Distribuição Linux || laptop

Posted on November 20th, 2008 in Uncategorized by admin

GNU/Linux é um sistema operacional baseado em software livre. Uma Distribuição Linux (ou simplesmente distro) é composta do kernel do Linux e mais uma série de aplicativos com vários propósitos. Muitas pessoas e empresas ao redor do mundo criam e distribuem - gratuitamente ou cobrando por isso - suas distros. Algumas distribuições são maiores que outras, cujos tamanhos podem variar desde um disquete a vários DVDs, passando por pen drives, CDs e mini CDs.

Cada distro tem o seu propósito. Podem ser feitas especificamente para computadores desktops, laptops, servidores de redes, servidores de aplicações, servidores de banco de dados, handhelds, telefones celulares e outros.

Das inúmeras distribuições existentes as de maior destaque são a Red Hat, SuSE, Mandriva, Debian, Fedora Core, Ubuntu Linux, dentre outras.

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Totally Spies || laptop

Posted on November 3rd, 2008 in Uncategorized by admin

Três Espiãs Demais (Totally Spies) é uma série de desenho animado produzido pelo estúdio francês Marathon Production (A mesma de Martin Mystery). A produção se iniciou em 2001, atualmente com quatro temporadas, com uma quinta ainda em produção. Ainda há um projeto envolvendo um longa-metragem para Três Espiãs Demais previsto para 2007.
Cada temporada possui 26 episódios, somando juntas mais de 200 episódios

O estilo visual dos personagens tenta imitar as séries de animação japonesa, sendo considerado um Pseudo-anime.

No Brasil, a série foi incialmente exibida no extinto canal Fox Kids, continuando no Jetix. Também é constantemente exibido na TV aberta pela Rede Globo.

Enredo

A série conta a história de três garotas adolescentes em Beverly Hills: Sam, Clover e Alex. O que poucos sabem é que elas são espiãs comandadas por Jerry, líder de uma organização secreta chamada World Organization of Human Protection (WOOHP), em português Organização Mundial de Proteção Humana.
Assim, as garotas tem que dividir suas missões ao seu dia-a-dia, se preocupando com provas de escola, garotos, compras, e sua rival Mandy.

Três típicas adolescentes de Beverly Hills têm um trabalho nada comum: são agentes secretas da WOOHP - Organização Mundial de Proteção Humana. Para salvar o mundo de perigosos vilões, têm que conciliar as missões que recebem com suas tarefas escolares, ou a escolha do vestido perfeito para a festa de sexta!

  • Clover: a loira é a mais apaixonada por homens do grupo. Já teve uma barraca do beijo em um episódio do desenho. Sua roupa de espiã é vermelha.
  • Alex: a morena é a mais nova do grupo, e também é apaixonada pela cultura oriental (ela luta karatê e adora comida tailandesa e sushi, mas em um episódio ela confessa adorar nachos). Sua vestimenta de espiã é amarela.
  • Jerry: é o chefe da WOOHP, freqüentemente tratado por Clover como “careca” e é comum ela dizer: “Vamos perguntar ao Jerry, pois ele trabalha aqui há uns 90 anos”.
  • Mandy: é a rival das garotas, que se veste sempre de roxo. Em um episódio ela vira a melhor amiga de Sam e em outro ela vira espiã na mesma equipe das meninas.
  • David: a única coisa que Sam, Clover, Alex e Mandy concordam é que David é lindo. Esse moreno já saiu com Mandy, mas é freqüentemente paquerado pelas meninas.
  • Britney: aparece apenas em dois episódios do desenho, como a quarta integrante da equipe de espiãs. Seu uniforme é azul.
  • Helga: uma das vilãs capturadas pelas meninas no desenho. Antes de ser presa ela era estilista.
  • Brasa Mano: outro vilão, que na década de 70 era o melhor amigo de Jerry, é um cara que praticamente vive nos anos 70. É amante da discoteca.
  • Tim Scam: esse vilão já foi chamado de Mac Smit, é um ex-agente da WOOHP, demitido por ser um agente duplo. Já substituiu Jerry como chefe da WOOHP, mas era tudo um plano.
  • Terrysyn: o irmão gêmeo do mal de Jerry. Quer acabar, de uma vez por todas com as espiãs e com a WOOHP.
  • Cintos expansíveis: um cinto com um cabo que se expande como uma corda de aço para elevá - las.
  • Batom - laser: esse batom é como qualquer um, mas quando acionado, vira um potente laser cortador de metais e vidros, além de outros materiais.
  • Relógio Scanner: serve para escanear impressões digitais.
  • Cartão de Crédito Platina: outro poderoso cortante, não tem limite.
  • Brincos Comunicadores Ultra - Sensíveis: quer ouvir uma conversa alheia? Esses brincos são perfeitos para isso, pois são ultra - sensíveis.
  • Presilhas-bumerangue: Arrebatam os inimigos e voltam para suas respectivas donas.
  • Chiclete Bolha: Você masca e faz uma bolha que as protegem.
  • Bolinhas Explosivas: Joguem elas e após alguns segundos elas explodem.
  • Outros acessórios: » Botas anti-gravidade; » Pulseiras Comunicadoras; » Localizador;

Episódios

Lista de episódios de Três espiãs demais

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VJ || laptop

Posted on October 29th, 2008 in Uncategorized by admin

VJ (pronuncia-se em inglês víi-djêi) ou vídeo jockey é a denominação geralmente dada aos profissionais responsáveis pela manipulação em tempo real de vídeos em eventos ao vivo ou programas de televisão, tendo estes vídeos como função, na maioria das ocasiões, a ilustração de músicas e a transmissão de sensações diversas para o público. Tendo como origem a videoarte, o vjing (pronuncia-se víi-djáing), que é o nome dado à profissão/atividade profissional dos manipuladores de vídeo em tempo real) usa elementos de vídeo puro e simples, videoarte, tv, videogame, cinema e uma infinidade de influências do meio audiovisual. O VJ pode utilizar até mesmo transmissões ao vivo do próprio evento (webcams, câmeras de segurança, câmeras da equipe de filmagem do evento) ou de qualquer outra parte do mundo (via satélite, dospositivos móveis - celular… - ou internet) para compor experiências sensoriais audiovisuais. Estas experiências são exibidas em telões de diversos tipos, tamanhos e tecnologias espalhados pelo evento.

O VJ faz com vídeo o mesmo que o DJ faz com a música. O VJ pode ainda trabalhar sem usar o som ou qualquer outra trilha sonora. Por força de mercado, pode, eventualmente, trabalhar com áudio e vídeo.

O VJ usa inúmeras ferramentas de trabalho. Desde um simples computador ou laptop/notebook conectado aos telões, a clusters, videogames (como o Playstation, X-BOX, Dreamcast e outros) e até mesmo celulares, estes últimos devidamente conectados a computadores, websites ou satélites, os quais captam seus comandos e transmitem para outros dispositivos reponsáveis pela mixagem dos vídeos.

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Nicholas Negroponte || laptop

Posted on October 11th, 2008 in Uncategorized by admin

Nicholas Negroponte (1943, Nova Iorque) é um cientista Americano, filho de gregos, formado em arquitetura. É um dos fundadores e professor do Media Lab, o laboratório de multimídia do Massachusetts Institute of Technology (MIT), onde é financiado por mais de 105 empresas, incluindo as maiores corporações dos Estados Unidos da América e as grandes empresas da indústria do entretenimento. Ele também assina a coluna da revista Wired e é muito reconhecido no universo da informática. É considerado brilhante e caracteriza seus conceitos no seu famoso livro “A vida digital”, conceitos muito discutidos, pois são irreverentes e otimistas. Negroponte estudou no MIT, onde se especializou no então novo campo de computer aided design (CAD), ou Projeto assistido por computador.

Entre suas explicações ele começa determinando a diferença entre bits e átomos. Para Negroponte a natureza física, constituída de átomos, passa a ser transmitida e “transformada” em outra natureza, a natureza digital (bits) (“É o menor elemento atômico no DNA da informação” http://www.abrade.com.br/vida.html). Como não é baseada em matéria física, a informação em bits pode ser transmitida cada vez mais em um tempo e espaço menor, ultrapassando os limites da informática e estando cada vez mais presentes na vida dos seres humanos.

Haverá uma interação maior entre os humanos de todos os lados do mundo, compartilhamento idéias e isso de uma forma cada vez mais dinâmica. Assim como grandes computadores transformaram-se hoje em laptops e palmtops que podem ser carregados até em bolsos. Além disso, será cada vez maior a interatividade e o mundo digital irá se adaptar há quem o serve, sendo cada vez mais personalizado.

O conceito de multimídia também foi descrito por Negroponte. Ele defende a interação entre bits, a mistura entre bits de vídeo e bits de áudio. Entre esses e outros, mostra a importância dos computadores e meios digitais serem mais “inteligentes”, para ele não somos nós que temos que nos adaptar e sim os meios a nós, a interface deverá ser “moldada” para cada usuário, facilitando sua manipulação.

Enfim, em suas teorias, mostra como os meios digitais facilitam e vão dominar nossa próxima era, como o e-mail, que é muito mais barato e tem inúmeras vantagens em relação a um fax, a globalização fará com que não haja barreira aos bits, e a partir daí todo o estilo de vida humano passará por um processo enorme de transformação.

Segundo Negroponte, toda indústria que possui uma posição dominante deve buscar formas de se diversificar, a tecnologia pode ser a resposta. Um exemplo são fabricantes de postes de luz e bueiros, talvez. Postes de iluminação pública são ideais para a instalação de estações-base para acesso Wi-Fi: “Cada poste poderia ser uma estação de conexão peer-to-peer”, afirma. “Os bueiros são instalados em espaços regulares nas ruas das cidades, e poderiam ser usados para alguma coisa. Quem sabe? Esta é uma boa hora para essas empresas começarem a pensar em possibilidades inesperadas”.
A inovação em tempos de dificuldades econômicas envolve o ato de pensar de formas surpreendentes, afirma Negroponte. Outra opinião dele é que a geração futura vai ficar horrorizada quando souber que utilizamos fios para conexão ou para qualquer outra coisa. Através desta afirmação podemos notar que Negroponte é muito otimista em relação às novas mídias.

O PC de U$100

Negroponte esteve em 2006 no Brasil, trazendo várias idéias e propostas. Uma delas chamou bastante a atenção: a idéia do Notebook de 100 dólares, que, segundo ele, iria melhorar a educação, pois possibilitaria ao estudante várias opções de pesquisa através do acesso à internet. Recentemente (Novembro de 2006, o Cientista se encontrou com o Presidente da República para lançar o Laptop de 150 Dólares).

O autor do livro “Vida Digital” ainda afirma em entrevista feita para o site icoletiva.com que o Brasil, por ter uma grande população que varia entre 15 e 25 anos de idade, ainda tem uma grande possibilidade de se tornar um grande pólo de produção de software, maior ainda que a Índia, mas que para isso precisaria escutar os jovens e assim descentralizar as idéias. Negroponte acrescentou que em suas previsões ele ainda vê o avanço da internet móvel, e que no futuro vamos ser motivos de risos quando verem que usávamos fios para nos conectar a internet. Assim começa a “vida sem Fio” ou vida totalmente wireless’.

Será o fim da exclusão digital?

Em um mundo cada vez mais globalizado, onde a informação flui instantaneamente e se desatualiza antes mesmo de ser conhecida, o passado deixa de existir como fumaça no ar e o futuro já é conhecido. Negroponte vê em suas previsões que em breve assistiremos à fusão entre o mundo interativo, o mundo do entretenimento e o mundo da informação. Separadas do mundo tecnológico, nossas crianças não têm futuro como cidadãos produtivos: o mercado não pode mais tolerar a cisão homem-máquina. O mercado quer a fusão, o mercado deseja o homem-cibernético.

Mordomos Digitais

“A idéia é construir substitutos de computadores que possuam certa quantidade de conhecimento, tanto sobre um assunto (um processo, uma área de interesse, um modo de operar) quanto sobre você e sua relação com esse assunto (seus gostos, inclinações, as pessoas que você conhece). Ou seja, o computador deve possuir uma dupla especialidade, como um cozinheiro, jardineiro e um motorista utilizando os conhecimentos que tem para atender aos gostos e necessidades do patrão em matéria de comida, jardinagem e locomoção.”

O Paladino da era digital

Negroponte é visto como um paladino da era digital, pois de certa forma as “visões” dele a respeito do desenvolvimento da tecnologia da informação são bastante válidas. Negroponte é uma daquelas pessoas rotuladas como otimista em relação à das novas mídias. Chegou a profetizar que, com o desenvolvimento e a rapidez com que as informações são geradas, serão capazes de gerar um êxodo urbano sem procedentes. Ou seja, não haverá nada que se possa fazer que você não acesse lá da sua casa de campo a milhas dos grandes centros urbanos. Na visão de Negroponte, o computador, principal signo dessa nova era, vem como uma ferramenta de assistência a atividades em que exigem um tempo que poderia ser aproveitado de outra forma. Há também quem veja essa imersão às facilidades provocadas pelo computador de forma bastante negativa. Jean Baudrillard é o Yang de Nicholas, e vê a sociedade cada vez mais escrava e dependente das “máquinas”.

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Toshiba || laptop

Posted on October 6th, 2008 in Uncategorized by admin

Toshiba (東芝, Tōshiba) Empresa Japonesa produtora de aparelhos eletrônicos e semicondutores.
No Brasil recebe o nome de Semp-Toshiba, resultado da fusão das empresas Toshiba e Semp (Sociedade Eletromercantil Paulista).

A empresa japonesa Toshiba, a maior do seu país em termos de produção de artigos eléctricos e electrónicos, resulta da união, ocorrida em 1939, da Companhia Eléctrica de Tóquio com a Shibaura.
Desta junção resultou o nome Companhia Eléctrica Tokyo Shibaura, cuja associação das primeiras letras de cada designação dá Toshiba.

A Shibaura foi fundada em 1875 para construir motores destinados a navios, mas a partir de meados da década de 90 do século XIX começou também a produzir ferramentas. A Companhia Eléctrica de Tóquio por esta altura dedicava-se ao fabrico lâmpadas. Ambas as empresas pertenciam ao grupo japonês Mitsui e daí resultou a união ocorrida em 1939, destinada a criar uma empresa líder na produção de equipamento eléctrico.

Após a Segunda Guerra Mundial, as empresas separaram-se de novo, reunindo-se já em 1973, outra vez através do Grupo Mitsui, numa altura em que este tinha laços privilegiados de negócios com a General Electric dos EUA. Por esta altura a companhia começou a ser conhecida comummente por Toshiba, designação que passou a ser oficial em 1978. Logo no ano seguinte completou o primeiro sistema de ficheiros de dados suportado em discos ópticos.

A Toshiba introduziu em 1986 uma novidade mundial no mundo dos computadores pessoais ao apresentar os primeiros portáteis laptop, ou seja, aqueles em que o écra está colocado na parte que serve de tampa e fecha sobre o teclado. A empresa nipónica, três anos depois, apresentou o Dynabook, um mini-computador, que funciona como uma espécie de agenda pessoal, mostrando assim a sua força nesta área. Em 1994, voltou à carga, com um aparelho ainda mais pequeno e portátil, o Dynabook SS, voltando a alcançar um êxito significativo no mercado dos computadores.

Mas a Toshiba sempre esteve envolvida noutras áreas, embora seguindo a vertente das novas tecnologias, especialmente no sector de comunicações e, em 1995, desenvolveu o DVD, um disco óptico de alta densidade capaz de armazenar uma imensidão de dados. O DVD é superior ao CD-ROM e ao mesmo tempo aparece como substituto inevitável dos vídeos de sistema VHS.
A Toshiba produz, actualmente, televisores, aparelhos áudio, sistemas de luzes, equipamento para gerar electricidade, equipamento de transporte, motores industriais, electrónica industrial e equipamento de comunicação.

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Celeron || laptop

Posted on October 1st, 2008 in Uncategorized by admin

Celeron é a marca usada pela Intel em diferentes microprocessadores x86 de baixo custo.

A família Celeron complementa a linha de alta performance da empresa (atualmente a Core2 Duo, anteriormente a linha Pentium). Indroduzido em 1998, o primeiro Celeron era baseado no Pentium II, porém sem cache externo. Versões posteriores eram baseados no Pentium III, Pentium 4, Pentium M, Core Solo, Core Duo e Core2. Esses processadores rodam muitos aplicativos de forma satisfatória, porém apresentam algumas limitações de performance quando rodam aplicativos mais pesados e exigentes (como jogos e demais aplicativos 3D).


Introdução

O Celeron foi introduzido como uma resposta da Intel à perda do mercado de CPUs de baixo custo, particularmente para os Cyrix 6×86, AMD K6 e outros (como o IDT Winchip). A alternativa econômica da empresa até então era o Pentium MMX, que já há muito tempo não apresentava uma performace competitiva. Embora fosse uma aposta segura, o Pentium MMX, com seus 233 Mhz, enfrentava concorrentes muito mais poderosos que utilizavam a mesma placa mãe(o K6 podia chegar à 333 Mhz), e muitas vezes à preços similares.
Ao invés de continuar prolongando a vida útil do Pentium MMX (e por extensão do padrão Socket 7, utilizado pelos concorrentes), a Intel optou por uma solução que já havia aplicado na época dos 486 DX e SX: desenvolver uma versão limitada do seu modelo “topo de linha” - o Pentium II - e vendê-la a preços mais acessíveis, esperando capitalizar sobre a marca.
Apesar de alguns percalços iniciais o Celeron acabou ganhando aceitação e, de certa forma, acabou se tornando quase um padrão para máquinas direcionadas ao uso em escritórios.


Convington

Esse foi o codinome do primeiro tipo, que era essencialmente um Pentium II de 266 MHz sem o cache secundário (L2) incluído. O processador também compartilhava o código de produto 80523 do Deschutes. Com frequências de 266 à 300 MHz (de 33 à 66 MHz a mais que os Pentium MMX) os processadores entretanto eram consideravelmente mais lentos do que os produtos que se propunham a substituir. As vendas na época do lançamento foram consideraveis, principalmente pelo nome da Intel, porém o produto teve uma péssima repercussão na imprensa especializada e com os profissionais da área de computação. O mercado rapidamente se desinteressou, o produto ganhou fama de baixa performance, e a incrível queda nas vendas obrigou a Intel desenvolver uma nova solução o mais rápido possível.
No mais, esse processador é interessante para Overckers por seu flexivel índice de Overclock em relação ao seu Preço.

Mendocino

O Celeron “Mendocino foi lançado em 24 de agosto de 1998, e foi o primeiro processador produzido em larga escala a apresentar o cache L2 integrado ao núcleo , a exemplo do Pentium Pro. Ao passo que o Covington não tinha cache L2 algum, o Mendocino incluía 128 Kb de cache L2 rodando à mesma velocidade do processador. Embora com modestos 300 Mhz de freqüência (mesmo para a época), o novo modelo oferecia quase que o dobro da performance do antigo Covington. Para distingui-lo do modelo anterior que também rodava a 300 Mhz a Intel se referia aos processadores com núcleo Mendocino como “Celeron 300A Embora os outros Mendocinos (por exemplo o 333 Mhz) não tivessem o “A” no nome, as pessoas se referiam a ele como “Celeron-A” independente da velocidade.

Os novos Mendocino ofereciam boa performance, e foram bem sucedidos desde o lançamento. Na verdade, muitos especialistas consideraram o Mendocino bem sucedidos demais—a performance era suficientemente alta para competir não somente com os rivais da faixa de mercado, como também para atrair compradores do então lucrativo carro-chefe da Intel, o Pentium II. Os overclockers rapidamente descobriram que, dispondo de uma placa mãe adequada e de qualidade, o Celeron 300A podia rodar com estabilidade a 450 MHz. Isso era feito simplesmente aumentando a freqüência externa (FSB) do padrão de fábrica à 66 MHz para os 100 MHz utilizados no Pentium II. Nessa velocidade o Celeron Mendocino rivalizava com os processadores x86 mais rápidos do mercado.

Na época cache integrado ao núcleo (on-die) era difícil de fabricar; especialmente o cache L2, já que cada vez mais era necessário para se atingir um nível considerável de performance. Um de seus benefícios e que ele opera à mesma freqüência da CPU. Todas as outras CPUs da época utilizavam cache L2 montado ou na placa mãe ou em um slot separado, o que tornava-o fácil de fabricar, barato e permitia que se aumentasse seu tamanho para qualquer um desejado (valores típicos eram de 512 KB à 1 MB), mas eles sofriam de performance reduzida, rodando geralmente à velocidade do FSB (60 à 100 MHz). A implementação do cache de 512 Kb do Pentium II foi inovadora (posteriormente copiada pela AMD em seu Athlon), apresentando o cache L2 montado em uma placa especial junto com o processador, rodando à metade da freqüência deste e comunicando-se com ele através de um barramento especial. Este método de construção era dispendioso e impunha limitações ao tamanho do cache, mas permitia que o Pentium II fosse elevado à freqüências mais altas, além de evitar latências e demais contingências necessárias nas configurações com cache montado na placa mãe.

Com o tempo novos processadores de núcleo Mendocino foram lançados com clock de 333, 366, 400, 433, 466, 500 e 533 MHz. Os Celeron “Mendocino” eram projetados para utilizar apenas FSB de 66 Mhz, mas isso só se tornaria um gargalo de performance mais sério quando as velocidades chegassem à níveis maiores.

Os Celeron Mendocino também introduziram novos encapsulamentos. Quando foram lançados os “Mendocinos” vinham tanto em Slot 1 SEPP quanto em soquete 370 PPGA. O encapsulamento SEPP tinha sido desenhado originalmente para acomodar o cache L2 do Pentium II, mas uma vez que os Celerons possuiam esse componente integrado no núcleo, não havia razão para manter a sobreplaca, e a Intel descontinuou a versão Slot 1 - à começar com o modelo de 433 Mhz, apenas a versão PPGA soquete 370 estaria disponível (fabricantes independentes entretanto desenvolveramum acessório que permitia a montagem de um processador PPGA soquete 370 em uma placa mãe Slot 1).
Um fato interessante é que, apesar de ser oficialmente um processador de “baixo custo”, o modo de multiprocessamento simétrico continuava disponível, e pelo menos uma placa mãe foi lançada (a ABIT BP6) para aproveitar esse fato.

O Mendocino também possuía uma variação para notebooks, com velocidades entre 266, 300, 333, 366, 400, 433, 466, 500, 533, 566 e 600 MHz.

No esquema de nomeclatura “Family/Model/Stepping” da Intel, os Mendocinos pertencem à família 6, modelo 6 e código interno 80524. Estes códigos são compartilhados com o modelo relacionado Dixon, a versão portátil do Pentium II.


Coppermine-128

A próxima geração de Celeron era o Copermine-128 (alguns o conhecem como “Celeron II”). Este derivado do Pentium III Coppermine foi lançado em março do ano 2000. Como o Mendocino tinha 128 KiB de cache L2 incluídos no chip e continuava com a velocidade de barramento de 66 MHz. Eram praticamente identicos, com a exceção do cache menor e a velocidade do FSB mais baixo.

Por teoria o processador tem um núcleo adaptado, pois não foi noticiado o suporte ao SSE. O Celeron foi no seu tempo o único processador do mercado que rodava 66 MHz e ia com a mesma velocodade na memória RAM e foi significamente mais lento em relação ao seu concorrente. As vendas vinham diminuindo e o mercado numa discussão fácil queria ver versões de 100 MHz. A Intel disse não, pois era muito provável que já enfrentava grandes problemas em relação ao tempo e também concentrava recursos para entregar volumes suficientes de seu Pentium III.

Todos os processadores foram fabricados com o encapsulamento FCPGA assim como os Pentium III Coppermine. Estes iniciaram em 533 MHz e vieram em seguida 566, 600, 666, 700, 733 e 766 MHz. Devido às limitações dos 66 MHz havia uma pequena diferença de performance entre os modelos de maior clock e como por um tempo concorreu com o “antigo” AMD K6-2, isso era aceitável. Em julho do ano 2000 a AMD lançou seu Duron, derivado do Athlon - um processador com barramento maior e mais memória cache. O Coppermine-128 ficou incompetitvo como o original de 266 MHz.

Entretanto sua performance era revelada quado o processador era overclocado para operações de 100 MHz. Overclocava um processador de 566 MHz para 850 MHz ou um 600 MHz para 900 MHz e dava bons resultados, desde que os sistemas suportassem sem a necessidade de aumentar a ventilação ou a voltagem. Em particular um número de processadores de 600 MHz foram vendidos com a voltagem de 1,7V: Esses podem rodar a 100 MHz com mais estabilidade comparado aos mesmos processadores que tem voltagem de 1,5V.

Em 31 de janeiro de 2001 a Intel finalmente mudou a velocidade do FSB para 100 MHz. Embora o processador de 800 MHz (o primeiro com 100 MHz) fosse menos poderoso que o Duron, em porcentagem, era uma opção perfeitamente viável. Todos as opções a partir de 800 MHz vem com o barramento de 100 Mhz, as de 850, 900, 950, 1000 e 1100 MHz.

Nos esquemas de identificação da Intel, o Coppermine-128 é a família 6, modelo 8 e o seu código é 80526.


Tualatin-256

A próxima geração de Celerons foi baseado no núcleo Tualatin do Pentium III e feito com o processo de 0,13 micrometros. Foi apelidado de “Tualeron”, junção das palavras “Tualatin” e “Celeron”. Alguns softwares e usuários referiam o processador como “Celeron-S”, referindo a linha de chips Pentium III-S, mas não era uma desiguinação oficial. A linha inicia com 1000 MHz e 1100 Mhz (novamente com a letra “A”, diferenciando-os das versões Coppermine-128) e continuou com 1200, 1300 e 1400 MHz.

Os “Tualerons” são semelhantes em fabricação ao Pentium III, agora a maior diferença era velocidade de 100 MHz em relação aos 133 Mhz do Pentium III Tualatin. O cache do Celeron apresentava latencia “1″ e o Pentium III tinha latência “0″. Eram excelentes para overcloking, pois era fácil mudar a velocidade do barramento para 133 MHz. Vinham com 256 KiB de cache nível 2.

Esse foi o último dos Celerons “P6″. Eles foram vendidos em paralelo com os Celerons baseados do Pentium 4.

Nos esquemas de identificação da Intel, o Tualatin-256 é a família 6, modelo 11 e o seu código é 80530.


Willamette-128

A próxima série de Celeron é baseada no núcleo do Pentium 4 Willamette e tem, em consequência, um diferente design. São muito conhecidos como “Celeron 4″. Possuem 128 KiB como 256 KiB e 512 KiB de memória cache, mas são muito similares em desempenho.

Nos esquemas de identificação da Intel é a família 15, modelo 1 e o seu código é 80531.


Northwood-128

Alguns Celerons são baseados no núcleo do Pentium 4 Northwood e possuem 128 KiB de cahe nível 2. A única diferença entre esse e o Willamette-128 é o seu processo de fabricação de 0,13 micrometros e a voltagem de 1,52V comparado ao 1,7 do modelo anterior. A performance também contiua o mesmo.

Nos esquemas de identificação da Intel é a família 15, modelo 2 e o seu código é 80532.


Northwood-256

Esse foi o núcleo utilizado para equipamentos móveis (Laptops). Baseado no núcleo Northwood possui 256 KiB de cache L2.


Banias-512

Esse modelo agora é baseado no núcleo Banias do Pentium M, e as diferenças são a metade da memória cache nível 2 (L2) e o não suporte à tecnologia SpeedStep. Sua performance pode ser comparada ao do Pentium M, porém a tempo de duração da bateria é menor em relação ao notebook com Pentium M.

Um sistema equipado com Celeron M não pode levar o nome Centrino, mesmo equipado com o Chipset i855 ou i915 e o chip WI-FI Intel PRO.

Nos esquemas de identificação da Intel é a família 6, modelo 9 e o seu código é 80535. É a mesma identificação do Pentium M.


Shelton

O núcleo Shelton é o Banias sem o cache L2 e o SpeedStep desabilitado. Ele é usado numa placa-mãe de pequenas dimensões da Intel, o D845GVSH, e introduzido nos mercados asiático e norte-americanos. O mesmo processador é identificado como “Intel Celeron 1000B”, para diferenciar dos antecessores Copermine-128 e Tualatin-256 de 1 GHz.


Dothan-1024

É um Celeron de 90 nanometros (0,09 micrometros) derivado do Pentium M de 90 nm, com a metade do cache nível 2 e como o antecessor, sem o Speed Step.

Como o Pentium M dessa geração são identificados como a família 6, modelo 13 e o seu código é 80536.


Yonah-1024

A nova série Celeron M 400 é baseado no núcleo Yonah do processador Core Solo. Como os dois últimos antecessores, vem com metade do cache nível 2 (1 MiB) e sem SpeedStep. Foram inclúidas novos fatores para esse Celeron M, como o barramento à 533 MTs, instruções SSE3 e suporte ao XD bit (vem também na série J do Dothan-1024).


Meron-1024

O Meron-1024 é um processador de núcleo simples baseado do Core 2 Meron e tem metade do cache (1 MiB) , o SpeedStep e a Tecnologia de Virtualização desabilitados, contudo, vem com a tecnologia EM64T, XD bit e barramento de 533 MHz.


Prescott-256

O primeiro processador Celeron D é baseado no núcleo Prescott do Pentium 4 e vem com cache L2 de 256 KiB. É caracterizado pelo barramento de 533 MHz, instruções SSE3 e leva o número 3XX (comparados aos 5XX dos Pentium 4 e 7XX dos Pentium M). Ele também implementado a nível de hardware com a tecnonologia EM64T muito embora esteja desabilitado nos modelos 3X0/3X5 (exceto o 355) e habilitado nos modelos 3X1/3X6.

Assim, os modelos sem EM64T são: 365 - 3,6 GHz, 350 - 3,2 GHz, 345 - 3,06 GHz, 340 - 2,93 GHz, 335 - 2,8 GHz, 330 - 2,66 GHz, 325 - 2,53 GHz, 320 - 2,4 GHz, 315 - 2,26 GHz, 310 - 2,13 GHz.

E os com EM64T: 366 - 3,6 GHz, 355 - 3,3 GHz, 351 - 3,2 GHz, 346 - 3,06 GHz, 341 - 2,93 GHz, 336 - 2,8 GHz, 331 - 2,66 GHz, 326 - 2,53 GHz, 321 - 2,4 GHz, 316 - 2,26 GHz, 311 - 2,13 GHz.

O Celeron D trabalha com chipsets i845 e i855. O sufixo D serve apenas para diferencia-los das gerações anteriores, já que diferente do Pentium D, o Celeron D não tem núcleo duplo.

Os processadores assim como os Pentium 4 Prescott são identificados como a família 15, modelo 3 (até E0) ou 4 (do E0 a diante) e o código 80546 ou 80547 dependendo do tipo de soquete.


Cedar Mill-512

Esses modelos são baseados no núcleo Cedar Mill do Pentium 4. Essas versões continuam com o esquema de nomes 3XX agora como Celeron D347 (3,06 GHz), 352 (3,2 GHz), 356 (3,33 GHz), 360 (3,46 GHz) e 365 (3,6 GHz) e tem as mesmas características do Prescott-256 com metade do cache L2 (256 KiB) e o processo de fabricação de 65 nanometros.

No esquema de identificação todos os Ceddar Mills são da família 15, modelo 6 e o código é 80552.

Futuros Celerons

O roadmap da Intel lista uma série de novos Celeron baseados na microarquitetura do Core2. Há poucas informações deles, a não ser que venham a usar o núcleo Conroe-L e usarão nos nomes 4XX.

Serão processadores como de sempre voltados ao mercado de baixo custo, como o processador baseado no núcleo do AMD K8, o Sempron.

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Papel eletrônico || laptop

Posted on September 26th, 2008 in Uncategorized by admin

O papel eletrônico (em inglês: eletronic paper, ou simplemente e-paper), é o termo que designa tecnologias que procuram imitar o papel convencional com uma impressão eletrônica de textos e imagens, que podem ser apagadas ou alteradas a qualquer momento sem necessidade de um novo papel.
Inicialmente é preciso explicar como funciona a tecnologia. O princípio é basicamente simples: o papel é constituído de um sanduíche de camadas transparentes e microesferas nas três cores básicas do sistema CMYK. A impressão funciona de modo análogo à impressão de fotocópias. Uma imagem “virtual elétrica” é formada em toners e, de acordo com a distribuição destas pelo toner, ocorre o giro e a recombinação das esferas no interior o e-paper, formando novas imagens. Sistemas mais avançados dispensam uso de toners e máquinas de impressão, sendo possível a alteração das imagens por meio de uma conexão USB em qualquer computador. Para o futuro, planeja-se, a conexão wireless, deste modo passaria a existir um tipo de device tão fino quanto o papel com a conectividade de um laptop.

Vantagens

De acordo com projeções da OMC (Organização Mundial do Comércio) as reservas de papel disponíveis no mundo (Plantações de árvores das quais é extraída a celulose) só teriam garantias até o ano 2040. Ou seja, já deveriam existir políticas que reduzissem o uso de papel. Com a popularização dos computadores , o consumo de papel, ao contrário do que se poderia imaginar, aumentou drasticamente tanto em empresas quanto em residências e escolas. O e-paper, parece uma alternativa interessante para determinados usos do papel, onde este por exemplo, é descartado após a utilização. A impressão de jornais e semanais, só para citar um exemplo, poderia se utilizar desta tecnologia. A atualização dos exemplares de daria por conexão com pontos de internet ou por redes sem fio. Um dado importante: 70% dos custos de produção de um jornal se devem à compra dos rolos de papel e gastos com a distribuição física de exemplares.

Usos

Já está em estudo um conjunto de aplicações e utilidades para o e-paper. O papel eletrônico pode inaugurar uma nova geração de telas e ecrãs para televisores e computadores. Ao contrário dos displays atuais, o e-paper não emite luz. Ele funciona como refletor de luz, assim como o papel comum. O resultado disso é um maior conforto visual de quem utiliza a tecnologia. Celulares (telefones móveis), notebooks, laptops, televisores e até relógios e roupas podem incorporar a nova tecnologia.

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Inclusão digital || laptop

Posted on September 20th, 2008 in Uncategorized by admin

Inclusão Digital ou infoinclusão é a democratização do acesso às tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação.
Entre as estratégias inclusivas estão projetos e ações que facilitam o acesso de pessoas de baixa renda às Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). A inclusão digital volta-se também para o desenvolvimento de tecnologias que ampliem a acessibilidade para usuários com deficiência.

Dessa forma, toda a sociedade pode ter acesso a informações disponíveis na Internet, e assim produzir e disseminar conhecimento. A inclusão digital insere-se no movimento maior de inclusão social, um dos grandes objetivos compartilhados por diversos governos ao redor do mundo nas últimas décadas.

Dois novos conceitos são incorporados as políticas de inclusão digital: a acessibilidade de todos às TIs (e-Accessibility), neste caso, não somente a população deficiente; e a competência de uso das tecnologias na sociedade da informação (e-Competences).http://europa.eu.int/information_society/policy/accessibility/index_en.htm

Inclusão Digital no Brasil

Dentro dessa perspectiva o Brasil que vem buscando desenvolver ações diversas visando a inclusão digital como parte da visão de sociedade inclusiva. Desde que entrou em prática, no final de novembro de 2005, o projeto de inclusão digital do governo federal, Computador para Todos - Projeto Cidadão Conectado registrou mais de 19 mil máquinas financiadas até meados de janeiro.http://ondajovem.terra.com.br/luneta.asp?ID_Materia=205

Pouco menos de 2% da meta do programa, se levarmos em conta apenas os dados de financiamento, que é vender um milhão de máquinas para consumidores com renda entre três e sete salários mínimos nos próximos 12 meses. Os dados de financiamento são da Caixa Econômica Federal, que financiou 1.181 equipamentos. O Magazine Luiza, único varejista que obteve uma linha de crédito do BNDES, parcelou 18.186 computadores.

O PC dispõe do sistema operacional Linux e um conjunto de softwares livres com 26 aplicativos, como editor de texto, aplicações gráficas e antivírus. Além disso, há suporte técnico durante um ano e as atualizações são gratuitas e periódicas.

O Brasil conta com um recurso total de 250 milhões de reais, provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), o financiamento do Computador para Todos pode ser feito pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal, além de redes varejistas, que têm se cadastrado junto a uma linha especial de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Com os esforços de “inclusão digital” outros públicos também compõem o alvo de seu trabalho: idosos, pessoas com deficiência, população de zonas de difícil acesso, dentre outros. A idéia é que as Tecnologias da Informação vieram para ficar e, no futuro, quem não estiver “incluído digitalmente” viverá sob uma limitação social importante, perdendo inclusive direitos garantidos à cidadania.

Programas Nacionais de Inclusão Digital

Mantido e criado pela Prefeitura de São Paulo ,o Telecentros (também conhecido como Programa Telecentros) é um dos maiores programas de Inclusão Digital e Social, que contava em março de 2007 com 158 unidades (com 20 computadores e 1 impressora em cada unidade). Atua em todas as regiões da capital de São Paulo, oferecendo Cursos básicos e avançados de Informática e outros Cursos e oficinas de acordo com a necessidade local de cada unidade. Também oferece livre acesso à Internet. O Programa Telecentros tem sido elogiado freqüentemente pela Comunidade Internacional de Software Livre e os cidadãos de São Paulo.

Outro importante programa de Inclusão Digital é o Programa Acessa São Paulo, premiado internacionalmente, tendo aproximadamente quatrocentos postos de atendimento no Estado de São Paulo.

No Rio Grande do Sul tem-se a iniciativa inclusiva do Programa Sinergia Digital, criado e mantido pela PUCRS. Atende crianças, adolescentes e adultos, incluindo a chamada terceira idade, buscando uma formação integral do aluno. Os adolescentes de vilas carentes em torno da PUC recebem cerca de 70 horas de aula de informática e mais 30 horas de atividades esportivas, culturais e sociais. As turmas tem acompanhamento sócio-educativo (por acadêmicos de Psicologia), palestras e dinâmicas de grupo. As aulas são realizadas no mesmo laboratório de informática que atende alunos de graduação e pós-graduação da Faculdade de Administração, Contabilidade e Economia da PUCRS. Os alunos recebem ajuda de custo para o transporte até a PUCRS.

Referências

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XO || laptop

Posted on September 17th, 2008 in Uncategorized by admin
XO / The Childen’s Machine
Fabricante One Laptop Per Child (OLPC)
Quanta Computers
Conectividade Rede sem fio 802.11 mesh (interno)
Disponibilidade 1° trimestre de 2007
Armazenamento 1 GB de Memória Flash / 256 MB DRAM
Sistema operacional Red Hat Linux Fedora Core
Câmera USB (opcional)
Dispositivos de entrada Teclado / Touchpad / 3 portas USB
Fonte de energia Bateria elétrica / Manivela (acionamento manual) / Bateria de automóvel 12V / Tomada de parede 110/220V
Processador AMD Geode GX500@1.0W + 5536
Monitor LCD (TFT) com diagonal de 7″ (18 cm) e 200 dpi
Touchpad Tamanho alongado para permitir aprendizado de escrita

O XO (The Children’s Machine), anteriormente conhecido pelos codinomes Laptop de 100 dólares e 2B1, é um projeto de inclusão digital desenvolvido pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). Consiste em um projeto educacional para a criação de um notebook barato com o objetivo de difundir o conhecimento e novas tecnologias a todas as crianças do mundo.

Iniciativa anunciada por Nicholas Negroponte, presidente de OLPC. Essa é uma tecnologia que promete revolucionar a educação, diponibilizando computadores a um custo de U$100,00, tendo como alvo os países em desenvolvimento, entre eles o Brasil, que já demostraram interesse no projeto.

Sua fabricação ficará a cargo da empresa taiwanesa Quanta Computers – maior fabricante global de notebooks – e deverá começar no segundo trimestre de 2007.Nystedt, Dan (23 de outubro de 2006) Laptop de US$ 100 entra em produção no 2º trimestre de 2007 “IDG Now!” — acessado em 24 de outubro de 2006.

Especificações técnicas

Em 13 de maio 2007.OLPC wiki Especificações de hardware acessado em 13 de maio de 2007. As características apresentadas estão sujeitas a alterações.

Características físicas

  • 242mm × 228mm × 30mm
  • menos de 1.5kg
  • laptop conversível com display pivotante e reversível; gabinete resistente à poeira e umidade
Eletrônica embarcada:

  • CPU/fabricante e modelo: AMD Geode LX-700@0.8W
  • CPU/velocidade do clock: 433 Mhz
  • Compatibilidade: X86/X87-compatível, MMX, 3DNow!
  • Chipset: AMD CS5536 South Bridge
  • Memória: 256MB DRAM
  • Data rate: Dual – DDR333 – 166 Mhz
  • BIOS: 1024KB SPI-interface flash ROM; LinuxBIOS open-source BIOS
  • Armazenamento: 1024 MiB SLC NAND flash
Display:

  • Interface: Cristal líquido, 19cm(7,5″) diagonal, dual-mode TFT
  • Área visível: 152.4 mm × 114.3 mm
  • Resolução: 1200 (H) × 900 (V); 200 dpi
  • Display mono: Alta resolução, modo refletivo monocromático (1200 x 900)
  • Display em cores: resolução-padrão, quincunx-sampled, modo transmissivo em cores (800 x 600)
  • Chip especial DCON, que habilita o deswizzling e o anti-aliasing no modo em cores, ao mesmo tempo que habilita o display a permanecer ativo com o processador suspenso.
Periféricos integrados:

  • Teclado: 70+ teclas, 1,2mm de curso; montagem ‘key-switch’ selada de membrana de borracha

    • Imagens de Layouts - US International, Thai, Arábico, Espanhol, Português, Nigeriano, Francês
  • Teclas de Cursor: conjunto de cinco teclas; quatro teclas direcionais mais Enter
  • Touchpad: Dual capacitivo/resistivo; suporta modo de escrita
  • Audio: Analog Devices AD1888, codec de audio AC97-compatível; stereo, com dois alto-falantes internos; monofônico, com microfone interno e usando o Analog Devices SSM2211 para amplificação de audio
  • Sem-fio: Marvell Libertas 88W8388+88W8015, compatível com a norma 802.11b/g; duas antenas coaxiais ajustáveis
  • Indicadores de status: Power, bateria, WiFi; fechado/aberto
  • Camera de video: resolução de 640×480, 30fps
Conectores externos:

  • Alimentação: entrada DC de 2 pinos, em uso 10 a 20 V, pode trabalhar em -40 a 39 V
  • Saída de linha: tomada stereo padrão(3 pinos) chaveada de 3,5mm
  • Microfone: tomada mono padrão(2 pinos) chaveada de 3,5mm; modo de entrada selecionável por sensor
  • Expansão: 3 conectores Type-A USB-2.0; entrada para cartão MMC/SD (até 16GB)
  • Consumo máximo: 1000 mA (total)
Bateria:

  • Tipo: 5 pilhas, 6V montadas em série
  • Caixa rígida fechada; removível pelo usuário
  • Capacidade: 22,8 W/hora
  • Tipo: NiMH
  • Proteção do invólucro: Invólucro integrado com identificação
  • Sensor térmico integrado
  • Limitador de corrente polifusível integrado
  • Vida útil: mínimo de 2.000 ciclos carga/descarga
BIOS/loader:

  • LinuxBIOS; Open Firmware é usado como o bootloader.
Especificações ambientais:

  • Temperatura: algo entre as exigências típicas de laptop e especificações Mil; valores exatos ainda não estabelecidos;
  • Umidade: Semelhante ao item temperatura. Quando fechada, a unidade deve ser suficientemente vedada, de maneira que as crianças não precisam se preocupar com chuva ou poeira;
  • Variação de altitude: -15m a 3.048m (14.7 a 10.1 psia) (em funcionamento), -15m a 12.192m (14,7 a 4,4 psia) (desligado);
  • Choque 125g, 2ms, meia-onda (em funcionamento) 200g, 2ms, meia-onda (desligado)
  • Vibração aleatória: 0,75g zero-pico, 10Hz a 500Hz, taxa de varredura de 0.25 oct/min (em funcionamento); 1,5g zero-pico, 10Hz to 500Hz, taxa de varredura de 0,5 oct/min (desligado)
  • Paredes plásticas de 2mm (1,3mm é a espessura típica na maioria dos sistemas).
Exigências regulatórias:

  • As exigências usuais americanas e européias de IEM/CEM serão atingidas
  • Tanto o laptop quanto todos os acessórios fornecidos pela OLPC estarão completamente de acordo com as diretivas UL (Underwriters Laboratories Inc., EUA) e RoHS (Restriction of Hazardous Substances, UE).
O projeto do equipamento vem do designer industrial suíço Yves Béhar.

Produção

A produção em massa está prevista para outono 2007. Seguintes países se comprometeram: Argentina (500.000), Brasil (250.000), Líbia (1.200.000), Nigéria (1.000.000), Ruanda e Uruguai.

Referências

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Demoparty || laptop

Posted on September 11th, 2008 in Uncategorized by admin

Demoparty é um evento que reúne demosceners e outros entusiastas de computadores. Uma demoparty típica é um evento que ocorre durante um final de semana inteiro sem pausas, oferecendo aos visitantes uma diversidade de atividades para troca de conhecimento, diversão, competição de demos, etc. A mostra competitiva é exibida à noite, usando um projetor de vídeo e alto-falantes.

Conceito

Os visitantes de uma demoparty geralmente levam seus próprios computadores para criar, completar e exibir suas criações (as demos). Para isso, as parties providenciam um grande salão (muitas vezes um ginásio de esportes inteiro) com mesas cabeadas com eletricidade e (normalmente) lan com Internet. Devido a essa organização básica, as demo parties lembram as LAN parties e muitos dos maiores eventos (como The Gathering, Assembly e DreamHack) também reunem jogadores e outros entusiastas de informática além dos demosceners. Umas das diferenças alegadas pelos frequentadores de demoparties é que estas se diferenciam das LAN parties por passar mais tempo se socializando que na frente de seus computadores.

Os eventos maiores procuram criar termos alternativos para se descrever perante ao público. Enquanto os eventos sempre foram conhecidos como “demoparties”, “copyparties” ou somente “parties” pelos seus freqüentadores, são muitas vezes chamados de “conferências de computador”, “feiras de informática”, “festival de computadores”, “festival de arte informática” ou ainda “encontros geeks” ou “festivais nerds” pelos meios de comunicação e o grande público.

As demoparties são mais freqüentes na Europa, com cerca de cinqüenta eventos todos os anos. Em comparação, houve cerca de doze eventos semelhantes nos EUA. A maioria dos eventos é regional, reunindo demomakers de um único país, enquanto os maiores eventos internacionais (como o Breakpoint e Assembly) atraem visitantes de todo o planeta.

A maioria das demoparties são relativamente pequenas, com um número de visitantes variando entre algumas dezenas a uma centena. Os eventos maiores muitas vezes reunem milhares de visitantes, muitas vezes sem relação alguma com a demoscene.

Demo parties mais significativas

Demoparty Local Anos Descrição
7DX Party Istanbul, Turquia 2002 -
Abstract Party Gliwice, Polônia 2001 -
Alternative Party Helsinki, Finlândia 1998 - Um evento alternativo freqüentado em sua maioria por veteranos.
Assembly Helsinki, Finlândia 1992 - Uma das mais antigas demoparties em atividade no mundo.
BCN Party Barcelona, Espanha 2000 -
Breakpoint Bingen, Alemanha 2003 - A maior demoparty “restrita” à demoscene, sucessora do Mekka & Symposium.
Buenzli Winterthur, Suíça 1999 -
Chaos Constructions São Petersburgo, Rússia 1999 - 2001, 2004 - A maior demoparty das ex-repúblicas soviéticas, sucessora da Enlight.
Codex Alpe Adria Udine, Itália 2003 - Evento com foco em Commodore64 e Amiga.
Euskal Encounter Bilbao, Espanha 1995 - Demo e LAN-party.
Evoke Köln, Alemanha 1997 - Demoparty oarganizada pela Digitale Kultur e. V..
Function Budapest, Hungria 2003 -
FOReVER Trencin, Eslováquia 2003 - Evento exclusivamente 8-bit (Atari, Commodore 64, ZX Spectrum).
The Gathering Lillehammer, Noruega 1992 - Maior demoparty norueguesa, se tornou nos últimos anos mais uma LAN-party.
if Valencia, Espanha 2003 -
Inércia Porto, Portugal 2001 -
Mekka & Symposium Fallingbostel, Alemanha 1996 - 2002 Uma das demoparties mais respeitadas. Com o seu fim, parte da organização do evento criou o Breakpoint.
Nullarbor Perth, Austrália 2005 - Única demoparty Australiana.
Pilgrimage Salt Lake City, Utah, EUA 2003 - Única demoparty norte-americana.
React Patras, Grécia 2002 - 2004
PixelShow Patras, Grécia 2005 - Sucessora da React.
Sundown Exeter, Reino Unido 2005 - A primeira demoparty no Reino Unido desde 1999.
Solskogen Ås, Noruega 2002 -
Scene Event Harridslev, Dinamarca 2000 - Conhecida anteriormente como Summer Encounter
Takeover Eindhoven, Países Baixos 1997 - 2001
The Party Aars, Dinamarca 1992 - 2002 Um das maiores e mais antigos eventos, foi abandonada pelo público em seus últimos anos por falta de apoio.
The Ultimate Meeting Durlach, Alemanha 1999, 2002 - Organizada geralmente entre o Natal e o ano novo.
VIP Lyon, França 1999 - 2002
X Ruurlo, Países Baixos 1995 - Evento para Commodore 64
FS LanParty Lisboa, Portugal 2007 -

(Nota: Os anos indicados podem incluir alguns em que o evento não foi organizado, mas ocorreu tanto antes quanto depois)

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