessária. A memória terciária não é nada mais que um dispositivo de memória secundária ou memória de massa colocado para servir um dispositivo de memória secundária.

    As tecnologias de memória usam materiais e processos bastante variados. Na informática, elas têm evoluído sempre em direção de uma maior capacidade de armazenamento, maior miniaturização, maior rapidez de acesso e confiabilidade, enquanto seu custo cai constantemente.

    Entretanto, a memória de um computador não se limita a sua memoria individual e física, ela se apresenta de maneira mais ampla, e sem lugar definido (desterritorializada). Temos possibilidades de armazenar em diversos lugares na rede, podemos estar em Luanda e acessar arquivos que foram armazenados em sítios no Brasil.

    É crescente a tendência para o armazenamento das informações na memória do espaço virtual, ou o chamado ciberespaço, através de discos virtuais e anexos de e-mails. Isto torna possível o acesso a informação a partir de qualquer dispositivo conectado à Internet.

    Entrada e saída

    Os dispositivos de entrada e saída (E/S) são periféricos usados para a interação homem-computador. Nos computadores pessoais modernos, dispositivos comuns de entrada incluem o mouse (ou rato), o teclado, o digitalizador e a webcam. Dispositivos comuns de saída incluem a caixa de som, o monitorAlguns computadores, em especial PDAs, consideram a tela (considerada um monitor), também um dispositivo de entrada, sob forma de ecrã táctil. e a impressora.

    O que todos os dispositivos de entrada têm em comum é que eles precisam codificar (converter) a informação de algum tipo em dados que podem ser processados pelo sistema digital do computador. Dispositivos de saída por outro lado, descodificam os dados em informação que é entendida pelo usuário do computador. Neste sentido, um sistema de computadores digital é um exemplo de um sistema de processamento de dados.

    Podemos ter dispositivos que funcionam tanto para entrada como para saída de dados, como o modem e o drive de disquete. Atualmente, outro dispositivo de híbrido de dados é a rede de computadores.

    Barramentos

    Para interligar todos esses dispositivos existe uma placa de suporte especial, a placa-mãe, que através de barramentos, fios e soquetes conecta todos os dispositivos. Sua função inclui também a conexão de placas auxiliares que sub-controlam os periféricos de entrada e saída, como a placa de som (conecta-se com a caixa de som), a placa de vídeo (conecta-se com o monitor), placa de rede (conecta-se com a LAN) e o fax-modem (conecta-se com a linha telefônica).

    Nota-se que o barramento entre os componentes não constitui uma conexão ponto-a-ponto; ele pode conectar logicamente diversos componentes utilizando o mesmo conjunto de fios. O barramento pode utilizar uma interface serial ou uma interface paralela.

    Outros equipamentos adicionais usados em conjunto com a placa-mãe são o dissipador, um pequeno ventilador para resfriar o processador, e a fonte de energia, responsável pela alimentação de energia de todos os componentes do computador.

    Instruções

    A principal característica dos computadores modernos, o que o distingue de outras máquinas, é que pode ser programado. Isto significa que uma lista de instruções pode ser armazenada na memória e executa posteriormente.

    As instruções executadas na ULA discutidas acima não são um rico conjunto de instruções como a linguagem humana. O computador tem apenas um limitado número de instruções bem definidas. Um exemplo típico de uma instrução existente na maioria dos computadores é “copie o conteúdo da posição de memória 123 para a posição de memória 456″, “adicione o conteúdo da posição de memória 510 ao conteúdo da posição 511 e coloque o resultado na posição 507″ e “se o conteúdo da posição 012 é igual a 0, a próxima instrução está na posição 678″.

    Instruções são representadas no computador como números - o código para “copiar” poderia ser 007, por exemplo. O conjunto particular de instruções que um computador possui é conhecido como a linguagem de máquina do computador. Na prática, as pessoas não escrevem instruções diretamente na linguagem de máquina mas em uma linguagem de programação, que é posteriormente traduzida na linguagem de máquina através de programas especiais, como interpretadores e compiladores. Algumas linguagens de programação se aproximam bastante da linguagem de máquina, como o assembly (linguagem de baixo nível); por outro lado linguagens como o Prolog são baseadas em princípios abstratos e se distanciam bastante dos detalhes da operação da máquina (linguagens de alto nível).

    A execução das instruções é tal como ler um livro. Apesar da pessoa normalmente ler cada palavra e linha em sequência, é possível que algumas vezes ela volte para pontos anteriores do texto de interesse ou passe sessões não interessantes. Da mesma forma, um computador que segue a arquitetura de von Neumann executa cada instrução de forma sequencial, da maneira como foram armazenadas na memória. Mas, através de instruções especiais, o computador pode repetir instruções ou avançá-las até que alguma condição seja satisfeita. Isso é chamado controle do fluxo e é o que permite que o computador realize tarefas repetitivamente sem intervenção humana.

    Uma pessoa usando uma calculadora pode realizar operações aritméticas como somar número apertando poucos botões. Mas somar sequencialmente os números de um a mil iria requerer apertar milhares de vezes os botões, com uma alta probabilidade de erro em alguma iteração. Por outro lado, computadores podem ser programados para realizar tal tarefa com poucas instruções, e a execução e extremamente rápida.

    Mas os computadores não conseguem pensar, eles somente executam as instruções que fornecemos. Um humano instruído, ao enfrentar o problema da adição explicado anteriormente, perceberia em algum momento que pode reduzir o problema usando a seguinte equação:

    <math>1+2+3+…+n = {{n(n+1)} \over 2}</math>

    e chegar na mesma resposta correta com pouco trabalho. Alguns computadores modernos conseguem tomar algumas decisões para acelerar a execução dos programas ao prever instruções futuras e reorganizar a ordem de instruções sem modificar seu significado. Entretanto, os computadores ainda não conseguem determinar instintivamente uma maneira mais eficiente de realizar sua tarefa, pois não possuem conhecimento para tal Existem tentativas para resolver essa limitação, e o campo de atuação de aprendizagem de máquina é conhecido na Ciência da Computação como Inteligência Artifical..

    Programas

    Programas são simplesmente grandes listas de instruções para o computador executar, tais com tabelas de dados. Muitos programas de computador contêm milhões de instruções, e muitas destas instruções são executadas repetidamente. Um computador pessoal típico (no ano de 2003) podia executar cerca de dois a três bilhões de instruções por segundo. Os computadores não têm a sua extraordinária capacidade devido a um conjunto de instruções complexo. Apesar de existirem diferenças de projeto com CPU com um maior número de instruções e mais complexas, os computadores executam milhões de instruções simples combinadas, escritas por bons “programadores”. Estas instruções combinadas são escritas para realizar tarefas comuns como, por exemplo, desenhar um ponto na tela. Tais instruções podem então ser utilizadas por outros programadores.

    Hoje em dia, muitos computadores aparentam executar vários programas ao mesmo tempo, o que é normalmente conhecido como multitarefa. Na realidade, a CPU executa as instruções de um programa por um curto período de tempo e, em seguida, troca para um outro programa e executa algumas de suas instruções. Isto cria a ilusão de vários programas sendo executados simultaneamente através do compartilhamento do tempo da CPU entre os programas. Este compartilhamento de tempo é normalmente controlado pelo sistema operacional.

    Sistema operacional

    Um computador sempre precisa de no mínimo um programa em execução por todo o tempo para operar. Tipicamente este programa é o sistema operacional (ou sistema operativo), que determina quais programas vão executar, quando, e que recursos (como memória e E/S) ele poderá utilizar. O sistema operacional também fornece uma camada de abstração sobre o hardware, e dá acesso aos outros programas fornecendo serviços, como programas gerenciadores de dispositivos (”drivers“) que permitem aos programadores escreverem programas para diferentes máquinas sem a necessidade de conhecer especificidades de todos os dispositivos eletrônicos de cada uma delas.

    Impactos do computador na sociedade

    Segundo Pierre Lévy, no livro “Cibercultura”, O computador não é mais um centro, e sim um nó, um terminal, um componente da rede universal calculante. Em certo sentido, há apenas um único computador, mas é impossível traçar seus limites, definir seu contorno. É um computador cujo centro está em toda parte e a circunferência em lugar algum, um computador hipertextual, disperso, vivo, fervilhante, inacabado: o ciberespaço em si.

    O computador evoluiu em sua capacidade de armazenamento de informações, que é cada vez maior, o que possibilita a todos um acesso cada vez maior a informação. Isto significa que o computador agora representa apenas um ponto de um novo espaço, o ciberespaço. Essas informações contidas em computadores de todo mundo e presentes no ciberespaço, possibilitam aos usuários um acesso à novos mundos, novas culturas, sem a locomoção física. Com todo este armazenamento de textos, imagens, dados, etc.

    Houve também uma grande mudança no comportamento empresarial, com uma forte redução de custo e uma descompartimentalização das mesmas. Antes o que era obstante agora é próximo, as máquinas, componentes do ciberespaço, com seus compartimentos de saída, otimizaram o tempo e os custos.

    Notas e referências

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    VJ || laptop

    Posted on January 2nd, 2009 in Uncategorized by admin

    VJ (pronuncia-se em inglês víi-djêi) ou vídeo jockey é a denominação geralmente dada aos profissionais responsáveis pela manipulação em tempo real de vídeos em eventos ao vivo ou programas de televisão, tendo estes vídeos como função, na maioria das ocasiões, a ilustração de músicas e a transmissão de sensações diversas para o público. Tendo como origem a videoarte, o vjing (pronuncia-se víi-djáing), que é o nome dado à profissão/atividade profissional dos manipuladores de vídeo em tempo real) usa elementos de vídeo puro e simples, videoarte, tv, videogame, cinema e uma infinidade de influências do meio audiovisual. O VJ pode utilizar até mesmo transmissões ao vivo do próprio evento (webcams, câmeras de segurança, câmeras da equipe de filmagem do evento) ou de qualquer outra parte do mundo (via satélite, dospositivos móveis - celular… - ou internet) para compor experiências sensoriais audiovisuais. Estas experiências são exibidas em telões de diversos tipos, tamanhos e tecnologias espalhados pelo evento.

    O VJ faz com vídeo o mesmo que o DJ faz com a música. O VJ pode ainda trabalhar sem usar o som ou qualquer outra trilha sonora. Por força de mercado, pode, eventualmente, trabalhar com áudio e vídeo.

    O VJ usa inúmeras ferramentas de trabalho. Desde um simples computador ou laptop/notebook conectado aos telões, a clusters, videogames (como o Playstation, X-BOX, Dreamcast e outros) e até mesmo celulares, estes últimos devidamente conectados a computadores, websites ou satélites, os quais captam seus comandos e transmitem para outros dispositivos reponsáveis pela mixagem dos vídeos.

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    Osciloscópio || laptop

    Posted on January 2nd, 2009 in Uncategorized by admin

    O osciloscópio é um instrumento de medida eletrônico que cria um gráfico bi-dimensional visível de uma ou mais diferenças de potencial. O eixo horizontal do ecrã normalmente representa o tempo, tornando o instrumento útil para mostrar sinais periódicos. O eixo vertical comumente mostra a tensão. O monitor é constituído por um “ponto” que periodicamente “varre” a tela da esquerda para a direita.

    Exemplos de usos

    O uso clássico de um osciloscópio é diagnosticar uma peça defeituosa em um equipamento eletrônico. Em um rádio, por exemplo, se olha no esquema elétrico do aparelho e se localizam as conexões entre os estágios (como mixer eletrônico, osciladores eletrônicos, amplificadores).

    Então o terra do osciloscópio é ligado ao terra do circuito, e a ponta de prova é colocada na conexão entre dois estágios no meio do circuito.

    Quando o sinal esperado está ausente, se sabe que algum estágio precedente do circuito está defeituoso. Como a maioria das falhas ocorre por causa de um único componente defeituoso, cada medida pode provar que metade do estágio de uma peça complexa está funcionando corretamente, ou seja, que não é a causa do defeito.

    Uma vez que o estágio defeituoso é encontrado, testes mais específicos deste estágio podem geralmente mostrar a um profissional experiente qual componente está com defeito. Uma vez que este componente é substituído, a unidade pode voltar à operação, ou ao menos o próximo defeito pode ser procurado.

    Outro uso possível é a checagem de um circuito novo. Muito frequentemente circuitos novos se comportam abaixo do esperado devido aos níveis de tensão errados, ruído elétrico ou erros no projeto. Os circuitos digitais geralmente operam a partir de um oscilador (clock), então um osciloscópio de traço duplo (dual-trace) é necessário para verificar circuitos digitais. Osciloscópios com “armazenamento” são muitos úteis para “capturar” efeitos eletrônicos raros que podem levar a uma operação defeituosa.

    Outro uso é para engenheiros de software que programam circuitos eletrônicos. Muitas vezes o osciloscópio é a única maneira de ver se o software está rodando corretamente. Para essa aplicação existe, no entanto, um equipamento mais apropriado, o analisador lógico, uma espécie de osciloscópio digital que permite a leitura de dezenas de canais simultaneamente.

    Descrição

    Um típico osciloscópio é uma caixa retangular com uma tela, conectores de entrada, knobs para controle e botões na frente do painel.

    Para ajudar na medidas, uma grade chamada graticule ou retículo é desenhada na face da tela. Cada quadrado na graticule é conhecido como uma divisão. O sinal a ser medido é ligado a um dos canais de entrada, geralmente através de um conector coaxial, como os conectores BNC ou tipo N. Se a fonte do sinal já possui seu conector coaxial, então um simples cabo é usado para ligá-la, caso contrário um cabo específico chamado ponta de prova para osciloscópio é usado.

    Em seu modo mais simples, o osciloscópio desenha repetidamente uma linha horizontal chamada de traço através do meio da tela da esquerda para a direita. Um dos controles, o timebase control (controle da base de tempo), determina a velocidade com que a linha é desenhada, e é calibrado em segundos por divisão.

    Se a tensão de entrada difere do zero, o traço pode ser defletido tanto para cima quanto para baixo. Outro controle, o vertical control (controle vertical), determina a escala da deflexão vertical, e é calibrado em volts por divisão. O traço resultante é um gráfico da voltagem em função do tempo.

    Se o sinal de entrada é periódico, então um traço relativamente estável pode ser obtido apenas ajustando a base de tempo (timebase) de acordo com a frequência do sinal de entrada. Por exemplo, se o sinal é uma onda seno com frequência igual a 50 Hz, então seu período é de 20 ms, então a base de tempo (timebase) deve ser ajustada de modo que o tempo entre a passagens sucessivas seja de 20 ms. Este modo é chamado de continual sweep (varredura contínua). Infelizmente, a base de tempo dos osciloscópios não é perfeitamente precisa, e a frequência do sinal não é perfeitamente estável, então o traço pode se mover pela tela, dificultando as medidas.

    Para prover um traço mais estável, os osciloscópios modernos tem uma função chamada trigger (desencadear ou disparar). Quando o triggering é utilizado, o instrumento irá parar cada vez que a varredura chegue no extremo direito da tela e retornar de volta ao lado esquerdo da tela. O osciloscópio então aguarda um evento específico antes de começar a desenhar o próximo traço. O evento de trigger (disparo) é comumente acionado quando a forma de onda da entrada atinge uma tensão em uma direção específica (tensão crescente ou decrescente) determinada pelo usuário.

    Este recurso ressincroniza a base de tempo ao sinal de entrada, impedindo o deslizamento horizontal do traço. Desta forma, o trigger permite a visualização de sinais periódicos tais como ondas quadradas e ondas seno.
    O circuito de Trigger também permite a visualização de sinais não-periódicos, tais como pulsos que não se repetem em uma taxa fixa.

    Os Tipos de trigger incluem:

    • trigger externo, um pulso de uma fonte externa conectada a uma entrada dedicada do osciloscópio.
    • trigger de borda, um detector de borda que gera um pulso quando o sinal passa de uma tensão limiar especificada em uma direção específica.
    • video trigger, um circuito que extrai pulsos sincronizantes de formatos de vídeo tais como PAL e NTSC e disparam a base de tempo em todas as linhas, em uma linha específica, em todos os campos, ou em um quadro. Este circuito é tipicamente encontrado dos dispositivos monitores de forma de onda.
    • trigger por atraso, aguarda um tempo específico após passar por uma tensão limiar antes de começar a varredura. Nenhum circuito de trigger funciona instantaneamente, sempre ocorre um pequeno atraso, porém um circuito de trigger por atraso estende este valor até um intervalo conhecido e ajustável. Deste modo, o operador pode examinar um pulso particular em um longo grupo de pulsos.

    A maioria dos osciloscópios também permitem que você tire a base de tempo e a insira um sinal no amplificador horizontal. Isto é chamado de modo X-Y, e é útil para ver a relação de fase entre dois sinais, o que é comum em análise de rádio e televisão.
    Quando os dois sinais são senóides de frequência e fases variáveis, o traço resultante é chamado de curva de Lissajous.

    Alguns osciloscópios possuem cursores, que são linhas que podem ser movidas sobre a tela para medir o intervalo de tempo entre dois pontos, o a diferença entre duas tensões.

    Muitos osciloscópios possuem um ou mais canais de entrada, permitindo que eles mostrem mais de um sinal na tela.
    Geralmente o osciloscópio tem um conjunto de controles verticais para cada canal, porém apenas um sistema de trigger e base de tempo.

    Um osciloscópio dual-timebase (base de tempo duplo) possui dois sistemas de trigger de modo que dois sinais possam ser vistos em diferentes eixos de tempo. Isto também é chamado de modo “magnificação”. O usuário mantém um sinal complexo desejado usando uma configuração de trigger compatível. Então ele permite a “magnificação”, “zoom” ou “base de tempo dupla”, e pode mover uma janela para observar os detalhes do sinal complexo.

    Algumas vezes o evento que o usuário deseja ver pode ocorrer apenas ocasionalmente. Para capturar estes eventos, alguns osciloscópios são “storage scopes” (osciloscópios de armazenamento) que preservam o sinal mais recente na tela.

    Alguns osciloscópios digitais podem fazer a varredura a velocidades baixas como uma vez por hora, emulando um gravador em papel de tira. Isto é, o sinal passa pela tela da direita para a esquerda. A maioria dos osciloscópios mais sofisticados mudam do modo de varredura para o modo de escrita em tira com cerca de uma varredura a cada dez segundos. Isto ocorre porque caso contrário, o osciloscópio iria aparentar estar quebrado: está coletando informações, porém o ponto não pode ser visto na tela.

    Conselhos para uso

    O problema mais típico encontrado quando se utiliza um osciloscópio não familiar é que o traço não está visível.

    Muitos osciloscópios mais recentes possuem “opções de reset” ou um botão “auto set up”.
    Utilize-o caso haja confusão. Alguns instrumentos possuem um botão “beamfinder”. Ele limita o tamanho do traço de modo que ele irá aparecer na tela.

    Outra razão para a “perda” do traço é um ajuste de luminosidade (brightness) muito baixo. Todos os osciloscópios possuem um ajuste de luminosidade que serve para tornar o traço visível tanto em varreduras lentas como nas mais rápidas. Um ajuste muito tenue pode tornar o traço pouco visível. um ajuste muito intenso pode deixar o sinal borrado. Alguns osciloscópios possuem um ajuste de foco que permite ajustar a espessura do traço.

    Verifique que primeiro você configure as opções de canal para acoplamento “DC”, com trigger automático.
    Aumente o valor do volts per division (volts por divisão) do canal (efetivamente diminuindo a Altura da linha) até a linha aparecer.
    Configure o time per division (tempo por divisão) próximo da velocidade do evento desejado, e então ajuste o volts per division até o evento aparecer em um tamanho útil.

    Os osciloscópios comumente possuem uma saída de teste que pode ser medida para se asseguram que um canal e sua ponta de prova estejam funcionando.
    Quando se utiliza um osciloscópio não familiar, é recomendado medir a este sinal primeiro.

    A capacitância do fio na ponta de prova pode fazer com que o osciloscópio mostre imprecisamente sinais de alta velocidade.
    Se o sinal parece distorcido, ou seja se ele mostrar pontas ou elevações estranhas, a capacitância da pronta de prova deve ser ajustada. Muitas destas (como as com atenuação de 10x) tem um pequeno parafuso de ajuste para a capacitância. A maioria dos osciloscópio provê uma saída de teste que produz uma onda quadrada para o ajuste da ponta. O ajuste deve ser feito de modo que as bordas da onda pareçam um quadrado, sem excessos nem arredondamento.

    A largura de banda das pontas de teste devem ser iguais ou exceder à largura de banda dos amplificadores de entrada do osciloscópio.

    Em geral, a conexão de terra do osciloscópio deve ser ligada