Demoparty || laptop

Posted on September 11th, 2008 in Uncategorized by admin

Demoparty é um evento que reúne demosceners e outros entusiastas de computadores. Uma demoparty típica é um evento que ocorre durante um final de semana inteiro sem pausas, oferecendo aos visitantes uma diversidade de atividades para troca de conhecimento, diversão, competição de demos, etc. A mostra competitiva é exibida à noite, usando um projetor de vídeo e alto-falantes.

Conceito

Os visitantes de uma demoparty geralmente levam seus próprios computadores para criar, completar e exibir suas criações (as demos). Para isso, as parties providenciam um grande salão (muitas vezes um ginásio de esportes inteiro) com mesas cabeadas com eletricidade e (normalmente) lan com Internet. Devido a essa organização básica, as demo parties lembram as LAN parties e muitos dos maiores eventos (como The Gathering, Assembly e DreamHack) também reunem jogadores e outros entusiastas de informática além dos demosceners. Umas das diferenças alegadas pelos frequentadores de demoparties é que estas se diferenciam das LAN parties por passar mais tempo se socializando que na frente de seus computadores.

Os eventos maiores procuram criar termos alternativos para se descrever perante ao público. Enquanto os eventos sempre foram conhecidos como “demoparties”, “copyparties” ou somente “parties” pelos seus freqüentadores, são muitas vezes chamados de “conferências de computador”, “feiras de informática”, “festival de computadores”, “festival de arte informática” ou ainda “encontros geeks” ou “festivais nerds” pelos meios de comunicação e o grande público.

As demoparties são mais freqüentes na Europa, com cerca de cinqüenta eventos todos os anos. Em comparação, houve cerca de doze eventos semelhantes nos EUA. A maioria dos eventos é regional, reunindo demomakers de um único país, enquanto os maiores eventos internacionais (como o Breakpoint e Assembly) atraem visitantes de todo o planeta.

A maioria das demoparties são relativamente pequenas, com um número de visitantes variando entre algumas dezenas a uma centena. Os eventos maiores muitas vezes reunem milhares de visitantes, muitas vezes sem relação alguma com a demoscene.

Demo parties mais significativas

Demoparty Local Anos Descrição
7DX Party Istanbul, Turquia 2002 -
Abstract Party Gliwice, Polônia 2001 -
Alternative Party Helsinki, Finlândia 1998 - Um evento alternativo freqüentado em sua maioria por veteranos.
Assembly Helsinki, Finlândia 1992 - Uma das mais antigas demoparties em atividade no mundo.
BCN Party Barcelona, Espanha 2000 -
Breakpoint Bingen, Alemanha 2003 - A maior demoparty “restrita” à demoscene, sucessora do Mekka & Symposium.
Buenzli Winterthur, Suíça 1999 -
Chaos Constructions São Petersburgo, Rússia 1999 - 2001, 2004 - A maior demoparty das ex-repúblicas soviéticas, sucessora da Enlight.
Codex Alpe Adria Udine, Itália 2003 - Evento com foco em Commodore64 e Amiga.
Euskal Encounter Bilbao, Espanha 1995 - Demo e LAN-party.
Evoke Köln, Alemanha 1997 - Demoparty oarganizada pela Digitale Kultur e. V..
Function Budapest, Hungria 2003 -
FOReVER Trencin, Eslováquia 2003 - Evento exclusivamente 8-bit (Atari, Commodore 64, ZX Spectrum).
The Gathering Lillehammer, Noruega 1992 - Maior demoparty norueguesa, se tornou nos últimos anos mais uma LAN-party.
if Valencia, Espanha 2003 -
Inércia Porto, Portugal 2001 -
Mekka & Symposium Fallingbostel, Alemanha 1996 - 2002 Uma das demoparties mais respeitadas. Com o seu fim, parte da organização do evento criou o Breakpoint.
Nullarbor Perth, Austrália 2005 - Única demoparty Australiana.
Pilgrimage Salt Lake City, Utah, EUA 2003 - Única demoparty norte-americana.
React Patras, Grécia 2002 - 2004
PixelShow Patras, Grécia 2005 - Sucessora da React.
Sundown Exeter, Reino Unido 2005 - A primeira demoparty no Reino Unido desde 1999.
Solskogen Ås, Noruega 2002 -
Scene Event Harridslev, Dinamarca 2000 - Conhecida anteriormente como Summer Encounter
Takeover Eindhoven, Países Baixos 1997 - 2001
The Party Aars, Dinamarca 1992 - 2002 Um das maiores e mais antigos eventos, foi abandonada pelo público em seus últimos anos por falta de apoio.
The Ultimate Meeting Durlach, Alemanha 1999, 2002 - Organizada geralmente entre o Natal e o ano novo.
VIP Lyon, França 1999 - 2002
X Ruurlo, Países Baixos 1995 - Evento para Commodore 64
FS LanParty Lisboa, Portugal 2007 -

(Nota: Os anos indicados podem incluir alguns em que o evento não foi organizado, mas ocorreu tanto antes quanto depois)

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W-CDMA || laptop

Posted on August 27th, 2008 in Uncategorized by admin

W-CDMA, abreviação de Wide-Band Code-Divison Multiple Access, é a tecnologia 3G líder e é a única usada em UMTS. É uma tecnologia de interface de rádio de banda larga que provê velocidades de dados muito superiores - até 2 Mbit/s. Permitirá o uso mais eficiente do espectro de rádio, se comparado a outras técnicas de rádio disponíveis hoje.

Com taxas de velocidades de transmissão de dados até 100 vezes superiores às taxas das redes móveis de hoje, sistemas W-CDMA habilitam uma nova geração de serviços que misturam diferentes elementos de mídia, incluindo voz, vídeo, som digital, cor, imagens e animações.

Ele foi projetado desde o início para tratar serviços de multimídia que demandam grande largura de banda, ou seja, serviços de Internet móvel. Estes serviços serão acessados por parte dos usuários através de uma grande variedade de aparelhos, incluindo telefones móveis, PDAs, palm pilots e laptops.

Foi adotado como padrão pelo ITU (União Internacional de Telecomunicação) com o nome de “IMT-2000 direct spread”.

Uma evolução ao padrão W-CDMA é o chamado HSDPA, que proporciona velocidades da ordem de 10Mbit/s no enlace direto, exclusivamente para transmissão de dados.

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Celeron || laptop

Posted on August 20th, 2008 in Uncategorized by admin

Celeron é a marca usada pela Intel em diferentes microprocessadores x86 de baixo custo.

A família Celeron complementa a linha de alta performance da empresa (atualmente a Core2 Duo, anteriormente a linha Pentium). Indroduzido em 1998, o primeiro Celeron era baseado no Pentium II, porém sem cache externo. Versões posteriores eram baseados no Pentium III, Pentium 4, Pentium M, Core Solo, Core Duo e Core2. Esses processadores rodam muitos aplicativos de forma satisfatória, porém apresentam algumas limitações de performance quando rodam aplicativos mais pesados e exigentes (como jogos e demais aplicativos 3D).


Introdução

O Celeron foi introduzido como uma resposta da Intel à perda do mercado de CPUs de baixo custo, particularmente para os Cyrix 6×86, AMD K6 e outros (como o IDT Winchip). A alternativa econômica da empresa até então era o Pentium MMX, que já há muito tempo não apresentava uma performace competitiva. Embora fosse uma aposta segura, o Pentium MMX, com seus 233 Mhz, enfrentava concorrentes muito mais poderosos que utilizavam a mesma placa mãe(o K6 podia chegar à 333 Mhz), e muitas vezes à preços similares.
Ao invés de continuar prolongando a vida útil do Pentium MMX (e por extensão do padrão Socket 7, utilizado pelos concorrentes), a Intel optou por uma solução que já havia aplicado na época dos 486 DX e SX: desenvolver uma versão limitada do seu modelo “topo de linha” - o Pentium II - e vendê-la a preços mais acessíveis, esperando capitalizar sobre a marca.
Apesar de alguns percalços iniciais o Celeron acabou ganhando aceitação e, de certa forma, acabou se tornando quase um padrão para máquinas direcionadas ao uso em escritórios.


Convington

Esse foi o codinome do primeiro tipo, que era essencialmente um Pentium II de 266 MHz sem o cache secundário (L2) incluído. O processador também compartilhava o código de produto 80523 do Deschutes. Com frequências de 266 à 300 MHz (de 33 à 66 MHz a mais que os Pentium MMX) os processadores entretanto eram consideravelmente mais lentos do que os produtos que se propunham a substituir. As vendas na época do lançamento foram consideraveis, principalmente pelo nome da Intel, porém o produto teve uma péssima repercussão na imprensa especializada e com os profissionais da área de computação. O mercado rapidamente se desinteressou, o produto ganhou fama de baixa performance, e a incrível queda nas vendas obrigou a Intel desenvolver uma nova solução o mais rápido possível.
No mais, esse processador é interessante para Overckers por seu flexivel índice de Overclock em relação ao seu Preço.

Mendocino

O Celeron “Mendocino foi lançado em 24 de agosto de 1998, e foi o primeiro processador produzido em larga escala a apresentar o cache L2 integrado ao núcleo , a exemplo do Pentium Pro. Ao passo que o Covington não tinha cache L2 algum, o Mendocino incluía 128 Kb de cache L2 rodando à mesma velocidade do processador. Embora com modestos 300 Mhz de freqüência (mesmo para a época), o novo modelo oferecia quase que o dobro da performance do antigo Covington. Para distingui-lo do modelo anterior que também rodava a 300 Mhz a Intel se referia aos processadores com núcleo Mendocino como “Celeron 300A Embora os outros Mendocinos (por exemplo o 333 Mhz) não tivessem o “A” no nome, as pessoas se referiam a ele como “Celeron-A” independente da velocidade.

Os novos Mendocino ofereciam boa performance, e foram bem sucedidos desde o lançamento. Na verdade, muitos especialistas consideraram o Mendocino bem sucedidos demais—a performance era suficientemente alta para competir não somente com os rivais da faixa de mercado, como também para atrair compradores do então lucrativo carro-chefe da Intel, o Pentium II. Os overclockers rapidamente descobriram que, dispondo de uma placa mãe adequada e de qualidade, o Celeron 300A podia rodar com estabilidade a 450 MHz. Isso era feito simplesmente aumentando a freqüência externa (FSB) do padrão de fábrica à 66 MHz para os 100 MHz utilizados no Pentium II. Nessa velocidade o Celeron Mendocino rivalizava com os processadores x86 mais rápidos do mercado.

Na época cache integrado ao núcleo (on-die) era difícil de fabricar; especialmente o cache L2, já que cada vez mais era necessário para se atingir um nível considerável de performance. Um de seus benefícios e que ele opera à mesma freqüência da CPU. Todas as outras CPUs da época utilizavam cache L2 montado ou na placa mãe ou em um slot separado, o que tornava-o fácil de fabricar, barato e permitia que se aumentasse seu tamanho para qualquer um desejado (valores típicos eram de 512 KB à 1 MB), mas eles sofriam de performance reduzida, rodando geralmente à velocidade do FSB (60 à 100 MHz). A implementação do cache de 512 Kb do Pentium II foi inovadora (posteriormente copiada pela AMD em seu Athlon), apresentando o cache L2 montado em uma placa especial junto com o processador, rodando à metade da freqüência deste e comunicando-se com ele através de um barramento especial. Este método de construção era dispendioso e impunha limitações ao tamanho do cache, mas permitia que o Pentium II fosse elevado à freqüências mais altas, além de evitar latências e demais contingências necessárias nas configurações com cache montado na placa mãe.

Com o tempo novos processadores de núcleo Mendocino foram lançados com clock de 333, 366, 400, 433, 466, 500 e 533 MHz. Os Celeron “Mendocino” eram projetados para utilizar apenas FSB de 66 Mhz, mas isso só se tornaria um gargalo de performance mais sério quando as velocidades chegassem à níveis maiores.

Os Celeron Mendocino também introduziram novos encapsulamentos. Quando foram lançados os “Mendocinos” vinham tanto em Slot 1 SEPP quanto em soquete 370 PPGA. O encapsulamento SEPP tinha sido desenhado originalmente para acomodar o cache L2 do Pentium II, mas uma vez que os Celerons possuiam esse componente integrado no núcleo, não havia razão para manter a sobreplaca, e a Intel descontinuou a versão Slot 1 - à começar com o modelo de 433 Mhz, apenas a versão PPGA soquete 370 estaria disponível (fabricantes independentes entretanto desenvolveramum acessório que permitia a montagem de um processador PPGA soquete 370 em uma placa mãe Slot 1).
Um fato interessante é que, apesar de ser oficialmente um processador de “baixo custo”, o modo de multiprocessamento simétrico continuava disponível, e pelo menos uma placa mãe foi lançada (a ABIT BP6) para aproveitar esse fato.

O Mendocino também possuía uma variação para notebooks, com velocidades entre 266, 300, 333, 366, 400, 433, 466, 500, 533, 566 e 600 MHz.

No esquema de nomeclatura “Family/Model/Stepping” da Intel, os Mendocinos pertencem à família 6, modelo 6 e código interno 80524. Estes códigos são compartilhados com o modelo relacionado Dixon, a versão portátil do Pentium II.


Coppermine-128

A próxima geração de Celeron era o Copermine-128 (alguns o conhecem como “Celeron II”). Este derivado do Pentium III Coppermine foi lançado em março do ano 2000. Como o Mendocino tinha 128 KiB de cache L2 incluídos no chip e continuava com a velocidade de barramento de 66 MHz. Eram praticamente identicos, com a exceção do cache menor e a velocidade do FSB mais baixo.

Por teoria o processador tem um núcleo adaptado, pois não foi noticiado o suporte ao SSE. O Celeron foi no seu tempo o único processador do mercado que rodava 66 MHz e ia com a mesma velocodade na memória RAM e foi significamente mais lento em relação ao seu concorrente. As vendas vinham diminuindo e o mercado numa discussão fácil queria ver versões de 100 MHz. A Intel disse não, pois era muito provável que já enfrentava grandes problemas em relação ao tempo e também concentrava recursos para entregar volumes suficientes de seu Pentium III.

Todos os processadores foram fabricados com o encapsulamento FCPGA assim como os Pentium III Coppermine. Estes iniciaram em 533 MHz e vieram em seguida 566, 600, 666, 700, 733 e 766 MHz. Devido às limitações dos 66 MHz havia uma pequena diferença de performance entre os modelos de maior clock e como por um tempo concorreu com o “antigo” AMD K6-2, isso era aceitável. Em julho do ano 2000 a AMD lançou seu Duron, derivado do Athlon - um processador com barramento maior e mais memória cache. O Coppermine-128 ficou incompetitvo como o original de 266 MHz.

Entretanto sua performance era revelada quado o processador era overclocado para operações de 100 MHz. Overclocava um processador de 566 MHz para 850 MHz ou um 600 MHz para 900 MHz e dava bons resultados, desde que os sistemas suportassem sem a necessidade de aumentar a ventilação ou a voltagem. Em particular um número de processadores de 600 MHz foram vendidos com a voltagem de 1,7V: Esses podem rodar a 100 MHz com mais estabilidade comparado aos mesmos processadores que tem voltagem de 1,5V.

Em 31 de janeiro de 2001 a Intel finalmente mudou a velocidade do FSB para 100 MHz. Embora o processador de 800 MHz (o primeiro com 100 MHz) fosse menos poderoso que o Duron, em porcentagem, era uma opção perfeitamente viável. Todos as opções a partir de 800 MHz vem com o barramento de 100 Mhz, as de 850, 900, 950, 1000 e 1100 MHz.

Nos esquemas de identificação da Intel, o Coppermine-128 é a família 6, modelo 8 e o seu código é 80526.


Tualatin-256

A próxima geração de Celerons foi baseado no núcleo Tualatin do Pentium III e feito com o processo de 0,13 micrometros. Foi apelidado de “Tualeron”, junção das palavras “Tualatin” e “Celeron”. Alguns softwares e usuários referiam o processador como “Celeron-S”, referindo a linha de chips Pentium III-S, mas não era uma desiguinação oficial. A linha inicia com 1000 MHz e 1100 Mhz (novamente com a letra “A”, diferenciando-os das versões Coppermine-128) e continuou com 1200, 1300 e 1400 MHz.

Os “Tualerons” são semelhantes em fabricação ao Pentium III, agora a maior diferença era velocidade de 100 MHz em relação aos 133 Mhz do Pentium III Tualatin. O cache do Celeron apresentava latencia “1″ e o Pentium III tinha latência “0″. Eram excelentes para overcloking, pois era fácil mudar a velocidade do barramento para 133 MHz. Vinham com 256 KiB de cache nível 2.

Esse foi o último dos Celerons “P6″. Eles foram vendidos em paralelo com os Celerons baseados do Pentium 4.

Nos esquemas de identificação da Intel, o Tualatin-256 é a família 6, modelo 11 e o seu código é 80530.


Willamette-128

A próxima série de Celeron é baseada no núcleo do Pentium 4 Willamette e tem, em consequência, um diferente design. São muito conhecidos como “Celeron 4″. Possuem 128 KiB como 256 KiB e 512 KiB de memória cache, mas são muito similares em desempenho.

Nos esquemas de identificação da Intel é a família 15, modelo 1 e o seu código é 80531.


Northwood-128

Alguns Celerons são baseados no núcleo do Pentium 4 Northwood e possuem 128 KiB de cahe nível 2. A única diferença entre esse e o Willamette-128 é o seu processo de fabricação de 0,13 micrometros e a voltagem de 1,52V comparado ao 1,7 do modelo anterior. A performance também contiua o mesmo.

Nos esquemas de identificação da Intel é a família 15, modelo 2 e o seu código é 80532.


Northwood-256

Esse foi o núcleo utilizado para equipamentos móveis (Laptops). Baseado no núcleo Northwood possui 256 KiB de cache L2.


Banias-512

Esse modelo agora é baseado no núcleo Banias do Pentium M, e as diferenças são a metade da memória cache nível 2 (L2) e o não suporte à tecnologia SpeedStep. Sua performance pode ser comparada ao do Pentium M, porém a tempo de duração da bateria é menor em relação ao notebook com Pentium M.

Um sistema equipado com Celeron M não pode levar o nome Centrino, mesmo equipado com o Chipset i855 ou i915 e o chip WI-FI Intel PRO.

Nos esquemas de identificação da Intel é a família 6, modelo 9 e o seu código é 80535. É a mesma identificação do Pentium M.


Shelton

O núcleo Shelton é o Banias sem o cache L2 e o SpeedStep desabilitado. Ele é usado numa placa-mãe de pequenas dimensões da Intel, o D845GVSH, e introduzido nos mercados asiático e norte-americanos. O mesmo processador é identificado como “Intel Celeron 1000B”, para diferenciar dos antecessores Copermine-128 e Tualatin-256 de 1 GHz.


Dothan-1024

É um Celeron de 90 nanometros (0,09 micrometros) derivado do Pentium M de 90 nm, com a metade do cache nível 2 e como o antecessor, sem o Speed Step.

Como o Pentium M dessa geração são identificados como a família 6, modelo 13 e o seu código é 80536.


Yonah-1024

A nova série Celeron M 400 é baseado no núcleo Yonah do processador Core Solo. Como os dois últimos antecessores, vem com metade do cache nível 2 (1 MiB) e sem SpeedStep. Foram inclúidas novos fatores para esse Celeron M, como o barramento à 533 MTs, instruções SSE3 e suporte ao XD bit (vem também na série J do Dothan-1024).


Meron-1024

O Meron-1024 é um processador de núcleo simples baseado do Core 2 Meron e tem metade do cache (1 MiB) , o SpeedStep e a Tecnologia de Virtualização desabilitados, contudo, vem com a tecnologia EM64T, XD bit e barramento de 533 MHz.


Prescott-256

O primeiro processador Celeron D é baseado no núcleo Prescott do Pentium 4 e vem com cache L2 de 256 KiB. É caracterizado pelo barramento de 533 MHz, instruções SSE3 e leva o número 3XX (comparados aos 5XX dos Pentium 4 e 7XX dos Pentium M). Ele também implementado a nível de hardware com a tecnonologia EM64T muito embora esteja desabilitado nos modelos 3X0/3X5 (exceto o 355) e habilitado nos modelos 3X1/3X6.

Assim, os modelos sem EM64T são: 365 - 3,6 GHz, 350 - 3,2 GHz, 345 - 3,06 GHz, 340 - 2,93 GHz, 335 - 2,8 GHz, 330 - 2,66 GHz, 325 - 2,53 GHz, 320 - 2,4 GHz, 315 - 2,26 GHz, 310 - 2,13 GHz.

E os com EM64T: 366 - 3,6 GHz, 355 - 3,3 GHz, 351 - 3,2 GHz, 346 - 3,06 GHz, 341 - 2,93 GHz, 336 - 2,8 GHz, 331 - 2,66 GHz, 326 - 2,53 GHz, 321 - 2,4 GHz, 316 - 2,26 GHz, 311 - 2,13 GHz.

O Celeron D trabalha com chipsets i845 e i855. O sufixo D serve apenas para diferencia-los das gerações anteriores, já que diferente do Pentium D, o Celeron D não tem núcleo duplo.

Os processadores assim como os Pentium 4 Prescott são identificados como a família 15, modelo 3 (até E0) ou 4 (do E0 a diante) e o código 80546 ou 80547 dependendo do tipo de soquete.


Cedar Mill-512

Esses modelos são baseados no núcleo Cedar Mill do Pentium 4. Essas versões continuam com o esquema de nomes 3XX agora como Celeron D347 (3,06 GHz), 352 (3,2 GHz), 356 (3,33 GHz), 360 (3,46 GHz) e 365 (3,6 GHz) e tem as mesmas características do Prescott-256 com metade do cache L2 (256 KiB) e o processo de fabricação de 65 nanometros.

No esquema de identificação todos os Ceddar Mills são da família 15, modelo 6 e o código é 80552.

Futuros Celerons

O roadmap da Intel lista uma série de novos Celeron baseados na microarquitetura do Core2. Há poucas informações deles, a não ser que venham a usar o núcleo Conroe-L e usarão nos nomes 4XX.

Serão processadores como de sempre voltados ao mercado de baixo custo, como o processador baseado no núcleo do AMD K8, o Sempron.

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Interface paralela || laptop

Posted on August 14th, 2008 in Uncategorized by admin

A porta paralela é uma interface de comunicação entre um computador e um periférico. Quando a IBM criou seu primeiro PC (”Personal Computer” ou “Computador Pessoal”), a idéia era conectar a essa porta a uma impressora, mas atualmente, são vários os periféricos que se podem utilizar desta conexão para enviar e receber dados para o computador (exemplos: scanners, câmeras de vídeo, unidade de disco removível entre outros).

A partir do sistema operacional Windows 95 tornou-se possivel efetuar comunicação entre dois computadores através da porta paralela, usando um programa nativo chamado “comunicação direta via cabo”. Esta rede é muito simples de ser implementada, bastando apenas a utilização de um cabo DB25, conectado entre os dois computadores. É, no entanto, necessária uma configuração específica nos cabos para que a rede possa funcionar corretamente.

Comunicação em Paralelo

Na comunicação em paralelo, grupos de bits são transferidos simultaneamente (em geral, byte a byte) através de diversas linhas condutoras dos sinais. Desta forma, como vários bits são transmitidos simultaneamente a cada ciclo, a taxa de transferência de dados (throughput) é alta.

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Teletrabalho || laptop

Posted on August 9th, 2008 in Uncategorized by admin

Teletrabalho, também dito trabalho remoto, significa, literalmente, trabalho à distância. Concretamente, trata-se de trabalho que é realizado quando se está a utilizar equipamentos que permitem que o trabalho efectivo tenha efeito num lugar diferente do que é ocupado pela pessoa que o está a realizar.

Existem diferentes concepções deste termo e termos similares. É uma área em rápido crescimento no início do terceiro milénio.

Teletrabalho não não deve ser confundido como uma função específica nem uma atividade, mas como realizamos determinadas atividades remotamente. Você pode ser um Analista, um Engenheiro, um Prestador de Serviço exclusivo de uma organização, enfim, qualquer função, porém, faz uso de tecnologia e de comunicação para exercê-la em um local diferente da empresa, que pode ser sua casa, um centro compartilhado ou no próprio cliente.

O que faz esta relação ser Teletrabalho é a exclusividade do serviço, do comprometimento com a organização e/ou o contrato de trabalho estabelecido, isto é, há uma relação de trabalho entre a organização e o trabalhador, que através de mecanismos digitais (softwares), eletrônicos (computadores) e de comunicação (telefone, fax, até Skype…), faz existir este compromisso de ambas as partes. O diferencial da forma tradicional, é que o trabalhador não fica restrito ao espaço da empresa, obrigado a se deslocar para o trabalho diariamente para exercer sua atividade. Ele possui um acordo com a empresa prevendo outras possibilidades para este relacionamento fora do ambiente de trabalho.

Mas não é só dar um laptop para o funcionário. É preciso haver um projeto que compreenda um estudo dos processos da empresa identificando os “teletrabalháveis”, uma seleção adequada do funcionário que se enquadre em determinadas condições para trabalhar fora da empresa, a adequação dos equipamentos e softwares a serem usados, o treinamento dos gerentes e demais funcionários, para que eles também possam lidar com as condições deste profissional que não estará presente fisicamente, mas estará trabalhando para a empresa onde estiver.

Existem diversas empresas que adotam o Teletrabalho, porém, muitas delas não assumem como tal, uma vez que o conceito está difundido entre outras estratégias, como automação de forças de vendas e consultores (por exemplo). Muitas destas empresas são casos brasileiros de Teletrabalho, aplicado na Automação de Forças de Vendas, Consultores Externos, Gestores Regionais, enfim, em diversas posições dentro da organização.

Podemos dizer que as principais áreas de atuação estão nas áreas de vendas, consultoria, engenharia e prestadores de serviços, principalmente na área de Tecnologia da Informação, executivos de grandes empresas e, mais recentemente, televendas/tele-atendimento (Call Centers).

  • TES, Telework education system
  • SOBRATT - Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades
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Alan Kay || laptop

Posted on August 5th, 2008 in Uncategorized by admin

Alan Curtis Kay (Springfield, Massachusetts, 17 de maio de 1940) é um dos inventores da linguagem de programação Smalltalk e um dos pais do conceito de programação orientada a objetos, que lhe valeu o Turing Award em 2003. Também, concebeu o laptop e a arquitetura das modernas interfaces gráficas dos computadores (GUI).

Infância e Adolescência

Logo após o seu nascimento, sua família mudou-se para a Austrália, onde moraram por alguns anos, até que se mudaram novamente para os Estados Unidos, em função da ameaça de invasão japonesa, durante a Segunda Guerra Mundial.

“Quando comecei a frequentar a escola, já tinha lido umas centenas de livros. Sabia, nos primeiros anos escolares (first grade), que estavam mentindo para mim, porque já conhecia outros pontos de vista. A escola é, basicamente, um ponto de vista — aquele que o professor tem ou que os livros texto têm. Eles não gostam da idéia de haver pontos de vista diferentes, então era uma batalha. É claro que começava a falar com a minha voz de um garoto de cinco anos de idade”

Início da Vida Acadêmica

Enquanto estudava na Universidade de Utah, aprendeu sobre o inovador programa chamado Sketchpad e começou a programar em Simula. Tomando emprestado os conceitos desses sistemas, como também dos seus conhecimentos em Biologia e Matemática, formulou sua “analogia algébrico-biológica”. Kay lançou o postulado de que o computador ideal deveria funcionar como um organismo vivo, isto é, cada “célula” comportar-se-ia relacionando-se com outras a fim de alcançar um objetivo, contudo, funcionando de forma autônoma. As células poderiam também reagrupar-se para resolver um outro problema ou desempenhar outras funções.

Influência de Seymour Papert

No outono de 1968, Kay teve o seu primeiro encontro com Seymour Papert, no Laboratório de Inteligência Artificial do MIT, e ficou interessado na linguagem LOGO. Toda a concepção de Kay sobre o papel do computador na sociedade foi mexida, quando ele viu Papert e seus colegas ensinando crianças a programar em LOGO.

“Em 1968, vi duas ou três coisas que mudaram minha noção de computação por completo. A maneira como pensávamos sobre isso era a de Doug Engelbart, que o mainframe era como uma estrada de ferro, a qual pertencia a uma instituição que decidia o que e quando você poderia fazer algo. Engelbart seguiu as idéias de Henry Ford. Um computador pessoal era visto nos anos de 1960 como se fosse um automóvel. Em 1968, vi o primeiro trabalho de Seymour Papert com crianças usando LOGO, e vi o primeiro bom sistema de reconhecimento de caracteres manuscritos na Rand. Era um sistema fabuloso. E isso teve uma grande influência sobre mim porque havia algo intuitivo. Quando combinei esse sistema com a idéia de crianças usando-o, surgiu para mim o conceito de um computador como sendo mais do que uma supermídia. Seria algo mais como um superpapel.”

Em 1968, após visitar Seymour Papert, começa a pensar sobre um computador do tamanho de um livro que poderia ser usado para substituir o papel. Kay percebe que esse dispositivo seria especialmente útil para as crianças. Essa idéia o estimulou a construir um modelo de um computador portátil que viria a ser um laptop. Mais tarde, em 1970, Kay projetou um dispositivo, chamado por ele de “KiddiKomp”, que era um computador portátil barato com uma tela de CRT a fim de avaliar a computação móvel.

Projetos

Após escrever uma tese sobre orientação a objetos gráfica e receber o título de Ph.D. na Universidade de Utah, ele passou dois anos como pesquisador no Laboratório de Inteligência Artificial de Stanford. Durante este período, Kay se envolveu, entre outras coisas, com projeto de linguagem de programação. Também, passou algum tempo ensinando.

Era Xerox PARC

Kay começou como consultor na Xerox PARC, em setembro de 1970, e passou a ser pesquisador da empresa em 1971. Envolveu-se com o projeto da linguagem de programação Smalltalk durante 1971-72 e passou a usar Smalltalk num contexto educacional. Crianças foram postas em contato com computadores e tiveram suas reações analisadas. Junto com os seus colegas da PARC (influenciado pelas psicologias desenvolvimental e cognitiva de Jean Piaget e Jerome Bruner), Kay concluiu que as crianças aprendiam melhor através da progressão a partir de um envolvimento cinético, passando por imagens e configurações até chegar ao uso de representações abstratas e simbólicas. Foi esta pesquisa que motivo o uso intenso de gráficos e animações no desenvolvimento da linguagem Smalltalk. Algumas das crianças que tiveram contato com Smalltalk tornaram-se aptas a usá-lo e, destas, algumas chegaram a desenvolver sozinhas programas complicados.

O projeto Smalltalk foi influenciado pela analogia de Kay baseada em princípio biológicos e algébricos. Ela idealiza entidades individuais, ou células, que se comunicam entre si pela troca de mensagens. De certa forma, a linguagem Smalltalk pode ser considerada como a mãe das linguagens orientadas a objetos.

Enquanto liderava esse projeto na PARC, Kay contribuiu para o desenvolvimento da Ethernet, impressora laser e o modelo de rede cliente-servidor.

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Vandal Savage || laptop

Posted on July 22nd, 2008 in Uncategorized by admin

Vandal Savage é um personagem de histórias em quadrinhos e um supervilão do Universo da DC Comics. A primeira aparição de Savage foi em Lanterna Verde (Vol. 1) #10 em 1943, e foi criado por Alfred Bester e Martin Nodell.

A ameaça de Savage encontra-se no fato que é um brilhante estrategista, de ser imortal e possui-se um poder tecnológico imenso. É um dos bandidos o mais persistente da DC. e lutou contra muitos heróis diferentes durante todo a história.

Ficha técnica

Primeira aparição=Lanterna verde # 10 (Inverno, 1943/44),Criado
por
Alfred Bester e Martin Nodell.

Alter ego =Vandar Adg
Afiliações =Illuminati, Solaris (futuro)
Afiliações precedentes =Sociedade da Injustiça, Tartarus
Pseudônimos notáveis =Khafre, Julio César, Blackbeard, Genghis Khan
Poderes notáveis =Imortalidade, atributos realçados, habilidades excelentes do combate, conhecimentos de milênios de história, da guerra e da ciência.

História

Na pré-história, 50.000 A.C, Savage era um homem da caverna do tipo Cro-Magnon chamado Vandar Adg, líder da Tribo do sangue, que seria banhado na radiação de um meteorito misterioso, que lhe deu o intelecto e a imortalidade inacreditável. Um observador da Tribo do urso mais tarde aproximar-se-ia que o mesmo meteorito e transformaria no castigo merecido eterno do Savage, homem Imortal, possuindo o poder de ressucitar como um personagem novo cada vez que é morto.

A primeira marca do Savage na “história” do universo da Dc. veio quando e um povo tentou e destruiu a cidade perdida de Atlântida. Esse povo se tornou conhecido como o Illuminati, que serve Savage como seu líder, desde então.

Ao que parece Vandal governou centenas das civilizações sob centenas dos nomes. Ele alega ter sido o Faraó Khafre, Alexandre o grande, Julio César, Genghis Khan, Blackbeard, e Vlad o Impalador (cuja lenda diz que era o Conde Drácula), para nomear alguns. Trabalhou também como amigos e conselheiros aos gostos de Erik o vermelho, Napoleão Bonaparte, Ras al Ghul, Otto von Bismarck e Adolf Hitler.

Durante a Era de Ouro, Savage lutou contra a Sociedade da Justiça de América. A primeira Aparecição na Era de Prata de Savage foi The Flash (volume 1) #137 em 1962, em que tentou capturar os membros da sociedade da justiça atras de vingança, mas foi derrotado pelos flashes Jay Garryck e Barry Allen. Savage continuaria a fazer vários ataques a Sociedade da Justiça em outras histórias seguintes.

Homem Imortal

Finalmente, o inimigo do Savage o Homem Imortal apagou-se da existência para conservar o mundo durante a Crise nas infinitas terras, e Mitch Shelley, o Homem Ressurreição, um amnético com poderes similares, fez exame sobre aqueles personagens. Vivendo assim por muito tempo, o Savage as caras com possivelmente cada único herói caracterizado no universo da Dc., após, presente, e futuro, os mais notáveis foram a Sociedade da Justiça de América e a Liga da Justiça de América. No presente, no universo da Dc., o Savage tem aproximadamente 52.000 anos.

Dc um milhão

Artigo principal:DC um milhão

O Savage encontrar-se-á com possivelmente sua extremidade no ano 85.271 A.D. (como visto na saga Dc. milhão ), quando é mandado para o passado ao século 20 em Montevidéu, Uruguai, segundos antes que esteja dizimado por uma arma nuclear, uma ação que, seja requisitada ironicamente pelo própio Savage. Este é, entretanto, somente um futuro possível para o Savage. Entretanto, estes eventos podem mudar devido a alterar as forças do universo DC por Alexander Luthor, Jr. e Superboy-Prime durante a crise infinita.

Bandidos unidos

Artigo principal: Bandidos unidos
Vandal Savage foi visto nas duas introduções finais dos bandidos unidos. Originalmente Savage era um membro da sociedade de Lex Luthor, mas parou a sociedade e disse para Lex para não o contatar por nenhum motivo. Quando nenhuma razão foi dada é Vandal provável parado porque sua filha Scandal estava trabalhando na sociedade como parte dos seis secretos. Quando a sociedade alojou um ambush final de encontro ao Vandal, os seis ameaçaram matar Luthor se não se chamar fora do ataque, disse que não poderia permitir que qualquer um prejudicasse sua filha. não se sabe isto era um exemplo do interesse paterno ou Vandal tem outros motivos para que sua filha vivesse.

Flash e JSA

O Savage foi visto no arco final da história do Flash como o líder de um culto apocaliptico. Tentou usar um dispositivo para puxar um asteróide para a Terra, mas foi jogado no espaço com o próprio asteróide quando o Flash inverteu a polaridade do dispositivo. Eventualmente o asteróide caiu na terra com Savage, que encontrou seu poder diminuído extremamente. Sua imortalidade diminuiu completamente, pode ainda sobreviver feridas de outra maneira fatais, mas um tumor no cérebro e uma deterioração forte em sua função biológica estão conduzindo-lhe a uma morte rápida, com uma extensão de vida estimada de onze dias. Savage tentou capturar o Lanterna Verde da Era de ouro baiting o com (e disfarçou) um clone grotesco de Wesley Dodds, que, de fato, fosse seu próprio clone. Depois que uma tentativa falhada de roubar DNA de Alan Scott, Vandal foi deixado sozinho no rubble de sua base secreta anterior. Realizando que seu clone poderia ser considerado sua própria prole, e que o sangue de seus descendentes renovou sempre sua força, Savage cozinhou e comeu seu clone, renovando suas energias por mais um ano.

Elseworlds

Vandal Savage era o bandido no Batman na mini-série Elseworlds : Dinastia do Cavaleiro das Trevas. Savage encontrou com ele mesmo lutando contra os membros da família Wayne durante toda a história, começando com senhor medieval do cavaleiro Joshua de Wainwright, a Bruce contemporanio Wayne, ao vice-presidente futurístico Brenda Wayne.

Uma outra história de Outros Mundos, “Flashpoint”, teve o Savage como funcionario uma corporação de exploração espacial com a ajuda do Barry Allen. Tentou usar a tecnologia roubada de J’onn J’onz para matar o humanidade (quis cometer o suicidio da maior maneira possível), mas foi morto por Barry Allen, que sacrificou sua vida para parar o dispositivo alienigina.

Outras mídias

Savage em diversos episódios do desenho da Liga da Justiça, onde foi dublado por Phil Morris. Esta versão do Savage, além a ser um imortal, realçou propriedades curativas no estilo Wolverine. Sua origem é a mesma que aquela dos quadrinhos, a não ser a revelação em um episódio que sua idade é metade daquela nos quadrinhos - 25.000 anos.

A Liga se encontrou pela primeira vez Savage no episódio triplo “no Tempo Savage”, quando controla a alteração de tempo e a causa Alemã Nazi de ganhar a segunda guerra mundial. A liga (menos o Batman) foi protegida pela energia da lanerna verde e não foi afetada pela alteração temporal. Viajaram para o passado para descobrir que Vandal Savage tinha enviadoa si mesmo, do presente ao passado, um laptop que contiam plantas tecnologicas avançadas de armamentos, com a informação das futuras plantas dos aliados. Estes conhecimento e tecnologia permitiram que a Savage transformasse a si mesmo na mais alta da autoridade da Alemã da Segunda Guerra, colocando Hitler num deposito e assumindo o título de Führer. A liga controlada terminar a campanha do Savage apenas como monta um título aéreo de do assalto para América.

A aparência do Savage segundo estava na “empregada doméstica da honra”, em que girou acima como o namorado da princesa Audrey de Kasnia. Savage disfarçou-se como seu próprio descendente, Savage do Vandal III. Casou com Audrey e usou a participação de Kasnian em uma estação de espaço internacional ajustar acima um injetor do trilho que disparasse em meteoros com exatidão. Com o este, esperou ameaçar o mundo em curvar-se a sua autoridade. A Liga (no detalhe, a Mulher Maravilha, que se tinha transformado em amiga da princesa Audrey) desmonta o plano do Savage outra vez.

Sua aparência final estava no episodio duplo “daqui por diante.” O Superman foi jogado para uma época quando o sol da terra é vermelho (deixando-o fraco) encontra-se com o Savage, o unico humano vivo. Savage era responsável pela destruição da raça humana, roubando a parte do átomo da estrela anã, e usando para construir uma máquina que permitisse que controlasse a força da gravidade. Na ausência do Superman ele derrotou a Liga da justiça. Os efeitos colaterais de sua manipulação da gravidade deslocaram a órbita da terra, matando toda a vida humana. Os séculos do solidão e isolamento fizeram com que lamentasse sua louca fome de poder. Extremidade e do Superman que trabalha acima junto para revive uma energia zero do ponto powered a máquina do tempo que o Savage construiu de modo que o Superman pudesse ir para trás o tempo e parar o Savagedo passado antes que ele liquide a raça humana. Uma vez operacional, a radiação da fonte de poder da máquina do tempo tem também o efeito de restaurar o Superman a suas habilidades. O Superman retorna ao presente e o Savage futuro vê o restaure futuro próprio apenas enquanto se desvanece lentamente da existencia.

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Carlos Slim Helú || laptop

Posted on July 13th, 2008 in Uncategorized by admin

Carlos Slim Haddad Aglamaz (Cidade do México, 28 de Janeiro de 1939) é um homem de negócios mexicano de origem libanesa.

É conhecido no México por Midas devido a sua habilidade em transformar empreendimentos decadentes em companhias saudáveis e lucrativas, foi declarado em 2007 a pessoa mais rica do mundo.

O mexicano, com fortuna estimada em 67,8 bilhões de dólares (mil milhões em Portugal), ultrapassou o co-fundador da Microsoft Bill Gates, segundo divulgou um respeitado rastreador de riqueza mexicano. Um aumento de 27 por cento de março a junho no preço da ação da América Móvil, maior operadora de telefone celular da América Latina, controlada por Slim e que no Brasil é dona da Claro, o deixou quase 8,6 bilhões (mil milhões) de dólares mais rico que Gates.

O patrimônio de Slim cresceu 23 bilhões de dólares nos últimos catorze meses, movido principalmente pelo bom momento da economia mexicana e pela valorização de 46% no mercado de ações em 2006.

A revista avalia que o empresário tem o equivalente a 7% do PIB mexicano e calcula que se Bill Gates tivesse a mesma proporção da economia americana, sua fortuna seria de 874 bilhões de dólares.

Segundo a Forbes, a crescente fortuna de Slim tem provocado polêmica no México, onde a renda per capita é de 6,8 mil dólares por ano, já que ele controla 90% do mercado de telefones no país, com um virtual monopólio.”

Carlos Slim Helu nasceu em 28 de janeiro de 1939. É viúvo, pai de seis filhos (Carlos, Marco Antonio, Patrick, Soumaya, Vanesa e Johanna) e avô de nove crianças. Afeito à família, uma vez por semana reúne seus filhos, genros e netos para jantar. Começou a trabalhar aos oito anos de idade, ajudando pai, Julián Slim Haddad (Yusef Salim Haddad, antes de desembarcar no México em 1902, proveniente do Líbano), na loja “Estrella de Oriente”, que ficava próxima ao Palácio Nacional e prosperava.

Juventude

O pai foi uma figura, de demasiada importância no destino do garoto. Ensinou-lhe alguns princípios para obter altos rendimentos: “vender muito a preço baixo”, “ter sempre uma reserva para aproveitar boas oportunidades de negócios” e “investir a longo prazo”. Resultado: aos doze anos Carlos tinha seu próprio caderno de contabilidade. Seus irmãos lembram que aos domingos, nos almoços familiares, ele montava uma mesa sob a escada e vendia doces aos primos. Aos 15 anos já tinha 44 ações do Banamex (Banco Nacional de México). E as variações de seu patrimônio eram registradas diariamente.

Em 1957, antes de entrar na universidade, sua carteira somava exatamente 31.900 pesos e 26 centavos. Mais tarde formou-se engenheiro civil pela Universidad Autónoma Nacional de México. Também fez um curso sobre avaliação de projetos e desenvolvimento econômico na Cepal, em Santiago do Chile. Foi professor por um curto período e trabalhou como operador na Bolsa Mexicana de Valores.

Primeiros investimentos

Slim casou-se em 1960, aos 21 anos de idade, na tradição libanesa católica. Em vez de construir um casarão para a família no terreno que ganhou do pai, ergueu ali um prédio de apartamentos. Carlos e Soumaya ocuparam um, alugaram outros tantos e venderam os demais. Assim surgiu seu primeiro empreendimento, a “Inmobiliaria Carso” (marca resultante da junção dos nomes de Carlos e Soumaya).

Entre 1965 e 1969 adquiriu condomínios e terrenos em diversas partes da Cidade do México que somavam uma superfície de mais de um milhão de metros quadrados e não parou mais de crescer. Com a herança que recebeu dos pais fez investimentos audaciosos. Na década de 1980, em plena crise recessiva provocada pela queda do preço do petróleo e pelo elevado déficit público mexicano, comprou a Citagam, principal companhia de cigarros e charutos do país, uma fábrica de autopeças e uma cadeia de restaurantes.

Telmex e outros grandes investimentos

Sua grande investida aconteceu em 1990, quando a decadente companhia Telefones do México, Telmex, foi privatizada a um preço muito inferior do estimado, no âmbito das políticas neoliberais que assolaram a América Latina nos anos 1990. Slim ganhou a concorrência e transformou a empresa deficitária na maior companhia privada do país, a jóia da coroa de seu império. Tem mais de 10 milhões de assinantes – 90% do mercado mexicano. A partir da Telmex, Slim Helú criou a América Móvil, operadora de telefonia celular que tem cinco milhões de clientes no México. Suas empresas pagam mais de cinco bilhões (mil milhões) de dólares em impostos, empregam mais de 200 mil trabalhadores e respondem por quase metade do PIB do México.

O empresário expandiu seus negócios por todo o continente americano. Hoje comanda companhias de telecomunicações na Guatemala, em Porto Rico, no Peru, no Equador, em El Salvador, na Nicarágua, na Argentina, no Chile e na Colômbia. Tem participação nas maiores companhias de telecomunicações do Canadá à Terra do Fogo. No Brasil comprou a participação da Globopar na rede de TV a cabo Net, que tem 1,36 milhões de clientes. Também controla a Claro, terceira empresa de celulares do país, com cerca de 22 milhões de clientes, e a Embratel, que opera ligações à distância. Seus investimentos nos Estados Unidos incluem participações na Philip Morris (hoje Altria Group), e na Saks Incorporated. Tornou-se o maior acionista da MCI, a segunda operadora de telefonia de longa distância americana. Adquiriu cerca de 3% da Apple Computer – e um ano depois, com o surgimento do iMac, o valor das ações da empresa saltou de 17 para 100 dólares cada. E associou-se ao empresário americano Bill Gates, o dono da Microsoft, para criar um portal na internet destinado aos hispanos.

Seu escritório não tem computador, laptop ou qualquer outro apetrecho tecnológico que lhe permita acompanhar os movimentos financeiros on-line. Quando precisa de uma informação, pega o telefone e pede a um auxiliar. Certa vez ganhou um laptop dos filhos, de presente de Natal, mas só sabe ligar e desligar a máquina. Mas seu grupo vende mais de mil computadores por dia no México e milhares de pessoas em todo o mundo acessam seu portal na internet. Além disso, Slim criou um centro de pesquisas associado ao MIT americano para desenvolver novas tecnologias de informação adequadas à América Latina, para a formação de especialistas e para a transferência de conhecimentos.

Atualmente todos os seus investimentos estão concentrados numa holding, o Grupo Carso. Sua residência fixa continua na Cidade do México, mas há anos Slim vive pelo mundo, cuidando de seus negócios nas áreas das comunicações, dos transportes, da mineração, do comércio, das finanças, dos seguros e da indústria de componentes automóveis.

Projetos sociais e culturais

Maior colecionador privado de esculturas de Rodin (só existem mais peças no museu francês que leva o nome do artista), entre outras obras, construiu um espaço para franquear ao público sua coleção, o Museu Soumaya (o nome, de sua falecida esposa, vem da palavra árabe ‘ouma’, que significa céu).

Criou uma fundação dedicada a restaurar prédios coloniais que estavam totalmente degradados no centro histórico da capital, onde passou a sua infância. As fundações da Telmex e do Grupo Carso têm um bilhão (mil milhões) de dólares. Investem em educação, saúde e cultura. Pagam fiança de presos que cometeram crimes leves para evitar que fiquem anos na cadeia, aguardando que o sistema judiciário lento resolva seus problemas. Têm programas de nutrição para crianças que vivem nas regiões mais pobres e cobrem as despesas cirúrgicas de pessoas de zonas rurais do México.

Visão política sobre a América Latina

Embora fale inglês, raramente usa o idioma em público. Tem idéias claras a respeito das relações entre os Estados Unidos e a América Latina. Diz que os americanos deveriam ajudar a região a se desenvolver, financiando projetos de educação, de saúde e de infra-estrutura, por interesse econômico, já que assim, mais pessoas seriam incorporadas ao mercado consumidor de seus produtos. “Não há melhor investimento do que promover o desenvolvimento latino americano. Os americanos deveriam perceber esse fato não por serem bons samaritanos, mas por razões de negócios”, diz. “Da mesma forma, o Banco Mundial e outras instituições internacionais deveriam dar suporte ao desenvolvimento em vez de socorrer os países quando a crise se instala”.

Em junho de 2005, ao final do Terceiro Encontro de Empresários da América Latina, que reuniu os donos das maiores corporações latino-americanas no hotel Grand Hyatt, em São Paulo, o empresário deu um passo na direção que recomenda. Anunciou a criação da Impulsora del Desarrollo Económico de América Latina (Ideal).

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Celeron || laptop

Posted on July 9th, 2008 in Uncategorized by admin

Celeron é a marca usada pela Intel em diferentes microprocessadores x86 de baixo custo.

A família Celeron complementa a linha de alta performance da empresa (atualmente a Core2 Duo, anteriormente a linha Pentium). Indroduzido em 1998, o primeiro Celeron era baseado no Pentium II, porém sem cache externo. Versões posteriores eram baseados no Pentium III, Pentium 4, Pentium M, Core Solo, Core Duo e Core2. Esses processadores rodam muitos aplicativos de forma satisfatória, porém apresentam algumas limitações de performance quando rodam aplicativos mais pesados e exigentes (como jogos e demais aplicativos 3D).


Introdução

O Celeron foi introduzido como uma resposta da Intel à perda do mercado de CPUs de baixo custo, particularmente para os Cyrix 6×86, AMD K6 e outros (como o IDT Winchip). A alternativa econômica da empresa até então era o Pentium MMX, que já há muito tempo não apresentava uma performace competitiva. Embora fosse uma aposta segura, o Pentium MMX, com seus 233 Mhz, enfrentava concorrentes muito mais poderosos que utilizavam a mesma placa mãe(o K6 podia chegar à 333 Mhz), e muitas vezes à preços similares.
Ao invés de continuar prolongando a vida útil do Pentium MMX (e por extensão do padrão Socket 7, utilizado pelos concorrentes), a Intel optou por uma solução que já havia aplicado na época dos 486 DX e SX: desenvolver uma versão limitada do seu modelo “topo de linha” - o Pentium II - e vendê-la a preços mais acessíveis, esperando capitalizar sobre a marca.
Apesar de alguns percalços iniciais o Celeron acabou ganhando aceitação e, de certa forma, acabou se tornando quase um padrão para máquinas direcionadas ao uso em escritórios.


Convington

Esse foi o codinome do primeiro tipo, que era essencialmente um Pentium II de 266 MHz sem o cache secundário (L2) incluído. O processador também compartilhava o código de produto 80523 do Deschutes. Com frequências de 266 à 300 MHz (de 33 à 66 MHz a mais que os Pentium MMX) os processadores entretanto eram consideravelmente mais lentos do que os produtos que se propunham a substituir. As vendas na época do lançamento foram consideraveis, principalmente pelo nome da Intel, porém o produto teve uma péssima repercussão na imprensa especializada e com os profissionais da área de computação. O mercado rapidamente se desinteressou, o produto ganhou fama de baixa performance, e a incrível queda nas vendas obrigou a Intel desenvolver uma nova solução o mais rápido possível.
No mais, esse processador é interessante para Overckers por seu flexivel índice de Overclock em relação ao seu Preço.

Mendocino

O Celeron “Mendocino foi lançado em 24 de agosto de 1998, e foi o primeiro processador produzido em larga escala a apresentar o cache L2 integrado ao núcleo , a exemplo do Pentium Pro. Ao passo que o Covington não tinha cache L2 algum, o Mendocino incluía 128 Kb de cache L2 rodando à mesma velocidade do processador. Embora com modestos 300 Mhz de freqüência (mesmo para a época), o novo modelo oferecia quase que o dobro da performance do antigo Covington. Para distingui-lo do modelo anterior que também rodava a 300 Mhz a Intel se referia aos processadores com núcleo Mendocino como “Celeron 300A Embora os outros Mendocinos (por exemplo o 333 Mhz) não tivessem o “A” no nome, as pessoas se referiam a ele como “Celeron-A” independente da velocidade.

Os novos Mendocino ofereciam boa performance, e foram bem sucedidos desde o lançamento. Na verdade, muitos especialistas consideraram o Mendocino bem sucedidos demais—a performance era suficientemente alta para competir não somente com os rivais da faixa de mercado, como também para atrair compradores do então lucrativo carro-chefe da Intel, o Pentium II. Os overclockers rapidamente descobriram que, dispondo de uma placa mãe adequada e de qualidade, o Celeron 300A podia rodar com estabilidade a 450 MHz. Isso era feito simplesmente aumentando a freqüência externa (FSB) do padrão de fábrica à 66 MHz para os 100 MHz utilizados no Pentium II. Nessa velocidade o Celeron Mendocino rivalizava com os processadores x86 mais rápidos do mercado.

Na época cache integrado ao núcleo (on-die) era difícil de fabricar; especialmente o cache L2, já que cada vez mais era necessário para se atingir um nível considerável de performance. Um de seus benefícios e que ele opera à mesma freqüência da CPU. Todas as outras CPUs da época utilizavam cache L2 montado ou na placa mãe ou em um slot separado, o que tornava-o fácil de fabricar, barato e permitia que se aumentasse seu tamanho para qualquer um desejado (valores típicos eram de 512 KB à 1 MB), mas eles sofriam de performance reduzida, rodando geralmente à velocidade do FSB (60 à 100 MHz). A implementação do cache de 512 Kb do Pentium II foi inovadora (posteriormente copiada pela AMD em seu Athlon), apresentando o cache L2 montado em uma placa especial junto com o processador, rodando à metade da freqüência deste e comunicando-se com ele através de um barramento especial. Este método de construção era dispendioso e impunha limitações ao tamanho do cache, mas permitia que o Pentium II fosse elevado à freqüências mais altas, além de evitar latências e demais contingências necessárias nas configurações com cache montado na placa mãe.

Com o tempo novos processadores de núcleo Mendocino foram lançados com clock de 333, 366, 400, 433, 466, 500 e 533 MHz. Os Celeron “Mendocino” eram projetados para utilizar apenas FSB de 66 Mhz, mas isso só se tornaria um gargalo de performance mais sério quando as velocidades chegassem à níveis maiores.

Os Celeron Mendocino também introduziram novos encapsulamentos. Quando foram lançados os “Mendocinos” vinham tanto em Slot 1 SEPP quanto em soquete 370 PPGA. O encapsulamento SEPP tinha sido desenhado originalmente para acomodar o cache L2 do Pentium II, mas uma vez que os Celerons possuiam esse componente integrado no núcleo, não havia razão para manter a sobreplaca, e a Intel descontinuou a versão Slot 1 - à começar com o modelo de 433 Mhz, apenas a versão PPGA soquete 370 estaria disponível (fabricantes independentes entretanto desenvolveramum acessório que permitia a montagem de um processador PPGA soquete 370 em uma placa mãe Slot 1).
Um fato interessante é que, apesar de ser oficialmente um processador de “baixo custo”, o modo de multiprocessamento simétrico continuava disponível, e pelo menos uma placa mãe foi lançada (a ABIT BP6) para aproveitar esse fato.

O Mendocino também possuía uma variação para notebooks, com velocidades entre 266, 300, 333, 366, 400, 433, 466, 500, 533, 566 e 600 MHz.

No esquema de nomeclatura “Family/Model/Stepping” da Intel, os Mendocinos pertencem à família 6, modelo 6 e código interno 80524. Estes códigos são compartilhados com o modelo relacionado Dixon, a versão portátil do Pentium II.


Coppermine-128

A próxima geração de Celeron era o Copermine-128 (alguns o conhecem como “Celeron II”). Este derivado do Pentium III Coppermine foi lançado em março do ano 2000. Como o Mendocino tinha 128 KiB de cache L2 incluídos no chip e continuava com a velocidade de barramento de 66 MHz. Eram praticamente identicos, com a exceção do cache menor e a velocidade do FSB mais baixo.

Por teoria o processador tem um núcleo adaptado, pois não foi noticiado o suporte ao SSE. O Celeron foi no seu tempo o único processador do mercado que rodava 66 MHz e ia com a mesma velocodade na memória RAM e foi significamente mais lento em relação ao seu concorrente. As vendas vinham diminuindo e o mercado numa discussão fácil queria ver versões de 100 MHz. A Intel disse não, pois era muito provável que já enfrentava grandes problemas em relação ao tempo e também concentrava recursos para entregar volumes suficientes de seu Pentium III.

Todos os processadores foram fabricados com o encapsulamento FCPGA assim como os Pentium III Coppermine. Estes iniciaram em 533 MHz e vieram em seguida 566, 600, 666, 700, 733 e 766 MHz. Devido às limitações dos 66 MHz havia uma pequena diferença de performance entre os modelos de maior clock e como por um tempo concorreu com o “antigo” AMD K6-2, isso era aceitável. Em julho do ano 2000 a AMD lançou seu Duron, derivado do Athlon - um processador com barramento maior e mais memória cache. O Coppermine-128 ficou incompetitvo como o original de 266 MHz.

Entretanto sua performance era revelada quado o processador era overclocado para operações de 100 MHz. Overclocava um processador de 566 MHz para 850 MHz ou um 600 MHz para 900 MHz e dava bons resultados, desde que os sistemas suportassem sem a necessidade de aumentar a ventilação ou a voltagem. Em particular um número de processadores de 600 MHz foram vendidos com a voltagem de 1,7V: Esses podem rodar a 100 MHz com mais estabilidade comparado aos mesmos processadores que tem voltagem de 1,5V.

Em 31 de janeiro de 2001 a Intel finalmente mudou a velocidade do FSB para 100 MHz. Embora o processador de 800 MHz (o primeiro com 100 MHz) fosse menos poderoso que o Duron, em porcentagem, era uma opção perfeitamente viável. Todos as opções a partir de 800 MHz vem com o barramento de 100 Mhz, as de 850, 900, 950, 1000 e 1100 MHz.

Nos esquemas de identificação da Intel, o Coppermine-128 é a família 6, modelo 8 e o seu código é 80526.


Tualatin-256

A próxima geração de Celerons foi baseado no núcleo Tualatin do Pentium III e feito com o processo de 0,13 micrometros. Foi apelidado de “Tualeron”, junção das palavras “Tualatin” e “Celeron”. Alguns softwares e usuários referiam o processador como “Celeron-S”, referindo a linha de chips Pentium III-S, mas não era uma desiguinação oficial. A linha inicia com 1000 MHz e 1100 Mhz (novamente com a letra “A”, diferenciando-os das versões Coppermine-128) e continuou com 1200, 1300 e 1400 MHz.

Os “Tualerons” são semelhantes em fabricação ao Pentium III, agora a maior diferença era velocidade de 100 MHz em relação aos 133 Mhz do Pentium III Tualatin. O cache do Celeron apresentava latencia “1″ e o Pentium III tinha latência “0″. Eram excelentes para overcloking, pois era fácil mudar a velocidade do barramento para 133 MHz. Vinham com 256 KiB de cache nível 2.

Esse foi o último dos Celerons “P6″. Eles foram vendidos em paralelo com os Celerons baseados do Pentium 4.

Nos esquemas de identificação da Intel, o Tualatin-256 é a família 6, modelo 11 e o seu código é 80530.


Willamette-128

A próxima série de Celeron é baseada no núcleo do Pentium 4 Willamette e tem, em consequência, um diferente design. São muito conhecidos como “Celeron 4″. Possuem 128 KiB como 256 KiB e 512 KiB de memória cache, mas são muito similares em desempenho.

Nos esquemas de identificação da Intel é a família 15, modelo 1 e o seu código é 80531.


Northwood-128

Alguns Celerons são baseados no núcleo do Pentium 4 Northwood e possuem 128 KiB de cahe nível 2. A única diferença entre esse e o Willamette-128 é o seu processo de fabricação de 0,13 micrometros e a voltagem de 1,52V comparado ao 1,7 do modelo anterior. A performance também contiua o mesmo.

Nos esquemas de identificação da Intel é a família 15, modelo 2 e o seu código é 80532.


Northwood-256

Esse foi o núcleo utilizado para equipamentos móveis (Laptops). Baseado no núcleo Northwood possui 256 KiB de cache L2.


Banias-512

Esse modelo agora é baseado no núcleo Banias do Pentium M, e as diferenças são a metade da memória cache nível 2 (L2) e o não suporte à tecnologia SpeedStep. Sua performance pode ser comparada ao do Pentium M, porém a tempo de duração da bateria é menor em relação ao notebook com Pentium M.

Um sistema equipado com Celeron M não pode levar o nome Centrino, mesmo equipado com o Chipset i855 ou i915 e o chip WI-FI Intel PRO.

Nos esquemas de identificação da Intel é a família 6, modelo 9 e o seu código é 80535. É a mesma identificação do Pentium M.


Shelton

O núcleo Shelton é o Banias sem o cache L2 e o SpeedStep desabilitado. Ele é usado numa placa-mãe de pequenas dimensões da Intel, o D845GVSH, e introduzido nos mercados asiático e norte-americanos. O mesmo processador é identificado como “Intel Celeron 1000B”, para diferenciar dos antecessores Copermine-128 e Tualatin-256 de 1 GHz.


Dothan-1024

É um Celeron de 90 nanometros (0,09 micrometros) derivado do Pentium M de 90 nm, com a metade do cache nível 2 e como o antecessor, sem o Speed Step.

Como o Pentium M dessa geração são identificados como a família 6, modelo 13 e o seu código é 80536.


Yonah-1024

A nova série Celeron M 400 é baseado no núcleo Yonah do processador Core Solo. Como os dois últimos antecessores, vem com metade do cache nível 2 (1 MiB) e sem SpeedStep. Foram inclúidas novos fatores para esse Celeron M, como o barramento à 533 MTs, instruções SSE3 e suporte ao XD bit (vem também na série J do Dothan-1024).


Meron-1024

O Meron-1024 é um processador de núcleo simples baseado do Core 2 Meron e tem metade do cache (1 MiB) , o SpeedStep e a Tecnologia de Virtualização desabilitados, contudo, vem com a tecnologia EM64T, XD bit e barramento de 533 MHz.


Prescott-256

O primeiro processador Celeron D é baseado no núcleo Prescott do Pentium 4 e vem com cache L2 de 256 KiB. É caracterizado pelo barramento de 533 MHz, instruções SSE3 e leva o número 3XX (comparados aos 5XX dos Pentium 4 e 7XX dos Pentium M). Ele também implementado a nível de hardware com a tecnonologia EM64T muito embora esteja desabilitado nos modelos 3X0/3X5 (exceto o 355) e habilitado nos modelos 3X1/3X6.

Assim, os modelos sem EM64T são: 365 - 3,6 GHz, 350 - 3,2 GHz, 345 - 3,06 GHz, 340 - 2,93 GHz, 335 - 2,8 GHz, 330 - 2,66 GHz, 325 - 2,53 GHz, 320 - 2,4 GHz, 315 - 2,26 GHz, 310 - 2,13 GHz.

E os com EM64T: 366 - 3,6 GHz, 355 - 3,3 GHz, 351 - 3,2 GHz, 346 - 3,06 GHz, 341 - 2,93 GHz, 336 - 2,8 GHz, 331 - 2,66 GHz, 326 - 2,53 GHz, 321 - 2,4 GHz, 316 - 2,26 GHz, 311 - 2,13 GHz.

O Celeron D trabalha com chipsets i845 e i855. O sufixo D serve apenas para diferencia-los das gerações anteriores, já que diferente do Pentium D, o Celeron D não tem núcleo duplo.

Os processadores assim como os Pentium 4 Prescott são identificados como a família 15, modelo 3 (até E0) ou 4 (do E0 a diante) e o código 80546 ou 80547 dependendo do tipo de soquete.


Cedar Mill-512

Esses modelos são baseados no núcleo Cedar Mill do Pentium 4. Essas versões continuam com o esquema de nomes 3XX agora como Celeron D347 (3,06 GHz), 352 (3,2 GHz), 356 (3,33 GHz), 360 (3,46 GHz) e 365 (3,6 GHz) e tem as mesmas características do Prescott-256 com metade do cache L2 (256 KiB) e o processo de fabricação de 65 nanometros.

No esquema de identificação todos os Ceddar Mills são da família 15, modelo 6 e o código é 80552.

Futuros Celerons

O roadmap da Intel lista uma série de novos Celeron baseados na microarquitetura do Core2. Há poucas informações deles, a não ser que venham a usar o núcleo Conroe-L e usarão nos nomes 4XX.

Serão processadores como de sempre voltados ao mercado de baixo custo, como o processador baseado no núcleo do AMD K8, o Sempron.

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STS-57 || laptop

Posted on July 1st, 2008 in Uncategorized by admin
  • Perigeu: 402 km
  • Apogeu: 471 km
  • Inclinação: 28.5°
  • Período: 93.3 min
  • Principais fatos

    Durante o andamento do vôo de oito dias, os astronautas conduziram com sucesso uma série de exeperimentos nas áreas da biomedicina e ciência dos materiais no interior do módulo SPACELAB pressurizado. Dois astronautas participaram em uma caminhada no espaço e o European Retrievable Carrier (EURECA) foi recuperado pelo grupo e armazenado dentro do compartimento de carga do Endeavour. O EURECA foi lançado do ônibus espacial Atlantis no verão de 1992 é continha uma série de experimentos para estudar os efeitos a longo prazo da expocisão à microgravidade.

    Um conector elétrico instalado impropriamente no braço do Sistema de Manipulação Remota (RMS) do Endeavour (instalado 180 graus fora de sua posição correta) impediu que o Eureca recarregasse suas baterias com a potência orbital. Uma regra de vôo requerindo a armazenagem da antena foi enviada a o EURECA foi abaixado no compartimento de carga sem soltar sua antena. Os especialistas da missão David Low e Jeff Wisoff seguraram com segurança as duas antenas do EURECA contra um satélite científico durante a caminhada no espaço realizada na sexta-feira. David Low estava posicionado com seus pés presos no final do braço robótico da Endeavour rnquanto Nancy Sherlock posicionava o braço de modo que Low pudesse gentilmente empurrar os braço contra os mecanismos de trava do EURECA. Os controladores de carga então controlaram as travas para fixar cada antena. Esta caminhada no espaço com duração de cinco horas e 50 minutos completou o objetivo primário da missão STS-57 de recuperar os satélite científico EURECA. Posteriormente, Low e Wisoff realizaram manobras em uma atividade extra-veícular (EVA) de menor duração buscando testar detalhadamente o braço robótico. Atividades relacionadas com a manipulação de massas, alinhamento fino de massas e alto torque foram completadas com ambos os membros da EVA alternando-se em turnos no braço robótico. Low e Wisoff vestiram seus trajes e retornaram à sala pressurizada do Endeavour pouco antes das 3:00 p.m..

    Durante o resto da missão, o grupo trabalhou em experimentos no módulo Spacehab no compartimento inferior do ônibus espacial. Estes experimentos incluiam o estudo da postura corporal, do ambiente da nave, crescimento de cristais, ligas metálicas, reciclagem de água e comportamento de fluidos. Junto com os experimentos estava um conjunto de ferramentas de manutenção que poderia ser utilizado na estação espacial Freedom. A parte de utilização dos equipamentos de diagnóstico do experimento Sistema de Ferramentas e Diagnóstico foi realizada por Nancy Sherlock. Utilizando instrumentos eletrônicos de teste incluindo um osciloscópio e um multímetro, Sherlock condiziu testes em uma placa de circuito impresso e se comunicou com os controladores em terra através de mensagems por computador a respeito dos procedimentos de reparo sugeridos e seus resultados.

    Além disso, Brian Duffy e Jeff Wisoff realizaram experimentos em transferência de fluidos sob condições de microgravidade sem criar bolhas no fluido. O experimento, chamado de Experimento de Aquisição e Resuprimento de Fluidos, ou FARE, estudou filtros e processos que podem levar a métodos de reabastecimento de naves e órbita, através da transferência de água entre dois tanque com dois pés de diâmetro no compartimento mediano do Endeavour, pela qual os engenheiros podem avaliar como os fluidos se comportam enquando os jatos de manobra do ônibus espacial são disparados para pequenas manobras. Janice Voss trabalhou no Liquid Encapsulated Melt Zone, ou LEMZ, em experimento que utiliza um processo chamado de crescimento de cristal na zona de flutuação. As condições de baixa gravidade permitem que grandes cristais cresçam no espaço.

    Ron Grabe, Brian Duffy e Janice Voss participaram no estudo da Posição Corporal Neutra. Cirurgiões de vôo notaram nos vôos anteriores que a postura básica do corpo se modifica sob microgravidade. Esta mudança na postura, algumas vezes chamada de “abaixamento sob gravidade zero”, é uma adição ao esticamento de uma ou duas polegada que ocorre na espinha dorsal durante missões espacial. Para melhor documentar este fenômeno através da duração de uma missão espacial, fotos e vídeos dos membros do grupo em posição relaxada foram realizados no começo e no final da missão. Os pesquisadores incluirão os resultados deste teste nas especificações para projeto de naves espaciais para tornar as estações de trabalho e as áreas de convivência mais eficientes e confortáveis para os astronautas.

    Em 28 de Junho, 1993, Nancy Sherlock realizou um trabalho hidráulico no Experimento de Sistemas de Controle Ambientais em Vôo, um estudo de um equipamento de purificação de água já utilizada que pode vir a ser utilizado em uma futura nave espacial. O EFE utiliza uma mistura de água e iodeto de potássio para simular água impura. A solução é bombeada através de uma série de filtros para sua purificação. Durante o vôo, as pessoas que realizaram o experimento observaram um fluxo reduzido de água e optaram por realizar o procedimento de manutenção. Sherlock afrouxou uma trava em um condutor de água dentro do experimento, enrolou a trava frouxa com um tecido absorvente e, utilizando um computador laptop a bordo, ativou a bomba do experimento em rotação contrária por cerca de 20 minutos em uma tentativa de remover a obstrução. Sherlock então apertou novamente a trava e colocou o experimento de volta em sua operação normal para os pesquisadores em terra, que analisaram por cerca de uma hora se a obstrução havia sido removida.

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